Mostrando postagens com marcador gravidez. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gravidez. Mostrar todas as postagens

19 de jan. de 2015

A visão judaica da gravidez e família

A visão judaica da gravidez e família

Gravidez - Coisas Judaicas
Dentro das leis judaicas tudo deve ser feito para a construção de uma família, desde que esse filho seja fruto de um casamento realizado sob os preceitos da religião judaica, sendo vetada qualquer forma de ajuda para casais que não se enquadrem nela, seja por médicos judeus ou não judeus.

O coito programado é aceito, desde que seja feito dentro das leis da religião. Além do apoio da religião, o casal com dificuldade para engravidar encontra todo o apoio dentro da comunidade judaica para a realização de seu sonho.

No caso da inseminação artificial e da fertilização in vitro  há algumas recomendações que devem ser respeitadas. A maneira como o sêmen é retirado, para ambos os tratamentos não pode ser da forma costumeira. Deverá ocorrer uma relação sexual entre o casal e a coleta do sêmen deve ocorrer utilizando-se uma camisinha especial.

Quanto ao procedimento de congelamento de óvulos e embriões, a prática é aceita desde que com acompanhamento de um rabino, assim como nos outros métodos, e com a garantia de que estes não serão utilizados por outra pessoa. 

Mesmo que haja a obrigação do casal judeu de ter filhos,  a doação de embriões não é aceita. O mesmo vale para doação de sêmen e óvulos.

Dentro dos costumes judaicos, todos os procedimentos da reprodução assistida precisam do acompanhamento e da supervisão de um rabino em todas as etapas, desde a coleta do sêmen e óvulos até e, principalmente, o processo da fecundação. Hoje existem rabinos especializados nesta área para auxiliar os casais judeus com esse tipo de tratamento.

É importante que todos os judeus Ashkenazi que pretendem ter filhos façam um teste do DNA para as mutações das doenças autossômicas recessivas mais comuns para saberem se são portadores dos genes responsáveis. Algumas delas: Doença de Tay-Sachs (TSD), Fibrose Cística (CF), Doença de Canavan (CD), Disautonomia Familiar (FD), Síndrome de Bloom e Doença de Gaucher. As frequências de portadores e a incidência das doenças entre os judeus Ashkenazi foram calculadas em aproximadamente 1/31 e 1/3.900, respectivamente, para TSD, 1/25 e 1/2.500 para CF, 1/36 e 1/5.200 para CD, e 1/30 e 1/3.700 para FD. Outras doenças como Mucolipidose IV, Niemann-Pick tipo e a anemia de Fanconi grupo C são mais raras.
Gravidez - Coisas Judaicas
O Colégio Americano de Genética Médica (The American College of Obstetricians and Gynecologists) tem recomendado a triagem para a população judaica Ashkenazi, e o que poucos sabem é que a fertilização in vitro possibilita o diagnóstico pré-implantacional, evitando a transmissão para os filhos dos genes das doenças Tay-Sachs (TSD), Fibrose Cística (CF), Canavan (CD) e Disautonomia Familiar (FD).

O Comitê ACOG em Genética (The American College of Obstetricians and Gynecologists) faz as seguintes sete recomendações:

1. A história familiar de pessoas que desejam a gravidez, ou que já estão grávidas, deve determinar se algum dos membros do casal é de ascendência judaica do leste Europeu (Ashkenazi) ou se há algum parente com uma ou mais das doenças genéticas listadas acima.

2. Triagem de portadores da TSD, Doença de Canavan, Fibose Cística e Disautonomia Familiar deve ser oferecida aos indivíduos judeus Ashkenazi antes de engravidarem ou durante a gravidez precoce, de modo que o casal tenha oportunidade de considerar as opções de testes de diagnóstico pré-natal. Se a mulher já está grávida, é necessário avaliar ambos os parceiros simultaneamente para que os resultados sejam obtidos em tempo hábil a assegurar que os testes de diagnóstico pré-natal sejam possíveis.

3. Indivíduos de ascendência judaica Ashkenazi devem perguntar sobre a disponibilidade de triagem de portadores de outros distúrbios. A triagem de portadores está disponível para mucolipidose IV, Doença de Niemann-Pick tipo A, Anemia de Fanconi grupo C, Síndrome de Bloom e Doença de Gaucher. Materiais educativos podem ser disponibilizados para que os pacientes interessados estejam informados para decidir sobre testes de rastreio adicionais. Alguns pacientes podem se beneficiar do aconselhamento genético.

4. Quando apenas um dos parceiros é de origem judaica Ashkenazi, ele deve ser examinado em primeiro lugar. Se ele é um portador, ao outro parceiro deve ser oferecida também a pesquisa genética (triagem). No entanto, o casal deve ser informado da baixa frequencia de portadores entre indivíduos não-judeus.

5. Aos indivíduos com história familiar positiva de uma destas perturbações, deve ser oferecida a pesquisa genética para verificar se é um portador para este distúrbio específico, pois pode se beneficiar do aconselhamento genético.

6. Quando ambos os parceiros são portadores de uma dessas doenças, eles devem ser encaminhados para o aconselhamento genético, onde será oferecido o diagnóstico pré-natal. Casais portadores devem ser informados sobre as manifestações da doença, a gravidade e as opções de tratamentos disponíveis. O diagnóstico pré-natal por “DNA-based tests” pode ser realizado em células obtidas por biópsia de vilo corial e amniocentese ou pelo PGD (Diagnóstico Pré-Implantacional) na fertilização in vitro.

7. Quando o indivíduo for portador, os seus parentes têm também o risco se serem portadores da mesma mutação. O paciente deve ser encorajado a informar seus parentes de tal risco e da disponibilidade dos testes genéticos para a identificação do gene. O médico não precisa entrar em contato com esses parentes, porque a confidencialidade com o paciente deve ser mantida.

A triagem de portadores é voluntária. Consentimento informado e garantia de confidencialidade são obrigatórios. Para todas essas desordens, um resultado negativo do teste de triagem, para um ou ambos os parceiros, reduz significativamente a possibilidade de um indivíduo afetado na prole.

Os pacientes devem considerar, antes da decisão de passar por um teste genético, a prevalência da doença, o risco de transmissão e a gravidade da mesma, além de levar em conta se poderão se submeter a um tratameto de fertilização assistida, caso o resultado seja positivo.

Share on Facebook


23 de mar. de 2014

 A Mulher, Essa Maravilha

A Mulher, Essa Maravilha

 A Mulher, Essa Maravilha

Por Yanki Tauber

E D’us falou a Moshê, dizendo: “Uma mulher que vai conceber e dará à luz…” (Vayicrá 12:1-2)

Acontece 250 vezes por minuto, quase 15.000 a cada hora. Acontece após anos de esforço ou antecipação, ou “por acidente”. Ocorre em todos os níveis socioeconômicos em todo país ou aldeia do mundo. Porém, não importa com que frequência aconteça, não importa quão comum seja esse evento, sempre sentimos reverência e dizemos; um milagre. Um ser fazer nascer outro, criar, outro. Se existe uma área na qual uma criatura imita seu Criador – se existe algum ato pelo qual expressamos a centelha de Divindade em nosso âmago – é o milagre do nascimento.

É a mulher, segundo a Lei da Torá, que determina exclusivamente a identidade espiritual do seu filho

Porém é nesta, a mais Divina de nossas realizações, que também revelamos as limitações de nossa individualidade. Comer, dormir, pensar, produzir uma obra de arte ou construir uma casa – praticamente tudo que fazemos, podemos fazer sozinhos. Mas fazer nascer uma criança é algo que somente podemos fazer junto com outra pessoa. Para fazer nascer, devemos deixar de ser uma entidade em nós mesmos e nos tornar uma parte, um componente, de uma comunidade de dois.

Porque se formos apenas aquilo que somos, decididamente não somos Divinos. Como seres em nós mesmos, somos finitos e absorvidos nas coisas, fabricantes, em vez de criadores. Para criar, devemos nos elevar acima da nossa individualidade. Para concretizar nossa essência Divina, devemos trancender os limites do ser.

É a mulher, não o homem, que dá à luz. É a mulher que mais se completa com a maternidade, e que sente mais agudamente a falta quando lhe é negado ser mãe. É a mulher que continua a ser mãe do filho muito tempo depois que o pai foi pai. É a mulher, segundo a Lei da Torá, que exclusivamente determina a identidade espiritual do filho.

Porque é a mulher que mais entrega a si mesma para criar vida. Ela é o elemento passivo e receptivo no processo da procriação. Durante nove meses, seu corpo deixa de ser só dela para carregar e alimentar outra vida. Portanto é a mulher, e não o homem, que “concebe e dá à luz”, e para quem a maternidade é um estado do ser, e não uma “realização” ou “experiência”.

Porém, todos podem se tornar “mães”. Aquilo que vem naturalmente para a parte feminina da Criação pode ser aprendido e assimilado por todos nós, e não somente dando à luz mas em todos os esforços da vida. Todos temos o poder de reconhecer que há mais em nossa existência que os estreitos limites da identidade individual.

Todos temos o poder de nos tornar mais do que somos e fazer mais do que podemos – tornando-nos receptivos à essência Divina que reforça o ser e abrange toda a existência.

POR YANKI TAUBER
Yanki Tauber é editor de conteúdo de Chabad.org.
© Copyright, all rights reserved. If you enjoyed this article, we encourage you to distribute it further, provided that you comply with the copyright policy.

13 de jan. de 2013

Tradição Comemorando a gravidez: "Fyesta de Fashadura"

Tradição Comemorando a gravidez: "Fyesta de Fashadura"

A comemoração de uma gravidez nunca foi parte do ritual judaico; trata-se de costume relativamente recente. praticado em apenas algumas comunidades sefaraditas, este costume tem vários significados e interpretações advindos das tradições dos judeus da Espanha, Turquia e Israel. 

Estudiosos de etnias observaram que os judeus asquenazitas evitavam comunicar a gravidez de uma mulher, mantendo a novidade em segredo enquanto fosse possível. Era um costume chassídico, pois acreditava-se que a notícia de uma gravidez apenas iniciada poderia atrair o "mau-olhado". Até hoje há o costume de não comprar nada para o bebê até pouco antes de seu nascimento. Em contraste, em algumas comunidades sefaraditas havia o costume de celebrar a primeira gravidez. 

Esta cerimônia chama-se kortadura de fashadura, em ladino, ou tektiá el-g'daouere, em judeu-árabe, significando "o corte das roupas". Nesta cerimônia, tradição que ainda persiste ente os judeus de Istambul, é feita a primeira roupinha do bebê, que a usará não importando se for menina ou menino. 

A futura mãe que desejava um menino realizava a fashadura durante os primeiros quinze dias do ciclo lunar. Quando uma grávida entrava no quinto mês de sua primeira gestação, eram convidados parentes, amigas e vizinhas. Licores e chocolates, chá, bolos e amêndoas confeitadas eram então servidos na melhor porcelana chinesa, sobre toalhas bordadas à mão. O tecido utilizado para a fashadura era, tradicionalmente, parte do enxoval e costumava ser de excelente qualidade. Uma parente que já tinha filhos e cujos familiares estavam vivos - o que constitui um bom presságio para uma longa vida - recebia a honra de fazer o primeiro corte no tecido. 

Nesse momento, a futura mãe jogava dragées, confeitos de amêndoa de cor branca, sobre o tecido, para simbolizar o doce e próspero futuro que ela desejava para seu filho. Na Argélia e no Marrocos, o corte da primeira peça do enxoval era celebrado no último trimestre da gravidez. Os parentes colocavam tecidos sobre uma bandeja de cobre coberta com um véu de seda. 

A pessoa escolhida para fazer o primeiro talho deveria ser abençoada com um lar feliz, filhos e pais ainda vivos. No Marrocos, era a parteira que cortava o tecido em faixas, durante cerimônia bem festiva, na presença de amigas e parentes que confraternizavam em meio a chás e doces, desejando boa sorte à futura mãe. 

Tantas eram as celebrações que, por volta de 1904, o rabino de Sefrou, pequena cidade marroquina perto de Fez, manifestou-se contra o grau de ostentação que tinham assumido tais cerimônias. Quando a mulher passava por um período de esterilidade, era costume fazer uma peregrinação à tumba de um rabino famoso, invocando a sua bênção e interferência. E, quando a concepção finalmente acontecia, a grávida retornava ao local para orar, seguindo-se uma cerimônia com doces e licores de arak. 

Na ocasião, a gestante e sua família doavam tzedacá aos mais necessitados e ajudavam os estudantes das ieshivot. Na Terra Santa, durante as últimas décadas do Império Otomano, os sefaraditas preparavam o enxoval da criança durante os dois últimos meses de gestação da futura mãe; mas, ao que tudo indica, não há registros de qualquer comemoração especial pelo fato. As mulheres utilizavam retalhos de tecidos de boa qualidade e caprichavam sobretudo no gorro do bebê, o único item que ficaria visível, tantas eram as camadas de faixas e mantas. Enfeitavam o gorro com fitas coloridas e um pequeno raminho de arruda contra o ayin-raá, o mau-olhado. 

No Iêmen e em Aden, os judeus preparavam as roupinhas para o futuro bebê no sétimo mês de gestação, sem qualquer celebração. Era usual esconder a gravidez da comunidade e cabia à futura mãe confeccionar o enxoval de seu próprio filhinho. Mas, assim que percebia a gravidez, logo compartilhava a notícia com sua mãe. Ainda recentemente, no final do século XX, as mulheres de Amadiya, no Curdistão, costumavam celebrar a primeira gravidez. 

Logo que tomava conhecimento do fato, a jovem ia para a casa dos pais. Sua mãe e as parentes começavam a fazer as roupinhas para o bebê esperado. Concediam a honra da confecção dos lençóis do berço a uma senhora idosa, que tivesse tido muitos filhos. As mulheres convidavam músicos, cantavam, dançavam e aconselhavam a futura mãe, orientando-a sobre as etapas da gravidez e do parto. Ao anoitecer, era servido um banquete para os homens, na residência do futuro pai. 

O costume de celebrar "a alegria da espera de um bebê", conhecido como par'hiya semechá, parece ter sido adquirido com a população local, pois em qualquer outro lugar do Curdistão os judeus mantêm em segredo a primeira gravidez, enquanto for possível. Em meados do século XX, poucas eram as famílias sefaraditas que ainda continuavam a comemorar a gravidez com a "Fyesta de Fashadura". A sobrevivência das tradições está intimamente ligada à assiduidade com que são realizadas e a maneira como são transmitidas às novas gerações. 

Fonte: Morasha.com 

Bibliografia "Anyos Munchos i Buenos, Turkey's Sephardim": 1492-1992 
Texto: Aye Gürsan-Salzmann.

Fotos: Laurence Salzmann Klein, Michele, A Time to Be Born: Customs and Folklore of Jewish Birth, 1998. Philadelphia: Jewish Publication Society of America.

10 de set. de 2012

Costumes judaicos na gravidez

Costumes judaicos na gravidez



 
Por Chana e Dovid Zaklikowski
 
Os meses de gravidez são uma época muito valiosa e delicada. Como certamente seu médico já informou, a atitude, comportamento e opções nutricionais da mãe durante este período têm um profundo impacto sobre a saúde e futuro desenvolvimento do feto. Recentes estudos médicos também apontam os efeitos do ambiente físico e emocional no bebê por nascer. A mulher grávida deve ser cercada por uma atmosfera positiva, calma e tranqüila. Ira e ansiedade devem ser evitadas ao máximo.

O mesmo se aplica a respeito do desenvolvimento espiritual do embrião e feto; o comportamento da mãe, bem como seu ambiente, têm efeitos duradouros na nova vida em desenvolvimento. Nossos Sábios encorajam as mulheres a usarem os meses de gravidez para aumentar suas boas ações e refinamento espiritual. Para este fim, a mulher grávida deve ir à sinagoga sempre que possível, e participar em aulas de estudo de Torá.

Embora todas as boas ações e mitsvot sejam benéficas ao bebê que vai nascer, nossos Sábios enfatizam o valor de fazer mais caridade. Ser bom com os outros faz com que D'us nos trate da mesma maneira. Além da caridade regular que a pessoa distribui, a caridade deve ser feita todo dia – ter uma caixinha de tsedacá em casa facilita essa prática. A hora mais apropriada para doar para caridade é antes do Shabat ou do acendimento de velas numa Festa Judaica. Nessa hora, deve-se acrescentar em tsedacá, considerando que no dia seguinte a pessoa estará impossibilitada de fazê-lo, devido à restrição de manusear dinheiro nesses dias sagrados. 

Assim como uma mulher grávida deve ser meticulosa sobre as suas necessidades nutricionais, deve também cuidar da "nutrição espiritual". Comer somente alimentos casher tem um impacto extremamente positivo sobre o feto.

Eis aqui alguns costumes relacionados à gravidez e ao parto, que são praticados por várias comunidades judaicas:

Alguns têm o costume de manter a gravidez em segredo dos amigos e conhecidos até o quinto mês, a menos que se torne aparente… Esta restrição não inclui membros da família.1
Alguns têm o costume de o marido abrir a Arca da sinagoga antes da leitura da Torá durante o último mês de gravidez. O Zohar diz: "Quando a congregação tira o Rolo de Torá, os Portões Celestiais da Misericórdia se abrem, e o amor de D'us é despertado." O marido abrindo os Portões do Céu atrai a bênção misericordiosa de D'us para que o parto seja fácil e sem complicações.
Em algumas comunidades é costume que a mulher judia mergulhe num micvê durante o nono mês de gestação. Fale com sua rebetsin ou "atendente do micvê" sobre planejamento e preparação. É aconselhável consultar seu médico antes de ir ao micvê.
Durante a gravidez, mãe e pai devem aumentar sua recitação de Tehilim.2 Antes de irem para a cama, é costume o marido recitar o Salmo 20. Ao terminar, deve repetir o segundo versículo do Salmo.
As mezuzot da casa devem ser inspecionadas por um escriba durante os meses de gravidez. Se a pessoa não tem mezuzot em toda a casa, agora é a época para adquirir novas mezuzot.
Uma mulher grávida deve esforçar-se para ser exposta a visões e sons sagrados. Para isso, sempre que possível ela deve evitar olhar para animais não-casher (visitas ao zoológico podem esperar até depois do nascimento).3 Deve evitar ouvir fofocas, maledicência ou outras conversas perniciosas.
Em muitas comunidades, a mulher grávida não visita cemitérios a fim de evitar locais que podem levar a emoções negativas.
É costume ter uma cópia do Salmo 121 na mão durante o parto.
Se possível, durante as etapas finais de trabalho de parto, o marido deve recitar estes Salmos: 1, 2, 3, 4, 20, 21, 22, 23, 24, 33, 47, 72, 86, 90, 91, 92, 93, 104, 112 e 113 até o 150.
Notas:

1 - Este é um costume Chabad-Lubavitch para evitar chamar atenção desnecessária à criança ainda não nascida. 

2 - O Livro de Tehilim está dividido em 30 seções, com uma seção costumeiramente recitada a cada dia do mês judaico, Se você ainda não pratica esse costume, agora é uma boa hora para começar. Durante a gravidez, é aconselhável acrescentar alguns Salmos além do regime padrão diário.

3 - Embora todos os animais sejam criaturas de D'us e tenham um propósito Divino, animais não-casher possuem algumas características negativas que procuramos evitar.