28 de out. de 2020

Diane Kruger vive espiã do Mossad em novo filme no streaming

Diane Kruger vive espiã do Mossad em novo filme no streaming
Consegui passar pelo controle com o passaporte falso’, conta a atriz sobre treinamento que fez com integrantes da agência de inteligência de Israel para o papel.

Diane Kruger já fez diversos filmes de ação e adora as aventuras de James Bond. Mas a atriz alemã de 42 anos vai logo avisando que sua identificação com a trama de “A agente infiltrada”, thriller no qual interpreta uma espiã do Mossad, a agência de inteligência de Israel, não passa pelo desejo de participar de um projeto com o espírito das aventuras de 007. O longa-metragem dirigido pelo israelense Yuval Adler está disponível nas plataformas Claro Vídeo, Now, Vivo Play, iTunes, Apple TV, Google Play, YouTube Filmes e Sky Play.

— Amo filmes de ação mas, para ser honesta, o que conquistou a atenção no projeto do Yuval foi sua parte cerebral, o que ele tem de contato com o mundo real dos agentes secretos — disse, durante o Festival de Berlim, a estrela de “Em pedaços” (2017), com o qual ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes. — “Agente infiltrada” fala de uma mulher à deriva, que não pertence a alguém ou a algum lugar, que é convocada pelo Mossad. 
Gostei da ideia de mergulhar na psique dessa personagem, alguém que busca um sentido para a sua vida .
Inspirado no livro “The english teacher”, escrito por Yiftach Reich Atir, ex-integrante das forças especiais israelenses, o filme de Adler é centrado na figura de Rachel (Diane), poliglota de origem britânico-alemã que acaba de perder o pai, seu último laço com algum tipo de vida social. O Mossad encontra em Rachel os requisitos perfeitos para enviá-la a Teerã disfarçada de professora de inglês: sua missão é se aproximar de um playboy iraniano ligado ao programa nuclear daquele país. Mas, quando ela se envolve romanticamente com ele e perde contato com a agência, seu chefe imediato é obrigado a encontrar a agente, antes que ela se torne um risco.
— Não é um filme sobre espiões, mas sobre as relações entre pessoas que vivem vidas que não são as suas. O que há de original no livro de Reich Atir é que ele explora a vida de um espião em primeira pessoa, da perspectiva do agente — afirmou Adler, que estreou em longas-metragens com “Belém — Zona de conflito” (2013). 
— O gênero espionagem é interessante por várias razões. Uma delas é que há algo de existencial nessa coisa de viver uma vida que não é sua. Um exemplo bobo: é muito mais fácil dar uma cantada numa garota para um amigo do que para você mesmo, porque você se desprende de si mesmo e fala em nome de outra pessoa 

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