30 de abr. de 2020

Shira Haas ganha prêmio de Melhor Atriz no Tribeca Festival

Shira Haas ganha prêmio de Melhor Atriz no Tribeca Festival

Shira Haas ganha prêmio de Melhor Atriz no Tribeca Festival     A atriz israelense Shira Haas ganhou o prêmio de Melhor Atriz em Longa Metragem Internacional ou sua atuação no filme Ásia, de Ruthy Pribar.
A atriz israelense  Shira Haas  ganhou o prêmio de Melhor Atriz em Longa Metragem Internacional no Festival de Tribeca em Nova York na noite de quarta-feira por sua atuação no filme Ásia, de Ruthy Pribar.
O filme também ganhou prêmios de Melhor Fotografia em Longa-Metragem Internacional por sua diretora de fotografia, Daniella Nowitz, e Ruthy Pribar, sua diretora, ganhou o Prêmio Nora Ephron. O Prêmio Nora Ephron foi estabelecido em memória do falecido diretor / roteirista em 2013 e é concedido a uma escritora ou diretora que encarna o espírito de Ephron. Ele vem com um prêmio em dinheiro de US $ 25.000. A diretora israelense Talya Lavie venceu em 2014. 
Ásia conta a história de uma jovem (Haas) que está morrendo e seu relacionamento complexo com sua mãe solteira, uma enfermeira da Rússia que emigrou para Israel há alguns anos. 
Haas  está desfrutando de uma onda de sucesso internacional graças ao seu elogiado desempenho na série Netflix Unorthodox, sobre uma mulher que deixa uma comunidade ultraortodoxa no Brooklyn e se muda para Berlim. Haas também é bem conhecida pelos telespectadores internacionais por sua atuação como outra mulher ultraortodoxa em Shtisel. 
O jovem de 24 anos também teve uma extensa carreira no cinema, com papéis no Foxtrot de Samuel Maoz; A princesa de Tali Shalom-Ezer, pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Jerusalém; e Noble Savage, de Marco Carmel, pelo qual recebeu o Ophir Award de Melhor Atriz Coadjuvante. 
O júri do Tribeca, que incluía o diretor Danny Boyle (Slumdog Millionaire) e o ator William Hurt (beijo da mulher-aranha), divulgou uma declaração sobre o trabalho de Haas na Ásia que dizia: “O rosto dela é uma paisagem sem fim, na qual até os mais pequenos expressão é de partir o coração; ela é uma atriz incrivelmente honesta e atual, que traz profundidade a tudo o que faz. ”
O Tribeca Film Festival optou por continuar on-line em vez de cancelar ou adiar devido à pandemia de coronavírus. Além dos jurados, críticos de cinema e profissionais do setor receberam acesso on-line aos filmes. Os prêmios foram entregues em uma apresentação on-line que contou com dois dos fundadores do festival, Robert De Niro e Jane Rosenthal. 
The Half of It, de Alice Wu, um romance sobre uma nerd lésbica do ensino médio, venceu o US Narrative Feature Competition dos EUA. The Half of It estará disponível na Netflix a partir de sexta-feira. 
Tribeca é o segundo festival de cinema de destaque que optou por entrar na web em vez de cancelar ou adiar até que a crise do coronavírus termine. Em março, o Festival de cinema South by Southwest (SXSW), em Austin, Texas, disponibilizou seus filmes para o público on-line e premiou. 
O Tribeca Film Festival e o YouTube anunciaram na segunda-feira que formariam parceria com muitos festivais de cinema do mundo para apresentar um festival online gratuito de 29 de maio a 7 de junho, chamado "Somos um: um festival de cinema global" (ver matéria relacionada). 
O Festival de Cinema de Jerusalém, que foi inaugurado em julho, mas que foi adiado, é um dos participantes, juntamente com Cannes, Sundance, Toronto, Veneza e muitos outros.



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Inteligência israelense ajudou a Alemanha a decidir proibir o Hezbollah

Inteligência israelense ajudou a Alemanha a decidir proibir o Hezbollah

     
Israel forneceu informações que ajudaram a Alemanha a tomar a decisão ilegal do grupo terrorista libanês, informa a emissora pública Kan, sem citar uma fonte.
O relatório diz que as autoridades em Israel foram notificadas da decisão iminente vários dias antes, incluindo a campanha de prisão planejada dos membros do grupo.


Enviado dos EUA elogia a Alemanha por proibir o Hezbollah e pede à UE que siga o exemplo

O embaixador dos EUA na Alemanha, Richard Grenell, congratula-se com o reconhecimento de Berlim do Hezbollah como um grupo terrorista e solicita que "todos os Estados membros da União Europeia adotem medidas semelhantes".
A maioria das nações européias coloca na lista negra apenas a ala militar da organização extremista libanesa, enquanto tolera sua ala política influente. A Alemanha mudou essa postura esta manhã, proibindo o grupo em sua totalidade, bem como qualquer uso de seus símbolos.


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 Ernesto não pede desculpas e culpa jornal de Israel

Ernesto não pede desculpas e culpa jornal de Israel

 Ernesto não pede desculpas e culpa jornal de Israel    Ernesto ignora cobrança de desculpas a lideranças judaicas e culpa jornal de Israel
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ignorou a cobrança de lideranças judaicas por um pedido de desculpas e criticou o jornal The Times of Israel por, segundo o chanceler, fazer uma "crítica injusta e completamente equivocada" do que ele escreveu em seu blog pessoal.

Ernesto comparou o isolamento social para conter o coronavírus aos campos de concentração nazistas que mataram milhões de judeus.

Nesta terça-feira (28), o Comitê Judeu Americano exigiu um pedido de desculpas do ministro. "Essa analogia usada por Ernesto Araújo é profundamente ofensiva e totalmente inapropriada. Ele deve se desculpar imediatamente", escreveu o Comitê no Twitter.

"Orgulho-me de minha postura de denunciar e combater o antissemitismo e de meu trabalho pela construção da relação de profunda amizade e parceria desejada pelos povos do Brasil e de Israel", escreveu o ministro, ao se defender.

Sem mencionar o Comitê e a cobrança pelo pedido de desculpas, ele disse que foi o filósofo e psicanalista esloveno Slavoj Zizek quem trouxe os "campos de concentração como referência" ao falar da "sociedade totalitária que, em sua teoria, pode emergir da pandemia".

Em texto publicado na semana passada seu blog pessoal, Ernesto afirma, entre outras teorias da conspiração, que a pandemia de coronavírus faz parte de um "projeto globalista" que é um "novo caminho" e um "estágio preparatório ao comunismo".

"No meu artigo, chamei a atenção, com indignação, para o trecho do livro em que Zizek banaliza o holocausto, quando ele elogia o lema colocado à porta de Auschwitz, 'Arbeit Macht Frei' [o trabalho liberta]", escreveu Ernesto.

O ministro acusou o Times of Israel de ter feito uma "leitura distorcida" de seu artigo e enumerou ações, que, segundo ele, comprovam suas tentativas de construir uma boa relação entre Brasil e Israel.

"Modificamos inteiramente o padrão de votação do Brasil nas Nações Unidas, abandonando a votação sistemática contra Israel, de caráter injusto e discriminatório, praticada durante décadas. Rejeitamos frontalmente o antissemitismo que se esconde por trás do antissionismo."

"Apoiamos o plano de paz para a questão Israel-Palestina apresentado pelo governo dos EUA com apoio do governo de Israel, considerando que o plano parte da premissa indispensável de que qualquer solução garanta a segurança e a própria existência de Israel como Estado judeu", acrescentou o ministro.

As declarações de Ernesto em seu blog pessoal também foram repudiadas por outras associações da comunidade judaica.

Em nota, o Instituto Brasil-Israel disse que, ao colocar os campos de concentração nesses termos, Ernesto "anula e relativiza a memória do Holocausto. E ainda pior, acaba por reproduzir a lógica nazista: transformar os campos da morte em fábricas do esquecimento".

"Impressiona o uso excessivo e absurdo que membros do atual governo brasileiro fazem do nazismo e do Holocausto. Desde as afirmações do atual presidente de que o nazismo seria de esquerda (feitas em frente ao Museu do Holocausto, em Jerusalém) até a reprodução do discurso do ministro da propaganda nazista pelo ex-secretário especial de cultura, os absurdos se multiplicam", diz a nota do Instituto.

Em entrevista ao jornal israelense The Times of Israel, o brasileiro Ariel Krok, membro do comitê diretor do Corpo Diplomático Judaico do Congresso Judaico Mundial, disse que a declaração de Ernesto "é de mau gosto, perigosa e demonstra completa ignorância do assunto".

"A comparação bizarra é um claro exemplo da trivialização do que os campos de concentração foram, em que tantas vidas foram tomadas e que causaram tanto sofrimento."

Em carta aberta ao chanceler, o grupo Juventude Judaica Organizada diz que a comparação "não só foi infeliz como desrespeitosa".

"Ao fazer esse tipo de comparação, vossa Excelência e todos aqueles que insistem em fazer esse tipo de analogia, não só utilizam de maneira grosseira uma barbárie sem precedentes como também desrespeitam a memória de mais de SEIS milhões de judeus e suas famílias", diz o texto.

O grupo também pediu que o ministro se desculpe publicamente, afirmando que essa é a condição para que possa manter a "confiança no bom senso e respeito do Itamaraty, que é a parte do governo que mais se aproximou de nossa comunidade e de Israel na história do Brasil".

Em resposta à declaração de Ernesto, segundo o qual "o nazista é um comunista que não se deu ao trabalho de enganar as suas vítimas", o grupo Judeus pela Democracia, que reúne judeus de esquerda no Brasil, escreveu uma nota de repúdio em sua página no Facebook.

"Equiparar nazismo e comunismo é um dos revisionismos históricos mais perigosos da atualidade. O regime nazista foi de extrema direita em toda a sua essência. Comparar isso com os erros do comunismo é um absurdo", diz a publicação.

De acordo com o chanceler brasileiro, o "comunavírus", "vírus ideológico" que se sobrepõe ao coronavírus, faz "despertar para o pesadelo comunista".

Em seu texto, ele também questiona entidades internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para o ministro, "transferir poderes" à OMS esperando que ela seja mais "eficiente para lidar com os problemas do que os países agindo individualmente" é um pretexto "jamais comprovado" e "o primeiro passo na construção da solidariedade comunista planetária".



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Comitê Judaico Americano exige desculpas do chanceler Ernesto Araújo

Comitê Judaico Americano exige desculpas do chanceler Ernesto Araújo

Comitê Judaico Americano exige desculpas do chanceler Ernesto Araújo     Ministro das Relações Exteriores comparou quarentena com campos de concentração nazistas; entidade considerou a fala 'ofensiva e inapropriada'.
Uma das mais importantes associações judaicas dos Estados Unidos exigiu que o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, peça desculpas por uma postagem em seu blog pessoal em que compara o distanciamento social aos campos de concentração nazistas. Pelo Twitter, o Comitê Judaico Americano classificou a analogia do chanceler como “profundamente ofensiva e totalmente inadequada”.
Em um texto publicado no seu blog “Metapolítica 17” no último dia 22, Araújo faz uma crítica do livro Virus, do filósofo esloveno de esquerda Slavoj Zizek. Segundo o ministro, o autor acredita que o lema nazista ‘Arbeit Macht Frei’ (o trabalho liberta) ainda é correto, mas foi usado de maneira equivocada durante o Holocausto.

“Os comunistas não repetirão o erro dos nazistas e desta vez farão o uso correto. Como? Talvez convencendo as pessoas de que é pelo seu próprio bem que elas estarão presas nesse campo de concentração, desprovidas de dignidade e liberdade”, escreveu, se referindo ao isolamento social implantado em diversos países do mundo para combater o avanço do novo coronavírus.
No texto, o chanceler defende a ideia de que o mundo enfrenta o “comunavírus”, depois que a pandemia de Covid-19 “fez despertar novamente para o pesadelo comunista”.
Para o Comitê Judaico Americano, considerado uma das mais importantes associações da comunidade judaica nos Estados Unidos, Ernesto Araújo “deve se desculpar imediatamente” por seu posicionamento. “Essa analogia usada por Ernesto Araujo, Ministro das Relações Exteriores do Brasil, comparando as medidas de distanciamento social com campos de concentração nazistas, é profundamente ofensiva e totalmente inapropriada”, escreveu o comitê no Twitter.
Após a exigência de retratação, Ernesto Araújo publicou em sua página no Twitter nesta quarta-feira, 29, uma série de postagens destacando os esforços conjuntos do governo de Jair Bolsonaro e do Ministério das Relações Exteriores para aproximar Brasil de Israel e de todo o povo judeu. Ainda retomou a ideia da mudança da embaixada do Brasil no país de Tel Aviv para Jerusalém, que se pensava esquecida.
O chanceler disse ainda que a matéria compartilhada pelo Comitê Judaico Americano, do jornal israelense Times of Israel, traz uma “crítica injusta e completamente equivocada”. 
“Uma aproximação no plano político, econômico, tecnológico e também no plano simbólico, que corresponde aos valores ideais profundos do povo brasileiro, esses ideais que me dedico dia e noite a defender”, escreveu ainda sobre a aproximação com Israel. “Concretizamos a abertura do escritório comercial brasileiro em Jerusalém e, conforme o Presidente Bolsonaro já tem afirmado, estamos rumando para a transferência da Embaixada do Brasil em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém”. 
A frase ‘Arbeit Macht Frei’ foi colocada na entrada de vários campos de extermínio do regime nazista durante a II Guerra Mundial, como no campo de concentração de Auschwitz. Estima-se que o Holocausto tenha matado cerca de 6 milhões de judeus, além de outras 11 milhões de pessoas de outros grupos perseguidos pelos nazistas.



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29 de abr. de 2020

Likud, Azul e Branco: Coalizão definida na próxima semana

Likud, Azul e Branco: Coalizão definida na próxima semana

Likud, Azul e Branco: Coalizão definida na próxima semana     Ambas as partes confiam que o Supremo Tribunal não intervirá.
Com o prazo da próxima quinta-feira para construir uma coalizão se aproximando rapidamente, as autoridades do Likud e do Blue e White expressaram confiança na quarta-feira à noite de que aprovarão a legislação necessária para permitir que um governo na próxima semana.
mandato de três semanas do Presidente Reuven Rivlin para qualquer MK obter o apoio de 61 MKs para formar um governo expira na próxima quinta-feira à noite à meia-noite. Esse se tornou o prazo para aprovar dois projetos de lei separados que o Likud e o Blue e o White consideram um pré-requisito para a formação do governo.

Um filibuster de Yesh Atid-Telem colocou em risco esse prazo. Mas o líder azul e branco Benny Gantz, que é o orador do Knesset, acrescentou três dias extras de votação no plenário do Knesset na quinta-feira, domingo e no próximo domingo para garantir que as contas sejam aprovadas.
"Estou cautelosamente otimista de que cumpriremos nosso objetivo de aprovar as contas em dia", disse Eitan Ginzburg, Blue and White MK, que preside um comitê especial do Knesset formado para aprovar as contas. "Sabíamos que haveria uma obstrução, mas estamos realmente adiantados".
Ginzburg expressou confiança de que a Suprema Corte não interviria para impedir a formação do governo, assim como os políticos do Likud próximos ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
O procurador-geral da República, Avichai Mandelblit, deve emitir sua tão esperada decisão ainda nesta quinta-feira sobre se ele acredita que Netanyahu possa formar um governo, apesar de suas acusações criminais. Mandelblit adiou sua decisão enquanto esperava que os partidos políticos apresentassem suas opiniões ao tribunal. A Blue and White apresentou seu pedido de permissão para Netanyahu formar um governo na terça-feira.
A Suprema Corte tratará se Netanyahu pode formar um governo no domingo e com a legalidade dos acordos de coalizão na terça e quarta-feira. Espera-se que os dois se pronunciem na próxima quinta-feira, antes dos votos do Knesset naquela noite para aprovar o novo governo.     



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Fauda é a série mais assistida no mundo árabe

Fauda é a série mais assistida no mundo árabe

Fauda é a série mais assistida no mundo árabe     A série israelense  se tornou a mais assistida no mundo árabe na Netflix. O criador da série, AviIssacharoff afirmou: “Acho que parte do sucesso é a língua, já que Fauda foi traduzida para a língua árabe e também estamos trazendo a história dos dois lados, não apenas para o lado israelense”.
A terceira temporada de “Fauda” finalmente chegou à Netflix. Foi uma longa espera: a segunda leva de episódios terminou em 2018. Esse hiato comprido se explica, em parte, pelo orçamento restrito. A aventura realizada pela produtora israelense Yes é resultado de uma feliz (nesse caso) combinação de falta de recursos com criatividade. Não há grandes efeitos ou filmagens requintadas. “Fauda” se garante naquilo que é essencial: os ótimos roteiros. Acompanhamos as aventuras de uma unidade secreta do exército de Israel, o Mistaaravim. Os agentes são capazes de emular o inimigo (o Hamas) com perfeição. Assim, se infiltram para combater o terrorismo tramado na Faixa de Gaza. Eles falam hebraico e árabe com a mesma naturalidade. Esse bilinguismo tão natural funciona como uma metáfora da proximidade cultural entre vizinhos judeus e muçulmanos — algo que infelizmente se dilui em guerras dramáticas.
Fauda é a série mais assistida no mundo árabeReencontramos o protagonista, Doron (LiorRaz), vivendo na Cisjordânia. Ele usa a falsa identidade de um treinador de boxe de origem palestina. Seu aluno, Bashar Hamdi (Ala Dakka), é um garoto de 19 anos, filho de um militante do Hamas que está prestes a deixar a cadeia depois de 20 anos preso. A relação entre professor e pupilo é forte e se aprofundou graças à carência que o rapaz sente pela ausência do pai. Doron frequenta a casa da família e partilha da intimidade deles sem levantar desconfianças. Até que é descoberto e tudo muda. Os dramas que se desenrolam são reflexos dos antagonismos que marcam aquele cenário geopolítico. Doron e Bashar simplesmente não podem ser amigos. Essa realidade inexorável é uma das mensagens da série.
Fonte: Patricia Kogut/O Globo



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População de Israel é de 9,2 milhões

População de Israel é de 9,2 milhões

População de Israel é de 9,2 milhões      A população israelense teve um aumento de 171.000 pessoas desde o ano passado, chegando a quase 9,2 milhões. A grande maioria (74%) é judia e 21% árabe. 

A previsão é de que a população chegue a 15,2 milhões no centenário de Israel, em 2048. A informação é do Escritório Central de Estatísticas antes do 72º Dia da Independência do país, que começa hoje (dia 28 de abril). No ano passado, 180.000 bebês nasceram, 44.000 pessoas morreram e 32.000 imigraram da diáspora. 

 A população é considerada jovem: cerca de 28% da população tem entre 0 e 14 anos, enquanto 12% tem 65 anos ou mais. Atualmente, existem 6,806 milhões de judeus, representando 74% da população, enquanto os 1,93 milhão de árabes em Israel representam 21% da população. 

Pessoas de outras origens ou credos, que se definiram como “outras”, chegam a 454.000 e representam os 5% restantes. Entre a população judaica, 78% são cidadãos nascidos em Israel. Desde a fundação de Israel em 1948, 3,3 milhões de pessoas emigraram para o país, 44% delas chegando desde 1990. 

 Em 1948, apenas seis por cento da população judaica global de 11,5 milhões vivia em Israel. Hoje, 45% dos 14,7 milhões de judeus do mundo residem no estado judeu. 

 Em 2020, as cinco cidades mais populosas foram Jerusalém (936.047), Tel Aviv-Jaffa (461.352), Haifa (285.542), Rishon Lezion (254.238) e PetahTikva (248.005).



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27 de abr. de 2020

7 mortos no segundo suposto ataque aéreo israelense na Síria em uma semana

7 mortos no segundo suposto ataque aéreo israelense na Síria em uma semana

7 mortos no segundo suposto ataque aéreo israelense na Síria em uma semana     Relatórios iniciais alegaram que houve vítimas e danos materiais ao sul de Damasco.
Pelo menos quatro militantes iranianos e três civis foram mortos e outras quatro pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança, depois que os sistemas de defesa aérea da Síria foram ativados em resposta a um suposto ataque aéreo israelense contra a área de Damasco a partir do espaço aéreo libanês na manhã de segunda-feira, de acordo com a Síria. Observatório de Direitos Humanos (SOHR). 
O ataque marca o segundo ataque aéreo na Síria atribuído a Israel na semana passada.
As mortes e feridos de civis foram causados ​​depois que estilhaços de mísseis israelenses atingiram casas nas cidades de Al-Hujaira e Al-Adliya na área de Damasco, segundo a agência de notícias estatal da Síria, SANA. A SOHR informou que não está claro se os estilhaços eram de mísseis israelenses ou sistemas de defesa aérea da Síria.
Imagens divulgadas nas mídias sociais a partir da cena mostraram um prédio com grande parte do andar superior danificado, juntamente com relatos de que um homem e sua esposa que moravam no prédio foram mortos.

A emissora de TV Halab Today, afiliada à oposição, relatou que testemunhas das áreas afetadas pelos supostos ataques aéreos declararam que havia tráfego contínuo de ambulâncias por uma hora após os ataques e que as vítimas foram causadas pelos ataques. 
A emissora de TV acrescentou que grandes explosões foram ouvidas no local antes mesmo dos sistemas de defesa aérea da Síria começarem a responder. Uma fonte militar disse à SANA que os sistemas foram capazes de abater a maioria dos mísseis, mas que alguns conseguiram causar danos materiais.

 




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