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5 de set. de 2020

Esculturas de pedra revelam prosperidade na Jerusalém antiga

Esculturas de pedra revelam prosperidade na Jerusalém antiga

     Arqueólogos israelenses revelaram esculturas em pedra únicas de 2.700 anos nesta quinta-feira, sinalizando uma retomada da prosperidade no reino de Judá após a quase destruição da antiga Jerusalém.

Os dois blocos de calcário, com aproximadamente 50 centímetros de largura, têm entalhes protoeólicos quase perfeitamente preservados que lembram chifres de carneiro em espiral.
Acredita-se que esses elementos conhecidos como capitéis coroavam pilares no pátio de um edifício que foi completamente destruído.
O eólico foi uma das primeiras formas de arquitetura clássica desenvolvida a partir de estilos fenícios, de acordo com a Enciclopédia de História Antiga.
A descoberta foi feita em novembro por Yaakov Billig, um arqueólogo da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA), em um trabalho preliminar para a construção de um centro de visitantes na orla de Armon Hanatziv, que fica a poucos quilômetros ao sul do Cidade Velha de Jerusalém.
Dois blocos foram descobertos, um em cima do outro. Um terceiro foi encontrado algumas semanas depois.
Outros capitéis protoeólicos maiores usados nos pilares do portão foram encontrados em áreas que faziam parte do reino de Judá.
O reino centrado em Jerusalém durou aproximadamente de 940 a 586 AC, antes de ser destruído pelo rei babilônico Nabucodonosor.
O desenho é típico da era do Primeiro Templo e é um símbolo que representa os reinos de Judá e Israel. Sua imagem está impressa na atual moeda de cinco shekel de Israel.
Os modelos "médios" de Armon Hanatziv são os primeiros de seu tamanho a serem encontrados, disse Billig à AFP.
Capitéis menores que faziam parte das janelas também foram encontrados no local que Billig disse ser provavelmente uma "propriedade real" ou, pelo menos, o palácio de uma pessoa extremamente rica.
jjm/scw/dv/fz/pc/mis/cc



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3 de set. de 2020

28 de ago. de 2020

Tesouro milenar é descoberto em Israel

Tesouro milenar é descoberto em Israel

Eric Behenck
Tesouro milenar é descoberto em Israel

Uma pequena fortuna de moedas de ouro puro foi escondido cerca de 1.100 anos atrás em Israel.


 As moedas foram deixadas em um buraco no chão, provavelmente o dono do tesouro planejava voltar para buscá-lo, algo que acabou não acontecendo.
Pesquisadores acreditam que essa descoberta é uma das maiores do tipo já feita em Israel e deverá ajudar no entendimento do passado. As descobertas foram feitas na cidade de Yavne, durante escavações arqueológicas. São 425 moedas de ouro de 24 quilates.

Moedas de ouro estão em ótimo estado

Foram voluntários do serviço militar obrigatório de Israel que encontraram o material. Mas, foi a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) que organizou esse trabalho.
“Eu cavei no solo e vi o que parecia ser folhas muito finas”, comentou um dos jovens, chamado Oz Cohen. “Quando olhei de novo, vi que eram moedas de ouro. Foi realmente emocionante encontrar um tesouro tão especial e antigo”, completou o descobridor.
Tesouro milenar é descoberto em Israel
Boa parte das moedas é do período abássida, conhecida como Idade de Ouro Islâmica. Esse período começou em 750 d.C. e foi até 1258 d.C. O auge foi em 850 d.C. quando o califado governou partes da África e do Oriente Médio. A queda veio em 1258, quando mongóis saquearam Bagdá.
“Encontrar moedas de ouro, certamente em uma quantidade tão considerável, é extremamente raro”, disse Liat Nadav-Ziv e Elie Haddad, que dirigiu a escavação. “Quase nunca os encontramos em escavações arqueológicas, visto que o ouro sempre foi extremamente valioso, derretido e reutilizado de geração em geração”, completou.
As moedas apresentam ótimo estado de conservação, já que são fabricadas com ouro puro.

Tesouro milenar foi esquecido por seu dono?

Segundo o especialista em moedas do IAA, Robert Kool, com as 845 gramas de ouro encontradas era possível comprar uma casa luxuosa em um dos melhores bairros na capital do Egito durante aquele período. Com base no preço atual do ouro, esse pote valeria cerca de 52,6 mil dólares.
O tesouro milenar foi encontrado numa área que possivelmente era uma oficina no passado. Assim, talvez fosse propriedade de algum artesão ou comerciante.
Tesouro milenar é descoberto em Israel
Enquanto o tesouro era examinado, pesquisadores puderam fazer uma descoberta notável: uma das moedas é formada por solidus dourado. Ela foi cunhada em Constantinopla durante o reinado do Imperador Teófilo (829-842 d.C.). Neste período os bizantinos e os abássidas eram inimigos e disputaram algumas guerras.
A presença desta moeda indica uma conexão física entre estados cristãos e muçulmanos. Mas, uma possibilidade é que a moeda tenha sido levada de Constantinopla durante um ataque abássida, o que era comum naquela época.
Com informações de Live Science e Ancient Origins.



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24 de jul. de 2020

    Cerâmicas do reino de Judá carimbadas há 2.700 anos são encontradas em Jerusalém

Cerâmicas do reino de Judá carimbadas há 2.700 anos são encontradas em Jerusalém

 Uma grande coleção de cerâmicas carimbadas há 2.700 anos, encontrada nesta semana em Jerusalém, fornece novos detalhes sobre a administração no antigo reino israelense de Judá, especialmente sobre a arrecadação de impostos, segundo arqueólogos.


A poucos quilômetros da Cidade Velha de Jerusalém, arqueólogos da Autoridade Israelense de Antiguidades (AIA) descobriram vestígios subterrâneos de um complexo, cujas paredes de pedra ainda são visíveis.

Neste local, localizado a centenas de metros da embaixada dos Estados Unidos, foram encontradas mais de 120 ânforas de cerâmica quebradas, carimbadas com o selo "Ao rei" em hebraico.

As cerâmicas remontam ao reino de Judá, fundado em 940 a.C. e que desapareceu com a tomada de Jerusalém pelo rei babilônio Nabucodonosor em 586 a.C.

O AIA considera essa descoberta como "uma das maiores e mais importantes coleções de impressões com selos encontradas em Israel".

Outras têm o nome em hebraico de pessoas que provavelmente eram figuras do reino antigo, responsáveis ou pessoas importantes para a economia, explica Neria Sapir, diretor de escavações do AIA.

As ânforas, que provavelmente serviam como recipientes para azeite de oliva e vinho, foram coletadas entre a população em nome do reino de Judá como forma de imposto.

O tamanho dos vestígios e sua proximidade com a antiga Jerusalém, combinados com o número e o tipo de selos encontrados, levaram a AIA a concluir que o local era um centro de arrecadação de impostos.
Depois de arrecadados, os recipientes eram entregues em parte aos líderes do império assírio, do qual o reino de Judá fazia parte.

Outros dos frascos poderiam ter sido reunidos pelos habitantes do reino israelense para sua revolta contra o império, por volta de 701 a.C., e que fracassou, segundo Sapir.

Para os arqueólogos encarregados da escavação, tudo isso indica que o local foi um centro neurálgico de Jerusalém há 27 séculos.

Mas os arqueólogos ainda se perguntam por que esse lugar foi estabelecido em uma área íngreme e rochosa, sendo assim uma superfície na qual deve ter sido difícil trabalhar.

Sapir admite que é um mistério e espera encontrar a resposta com a continuação dos trabalhos.



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21 de mai. de 2020

Misteriosos cômodos são encontrados perto do Muro das Lamentações em Jerusalém

Misteriosos cômodos são encontrados perto do Muro das Lamentações em Jerusalém

Misteriosos cômodos são encontrados perto do Muro das Lamentações em Jerusalém     A algumas dúzias de metros do Muro das Lamentações, de 2.000 anos de idade, localizado em Jerusalém, misteriosas câmaras subterrâneas talhadas na rocha foram reveladas nesta terça-feira (19) por arqueólogos israelenses. Três cômodos sucessivos, que datam da época romana, foram descobertos durante a escavação de uma estrutura grande e sumptuosa de 1.400 anos de idade, decorada com arcos e piso de mosaico.
"No começo, ficamos muito decepcionados porque, embaixo do mosaico no chão, caímos no substrato rochoso e pensamos que a atividade humana havia parado por ali", explica Barak Monnickendam-Givon, co-diretor encarregado das escavações na Autoridade de Antiguidades de Israel.
Então "descobrimos três câmaras, todas as três cortados na rocha" e que se conectam por escadas, acrescenta.
Tais estruturas eram raras nas cidades judaicas da época, observa.
Elas são enfeitadas com inúmeras esculturas e nichos, alguns dos quais certamente foram usados para colocar lâmpadas de óleo, segundo o arqueólogo.
Essas salas poderiam ser a despensa de um prédio que desapareceu ou um espaço para guardar e preparar refeições para os padres da Cidade Santa ou peregrinos que visitavam o Templo, acredita.
"Aqui encontramos recipientes usados para cozinhar refeições, lâmpadas a óleo, potes usados para armazenar trigo, cevada e azeite", diz Monnickendam-Givon.
Os cômodos não parecem ter uma "ligação direta" com o segundo Templo judeu, destruído pelos romanos em 70 d.C e cujo Muro das Lamentações é o único vestígio de um muro de contenção.
Acima do Muro se estende o Monte do Templo, o local mais sagrado do judaísmo, chamado de santuário nobre pelos muçulmanos, para quem é o terceiro lugar mais sagrado e onde a mesquita de Al-Aqsa está localizada.
As escavações fazem parte de um projeto para criar um espaço de exposição subterrânea, apresentando objetos de diferentes épocas encontrados neste setor.
"Vamos procurar tudo o que está abaixo da esplanada do Muro das Lamentações", diz Monnickendam-Givon.
"A ideia é separar as atividades culturais, onde as pessoas rezam, e (no subsolo), os turistas poderão passear entre os achados arqueológicos", explica.
A apresentação dessas descobertas ocorre alguns dias antes do "Dia de Jerusalém", durante o qual os israelenses comemoram a captura da Cidade Velha por seu Exército durante a Guerra dos Seis Dias em 1967, quando estava sob controle da Jordânia.
Marcado por desfiles na Cidade Velha, este dia cria tensões com os palestinos, que querem fazer de Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel, a capital do Estado a que aspiram.



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Vestígios de texto hebraico encontrados em pergaminhos de Qumran

Vestígios de texto hebraico encontrados em pergaminhos de Qumran

Grutas de Qumran, nas proximidades do Mar Morto     É uma grande emoção ter uma experiência direta com esses textos. Você tem a sensação de fechar um intervalo de tempo e aproximar-se da experiência de quem escreveu e depois leu esses textos, afirmou Marcello Fidanzio, diretor do Instituto de Cultura e Arqueologia das Terras Bíblicas da faculdade teológica de Lugano.
Acreditava-se não existir nenhuma informação escrita sobre os pequenos fragmentos dos pergaminhos de Qumran, provenientes da coleção Reed e conservados na Biblioteca John Rylands, em Manchester. O desmentido veio após uma análise realizada com o uso da técnica de fotografia multiespectral pela rede Dispersed Qumran Caves Artefacts Archival Sources (DQCAAS) (Fontes de Arquivo dos Artefatos de Cavernas perdidas de Qumran, em tradução livre), composta por Joan Taylor, professora no King's College de Londres, Marcello Fidanzio, da Faculdade de Teologia de Lugano e Dennis Mizzi, da Universidade de Malta.
Imagens coloridas altamente detalhadas foram capturadas via infravermelho a partir de 24 ângulos diferentes. Abaixo da superfície dos minúsculos fragmentos de pergaminho, enegrecidos pela umidade por mais de dois milênios, apareceram caracteres do alfabeto hebraico e uma referência ao Shabat, o dia de descanso do judaísmo. A incrível descoberta foi anunciada nestes dias.
O projeto concentrou-se no estudo dos pergaminhos já examinados do ponto de vista físico-químico por cientistas britânicos na década de 1950. O DQCAAS encontrou a presença de um texto hebraico halakhic, ou seja,  de natureza jurídica, do qual existem outras cópias em Qumran. Trata-se do Documento de Damasco que regulava a observância do sábado por uma corrente do judaísmo, durante o final do chamado Período do segundo templo, correspondente à época de Jesus.
Os fragmentos de pele de animais vêm das grutas do deserto de Judá, na Cisjordânia, um local caracterizado por um clima muito seco e onde a chuva é um fenômeno esporádico.
"É uma grande emoção ter uma experiência direta com esses textos", afirma ao Vatican News Marcello Fidanzio, diretor do Instituto de Cultura e Arqueologia das Terras Bíblicas da faculdade teológica de Lugano. "Você tem a sensação de fechar um intervalo de tempo e aproximar-se da experiência de quem escreveu e depois leu esses textos". 
Os estudiosos continuarão seu trabalho de compreensão dos textos e análise de materiais. (PO)



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13 de nov. de 2019

Tumba dos Reis é aberta pela 1ª vez em Israel

Tumba dos Reis é aberta pela 1ª vez em Israel

          
Tumba dos Reis é aberta pela 1ª vez em Israel
A Tumba dos Reis, em Jerusalém, onde está sepultada Helena de Adiabena, rainha da Mesopotâmia que se converteu ao judaísmo no século I a.C., foi aberta ao público pela primeira vez em uma década. 

 O acesso ao local havia sido fechado em 2009 pela proprietária do local, para realizar uma restauração no valor de US$ 1,1 milhão (R$ 4,5 milhões), segundo a agência de notícias AP. 


Orit Peleg-Barkat, arqueólogo da Universidade Hebraica de Jerusalém, considera que essa seja "uma das tumbas mais elaboradas da primeira época romana" existente nessa cidade.Contudo, alguns judeus ultraortodoxos afirmam que o local deveria ser aberto sem restrições como qualquer outro lugar histórico, já que os visitantes não poderão acessar as câmaras funerárias internas.



Quando o local foi fechado, diversos nacionalistas religiosos protestaram, inclusive com atos de violência e por meio judicial, exigindo a reabertura do local.



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