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14 de dez. de 2015

Yaakov Wang é o 1º rabino chinês em 200 anos

Yaakov Wang é o 1º rabino chinês em 200 anos



Yaakov Wang é o 1º rabino chinês em 200 anos
Yaakov Wang (centro) junto com amigos judeus. Foto: Blog Eretz Yisrael.

Yaakov Wang, descendente da comunidade judaica de Kaifeng, China, completou sua conversão perante um tribunal rabínico de Jerusalém, se tornando oficialmente o primeiro rabino chinês em 200 anos.
Wang nasceu em Kaifeng, cidade que abrigou uma comunidade judaica de herança rica e antiga. Estudiosos dizem que eles eram comerciantes da Pérsia, que rumaram para o Oriente ao longo da rota da seda e se estabeleceram lá por volta do século 8 da Era Comum, com a bênção do imperador chinês. No seu auge, durante a dinastia Ming (1368-1644), a comunidade judaica de Kaifeng pode ter chegado a 5.000 pessoas.
Foi o avô quem transmitiu a Yaakov um forte orgulho judaico. Também lhe disse que os judeus tinham uma terra própria (Israel), muito distante, e que todos eles, um dia, voltariam para lá. As conversas tiveram um profundo impacto sobre Yaacov, que mergulhou profundamente no seu passado judaico.
Ele fez aliá [emigrou] para Israel, em 2009, trazido pela organização Shavei Israel. Agora, quer ajudar outros chineses de ascendência judaica a descobrirem seu judaísmo.


Yaakov Wang com Michael Freund, jornalista do Jerusalem Post. Foto: Cortesia.

13 de dez. de 2015

Stop being so Ashkenormative

Stop being so Ashkenormative


Stop being so Ashkenormative!

Performer Vanessa Hidary, the Hebrew Mamita, to perform in Teaneck
Woody Allen had it easy.

A Jewish mother, a slice of herring, a dab of gefilte fish jelly, a shmear of Martin Buber, and a put-down of mayonnaise on white bread for a punch line. Everyone knew what the Jewish menu and the Jewish joke looked like, 50 years ago.


It was never that simple, of course. New York mythology aside, not all Jews left Russia between 1880 and 1923. And not all Jews spoke Yiddish. But ask around in Syrian communities in New York City and you’ll hear stories of grandparents from Damascus and Aleppo whose Jewishness met with stares of disbelief. “How could you be Jewish if you don’t speak Jewish?” that is, Yiddish, they were asked by their Ashkenazic neighbors.

That was then. Now you can dismiss your Litvak zeidie’s ignorant arrogance with a high-falutin’ put-down: Oh, he’s being Ashkenormative again. A lot of consciousness has been raised in the past decade and half on how much the Jewish community constricted itself with unspoken, unquestioned assumptions about Jews looking a certain way, acting a certain way, eating a certain away. In a multicultural age, it began to make sense that there are lots of Jewish cultures.

And at the forefront of that consciousness raising, holding the mic and posting spoken-word videos to YouTube, was Vanessa Hidary, the self-styled Hebrew Mamita, who will perform at Temple Emeth in Teaneck this Shabbat afternoon.

Ms. Hidary grew up in a Jewishly diverse family — her mother from Syrian stock, her father Ashkenazic. Her grandmother had come from Aleppo, where she never would have heard the term “gefilte fish” — which, after all, is simply how you say “stuffed fish” in Yiddish.

She grew up not in the Lower East Side, or in Jewish Brooklyn, but in Manhattan’s Upper West Side, at 88th and Columbus. She’s a bit vague about exactly when, but has described it as during the “hip-hop era.” She went to a local public school and her best friend was a Puerto Rican whose parents owned the corner bodega. Ms. Hidary discovered what it was like to be seen sometimes as Jewish and sometimes as not. She didn’t always like what she heard people say about Jews when they thought she wasn’t one.

She graduated from the LaGuardia High School of the Arts, studied at Hunter College, and earned an M.F.A. in acting.

When it was time to put on a performing persona, to venture to the East Village performance spaces and even the famed Nuyorican Poets Cafe, she dubbed herself the Hebrew Mamita because, she said, “I wanted to represent my neighborhood and how I grew up. I grew up with a very strong Latino culture around me. Mamita is a term of endearment.”

The performance she will bring to Teaneck centers on “modern Jewish identity and race relations, my experience growing up— plus a q-and-a afterward.” Her career has taken her well past New Jersey; she has performed from Alabama to Jerusalem.

“I do sessions that deal with the basics of what does Jewish look like to you. I talk about Jewish living outside the box,” she said.

“When I was growing up, people didn’t know that much about Sephardic Jews, about Jews of different cultures and races. I think the Internet has changed that a lot. They’re starting to have a bigger presence, and the Jewish community is changing. The community is becoming more open to having different faces.”

She can’t quite believe that it has been 15 years since she first worked with Be’chol Lashon, — Hebrew for “in every tongue” — a then-brand-new organization in San Francisco, which imagines “a new global Judaism that transcends differences in geography, ethnicity, class, race, ritual practice, and beliefs.” One of Be’chol Lashon’s premiere activities is an overnight summer camp for racially and ethnically diverse Jewish children.

Locally, Be’chol Lashon’s mission is echoed by Temple Emeth’s Viewpoints committee, which is sponsoring Ms. Hidary. The committee was “formed to celebrate the diversity of the Jewish community and includes programs that highlight the interfaith, interracial, and LGBT communities.”

Ms. Hidary promises that her performance will bring “a lot of humor mixed into poignant things to think about.”

Her latest project has placed her in the director’s chair. It’s a show called Kaleidoscope. She brought together a group of a dozen “ethnically diverse Jews, Jews of color, Sephardic Jews, and had them write their experiences growing up.”

Kaleidoscope’s creation and some performances were underwritten by grants from New York’s UJA-Federation and the 14th Street Y. Now Ms. Hidary is applying for grants to “make that show happen again and attach a curriculum to that.”




12 de dez. de 2015

Top model palestino faz carreira em Israel

Top model palestino faz carreira em Israel

Natural de Jerusalém, Qaher Harhash consegue fazer sucesso como modelo, estudar e servir de inspiração para muitos jovens em meio às tensões entre israelenses e palestinos. Aos 17 anos, ele quer ajudar a mudar vidas.
Qaher Harhash, primeiro top model palestino, ainda se mostra nervoso ao falar de seu sucesso recente - como se esperaria de um rapaz de 17 anos, ainda cursando o ensino médio. Nascido em Jerusalém Oriental numa família muçulmana, a suas aspirações de modelo foram frequentemente podadas pela dura realidade social à sua volta.
Soldados armados eram presença comum em seu bairro. Quando ainda estava na escola primária, jantando com a família, Harbash notou pontos vermelhos de laser nas cabeças de seus parentes. Na mesma noite, o Exército israelense invadiu a casa e prendeu seu tio.
No esforço para fazer carreira no mundo da moda, ele teve que superar várias barreiras - às vezes literalmente, viajando entre Jerusalém e Tel Aviv, e passando por postos de controle e guardas de segurança. Mas contra todos os infortúnios, Harhash está determinado a realizar seu sonho. "Eu não vou parar e vou trabalhar para alcançá-lo a qualquer custo", assegurou à DW.
Enviar em vão fotos para agências de modelos gerou grandes decepções, mas o jovem não desistiu. Depois de múltiplas tentativas, foi contratado pela Roberto Models, do renomado agente de modelos israelense Robert Ben-Shoshan.
Rosto e origem
A princípio, Harhash foi rejeitado principalmente sob a desculpa de que o público israelense ainda não estava preparado para um modelo palestino. Muitas vezes os clientes ficavam tentados a usar sua aparência inocente e visual andrógino, mas recuavam na última hora, temendo que não fosse totalmente aceito pelos israelenses, depois que soubessem de sua origem.
"Fui rejeitado tantas vezes", explica o modelo. "Eu era esquecido logo que alguma coisa acontecesse [politicamente]. Isso me fez sentir como nós, palestinos, somos ignorados e generalizados."
As rejeições iniciais foram, obviamente, uma decepção para o jovem talento. "Há sempre esse debate interno: se eu não consegui o contrato por ser palestino, ou simplesmente por não ter o rosto certo. Muitos clientes me diziam que gostariam de trabalhar comigo, mas que não podiam, por eu ser palestino. Isso se tornou mais frequente após os confrontos recentes, mas não vejo como algo racista, pois sei que é assim que funciona esta indústria."
Sem ter perdido as esperanças, Harhash revelou que não culpa os israelenses por sua desconfiança. "Acontece a mesma coisa com eles, os israelenses são o tempo todo generalizados. A única forma de romper esse círculo vicioso é ter gente boa falando de paz."
Inspiração de verdade
Harhash é o caçula de cinco filhos. Seus pais se divorciaram quando ele tinha apenas sete anos. Foi mais ou menos nessa idade que ele começou a pensar numa carreira no mundo da moda. "Minhas irmãs eram adolescentes que assistiam à Fashion TV o tempo todo.". Inspirado pelos desfiles, ele percebeu que também poderia ter uma chance como modelo.
"Num dos desfiles, Tyson Beckford [modelo de ascendência jamaicana e chinesa e que depois trabalhou como ator] apareceu e achei que ele era sem igual. Ele foi uma verdadeira inspiração para mim." Harhash conta que sempre se interessou por moda. "Gosto de fazer desenhos e de recortar papel, por isso meus pais sempre pensaram que eu queria ser estilista."
Mas somente aos 14 anos ele contou à família que as passarelas eram seu real interesse. "Quando comecei a crescer, fiquei mais alto e meu rosto foi mudando. Pensei comigo: 'Talvez eu tenha uma chance, talvez eu também possa ter sucesso.'"
A família acabou aceitando seu desejo. "Eles achavam que, se era isso o que eu queria fazer, então devia seguir em frente. Mas eles também disseram que eu deveria sempre me lembrar de onde venho, nunca perder o meu verdadeiro 'eu'."
Escola e trabalho
O israelense Ben-Shoshan, que descobriu Harhash e o contratou imediatamente para a sua agência, sabe que alguns ainda são conservadores ou racistas demais para aceitar um modelo palestino. Mas também está convencido que há muita gente curiosa e de mente aberta. "Pessoalmente, eu não olho a origem de ninguém. Vejo um modelo como uma pessoa, observo suas habilidades, seu talento e seu visual", contou à DW.
"Qaher tem uma aparência muito especial. Ele é bem alto, com o rosto muito distinto e, desde o primeiro segundo em que abriu a boca, pude notar seu charme. Nós nos entendemos logo. Ele é muito inteligente e sabe exatamente o que quer, é muito motivado e ambicioso. Acho que tem uma boa chance de fazer uma grande carreira, tanto em nível nacional quanto internacional."
Estudando na Escola Internacional Americana de Jerusalém, seu inglês é quase impecável. De algum modo, ele tem conseguido conciliar bem trabalho e escola. "Sempre fui uma pessoa multitarefas", comenta, "especialmente desde o divórcio dos meus pais, quando tive de manobrar entre essa situação e a minha infância.
"Eu ainda faço dever de casa, algumas vezes tenho que sair da escola no meio do dia, se tenho uma reunião na agência. Às vezes chego até a fazer a tarefa escolar enquanto espero na agência, mas no geral sou capaz de fazer as duas coisas."
Um diamante dentro
Harhash espera que um dia venha a aparecer na capa de revistas de renome, ou desfilar nas passarelas para as grandes marcas. "Basicamente vivenciar o mundo da moda, viajar, encontrar novas pessoas, compreender narrativas diferentes. Queria ser um rosto reconhecido como modelo." No entanto, Harhash também tem uma mensagem mais profunda: "Quero ser o sonho de todo adolescente, e alguém respeitado e admirado."
"Sei que represento paixão, amor e convivência, mas também adoraria ser essa figura que diz às pessoas para fazerem aquilo de que gostam, e pararem de escutar essa pessoinha falando nas cabeças delas que elas não são boas o suficiente. Se você transformar palavras em ações, nada é capaz detê-lo."
"Não importa o que lhe dizem e não importa quantas pessoas tentaram botar você para baixo devido à sua nacionalidade, cor, raça, por causa do que você é: não pare. Não dê ouvidos a essa gente, porque basta uma pessoa ver o diamante que há dentro de você", encoraja Qaher Harhash.

10 de dez. de 2015

MP e polícia identificam racistas que atacaram Maria Júlia Coutinho

MP e polícia identificam racistas que atacaram Maria Júlia Coutinho

MP e polícia identificam racistas que atacaram Maria Júlia CoutinhoMP busca provas de crime de racismo contra Maria Júlia Coutinho.

Justiça determinou 25 mandados de busca e apreensão em oito estados. 
Suspeitos foram levados ao Ministério Público para se explicarem.

O Ministério Público de São Paulo comandou uma operação em oito estados para apreender provas por crimes de racismo contra a jornalista Maria Júlia Coutinho.  Os suspeitos foram levados ao Ministério Público para se explicarem.
O Ministério Público, com o apoio da Polícia Militar foi a uma casa, na zona norte de São Paulo buscar um dos investigados pela participação dos ataques racistas. Os policiais entraram pelos fundos da casa e apreenderam o computador do auxiliar de produção Kaíque Batista, de 21 anos. Ele disse que não publicou nada no seu perfil.
“Não, meu grupo não, agora, o grupo que publicou, eu sei quem foi, e eu vou falar. Não vou segurar o rojão de ninguém.
Os grupos são grandes.  Só nessa fase a justiça determinou 25 mandados de busca e apreensão em oito estados. 
Em Fortaleza, foram apreendidos quatro celulares e um notebook. O suspeito foi convidado à prestar esclarecimentos, mas se recusou e agora vai ser notificado formalmente para conversar com os promotores. O perfil era falso e foi apagado.
“Logo em seguida a injúria que o caso veio à tona, o perfil foi desativado mais isso não impede evidentemente de se chegar, de se identificar a localização exata de onde saiu essa mensagem criminosa”, explica o promotor de justiça Manoel Epaminondas.
MP e polícia identificam racistas que atacaram Maria Júlia CoutinhoUm dos líderes dos ataques foi encontrado em casa, em Sorocaba, no interior de São Paulo. No celular dele os promotores encontraram outros grupos com mensagens racistas. A polícia de Rio Verde, interior de Goiás, descobriu que parte dos ataques partiu de um adolescente de 16 anos.
O crime contra a jornalista Maria Júlia Coutinho foi em julho deste ano. A apresentadora foi alvo de ataques racistas nas redes sociais. No Jornal Nacional Maria Júlia falou sobre a importância de combater o preconceito e agradeceu os apoios que recebeu. “Os preconceituosos ladram, mas a Majuzinha passa”.
No Ministério Público de São Paulo Kaíque falou o que sabia sobre outros suspeitos. Ele apontou para o promotor os grupos que escrevem mensagens racistas. Disse que na internet, eles se envolvem nesses crimes porque consideram a rede uma terra sem lei.
O promotor diz que não é bem assim. Identificados os agressores deverão responder pelos crimes de injúria, racismo e organização criminosa.
“Podemos pensar em penas que vão variar de dois a cinco anos no caso de racismo, de um a cinco anos no caso de injúria, um a três anos, no caso de organização criminosa e as penas vão sendo somadas”, fala o promotor Christiano Jorge dos Santos.
Clarice Lispector faria 95 anos no dia de hoje

Clarice Lispector faria 95 anos no dia de hoje

Clarice Lispector faria 95 anos no dia de hoje. E porque gostamos muito do seu legado e admiramos a mulher intensa que ela foi, estamos aqui prestando mais uma homenagem... 
Parabéns, eterna Clarice!!!
“Eu sou uma eterna apaixonada por palavras, música e pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono.”
“Não sou sempre flor. Às vezes espinho me define tão melhor. Mas só espeto os dedos de quem acha que me tem nas mãos.”
“O caminho que eu escolhi é o do amor. Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que eu vou ter que encarar. Escolhi ser verdadeira. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem. É só assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver.”

7 de dez. de 2015

Sheron Menezzes é alvo de racistas

Sheron Menezzes é alvo de racistas

Sheron Menezzes é alvo de racistasSheron Menezzes faz desabafo após sofrer ataques racistas na web.

'Já esperava por isso depois do que fizeram com minhas amigas', escreveu a atriz na madrugada desta segunda-feira, 7, em sua página no Instagram.

Sheron Menezzes desabafou na madrugada desta segunda-feira, 7, em sua página no Instagram, após relatar sofrer uma onda de ataques racistas em sua rede social. A atriz publicou uma foto de perfil no Instagram e, na legenda, recriminou as atitudes, relembrando os ataques que suas colegas Cris Vianna e Taís Araújo, entre tantos outros, também já sofreram.

"Desprezíveis Racistas 

Sheron Menezzes é alvo de racistasNão adianta entrar na minha página e escrever absurdos, xingamentos e agressões pois vão ter que engolir a mim e a tantas outras pessoas negras em nosso país! Já esperava por isso depois do que fizeram com minhas amigas e colegas, então quero lhes dizer que saiam da frente com sua inveja, pois estamos passando com o nosso cabelo maravilhoso, com a nossa linda cor, nossa beleza, nossa educação e nossa inteligência. Não adianta colocar uma máscara de macaco no meu rosto ou tentar me ofender porque isto não me atinge! Fui treinada desde criança, e sei o meu valor! Mas atinge milhões de pessoas no Brasil que sofrem essa discriminação todos os dias! E é por elas que resolvi me manifestar. Tomarei as providências cabíveis. Acho melhor tirarem as suas máscaras e se revelarem publicamente, pois se não o fizerem a Polícia Federal o fará. Um a um vocês vão atacando e um a um vocês vão sendo identificados. Racismo e intolerância mataram e continuam matando milhares de pessoas, e quem pratica esse crime deve ir para o seu lugar, a cadeia", escreveu Sheron.

Comentários como "Se misturar, vira nescau", "Munição de churrasqueira" e "Não paguei a conta da internet para ver tudo em preto e branco" foram publicados na página de Sheron Menezzes no Facebook durante o sábado, 5.  

Após outros internautas, em apoio a atriz, ameaçarem denunciar, os ataques não pararam. "Estou morrendo de medo da polícia, risos", ironizou um internauta.

Recentemente, Taís Araújo foi vítima de racismo na internet. A atriz denunciou o caso  na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), em Benfica, Zona Norte do Rio. Na ocasião, o EGO apurou que o grupo que teria atacado a atriz seria o mesmo do caso da jornalista Maria Julia Coutinho, a Maju. 

A atriz Cris Vianna também registrou o preconceito sofrido como injúria por preconceito.

5 de dez. de 2015

Morre Yossi Sarid ex-ministro da Educação de Israel

Morre Yossi Sarid ex-ministro da Educação de Israel

Morre Yossi Sarid ex-ministro da Educação de IsraelMorre Yossi Sarid, figura emblemática da esquerda de Israel
O ex-ministro e deputado Yossi Sarid, figura emblemática da esquerda israelense, famoso por suas declarações incisivas sobre o conflito entre Israel e os palestinos, morreu na sexta-feira aos 75 anos. 

Sarid saiu da política em 2006, após uma carreira de mais de 30 anos na qual chegou a presidir o partido de esquerda Meretz, entre 1996 e 2003. "Com  a morte de Yossi Sarid apaga-se uma das vozes importantes, originais e incisivas do cenário parlamentar e público em Israel", escreveu o líder da oposição israelense, o trabalhista Isaac Herzog, na rede social Facebook. 

"Yossi Sarid, deputado, ministro da Educação, escritor e poeta deixou uma marca profunda no sistema educacional e em todo o país", completou. Durante toda sua carreira, primeiro como político e depois como colunista, defendeu o fim da ocupação israelense na Cisjordânia e a criação de um Estado Palestino. 

Os privilégios concedidos aos ultraortodoxos - subsídios do Estado para as escolas religiosas e isenção do serviço militar - era outro de seus temas preferidos. 

Sarid, nascido em 1940 na Palestina sob comando britânico, começou uma carreira de jornalista na rádio do exército antes de entrar na política no início dos anos 1970.

2 de dez. de 2015

Miss Sobrevivente do Holocausto

Miss Sobrevivente do Holocausto

Miss Sobrevivente do HolocaustoTiara azul e branca para Rita Berkowitz, “Miss Sobrevivente do Holocausto”

Evento tem dividido opiniões: há quem considere que se trata de uma homenagem sem nível, há quem diga que é uma boa forma de enaltecer os sobreviventes.
Que  todos os judeus de todos os pontos do mundo venham para Israel, todos eles... Nós não temos medo de ninguém. Os judeus nunca irão desaparecer da face da terra”, afirmou Rita Berkowitz, de 83 anos, após ter recebido a tiara azul e branca de “Miss Sobrevivente do Holocausto”.
Natural da Roménia, chegou a Israel em 1951, onde criou a sua família. A vencedora do concurso, que decorreu pelo terceiro ano consecutivo, tem um filho, seis netos e cinco bisnetos.
As 13 finalistas da suí generis competição partilharam as suas histórias pessoais durante a cerimónia. Rivaka Stenger, a mais nova das candidatas, tem 74 anos e também é natural da Roménia, tendo chegado a Israel em 1948. Rebecca Kushner, a mais idosa, conta com 86 anos e fugiu da Polónia, após a família da mãe ter sido morta nas câmaras de gás nazis, tendo chegado à Palestina em 1942.
“Muitas delas eram crianças, adolescentes e jovens adultos durante o Holocausto”, afirmou Jurgen Buhler, o diretor alemão da Embaixada Internacional Cristã em Jerusalém, um dos patrocinadores do evento. “Elas estiveram em guetos ou campos de concentração. E esta noite dá-lhes algo que nunca puderam experiencimentar quando foram novas”, acrescentou.
Os organizadores e membros do júri refutam as criticas de que o evento é uma forma não adequada de homenagear os sobreviventes do Holocausto, afirmando que, na verdade, o concurso é sobre reconhecimento e respeito e não sobre beleza.
Seis milhões de judeus foram mortos pelos nazis durante a II Guerra Mundial. Atualmente, cerca de 200 mil sobreviventes residem em Israel.