21 de out. de 2020

Vida judaica e pureza familiar

Vida judaica e pureza familiar


I. Fontes da Vida – O que é uma Mikvê? Mikvê significa literalmente “junção”. Na Bíblia, quer dizer “junção de águas de fonte natural”. À primeira vista, a Mikveh parece uma piscina normal com águas preservadas a uma temperatura agradável. Sua concepção, porém, obedece a detalhes minuciosos e rigorosos da Halachá (Lei Judaica), para que receba o status de casher (apropriada) e, assim, possa ter uso ritual pela comunidade judaica.

Esta piscina de águas mornas e cristalinas chega à altura do peito e tem acesso por meio de degraus. As modernas instalações recebem um rigoroso controle de higiene e são atraentes e completamente íntimas. Suas dependências adjacentes sao agradáveis e convenientes e contêm todas as facilidades necessárias para a preparação à imersão.

Quando é usada a Mikvê? O uso mais importante de uma mikvê é feito pelas mulheres judias, que imergem mensalmente após o ciclo menstrual e antes de renovar as relações conjugais. É também usada por noivas antes de seu casamento e por convertidos como a última etapa no processo de conversão. Existem mikvaót utilizadas por homens antes do shabat ou das grandes festas. A mikvê também é usada para imergir novas louças e utensílios de cozinha. Em todos esses casos, a imersão na mikvê é um preparo para eventos mais elevados, de significância sublime e espiritual.

A importância da Mikvê – A mikvê é uma instituição comunitária indispensável para o modo de vida, casamento, continuidade e sobrevivência judaicos. A importância das leis de mikvê na vida matrimonial é dada pela Torá, que as vê com profunda seriedade. As leis de mikvê são ensinadas com os mesmos termos solenes empregados na circuncisão e no Yom Kipur. Elas são igualmente decisivas na proclamação do judaísmo de uma pessoa.

É por isso que a halachá ordena a venda de um Sêfer Torá, para que se arrecadem fundos necessários para a construção de uma mikvê, iniciativa que tem até mesmo precedência sobre a construção de uma sinagoga. Mikvê é uma ponte poderosa que nos liga com gerações de mulheres judias que, através dos séculos e em todo o mundo, corajosamente, desafiaram distâncias, climas, perigos e aguentaram zombarias, mas não abandonaram a tradição.

Prova disso são a mikveh encontrada em Massada, datada de dois milênios, e as mikvaót secretas construídas no século XX pelos judeus na ex-União Soviética, apesar do grando perigo que enfrentaram.

A Mikvê de Porto Alegre – A mikvê em Porto Alegre existe há muitos anos, sempre com águas cristalinas.
A fim de atender à demanda crescente de mulheres, os espaços ganharam um estilo renovado e materiais nobres, oferecendo um ambiente aconchegante e acolhedor. Equipada com uma banheira de hidromassagem e acessórios de higiene, a mikvê gaúcha lembra um spa, para o corpo e para a alma. Inspirada nas cores do deserto do Neguev e das águas do Mar Morto, nos tons pastéis de Massada e de Jerusalém, no espírito da nossa história e da nossa ancestralidade, a arquiteta Suzanne Reboh buscou, na ambientação destes novos tons, materiais e texturas, estimular a mente a reconciliar-se e o corpo a relaxar, a fim de propiciar um momento único de espiritualidade e de reencontro com as memórias remotas do nosso povo.

Para mais informações sobre a mikveh e para agendar visitas ou aulas, entre em contato com a Mimi Liberow (3335-1264) ou Reisel Binjamini (3022-6241). [1]

II. Pureza Familiar, por Esther Goldberger

Acho que todo mundo que estuda ou já estudou Judaísmo se deparou com este tópico em algum momento. Em primeiro lugar, deixo claro que sou uma pessoa pratica e nada romântica huahua. Assim sendo, não vou colocar fotos de florzinhas e não vou falar dessa mitzvah como se voce fosse uma criança pequena. Escrevo como eu falo: de uma forma respeitosa e direta.

A Torah não nos fala se uma miztva é mais importante que a outra e nem nos dá uma lista do nível de importância de cada uma. No entanto, devido ao numero de acoes, cuidados e providencias que se referem a mitzvah de taharat hamishpacha (pureza familiar), somos tentados a achar que essa mitzvah eh uma das mais importantes que existem. Mas mesmo assim, ainda não podemos julgar que uma mitzvah eh mais ou menos importante que a outra. Siiiim… temos que reconhecer que nem isso sabemos… e desenvolver a humildade 🙂

Ir a mikvah é um dos fatores mais importantes da VIDA JUDAICA (sem mikvah = sem gerações futuras), mas isso não quer dizer que esta seja a mitzvah mais importante.

Hashem jamais nos disse qual mitzvah Ele considera a mais importante …

IMPORTANCIA DA MIKVA NA VIDA JUDAICA – A halacha (lei judaica) nos diz que a mikva precede a construção de uma sinagoga: para termos uma comunidade judaica, primeiro devemos construir uma mikva e só depois, a sinagoga. Alem disso, a halacha também nos diz que para construir uma mikva, podemos vender qualquer item valioso que a comunidade possua, até mesmo um Sefer Torah!

O QUE É PUREZA FAMILIAR? É a mitzvah que nos ensina que casais possuem um tempo certo para se unirem e um tempo certo para ficarem separados e terem tempo para “recalibrar” sua própria identidade. De uma forma GERAL, casais param de se tocar no inicio do ciclo menstrual da mulher e só voltam a se tocar 7 dias (calendario lunar e não solar) apos o término da menstruação, quando então a esposa pode fazer uma imersão (tevilah) na mikvah e emergir em estado de pureza (tahara).

No Judaismo, uma mulher em ciclo menstrual está em estado de niddah.

Mulheres entram em estado de niddah (traduzido como “impureza”, mas por favor meninas, há mais explicações sobre isso… vou postar as explicações outra hora) quando sangue sai do útero.

Este período de ausência de contato físico varia para cada mulher, mas no GERAL, casais se tocam por 2 semanas e se abstém um do outro por 2 semanas. (REPITO: falo de uma maneira geral, pois o corpo de cada mulher funciona de uma maneira unica).

Se você fala inglês, ha um vídeo muito legal da Jew in the City (Judeu Na Cidade) que explica tudo isso. Se você  está em território americano, canadense ou qualquer outro território onde passe o programa da Oprah, você pode assistir a explicação dela sobre a mikva que eh bem completa … onde ela visita a uma das mikvaot mais bonitas de Nova York.

Após mergulhar na mikvah, a mulher está espiritualmente pura (tahara), ficando assim permitida a seu marido e o casal pode finalmente se tocar. [1]

O QUE É A MIKVAH? Na tradução literal seria mais ou menos “ajuntamento de águas”.

As águas mencionadas em Bereishit 1:10 (Gênesis 1:10) recebem este nome = ‘ajuntamento de águas’ (mikva) que foram chamados de ‘mares’. Por isso, os mares são grandes mikvas!

PERIGO-PERIGO-PERIGO-PERIGO = ALERTA-ALERTA-ALERTA-ALERTA
EVITE USAR O MAR, RIOS E LAGOS COMO MIKVAS!!!

É muito, mas muito perigoso, mesmo que você esteja acompanhada! Há casos onde pessoas se afogaram ao tentar usar o mar como uma mikva… sua vida é mais importante do que tudo!

Para salvar uma vida, podemos até quebrar Shabbat, então isso prova que você não deve arriscar sua vida! Sua vida é mais importante! Por favor consulte sua professora treinada em todas as leis da pureza familiar ou seu rabino e fale a respeito deste assunto.

A situação fica mais perigosa para mulheres que querem respeitar taharat hamishpacha porque elas devem usar a mikva a noite… olha… converse com sua professora ou rabino primeiro, por favor.

Alguns rios e lagos também são considerados mikvaot. ALGUNS, não todos.

E isso serve como um alerta a pessoas que estejam tentadas a usar rios e lagos como mikvaot… sem instruções da professora de taharat hamishpacha ou do rabino, você jamais saberá se o rio ou lago que você pensa em usar entra na categoria de mikva ou não.

Alem de todo esse perigo, usar o mar, rios e lagos como uma mikva não é nada poético… a mulher tem que achar um local onde não será vista, alguém (uma amiga ou marido) tem que ficar de olho pra ver se os cabelos dela ‘mergulharam’ completamente (um fio de cabelo fora d’agua e a tevila não é considerada casher), a água do mar está sempre em movimento, o que torna a experiência um pouco mais arriscada, e nem com vou começar a falar de hatzitza… como você já viu: é possível usar o mar como uma mikva, mas não é recomendável.

MIKVAS CONSTRUIDAS POR MÃOS HUMANAS – As leis de construçãoo de uma mikva são tao complicadas, que ocupam um tratado inteiro da Mishna. Em resumo, uma porcentagem das águas da mikva construída por mãos humanas vem de água da chuva (mas pode vir de neve tbm, ou uma fonte subterrânea de águas naturais, etc, etc. Rabinos que recebem especialização neste assunto são aptos a decidir qual tipo de água de adequado ou inadequado para a construção da mikvah)

DE ONDE VEM O CONCEITO DE PUREZA ESPIRITUAL? O ciclo menstrual da mulher está ligado ao seu sistema reprodutor. Isso quer dizer que todos os meses a mulher tem o potencial de gerar vida, que é um dos nossos propósitos aqui na terra: ‘pru urvu’, ‘crescei e multiplicai-vos’. Quando a mulher engravida, seu nível espiritual aumenta, pois ela está criando uma vida dentro de si.

Quando esta vida não eh gerada… well… seu corpo expele o potencial de criação e ela se encontra em um nível espiritual inferior. Por causa disso, depois do termino do período menstrual, a mulher necessita de mais 7 dias (no calendário lunar) para se recuperar espiritualmente e fisicamente da experiencia, e só então ela pode visitar a mikvah. Quando a mulher emerge das águas da mikva, seu estado espiritual está amplificado e ela se sente totalmente espiritualizada e renovada! É realmente uma experiência incrível!

TAHARAT HAMISHPACHA E MULHERES – Taharat hamishpacha é uma das 3 mitzvot femininas (acender velas de Shabbat, fazer challah e cumprir taharat hamispacha), e assim sendo, mulheres são as responsáveis por seu cumprimento e controle. Os maridos participam, mas é a mulher que toma iniciativa no cumprimento desta miztvah.

QUAL A VANTAGEM? Além das vantagens espirituais, a prática desta mitzvah aproxima os casais que se amam, independente de quantos anos de casamento tenham, já que eles sempre estão em expectativa pelo período em que poderão se tocar.

ESSA MITZVAH TEM PODERES MÁGICOS DE UNIR CASAIS E TORNAR OS FILHOS MAIS SANTOS, INTELIGENTES E BONITOS? Não há mágica no Judaismo.

Se um casal se encontra em crise e deseja salvar seu casamento, alem de taharat hamishpacha, eles devem dialogar bastante e se for necessário, procurar ajuda profissional. Mitzvot não são fórmulas mágicas, são atos que nos conectam a Hashem. Hashem criou seres humanos que Ele ama, e não fantoches manipulados em um circo de mágicas. “Filhos de mikva” ou não, somos humanos = responsáveis por nossas escolhas e por nossas ações. Hashem coloca a nossa frente o caminho da vida e da morte e nos diz para ESCOLHER A VIDA! Devarim (Deuteronomio) 30:19. A escolha eh nossa.

QUEM PRATICA TAHARAT HAMISHPACHA? Ao contrario do que todos pensam, 100% das mulheres religiosas e muitas seculares (não-religiosas) praticam esta mitzvah. Em Israel, onde 100% dos casamentos entre judeus devem ser registrados na rabbanut, tanto judias ultra-ortodoxas quanto ateias recebem aprendem esta mitzvah em um curso de como se cumprir esta mitzvah. O resultado é que depois do curso, MUITAS das judias seculares reconhecem a importância desta mitzvah e a cumprem de livre e espontânea vontade.

Fora de Israel, onde o curso é opcional (ninguém vai obrigar uma judia não religiosa a estudar esta mitzvah), algumas mulheres não-religiosas também decidem aprender cumprir a mitzvah de pura e espontânea vontade, assim como as israelenses. Kol hakavod (parabéns!) pra elas, pois realmente estão cumprindo a mitzvah de coração e com muita sinceridade!

Para casais ortodoxos, taharat hamishpacha eh uma regra indiscutível. Não há discussão ou dúvidas de “será que cumpro ou não?”. Eh a lei e ponto final.

MULHERES SOLTEIRAS QUE TENHAM UMA VIDA SEXUAL ATIVA PODEM IR A MIKVAH? Sim e não. Ou seria não e sim? Tudo depende do grupo judaico ou da comunidade (bairro, sinagoga) onde a mikva for construída.

Em Israel e em países onde a população judaica é grande e desta maneira, ha muitas mikvaot disponíveis, é impossível saber quem é casada ou não. Em certas comunidades israelenses, grande parte das atendentes, também conhecidas como “mikva ladies” (mulheres que assistem a imersão para certificar sua validade) são funcionarias do governo… então elas não podem nem sequer perguntar o estado civil das mulheres que usam a mikva.

No entanto… ha “mikva ladies” (mulheres)que mesmo trabalhando para o governo, se opoem quando percebem que a mulher é solteira (elas percebem pela falta de aliança na mão esquerda ou falta de familiaridade da mulher com a imersão) e não lhes permite usar a mikvah.

Agora em países com comunidades judaicas pequenas, onde as mikvas geralmente ficam dentro do terreno da sinagoga e assim sendo, pertencem a sinagoga, tipo… em um bairro onde todo mundo conhece todo mundo… eu acredito que não permitam que mulheres solteiras ou divorciadas usem a mikvah…

QUEM PODE ENSINAR ESSA MITZVAH? Antigamente, as mães ensinavam suas filhas. Atualmente, as mães não fazem mais isso (falando de uma maneira geral) e passaram a responsabilidade para professoras especializadas em todos os detalhes desta mitzvah. Tais professoras ensinam pacientemente para a kallah (noiva) esta mitzvah em aulas particulares.

Grande parte destas professoras trabalha em caráter voluntario, no entanto, é uma boa ideia lhes entregar um presente no final do curso.

COMO SÃO AS AULAS? A maneira ideal é que esta mitzvah seja ensinada em aulas particulares: professora-aluna. Assim, elas terão tempo de conversar, a kallah (noiva) ou aluna que seja casada, pode abrir o coração e tirar TODAS as dúvidas que jamais teria coragem de perguntar se houvesse uma terceira pessoa na aula… A professora pode repetir infinitas vezes as regras e dicas para o cumprimento da mitzvah. As professoras são suuuuuuuuuuuuuper pacientes. Não há pressa nenhuma nas aulas. A responsabilidade da professora é tremenda, pois se ela ensina qualquer detalhe errado… uau… a vida da kallah (ou da mulher casada) e de sua família estarão comprometidas. Por isso as professoras tem que passar por um curso especializado.

COMO É UMA MIKVA? Assim (clique aqui para ver um post com fotos de mikvas de conversão). E todos os preparativos para retirada de hatzitza encontrados neste tópico devem ser cumpridos por mulheres que praticam taharat hamishpacha.

MIKVA E TIKVA – Todas nos aprendemos de nossas professoras que a palavra ‘mikva’ está ligada a palavra hebraica ‘tikva’, que significa ‘esperança’. Bonito, não? Ajuntamento de águas, águas que purificam, importância de relacionamentos, renovação espiritual e esperança! Sim, ha inúmeros insights sobre essas duas palavras.

MIKVA E GRAVIDEZ – A mulher que tem uma gravidez saudável não precisa ir a mikva até após o nascimento de seu bebê.

MIKVA E AMAMENTAÇÃO – Uma mulher saudável tem o seu ciclo menstrual interrompido durante o período de amamentação, assim sendo, ela é tahara (estado espiritual de pureza) do momento que visitou a mikva (depois do nascimento da criança) até o momento onde seu corpo naturalmente volte ao estado de niddah. Algumas mulheres amamentam por 2 anos, e ficam em estado de tahara (sem precisar ir a mikva) neste período.

MIKVA E ABORTO – Seja o aborto involuntário (espontâneo) ou voluntário, a mulher se encontra em estado de niddah.

MIKVA E MENOPAUSA – Quando o ciclo menstrual se encerra, a mulher que visitou a mikva depois de seu último estado de niddah entra em um estado de pureza continua. Se uma judia nunca foi a mikva na vida e entrou em menopausa, ela ainda pode ir a mikva uma única e ultima vez para se purificar do estado de niddah. Depois que ela emergir das águas, ela entrará no mesmo estado de tahara (pura, pureza), como qualquer outra mulher judia que tenha sempre ido a mikva.

“Perai, Esther. Como assim? Ela só foi na mikva uma vez na vida e é tao pura quanto a mulher que foi a vida inteira?” Pois é, a mikva é um dos mandamentos mais misteriosos que há e a ligação da palavra ‘mikva’ e ‘tikva’ é real. Há esperanca para todos. Uma mulher que visitou a mikva uma única vez na vida (apos entrar em menopausa), se torna tao pura quanto uma que foi a mikva a vida inteira.

RELEMBRANDO A MITZVAH – Devido ao passar do tempo, gravidez, amamentação ou até mesmo falhas na memória, é TOTALMENTE NECESSÁRIO que uma mulher casada reveja os princípios desta mitzvah, seja com ajuda de uma professora ou sozinha com seu marido.

TECNOLOGIAS – Hoje em dia há apps e vários websites que ajudam as mulheres que cumprem esta mitzvah a manter o “calendário” de uma maneira correta. No entanto, não use tais calendáarios online sem ajuda de uma professora, pois sem a devida instrução, eles confundem mais do que ajudam.

Um pouco de minha vida pessoal…Eu me tornei uma professora da mitzvah de taharat hamishpacha há alguns meses atras, na verdade.

Recebi meu treinamento na organização liderada pela nossa amada Rebbetzin Tehilla Abramov. Hoje ensino (ou simplesmente ajudo) mulheres casadas que desejam conhecer (ou rever) esta mitzvah tão essencial na vida judaica.

TUDO A SEU TEMPO CERTO!!!!
Você, mulher judia ou estudante em um curso de conversão ao Judaismo AINDA É SOLTEIRA e quer aprender as halachot de taharat hamishpacha? Não, amiga… por favor entenda que tudo tem o seu tempo certo, ok? Estudar algo premeditadamente pode causar efeitos NEGATIVOS, pois tal material não será passado para você por uma professora, correto? O que mulheres solteiras devem saber é que essa mitzvah existe. Os detalhes de como a mitzvah será cumprida serão ensinados na HORA CERTA, ou seja, APÓS O SEU NOIVADO.

MULHERES NÃO-JUDIAS OU JUDIAS QUE NÃO SE INTERESSAM EM CUMPRIR A MITZVAH = O corpo feminino está sempre evolução. Médicos sabem disso e as vezes, eles precisam de informações detalhadas sobre o funcionamento do corpo de suas pacientes. Se você se encontra em uma das descrições acima, é aconselhável que você simplesmente anote as datas em que seu ciclo menstrual se inicia e termina, a fim de ajudar futuros tratamentos médicos. Auto-conhecimento físico e emocional é uma ferramenta muito importante quando tratamos de nossa saúde. Hoje em dia há apps ou calendários que você pode acessar em seu comportador ou smartphone que irão lhe ajudar a manter estas informações sempre atualizadas. Kol tuv, Esther [2]

Fontes: [1] http://www.chabadpoa.org/templates/articlecco_cdo/aid/1847828/jewish/Fontes-da-Vida.htm
[2] A Vida Pratica Judaica, 08.06.2015: https://www.vidapraticajudaica.com/single-post/2015/06/08/Pureza-Familiar
Coordenador: Saul S. Gefter, Diretor Executivo 18 de Sivan de 5778 – 01 de junho de 2018

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