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O ministro da Saúde que contaminou o governo de Israel

O ministro da Saúde que contaminou o governo de Israel     

Seguidores do judaísmo ultraortodoxo são os mais atingidos pelo “vírus que mata judeus” e um líder e ministro não seguiu as próprias regras de isolamento.

A próxima quarta-feira será um dia decisivo em Israel. Começa a Páscoa judaica, ou Pessach, o feriado religioso mais importante.
No meio da epidemia, pode ser também o mais letal.
Para os judeus religiosos, e mesmo aqueles que só seguem a tradição uma vez por ano para não desagradar pais ou avós, tudo o que acontece durante o Pessach está proibido: refeições em família, orações coletivas na sinagoga e uma semana de jejum, culminando no jantar pascal.
Para os judeus ultraortodoxos, aqueles que praticamente só se dedicam à religião, a situação é mais complicada ainda.
Por motivos comportamentais, de vida comum e muito próxima de orações e estudos do Talmude, o novo coronavírus explodiu em suas comunidades, tanto em Israel quanto nos Estados Unidos e na Inglaterra.
Problema adicional: por motivos políticos, o partido que representa judeus ultraortodoxos de origem europeia, o Agudat Israel, tem muita influência na formação sempre apertada de governos de coalizão.
Seu líder, Yaakov Litzman, ganhou o Ministério da Saúde na repartição de cargos que faz parte do parlamentarismo (conhecida no Brasil como presidencialismo de coalizão).




Blog Judaico 
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