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21 de out. de 2020

28 de jul. de 2020

A nova moda Pós-Covid

A nova moda Pós-Covid

A nova moda Pós-Covid      Monica Rosenzweig, designer de joias carioca que vive atualmente em Cascais, Portugal, e que mantém também um atelier em Ipanema, no Rio de Janeiro, explica, abaixo, 8 mudanças que devem acontecer com quem consome moda após o fim da pandemia.



Em um mundo de relações mais distantes fisicamente, a moda vai precisar, certamente, se reinventar. Mas como será isso? Afinal, os novos tempos que estão se desenhando mostram que tudo terá que ser revisto, desde as relações pessoais e profissionais até a maneira como as pessoas se vestem e enxergam as tendências fashionistas lançadas a cada temporada.


Sem limitação de movimentos e com conforto – Você se imagina em casa com uma calça de couro, botas, make cheia de detalhes e correntes penduradas no pescoço? Ou quem sabe usar um salto agulha e um vestido com paetês para fazer uma call com os colegas de trabalho? Ou seja, a moda, até mesmo a criada por grandes grifes, vai precisar adequar suas coleções com peças mais simples e que transmitam conforto. Isso não quer dizer, de forma nenhuma, que a qualidade não deverá ser mantida. Mas formas mais amplas, com linhas e materiais mais confortáveis, deverão fazer parte das novas coleções de marcas ligadas a este universo.

Valores de acordo com a economia atual – O mundo inteiro está sofrendo os impactos na economia desde o início da pandemia. Os salários de uma forma geral foram reduzidos, a necessidade de compra de alguns produtos tem sido questionada pelos consumidores e as empresas que quiserem se manter ativas vão precisar rever conceitos, e isso inclui preços. E na moda isso não será diferente. Isso quer dizer, em linhas simples, que o poder de compra diminuiu de uma forma geral. O consumo por impulso, que muito se viu no início de março até abril, é quase inexistente atualmente, e as pessoas estão focando no que precisam e, sim, analisando o custo e benefício de cada compra. Portanto, as marcas vão precisar reavaliar a forma como chegam ao preço final dos produtos e, provavelmente, se adequar à essa nova demanda.
A nova moda Pós-Covid 
Roupas para dentro e fora de casa - A moda não é apenas feita para vestir pessoas para ocasiões e locais especiais, ela existe para dar soluções à sociedade. E, neste momento, em que trabalhamos mais em casa, a criação precisará se voltar não apenas para as roupas confortáveis, mas também para as que sejam fáceis de lavar e passar e que visem a praticidade, mas sem deixar de lado a vaidade de quem quer se sentir bem vestido mesmo dentro de casa. Sim, as pessoas abandonaram o uso constante de pijamas em tempo integral, que aconteceu muito no início do isolamento, e agora elas acordam, se vestem e permanecem arrumadas dentro de casa. Mas esse “se arrumar” agora tem um novo significado, com peças que tragam a chamada 'confort sensation'.

Simbologias e memória afetiva – Nós, designers e estilistas, teremos que ressignificar nosso trabalho. As pessoas estão em busca de peças que lhes passem algum tipo de mensagem, uma simbologia. Eu, por exemplo, passei o consumir muito o que me traz sensações de proteção. E isso será uma tendência na moda de uma forma geral. O público vai procurar roupas, acessórios etc que lhes transmitam alguma mensagem, alguma coisa positiva. Nas minhas novas coleções, estou trazendo um misto de simbologias ligadas à proteção e ao aconchego, com desenhos e formas que remetam àquela joia de família com memórias embutidas. Gosto de peças que você pode brincar; tenho trabalhado muito em pulseira que se transforma em colar, por exemplo.

Atemporalidade – Acredito que teremos menos “vítimas da moda”, pessoas que seguiam os lançamentos a cada temporada, e que mudavam seu guarda-roupa a cada estação. Se antes muitas vezes comprávamos algo que seria usado apenas em uma ocasião e depois colocado de lado, por conta da tendência de uma estação, a partir de agora o consumo será mais direcionado para acessórios, roupas e calçados que possam ser usados em diferentes ocasiões, que não sigam tendências muito específicas. Será a celebração do bom e velho jeans; das camisetas de cores que se complementam; de blazers, calças e vestidos de cortes mais sequinhos (porém confortáveis); dos acessórios que pontuam cor e estilo, mas sem exageros. Entretanto, acredito que o mercado de luxo deva permanecer inabalado, já que tem um público muito específico. Não estou me referindo às pessoas que vez ou outra compram uma peça de uma marca de luxo, mas àquelas que são consumidoras fiéis de determinados estilistas.

De volta à capsula – Com o final do isolamento, após meses observando um closet lotado e cheio de peças que foram inúteis nesse período, é natural que as pessoas se questionem sobre o que realmente precisam. E esse questionamento, é claro, vai fazer com que todos percebam que consomem muito mais do que precisam. E seguindo esse pensamento, o conceito de armário cápsula, com menos peças, mas que se complementam entre si, voltará com tudo. E isso vale também para os acessórios que permitam a possibilidade de customização com poucas peças que se misturem e se transformem em outras, como uma pulseira que carregue os pingentes que a pessoa ganhou ao longo da vida, ou duas pulseiras que possam se juntar em um novo e único modelo de colar, brincos de argolinhas como penduricalhos de cordões e pulseiras etc.

Processo de criação, produção e humanização no contato com o cliente – Tudo vai mudar na criação e na forma como o público vai consumir cada acessório, roupa e sapato. Na hora de criar, os profissionais vão precisar questionar se aquele produto realmente é necessário para esse novo consumidor, se terá mercado para ele. As marcas vão ter, ainda, que garantir que as peças cheguem “protegidas” até o consumidor. Desde o início da pandemia, revi toda a cadeia de produção e entrega, e só envio os acessórios após passarem por um processo bastante consistente em relação à sua higienização - os produtos são lavados em banhos especiais para metais, que retiram a gordura das peças após o manuseio e montagem, e as embalagens também são manipuladas apenas com as mãos higienizadas e com luvas. Quanto ao atendimento, precisarão ser mais exclusivos, com hora marcada, uma pessoa por vez. E mais: se o cliente quiser experimentar acessórios, uma peça de roupa ou sapato e não levar depois, será preciso fazer um processo de higienização especial daquela peça. Tudo vai mudar.

Moda consciente de verdade e respeito com o meio ambiente - A moda é um reflexo da sociedade e os profissionais que fazem moda não podem se alienar à realidade, fingindo que nada esteja acontecendo ao seu redor. As marcas precisam rever seus processos na criação de produtos, se tornando cada vez mais sustentáveis. É preciso um olhar mais atento ao que é criado. Uma nova tecnologia para um novo tecido, por exemplo, não pode ser tão interessante a ponto de poluir o meio ambiente ou de causar estragos no habitat de outros seres. O uso de peles, que já não deveria ser tolerado há muito tempo, a partir de agora é inaceitável. Testes em animais para novos produtos também devem ser banidos. Estamos vivendo uma situação que, ao que tudo indica, teve início exatamente pelo Homem interferir na vida animal. É preciso que passemos a enxerga-los com cuidado e respeito, ou pagaremos um preço ainda mais alto pelos males que estamos causando à Natureza no futuro.


Blog Judaico 
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8 de set. de 2014

Por que as mulheres judias cobrem a cabeça?

Por que as mulheres judias cobrem a cabeça?

Coisas Judaicas

Você talvez conheça uma judia praticante e nunca tenha percebido que ela não mostra o cabelo. Apesar de não ser um requisito explícito da Bíblia hebraica, cobrir a cabeça é um costume comum entre as judias ortodoxas, principalmente devido ao status e aos princípios de modéstia e devoção religiosa.

Antecedente

Cobrir a cabeça é mais uma tradição do que uma lei, segundo o site "jewishvirtuallibrary.org". As mulheres pertencentes a correntes relativamente menos ortodoxas do judaísmo podem cobrir a cabeça apenas quando estiverem em um templo ou uma sinagoga. As mais ortodoxas quase sempre cobrem a cabeça.

Tipos

Em um local de culto, um templo ou uma sinagoga, as mulheres cobrem suas cabeças com algo pequeno, como um lenço ou um pedaço de renda (tichal). As mulheres ortodoxas podem usar uma rede ou cobrir seu cabelo com um lenço ou uma peruca (sheytel).

Significado

A modéstia é a razão principal para cobrir a cabeça. As mulheres devem se vestir de maneira modesta e isso envolve cobrir a beleza natural de seu cabelo.

Devoção religiosa

Muitas judias que normalmente não cobrem suas cabeças, o fazem durante a oração. O site "Judaism 101" menciona que, nas culturas orientais, cobrir a cabeça é um sinal de respeito e se isso for feito durante a oração, mostra-se respeito por Deus.

Leia também:       O modo de vestir judaico

                                      Vestuário da mulher judia

Status

No judaísmo tradicional, as mulheres geralmente são vistas como separadas dos homens, mas iguais. As mulheres casadas têm um papel importante na manutenção da casa e na criação da família. Quando elas cobrem a cabeça depois do casamento, estão mostrando que têm um status novo e importante.

Veja abaixo algumas fotos de mulheres judias com a cabeça coberta:
Coisas Judaicas

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Coisas Judaicas

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7 de set. de 2014

Como se veste uma judia na Sinagoga?

Como se veste uma judia na Sinagoga?

Como se veste uma judia na Sinagoga?
O que é apropriado para uma mulher vestir em um templo judeu?

Uma variedade de opções de vestuário são apropriados para uma mulher vestir em um templo judeu. É importante, contudo, que a mulher saiba se ela está indo para uma sinagoga reformada ou ortodoxa e notar que a vestimenta pode variar baseando-se em ser solteira ou casada. Os requerimentos podem ser diferentes para mulheres judias e mulheres não judias.

Vestuário para um templo reformado

Como se veste uma judia na Sinagoga?Se uma mulher estiver planejando ir a um templo judeu reformado, a vestimenta pode variar de acordo com a sinagoga. De modo geral, as mulheres devem usar vestidos para irem a um templo judeu só por garantia. Na maioria das vezes, as mulheres usarão vestidos para ir ao templo, mas há algumas ocasiões onde roupas casuais são apropriadas durante o calendário anual. Os vestidos devem ser modestos, sem decotes ou saias muito curtas.

Cobertura para a cabeça em templos reformados

Em templos reformados, as mulheres não precisam cobrir suas cabeças como os homens e rapazes. Contudo, em sinagogas mais liberais, as mulheres podem usar um kippah e um tallis, embora não sejam mandatórios. Um kippah é uma touca que cobre a cabeça de um homem durante serviços judeus. Um tallis é um xale judeu para orações usado nos ombros. Ele é adornado com guarnições brancas que com um significado religioso por trás delas.

Cobertura para a cabeça em templos ortodoxos

Como se veste uma judia na Sinagoga?Mulheres ortodoxas devem se vestir modesta e planamente para irem a templos judeus e também durante suas vidas diárias. Muitas mulheres judias ortodoxas escolhem vestir um Tichel, que é um véu usado para dar um ar mais modesto. Ele existe em vários estilos, incluindo um lenço liso, e em tecidos e designs elaborados. Tichel é a palavra judaica para lenço.

Vestuário para um templo ortodoxo

Mulheres judias ortodoxas devem vestir-se modestamente não apenas durante sua estadia no templo, mas também durante toda a sua vida diária. Essa regra é referida como o Tziniut, e fala que as mulheres devem usar vestuários simples. Uma mulher judia ortodoxa irá frequentemente ser vista usando blusas de manga longa com uma saia que vai até o tornozelo. Essas roupas são também modestas em cores, tipicamente neutras ou em tons pastéis — nada brilhante como rosa ou roxo.

Leia também:


17 de mai. de 2014

A moda da mulher judia

A moda da mulher judia

Mulheres judias comprando lençosComo as mulheres judias se vestem?

As regras de vestuário das mulheres judias são ditadas pela seção de leis judias conhecidas como "zniut -", que, traduzindo do hebraico, significa "modéstia". Exige-se que as mulheres Ortodoxas se vistam conservadoramente, mas os níveis de modéstia, quando refere-se à cobrir o cabelo e ao comprimento apropriado das saias, vestidos e mangas, varia por facção. 

Dependendo do grupo ao qual pertencem, as mulheres seguem todas, algumas ou nenhum dessa regras de vestuário.

Cabelo

De acordo com a lei judia "Halacha", uma mulher casada deve se manter coberta em público. Isso é feito para mostrar que a mulher é a esposa de outro homem e que os homens não devem se aproximar dela. Uma mulher que ainda não seja casada, pode revelar seu cabelo. Essa tradição é observada principalmente por membros da facção Ortodoxa Haredi, embora algumas mulheres Ortodoxas Modernas cubram seus cabelos também. As mulheres usam boinas, chapéus ou lenços chamados "tichels", para cobrir seus cabelos. Os "tichels" vêm em uma variedade de estilos, que variam de simples cores sólidas, àqueles com padrões e desenhos ornamentados.

Parte de cima

Mulheres que fazem parte da facção Haredi usam blusas e camisas com mangas que terminam próximas ao cotovelo. A gola da camisa precisa cobrir a clavícula e o decote da mulher. Em algumas comunidades ultra Ortodoxas, as mulheres também usam uma túnica folgada sobre a camisa. Além disso, essas roupas têm que ser escolhidas em cores sóbrias e neutras, que não atraiam muita atenção - diferente de cores chamativas como rosa ou vermelho.

Parte de baixo

Saias ou vestidos que terminam no tornozelo são as partes de baixo mas tipicamente usadas por mulheres judias Ortodoxas. Meias são sempre usadas por baixo da saia ou vestido. Todas as mulheres Ortodoxas e algumas Ortodoxas Modernas não usam calças na companhia de homens. A maioria da mulheres Ortodoxas também não usa sapatos que deixem os dedos à mostra. Algumas irão usar sandálias, mas apenas com meias grossas ou meias calças que não revelem a pele.

A moda da mulher judiaVestuário de feriados religiosos

Mulheres judias Ortodoxas, particularmente de herança do leste europeu, usam aventais brancos durante o Shabbat. Em preparação para o Shabbat, essas mulheres pertencentes à facção Moderna Ortodoxa, trocam suas roupas casuais, como calças e calçados esportivos, por roupas mais formais, similares às das mulheres Conservadoras. Todas as mulheres Ortodoxas e Ortodoxas modernas se vestem conservadoramente quando vão à sinagoga, nestas e em outras ocasiões especiais.

Judaísmo reformista
Mulheres pertencentes à corrente Reformista não precisam seguir nenhuma regra de vestuário estabelecida. Vestidos e saias que mostrem a pele, assim como calças e shorts são permitidos, vezes até mesmo na sinagoga ou durante feriados religiosos. Baseando-se somente na vestimenta, mulheres pertencentes a esta facção do judaísmo são difíceis de diferenciar das mulheres de outras religiões.


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