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28 de jan. de 2020

Shin Bet expõe rede de espionagem do Hamas em Israel

Shin Bet expõe rede de espionagem do Hamas em Israel

Shin Bet expõe rede de espionagem do Hamas em Israel
    

Rami Al-Amudi Foto: Shin Bet


O grupo informou registrar locais do sistema de defesa Iron Dome e locais de pouso de foguetes do Hamas durante a operação 'Black Belt' em novembro.


A agência de segurança Shin Bet anunciou na segunda-feira que expôs e prendeu com sucesso uma rede de espionagem do Hamas que operava no território israelense.

Após uma investigação de uma semana, o Shin Bet disse que membros da ala militar do Hamas recrutaram cidadãos israelenses para reunir informações sobre questões de segurança que servirão em futuras atividades terroristas contra alvos israelenses.

Shin Bet expõe rede de espionagem do Hamas em Israel

Rajeb Daka
( Foto: Shin Bet )
O anel de espionagem registrou locais do sistema de defesa Iron Dome e locais de pouso de foguetes do Hamas durante a operação 'Black Belt' em novembro.

O tribunal indiciou os dois suspeitos, ambos cidadãos árabes israelenses.
Um dos suspeitos, Rajeb Daka, 34 anos, de Lod, foi indiciado por entrar em contato com um agente estrangeiro, ajudar o inimigo durante a guerra, participar de uma organização terrorista e ajudar uma organização terrorista.
Rami Al-Amudi
( Foto: Shin Bet )

O segundo suspeito, Rami Al-Amudi, de 30 anos, de Tel Aviv, foi indiciado sob acusação de entrar em contato com um agente estrangeiro e traição.
Amudi nasceu de mãe israelense e pai de Gazan e morou na Faixa de Gaza com a família de seu pai até novembro de 2019, quando se mudou para Tel Aviv. De acordo com o Shin Bet, Amudi restabeleceu os laços com a mãe há dois anos e vem trabalhando com ela para receber documentação israelense e morar com ela em Israel.
Daka, também nascido de uma mãe israelense de Lod, trabalha na documentação israelense desde 2017 com base na cidadania de sua mãe. Desde sua mudança para Israel, ele visitava sua esposa e cinco filhos na Faixa de Gaza a cada poucos meses.
O Shin Bet disse que o Hamas "aproveitou" o fato de que esses civis israelenses poderiam entrar na Faixa de Gaza para visitar a família e recrutá-los para a ala militar do grupo terrorista.
De acordo com o interrogatório do Shin Bet, depois de serem recrutados pelo Hamas em Gaza, eles foram solicitados a comprar telefones celulares e cartões SIM para permanecer em contato com seus operadores do Hamas.



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30 de set. de 2019

Ismail Haniyeh  alerta Israel sobre suspeito de terrorismo hospitalizado após interrogatório

Ismail Haniyeh alerta Israel sobre suspeito de terrorismo hospitalizado após interrogatório

Ismail Haniyeh  alerta Israel sobre suspeito de terrorismo hospitalizado após interrogatório
O líder do Hamas, Ismail Haniyeh, participa de um comício de solidariedade
 aos prisioneiros de segurança palestinos nas prisões israelenses,
fora da sede da Cruz Vermelha na cidade de Gaza,
Faixa de Gaza, em 30 de setembro de 2019 (Flash90)
  O líder do Hamas, Ismail Haniyeh, alertou na segunda-feira que Israel é responsável pela vida de um suspeito de terrorismo que foi hospitalizado em estado crítico após ser interrogado.
"A ocupação sionista pagará o preço por seus crimes contra os prisioneiros", disse o chefe do grupo terrorista que governa Gaza, segundo a emissora pública Kan.
No fim de semana, o serviço de segurança Shin Bet anunciou a prisão de três palestinos suspeitos de realizar um ataque mortal a bomba no mês passado em uma fonte natural fora do assentamento de Dolev, na Cisjordânia.
Samer Arbid, o suposto líder da célula acusada de realizar o atentado terrorista, que matou Rina Shnerb, de 17 anos, e feriu gravemente seu pai e irmão, foi hospitalizado no sábado em estado crítico após um interrogatório pelo Shin Bet.   
O Ministério da Justiça iniciou uma investigação sobre as circunstâncias dos feridos do suspeito de terrorismo de 44 anos, investigando especificamente o grau de força junto com as táticas usadas pelos interrogadores Shin Bet.
“Nunca abandonaremos nossos prisioneiros. Nunca os deixaremos como troféus para o sadismo sionista e eles não ficarão muito mais atrás das grades da ocupação ”, disse Haniyeh do lado de fora da sede da Cruz Vermelha em Gaza, segundo o site de notícias de Walla.
O aviso de Haniyeh a Israel sobre Arbid se juntou ao grupo terrorista da Frente Popular para a Libertação da Palestina, com o qual as autoridades israelenses disseram que o suspeito tinha um histórico de envolvimento.
Ismail Haniyeh  alerta Israel sobre suspeito de terrorismo hospitalizado após interrogatório
Samer Arbid, o suposto líder de uma célula terrorista que se acredita estar por trás de um ataque mortal a bomba que matou a adolescente israelense Rina Shnerb em agosto de 2019, em uma fotografia sem data. (Twitter)
"Consideramos a ocupação israelense responsável pela vida do prisioneiro palestino Samer Arbid e de seus camaradas, e garantimos que, colocando em risco suas vidas, a ocupação abrirá as portas do inferno", disse a ala militar da PFLP em comunicado neste domingo.
Os advogados de Arbid pediram que uma investigação internacional sobre o incidente seja conduzida pelas Nações Unidas e pela Cruz Vermelha Internacional.
Arbid foi preso no início deste mês e depois libertado por falta de provas contra ele. Ele foi pego novamente na quarta-feira.
O Shin Bet recebeu permissão legal para empregar "medidas extraordinárias" no interrogatório de Arbid, disse uma fonte de segurança a repórteres no sábado. Tais medidas podem incluir espancamentos, forçar prisioneiros a posições desconfortáveis, privação de sono, algemas e sujeitar prisioneiros a temperaturas extremas.
Isso normalmente é permitido em casos de uma "bomba-relógio", onde existe a preocupação de que o suspeito possa fornecer às forças de segurança informações que possam impedir um ataque iminente.
Ismail Haniyeh  alerta Israel sobre suspeito de terrorismo hospitalizado após interrogatório
Os soldados das FDI prendem membros de uma célula terrorista por trás do ataque a bomba de agosto que matou a adolescente israelense Rina Shnerb, em setembro de 2019. (Forças de Defesa de Israel)
O Shin Bet disse que a célula estava planejando ataques adicionais quando os suspeitos foram presos, incluindo tiroteios e seqüestros. Durante os ataques, as forças de segurança também encontraram e detonaram com segurança um dispositivo explosivo improvisado que o grupo havia feito.
Arbid foi levado ao Hospital Hadassah de Jerusalém, no Monte Scopus, em estado crítico, depois que ele aparentemente sofreu um problema relacionado ao coração durante o interrogatório.
Seus advogados disseram que ele estava saudável quando foi preso. O Shin Bet confirmou apenas que Arbid havia sido levado para o hospital.
Ismail Haniyeh  alerta Israel sobre suspeito de terrorismo hospitalizado após interrogatório
Rina Shnerb, 17, que foi morta em um ataque terrorista na Cisjordânia em 23 de agosto de 2019 (cortesia)
Em 23 de agosto, um IED que havia sido plantado próximo à primavera natural de Bubin na Cisjordânia central foi acionado por terroristas quando a família Shnerb da cidade israelense de Lod visitou o local. Rina Shnerb foi declarada morta no local e seu pai Eitan e seu irmão Dvir, 19, foram levados para um hospital em Jerusalém após serem feridos pela explosão.
Tanto Qassem a-Karim Rajah Shibli quanto Yasan Hasin Hasni Majamas, que também foram presos por suspeita de envolvimento no ataque, cumpriram pena nas prisões israelenses por envolvimento em atividades terroristas, de acordo com o Shin Bet.
O Shin Bet disse que prendeu um quarto homem - Nizam Sami Yousef Ulad Mahmoud, 21 - suspeito de ser membro da célula de Arbid. Ele é membro do grupo de estudantes da PFLP na Universidade Bir Zeit, na Cisjordânia.
O Shin Bet disse que ainda está procurando membros adicionais da célula terrorista.
Também na segunda-feira, relatórios palestinos disseram que as forças israelenses prenderam quatro moradores da vila de Issawiya, em Jerusalém Oriental, entre eles o pai de um homem morto pela polícia depois de lançar fogos de artifício contra eles.
Sua morte ocorreu quando a polícia entrou em Issawiya por semanas, numa tentativa de rastrear membros de uma célula terrorista da PFLP, que se acredita estar em liberdade no bairro.



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6 de ago. de 2019

Shin Bet anuncia ter frustrado planos de Hamas para realizar ataques terroristas em Jerusalém e na Cisjordânia

Shin Bet anuncia ter frustrado planos de Hamas para realizar ataques terroristas em Jerusalém e na Cisjordânia

Shin Bet anuncia ter frustrado planos de Hamas para realizar ataques terroristas em Jerusalém e na Cisjordânia
A Agência de Segurança Interna de Israel - Shin Bet - anunciou ter frustrado planos de ataques terroristas do Hamas em Jerusalém e na Cisjordânia, contra alvos israelenses e da Autoridade Palestina, ao desarticular uma célula do grupo e prender seus membros.
O plano foi descoberto numa operação conjunta do Shin Bet, das Forças de Defesa de Israel (IDFs) e da polícia israelense. De acordo com a informação, os membros da célula terrorista foram orientados a recrutar agentes e formar equipes para realizar ataques e sequestros, tanto de israelenses quanto de palestinos, na Cisjordânia e em Jerusalém.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu elogiou a operação das forças de segurança, afirmando: "Nossos inimigos devem saber que nossas ações são capazes de detectar planos (de ataques) e localizar quem tenta nos atingir".
O plano foi descoberto após uma série de prisões feitas em Hebron, em junho. Entre os detidos estavam Tamar Rajah Rajbi, estudante de 22 anos do Colégio Politécnico de Hebrón e agente do Hamás, e Al-kotla al-Islamiya. Junto com Rajbi foi apreendida grande quantidade de explosivos.
De acordo com o Shin Bet, Rajbi foi recrutado para construir dispositivos explosivos para uso dos agentes do Hamas. Ele contou com a ajuda de outros estudantes que teriam sido encarregados de adquirir os dispositivos para fazer bombas.

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15 de mar. de 2019

Irã pode ter grampeado celular de Benny Gantz

Irã pode ter grampeado celular de Benny Gantz

Irã pode ter grampeado celular de Benny GantzO serviço de inteligência de Israel, Shin Bet, suspeita que o Irã hackeou o celular de Benny Gantz, adversário do primeiro-ministro isralense, Benjamin Netanyahu, na eleição de 9 de abril, disse uma emissora de TV israelense nesta quinta-feira. Gantz, ex-chefe das Forças Armadas de Israel, foi informado sobre a invasão semanas atrás, disse a rede Channel 12, adicionando que o Shin Bet acredita que a inteligência estatal iraniana acessou dados pessoais do ex-general. 

O Shin Bet se recusou a comentar o caso. O partido de centro de Gantz, o Azul e Branco, que ultrapassou o conservador Likud de Netanyahu em pesquisas de intenção de voto, menosprezou qualquer perspectiva de uma violação de segurança nacional e sugeriu que a história foi deliberadamente vazada. 

 "Deve ser enfatizado que o incidente aconteceu cerca de quatro anos depois de Gantz encerrar seu mandato como chefe (militar) e o atual momento desta publicação levanta muitas perguntas", disse o Azul e Branco em comunicado. O porta-voz do Likud respondeu: "Não estamos envolvidos nisso".  

Os arqui-inimigos Israel e Irã têm há muito travado uma guerra. "O Irã ataca Israel diariamente", disse Netanyahu durante conferência cibernética em janeiro. Suspeita-se amplamente que Israel e os EUA tenham usado o malware Stuxnet, descoberto em 2010, que sabotou componentes do programa nuclear iraniano.

27 de fev. de 2019

Israel prende palestino líder-símbolo da intifada

Israel prende palestino líder-símbolo da intifada

Israel prende palestino líder-símbolo da intifada Em operação conjunta, as Forças de Defesa de Israel (IDFs), o Shin Bet e a Polícia israelense prenderam dois palestinos, entre eles o ex-comandante da Brigada dos Mártires de al-Aqsa, da Fatah, acusados de envolvimento em recentes atividades terroristas, informou a agência de segurança israelense.
Os presos foram identificados como Zakariya Zubeidi e Tarek Barghouti. De acordo com o Canal 13, Zubeidi foi preso em Ramallah, na Cisjordânia.
Considerado como "símbolo da intifada", Zubeidi renunciou à militância há mais de uma década, segundo informou o Canal 13.
Em entrevista concedida em 2009 ao Ma'an News, Zubeidi disse que a resistência palestina poderia coexistir ao lado de negociações com Israel, mas não esclareceu se esse movimento seria pacífico ou não.
Em 2012, Zubeidi foi preso pela Autoridade Palestina, após ser acusado de "colaborar" com Israel e matar o cineasta árabe-israelense Juliano Mer-Khamis. Zubeidi negou as acusações e disse que foi torturado e mantido sob condições desumanas na prisão palestina em Jericó. Ele também é suspeito de ser um dos principais arquitetos de vários ataques terroristas durante o início dos anos 2000. Em 2017, ele foi libertado e voltou para Jenin.
O outro preso é o advogado Tarek Barghout, que atua na defesa de palestinos suspeitos de terrorismo.
Nesta terça-feira (26), o Canal 12 informou que as forças de segurança da Autoridade Palestina prenderam na cidade de Nablus, na Cisjordânia, seis pessoas que faziam parte de uma célula do Hamas que estaria preparando uma série de ataques terroristas com explosivos.
De acordo com a informação, a célula estava recebendo ordens diretas da Faixa de Gaza. Forças de segurança da Autoridade Palestina teriam frustrado as atividades do grupo, depois de terem detido seu líder, que admitiu ter recebido 50 mil dólares do líder do Hamas Saleh al-Arouri para realizar os ataques (Anna Ahronheim, Jerusalem Post).

22 de nov. de 2018

Shin Bet frustra ataques terroristas do Hamas em Israel

Shin Bet frustra ataques terroristas do Hamas em Israel


Shin Bet frustra ataques terroristas do Hamas em IsraelDe acordo com a agência, a atividade que foi descoberta era “diferente dos esforços do Hamas nos últimos anos, tanto em termos de seu escopo quanto em seu perigo potencial”.
A agência de segurança interna de Israel, Shin Bet, anunciou na quinta-feira que descobriu uma tentativa do Hamas de estabelecer uma célula terrorista na Cisjordânia para realizar sérios ataques terroristas em Israel. 

De acordo com a agência, a atividade que foi descoberta era “diferente dos esforços do Hamas nos últimos anos, tanto em termos de seu escopo quanto em seu perigo potencial”.
A investigação descobriu que a célula era dirigida por militantes do Hamas na faixa de Gaza que pressionavam os membros da célula - que haviam sido treinados a preparar explosivos e os instruíam a marcar civis como alvos - para realizar os ataques "o mais rápido possível". 

A cela foi descoberta após a detenção de Owes Rajoub, de 25 anos, um residente da cidade palestina de Dura, perto de Hebron, em 23 de agosto de 2018, após a detenção da cela . ele compartilhou seus planos de realizar ataques com vários amigos e familiares.

Seu interrogatório revelou que ele havia sido recrutado por um ativista da Faixa de Gaza que havia se aproximado dele pouco depois do Ramadã e sugerido que ele se juntasse à ala militar do Hamas e que ele lhe enviasse material sobre dispositivos explosivos que poderiam ser detonados remotamente. 

Em 11 de agosto de 2018, ele foi instruído por seu manipulador a ir a uma drogaria em Ramalá e recolher um telefone celular de lá para servir como principal meio de comunicação. Poucos dias depois, ele foi instruído a se encontrar com um agente na região de Belém para obter uma senha e informações adicionais para usar o telefone que ele recebeu anteriormente.

Ele foi então instruído a encontrar uma idosa mulher de Gaza que tinha entrado em Israel para tratamento médico. De acordo com o Shin Bet, a mulher deu a Rajoub um par de calças que tinham instruções escritas por seus manipuladores. Ele começou a receber treinamento sobre a preparação de dispositivos explosivos por videoclipes enviados a ele por seus manipuladores, bem como por conversas em vídeo com um especialista em bombas.
Rajoub então recrutou dois outros militantes do Hamas da aldeia de Beit Khalil Betir para ajudá-lo a fabricar as bombas que ele tinha sido instruído a completar até o final de setembro e realizar o ataque dentro da Linha Verde em um shopping center, hotel, trem ou ônibus no início de outubro. 

"Os ativistas na Cisjordânia foram instruídos a preparar dispositivos explosivos usando explosivos avançados que não foram utilizados na Cisjordânia até agora", dizia a declaração do Shin Bet. 

De acordo com a agência, o Hamas "cinicamente" usou moradores de Gaza com permissão para entrar em Israel por razões humanitárias para levar mensagens entre os agentes.

"O Hamas cinicamente usou os habitantes de Gaza que foram autorizados a entrar em hospitais em Israel para tratamento que salva vidas, assim como os moradores de Gaza que foram solicitados a enviar mensagens a recrutas na Judéia e Samaria", disse a declaração, acrescentando que "esta não é a primeira vez". O Hamas explorou o meio humanitário para realizar operações militares na Cisjordânia. ”

18 de jun. de 2018

Alta traição: ex-ministro israelense acusado de espionar para o Irã

Alta traição: ex-ministro israelense acusado de espionar para o Irã

Alta traição: ex-ministro israelense acusado de espionar para o IrãO ex-ministro Gonen Segev foi indiciado na semana passada por espionar o Estado de Israel para o Irã, disseram nesta segunda-feira a Polícia de Israel e o Shin Bet. 

Segev foi acusado de espionagem, ajudando um inimigo em tempo de guerra, bem como fornecendo informações para o inimigo. Segev, o ex-ministro da energia e infra-estrutura, é suspeito de fornecer informações sobre a indústria de energia de Israel, sites de segurança no país, instalações estratégicas e funcionários políticos e militares, entre outras coisas. 

O ex-ministro, que vivia na Nigéria nos últimos anos, tentou entrar na Guiné Equatorial em maio de 2018, onde foi impedido de entrar por causa de seu passado criminoso e, conseqüentemente, transferido para Israel. Ele foi preso e interrogado pelo Shin Bet e pela Polícia de Israel depois que a inteligência reunida sobre ele levantou a suspeita de que ele estava em contato com a inteligência iraniana e auxiliando-os em suas atividades contra Israel. 

A investigação descobriu que Segev foi recrutado e foi operado como um agente da inteligência iraniana. Ele foi contatado pela primeira vez por funcionários da embaixada iraniana na Nigéria, em 2012 e, em um estágio posterior, viajou duas vezes ao Irã para reuniões com seus manipuladores - embora estivesse plenamente ciente de que pertenciam à inteligência iraniana. 

Ao longo dos anos como agente iraniano, Segev reuniu-se com seus manipuladores em apartamentos e hotéis em todo o mundo, o que ele disse aos interrogadores que ele acredita serem usados ??para atividade secreta iraniana. Ele também recebeu um sistema de comunicações criptografadas para ocultar a troca de mensagens entre ele e seus manipuladores. 

Para obter a informação que lhe foi pedida por seus manipuladores iranianos, Segev manteve contatos com israelenses que têm ligações com a segurança, a defesa e as relações exteriores de Israel. Ele trabalhou para colocar as autoridades israelenses em contato com elementos de inteligência iraniana, enquanto tentava enganá-los e apresentar os iranianos como empresários inócuos. Segev foi eleito pela primeira vez para o 13º Knesset, em 1992, como parte do partido Tzomet de Rafael Eitan, onde ele atuou como MK de oposição e membro do Comitê de Finanças do Knesset. Em fevereiro de 1994, Segev e dois outros MKs se separaram do Tzomet e formaram a facção Yiud. Em janeiro de 1995, Segev se tornou o ministro de energia e infraestrutura do governo de Yitzhak Rabin e continuou ocupando o cargo no governo de Shimon Peres depois do assassinato de Rabin. 

Depois de sua carreira política, Segev se tornou um homem de negócios. Ele foi preso em abril de 2004 por tentar contrabandear milhares de comprimidos de ecstasy de Amsterdã para Israel, alegando que eles achavam que eram M & M's. Ele também foi acusado de estender ilegalmente seu passaporte diplomático com um lápis para evitar ser submetido a uma busca por autoridades aeroportuárias holandesas.

28 de set. de 2017

Shin Bet impede ataque terrorista do EL

Shin Bet impede ataque terrorista do EL

Shin Bet impede ataque terrorista do EL
Israel diz ter frustrado ataque inspirado no Estado Islâmico em santuário de Jerusalém
JERUSALÉM (Reuters) - Israel disse nesta quinta-feira que frustrou um plano de dois árabes israelenses simpatizantes do Estado Islâmico de cometer um atentado em um santuário disputado de Jerusalém onde um ataque com armas desencadeou uma onda de violência em julho.

O serviço de segurança Shin Bet descreveu os suspeitos, de 26 e 16 anos de idade, como moradores da mesma cidade árabe israelense de três atiradores que mataram dois guardas da polícia em um portão do complexo da mesquita de Al-Aqsa em 14 de julho e em seguida foram mortos a tiros.

Israel reagiu ao ataque instalando detectores de metal do lado de fora do complexo durante algum tempo, revoltando palestinos que viram a medida como uma violação dos mecanismos de acesso em vigor há décadas.

Quatro palestinos foram mortos durante os confrontos subsequentes com forças de segurança israelenses, e um palestino matou três colonos israelenses a facadas.

Os dois suspeitos colocados sob custódia neste mês "apoiam a ideologia assassina do grupo terrorista Estado Islâmico, e o ataque terrorista seria realizado como uma expressão disso", afirmou o Shin Bet em seu comunicado nesta quinta-feira.

Shin Bet impede ataque terrorista do EL
Pistola apreendida pelo Shin Bet
A agência disse que eles tinham duas pistolas. "Eles planejavam um ataque com armas no Monte do Templo de Jerusalém semelhante ao que transpirou em 14 de julho", informou, sem dar detalhes.

Os judeus reverenciam o santuário, onde hoje estão a mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha, por o considerarem o local de seus dois templos antigos. As tentativas de judeus de orarem ali, uma violação dos mecanismos de acesso, vêm causando tensão com os muçulmanos.

Israel capturou Jerusalém Oriental, incluindo a Cidade Velha e o complexo sagrado, na Guerra dos Seis Dias de 1967 e anexou a área, uma medida que jamais teve aprovação internacional.

(Por Dan Williams)







18 de jul. de 2016

Três jovens judeus suspeitos de atearem fogo em carro árabe em resposta ao ataque terrorista de Tel-Aviv são presos

Três jovens judeus suspeitos de atearem fogo em carro árabe em resposta ao ataque terrorista de Tel-Aviv são presos

Três jovens judeus suspeitos de atearem fogo em carro árabe em resposta ao ataque terrorista de Tel-Aviv são presosNazaré (TPS) - O Shin Bet (Agência de Segurança de Israel) publicou na quinta-feira, 14/7, a prisão de três adolescentes judeus que supostamente teriam incendiado um carro na aldeia árabe de Yafia no mês passado e pichado as palavras "preço" e "vingança" em hebraico, em resposta ao terrível ataque terrorista em Tel Aviv.
O Tribunal de Nazaré estendeu a prisão preventiva de dois dos suspeitos até domingo, enquanto o terceiro adolescente, que é suspeito de ser cúmplice do crime, foi mantido até sexta-feira. A promotoria pretende apresentar acusação na próxima semana.
Os suspeitos, de 15 anos de idade, que foram presos no domingo e na segunda-feira da semana passada, supostamente cometeram o crime em resposta ao ataque terrorista que ocorreu no mercado Sarona, em Tel Aviv, que deixou quatro israelenses mortos.
De acordo com a polícia, os suspeitos confessaram terem cometido o ataque incendiário e o relataram durante seus interrogatórios. Os suspeitos também revelaram durante o inquérito que haviam planejado durante muito tempo o ataque em vingança.
No entanto Lior Bar-Zohar, o advogado dos suspeitos, desafiou a veracidade da confissão relatada, particularmente devido ao fato de eles terem sido impedidos de falarem com um advogado até a noite de quarta-feira passada.
“O interrogatório intenso e severo, aliado ao fato de não terem falado com um advogado e por serem menores de idade, e nunca foram presos, lançam uma pesada sombra de dúvidas sobre a confissão dada”, disse Bar-Zohar, “Nós esperamos que o tribunal examine a admissibilidade da confissão, se está baseada em evidências reais ou se é apenas manipulação e ameaça por parte dos interrogadores.”
Bar-Zohar pertence a Honenu, uma organização de assistência jurídica que representa e defende os direitos legais de suspeitos judeus de direita. A Honenu reiterou os argumentos de Bar-Zohar em um comunicado na quinta-feira (14/7)
"Negar a menores o direito fundamental de receber representação legal se tornou norma em casos de crimes contra a propriedade como este", disse Honenu. "Infelizmente, não vemos o mesmo nível de determinação em investigar as centenas de incidentes que ocorreram nos últimos meses, nos quais árabes jogaram pedras e coquetéis molotov contra alvos israelenses."
Fonte: TPS / Texto: Jonathan Benedek com contribuição de Michael Bachner / Tradução: Fernando Almeida / Foto: Cortesia

3 de jun. de 2016

Rigorosa lei antiterror é aprovada no Comitê do Parlamento de Israel

Rigorosa lei antiterror é aprovada no Comitê do Parlamento de Israel

Rigorosa lei antiterror é aprovada no Comitê do Parlamento de Israel

Jerusalém (TPS) – O Comitê de Constituição, Direito e Justiça do Knesset (parlamento israelense) aprovou um projeto de lei na segunda-feira, 30/5, criado com o objetivo de fornecer a Israel ferramentas e táticas melhores e atuais para combater o terrorismo.
"Nenhum outro país tem uma lei tão avançada para combater o terror", disse um representante da Agência de Segurança de Israel (Shin Bet), que participou das discussões com a comissão.
O presidente da Comissão, Nissan Slomiansky, reiterou os comentários feitos pelos funcionários do Shin Bet. "A singularidade da lei é que ela atrai conhecimento e experiência do campo", disse Slomiansky. "Representantes de todo o mundo, que estão enfrentando o terrorismo, hoje têm se aproximado de nós para aprender a contrabalancear o terrorismo com a prevenção de violações dos direitos humanos."
O motivo da lei abrangente proposta, que foi originalmente apresentada para discussão e consideração cerca de uma década atrás, conforme descrito no seu preâmbulo, é "definir diretrizes legais em direito penal e direito administrativo, inclusive por meio de medidas específicas destinadas a combater o terrorismo em geral e para ajudar a prevenir o estabelecimento e atividade de organizações terroristas em particular".
"Nós forneceremos às forças de segurança uma lei forte, capaz de lutar contra o terrorismo", acrescentou Slomiansky.
O projeto da comissão estabelece uma série de medidas que o governo pode tomar para prevenir atividades terroristas, tais como restrições de viagem e confisco de bens. A lei também enumera uma série de alterações processuais destinadas a ajudar as forças de segurança a combater o terrorismo.
A lei ainda reconhece novos tipos de crimes relacionados ao terrorismo, como um convite direto para cometer um ato terrorista. A lei atual considera um suspeito apenas se houver uma "possibilidade substancial" de que o chamado leve a um ato de terrorismo.
A lei foi aprovada na comissão por uma votação de 10 a 2. O parlamentar árabe-israelense Osama Sa'adi (do partido Lista Conjunta), um dos dois membros do comitê que votaram contra o projeto de lei, expressou preocupação de que a lei violaria de forma significativa os direitos civis.
"Eu sou contra o terrorismo e contra causar danos a pessoas inocentes", salientou o parlamentar Sa'adi. "Mas nem todo ato de resistência é considerado terrorismo."
O parlamentar Esawi Frej, do partido Meretz, de esquerda, alegou que a lei permitiria que as forças de segurança "prendessem qualquer árabe e o processem como um ativista de terror".
Slomiansky disse que o projeto de lei também contém medidas que garantem a proteção dos direitos civis. “Nós estabelecemos equilíbrio na lei para que ela seja contida e implementada somente quando necessário", disse Slomiansky.
A proposta de lei em breve será encaminhada para o Knesset para uma segunda e terceira leituras antes de uma votação final.
Michael Bachner contribuiu nesta notícia.
Fonte: TPS / Texto: Jonathan Benedek/ Tradução: Aguinaldo Wechesler / Foto: Hillel Maeir

17 de mai. de 2016

Pescador de Gaza é detido e revela que o Hamas o utilizava para contrabandear armas

Pescador de Gaza é detido e revela que o Hamas o utilizava para contrabandear armas

Pescador de Gaza é detido e revela que o Hamas o utilizava para contrabandear armasFronteira de Gaza (TPS) – Um pescador palestino, envolvido em contrabando de armas em Gaza foi preso em abril e revelou informações detalhadas sobre como o grupo terrorista Hamas utiliza pescadores para fins militares, anunciou o Shin Bet (serviço de segurança interna de Israel) na segunda-feira, 16/5.
Salim Gamal Hasan Na'aman, 39 anos, do campo de refugiados Shati, na Faixa de Gaza, trabalhava como pescador quando foi preso por forças navais do IDF (Forças de Defesa de Israel), após sair da área permitida para pesca.
Em seu interrogatório, Na'aman revelou que está envolvido há muito tempo no contrabando de armamento destinado ao Hamas e a outras organizações terroristas em Gaza. Sua operação de tráfico, por via marítima, se baseava em levar armas e munições para Gaza, incluindo fibra de vidro líquida, usada para produzir mísseis, revelou o Shin Bet.
Na'aman também revelou detalhes de planos operacionais marítimos do Hamas "para utilizar os pescadores com intuito de esconder suas atividades", disse o Shin Bet. Informações adicionais reveladas por Na'aman se referiam a rotas marítimas usadas para o contrabando de mercadorias do Egito para Gaza e para o uso dos próprios pescadores e contrabandistas ao longo das rotas.
"A informação obtida nesta investigação, bem como nas investigações de outros agentes terroristas do Hamas, recentemente presos, revela outra pequena estratégia entre os muitos esforços do Hamas em avançar em suas violentas atividades terroristas", disse o Shin Bet. "Desta vez, os esforços do Hamas abusam do fato de Israel ter diminuído as restrições aos pescadores de Gaza".
Fonte: TPS / Texto: Michael Bachner / Tradução: Bruno Scala / Foto: Cortesia

21 de abr. de 2016

Israel prende terroristas judeus

Israel prende terroristas judeus


Israel prende suspeitos de pertencerem a célula de terror judaica.

Seis jovens são suspeitos de lançar bombas e gás lacrimogêneo em casas de famílias palestinas.

Autoridades israelenses prenderam seis colonos da Cisjordânia por atos de violência contra palestinos. O grupo suspeito de formar uma célula de terror judaica teria saqueado e tentado atear fogo em uma casa. A intenção dos presos era ferir e matar palestinos, declarou a agência de segurança doméstica israelense, o Shin Bet, nesta quarta-feira.

Os suspeitos pelo crime incluem um soldado de 19 anos, dois menores de idade e outros jovens dos assentamentos de Nahliel e Kiryat Arba, ao sul da cidade de Hebron. Eles teriam utilizado bastões e gás lacrimogêneo em um ataque que feriu um palestino.

Além disso, o mesmo grupo é acusado de jogar bombas em casas onde famílias palestinas dormiam em novembro e dezembro do ano passado. Ninguém ficou ferido nos episódios anteriores.

O Shin Bet ainda anunciou que deverá indiciar os suspeitos com graves acusações após ter executado as prisões neste mês. Embora não tenha havido mortes nos incidentes, a agência disse que os envolvidos estavam totalmente conscientes da possibilidade de tirar vidas. Eles teriam se inspirado nos extremistas judeus que mataram uma família num incêndio no vilarejo palestino de Duma.

O advogado de defesa do grupo, no entanto, alegou que o acesso dos suspeitos a advogados era limitado para pressioná-los a admitir a responsabilidade pelos crimes.

— Forçar confissões e restringir o acesso a advogados não é apropriado — disse o advogado Aharon Rozen a uma rádio israelense.

Israel já indiciou um colono por assassinato triplo no incêndio de Duma, além de manter outra pessoa como seu cúmplice. Enquanto as tensões na região vêm crescendo, as medidas são consideradas parte da repressão contra militantes judeus supostamente responsáveis por atos de violência contra árabes e cristãos.

15 de mar. de 2016

Nadav Argama novo chefe do Serviço de Inteligência Interna

Nadav Argama novo chefe do Serviço de Inteligência Interna

Nadav Argama novo chefe do Serviço de Inteligência Interna
Anunciado oficialmente nesta segunda-feira, o novo chefe do Serviço de Inteligência Interna de Israel, Nadav Argaman, foi apresentado pela imprensa local como o cérebro de vários ações  contra conhecidos ativistas palestinos.
Atualmente vice-diretor do Shin Beth, o Serviço de Inteligência e de Luta Antiterrorista, Argaman foi nomeado após receber a aprovação do comitê encarregado da indicação de funcionários de alto de escalão, anunciou o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em um comunicado.
Ele substitui Yoram Cohen, que deixa o cargo em maio.
De acordo com o site de notícias israelense Ynet, Argaman "é responsável pelo assassinato de um dos mais importantes alvos de Gaza", Yahya Ayash, conhecido como "o Engenheiro". Ayash foi classificado como inimigo público número um por Israel até ser morto em 1996 pela explosão de um telefone celular por parte de agentes israelenses.
Foi sob sua gestão de diretor adjunto do Shin Beth que o número dois do braço armado do Hamas, Ahmed Jaabari, foi morto com um tiro de míssil, em 2012, acrescentou o Ynet.
Para o jornal israelense Jerusalem Post, Argaman tem sérios argumentos para assumir o Shin Beth, especialmente, porque, há algum tempo, foi "o representante do Shin Beth nos Estados Unidos, garantindo a ligação com o FBI (a Polícia Federal americana) e coordenando operações conjuntas na guerra contra o terrorismo".

14 de mar. de 2016

Forças de segurança descobrem maquinário para produção de armas na Judeia e Samaria

Forças de segurança descobrem maquinário para produção de armas na Judeia e Samaria

Forças de segurança descobrem maquinário para produção de armas na Judeia e Samaria
Forças de segurança de Israel confirmaram na manhã de domingo, 13/3, que o IDF (Forças de Defesa de Israel) e Shin Bet (Agência de Segurança de Israel) realizaram uma operação conjunta durante os últimos meses em que localizaram dezenas de armas pela Judéia e Samaria. Durante a operação, as forças de segurança também descobriram maquinário usado para produzir armas.

De acordo com um comunicado divulgado pelo Shin Bet, "Na sexta-feira, 10/3, [forças de segurança] encontraram quinze rifles improvisados escondidos na aldeia de Y'abad perto de Jenin. As informações sobre as armas foram obtidas durante uma investigação do Shin Bet sobre um fabricante de armas".
As atividades são compatíveis com as operações realizadas anteriormente pelo Shin Bet e IDF nos últimos meses. "Em 1º de março, [as forças de segurança] descobriram e confiscaram equipamentos utilizados para produzir armamento", dizia a declaração.

Fonte: TPS / Texto: Alexander J. Apfel / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Cortesia

2 de mar. de 2016

Israel prende irmãos palestinos que atacaram com snipers em Hebron

Israel prende irmãos palestinos que atacaram com snipers em Hebron

Israel prende irmãos palestinos que atacaram com snipers em Hebron
Hebron (TPS) – A Agência de Segurança de Israel (Shin Bet) autorizou a publicação na tarde de segunda-feira, 29/2, da detenção, pelas forças israelenses, de vários terroristas em Hebron, responsáveis por cometer vários disparos com sniper que feriram quatro israelenses. Dois dos terroristas presos são Naser Faisal Mohamed Badawi, do Hamas, 23 anos, e Akram Faisal Mohamed Badawi, 33 anos. Eles são irmãos e moradores do bairro de Abu Sneineh, na cidade de Hebron.

Naser Badawi foi preso em 9 de janeiro de 2016 e Akram Badawi mais de uma semana depois, após terem realizado um ataque terrorista mal-sucedido. Ele admitiu em interrogatório que estava tentando tirar as atenções das autoridades israelenses em relação ao seu irmão. O rifle sniper improvisado que foi usado nos ataques foi confiscado durante o interrogatório e os terroristas foram detidos. Outra arma, que um dos irmãos planejava usar em futuros ataques, também foi apreendida.

O rifle sniper foi escondido pelos dois irmãos dentro de uma mesquita na cidade, mas foi retirado de lá para execução dos ataques. O inquérito revelou ainda que fizeram um silenciador improvisado de um filtro de óleo, conforme aprenderam a fazer em um vídeo na internet. O interrogatório revelou que os atentados cometidos pelos dois irmãos incluíam ataque a tiros perto do Túmulo dos Patriarcas, no dia 6 de novembro de 2015. Akram atirou em um grupo de pessoas da janela de um apartamento, de propriedade de seu pai, ferindo dois civis israelenses. Depois de realizar o ataque, os irmãos foram ao casamento do primo deles.

Naser Badawi decidiu realizar o ataque, após a morte de um terrorista de Hebron, que tinha, no mesmo dia, realizado um atentado com carro [forma de ataque no qual um terrorista joga deliberadamente um veículo motorizado contra um edifício ou grupo de pessoas]. Naser também atacou com tiros, em 25/11, um soldado do IDF (Exército Israelense), mas errou e atingiu um carro estacionado. O irmão foi o responsável por ataques a tiros adicionais a um posto de controle do IDF em Hebron. A maioria não teve sucesso, mas um soldado sofreu ferimentos leves em um incidente em 3 de janeiro de 2016. Os irmãos também balearam e feriram um soldado do IDF no mesmo dia. Eles perceberam um grupo de soldados perto do Túmulo dos Patriarcas e dispararam contra eles do mesmo apartamento.

Fonte: TPS / Texto: Michael Bachner / Tradução: Bruno Scala / Foto: Courtesy