Os israelenses protestam contra o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu enquanto marcham por Jerusalém em 5 de setembro de 2020.     Manifestante 'vestida de mulher nua' presa por 'assédio sexual público'
Milhares compareceram no sábado à noite para o protesto em frente à residência oficial do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, marcando a 11ª semana de tais manifestações. 
Como já é costume, os manifestantes se reuniram na rua Jaffa, no centro da cidade, e marcharam em direção à residência do primeiro-ministro no bairro vizinho de Rehavia, onde encontraram barricadas policiais. 
Dois policiais ficaram feridos em confrontos com manifestantes, informou a mídia local. 
Na sexta-feira, a polícia prendeu 13 ativistas por tentarem fugir com as pesadas barreiras de aço antes do protesto de sábado. 
A mídia local informou no sábado que a polícia prendeu um manifestante que "estava vestido como uma mulher nua", já que tal comportamento representava "assédio sexual público". 
Várias centenas se reuniram para protestar contra as políticas pandêmicas do líder do lado de fora de sua casa particular na próspera cidade de Cesareia, no norte.
A polícia de Jerusalém afirmou repetidamente que temia que as intensas manifestações semanais pudessem ir ao mar e se transformar em violência 



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