31 de mar. de 2020

13 Princípios

13 Princípios

13 Princípios     Moshê Maimônides (1135-1204) é reconhecido como o mais famoso dos comentaristas judeus. Escritor aclamado, estimado filósofo, médico de renome e mestre talmúdico - este é seu legado. Sua obra magna, Mishnê Torá, é considerada até hoje como a mais conceituada e completa codificação da lei judaica, na qual explica nos fundamentos da crença judaica que a Torá é verdadeira.

Se uma pessoa negar qualquer preceito ou conceito da Torá é como se ele estivesse negando a Torá inteira, pois a Torá é uma unidade, uma só essência. Se uma pessoa desconhece algum princípio da Torá, ele é simplesmente considerado ignorante. Mas se alguém é ignorante em um dos Treze Princípios de Fé de Maimônides, então ele deixou de conhecer o que é judaísmo.

Ao formular os Treze Princípios de Fé, Maimônides percorreu a literatura judaica sagrada, estabelecendo os principais pontos de afirmação e crença no D-us único e em Sua revelação a Moshê, o líder de nosso povo.

1. Creio com plena fé que D-us é o Criador de todas as criaturas e as dirige. Só Ele fez, faz e fará tudo.

2. Creio com plena fé que o Criador é Único. Não há unicidade igual à d’Ele. Só ele é nosso D-us; Ele sempre existiu, existe e existirá.

3. Creio com plena fé que o Criador não é corpo. Conceitos físicos não se aplicam a Ele. Não há nada que se assemelhe a Ele.

4. Creio com plena fé que o Criador é o primeiro e o último.

5. Creio com plena fé que é adequado orar somente ao Criador. Não se dever rezar para ninguém ou nada mais.

6. Creio com plena fé que todas as palavras dos profetas são autênticas.

7. Creio com plena fé que a profecia de Moshê Rebênu é verdadeira. Ele foi o mais importante de todos os profetas, antes e depois dele.

8. Creio com plena fé que toda a Torá que se encontra em nosso poder foi dada a Moshê Rebênu.

9. Creio com plena fé que esta Torá não será alterada e que nunca haverá outra dada pelo Criador.

10. Creio com plena fé que o Criador conhece todos os atos e pensamentos do ser humano.

11. Creio com plena fé que o Criador recompensa aqueles que cumprem Seus preceitos e pune quem os transgride.

12. Creio com plena fé na vinda de Mashiach. Mesmo que demore, esperarei por sua vinda a cada dia.

13.Creio com plena fé na Ressurreição dos Mortos que ocorrerá quando for do agrado do Criador.


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Bife Suíço

Bife Suíço

Bife Suíço

Ingredientes
  • 750 g de carne de bife
  • 2 colheres (de sopa) de fécula de batata
  • 1 1/2 colher (chá) de sal
  • 1/4 colher (de chá) de pimenta (opcional)
  • 1 cebola média
  • 3 colheres (de sopa) de óleo
  • 8 tomates descascados e batidos no liquidificador
  • 1 xícara (de chá) de água
  • 3 batatas médias cortadas em quatro
Preparo
Corte a carne em quatro pedaços; misture a fécula de batata, o sal e a pimenta em uma tigela e passe a carne nesse tempero.
Em fogo médio doure as cebolas em óleo em uma frigideira.
Coloque a carne e deixe-a dourar lentamente em todos os lados.
Acrescente os tomates e a água e deixe ferver.
Por fim, coloque as batatas, cubra a frigideira e deixe cozinhar por cerca de 1 hora e meia.




































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Portugal homenageia vítimas da Inquisição

Portugal homenageia vítimas da Inquisição

Portugal homenageia vítimas da Inquisição      O Parlamento de Portugal consagrou oficialmente a data de 31 de março como “Dia da Memória das Vítimas da Inquisição”.  

A iniciativa visa honrar a memória das vítimas e apelar à tolerância positiva e ao convívio pacífico. 

A data corresponde ao dia em que foi extinta a Inquisição pelas Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes, a 31 de março de 1821.
Os judeus começaram a ser expulsos do país em 1497, com massacres subsequentes, culminando em 1536, quando dezenas de milhares de pessoas foram forçadas a fugir ou se converter ao cristianismo. Medidas semelhantes haviam sido promulgadas na Espanha alguns anos antes.
A Inquisição vigorou em Portugal de 1546, no reinado de D. João III, até 31 de março de 1821. Ao longo de 275 anos, a Inquisição abriu cerca de 45 mil processos contra judeus, homossexuais e pessoas acusadas de heresia e bruxaria. A maioria dos autos de fé era realizada em frente ao Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.



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Novo site visa ajudar os israelenses a ficarem a 100 metros de casa

Novo site visa ajudar os israelenses a ficarem a 100 metros de casa

     

O site informa aos civis quão longe eles podem se aventurar em suas casas em meio a novas e mais rigorosas medidas de coronavírus, que efetivamente congelaram toda a vida social do paísהאתר שמציג רדיוס של 100 מטר


Novas regulamentações de emergência destinadas a combater a disseminação do coronavírus, que entrou em vigor na quarta-feira, deixaram muitos israelenses com mais perguntas do que respostas.
Como você se mantém saudável, como você distrai seus filhos entediados em casa e, o mais importante, como você mede um raio de exatamente 100 metros quando se afasta de sua casa?
Um novo site, chamado " 100 metros de isolamento ", procura prestar assistência a todos aqueles que não têm certeza de quão longe ficam do local de residência.
O site, desenvolvido por Amos Maron e Danny Haknin, é bastante fácil de usar. Basta que o usuário mude as configurações de localização no smartphone ou no computador, e o mapa do Google que acompanha o aplicativo mostrará até que ponto uma pessoa pode se afastar.
Para aqueles que não desejam ativar as configurações de localização, o site tem a opção de inserir o endereço manualmente. Embora o mapa exibido no site esteja em inglês, o endereço pode ser digitado em inglês e hebraico.
O site também fornece imagens de satélite adicionadas recentemente ao Google Earth para oferecer uma visão mais clara da localização atual do usuário.
As novas medidas mais rigorosas entraram em vigor na quarta-feira à noite. Os novos passos foram estabelecidos para restringir ainda mais o movimento de israelenses, mantendo efetivamente as pessoas em suas casas, exceto em situações de emergência.
Entre as novas restrições está a proibição de empreendimentos públicos a mais de 100 metros de casa. As exceções a este pedido incluem reabastecimento de alimentos e medicamentos, consulta médica urgente, doação de sangue, obrigações legais, protesto, prestação de assistência médica a alguém necessitado e outros compromissos de emergência.


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30 de mar. de 2020

É falso que Israel controle a covid-19 sem distanciamento social

É falso que Israel controle a covid-19 sem distanciamento social

     Comprova: é falso que Israel controle a covid-19 sem distanciamento social

Ao contrário do que afirma mensagem divulgada nas redes sociais, o país do Oriente Médio mantém ativas algumas medidas de isolamento e não tem a “melhor situação do mundo” diante da pandemia
É falsa mensagem que circula no WhatsApp e em redes sociais que atribui a Israel “a melhor situação do mundo no controle do coronavírus” por supostamente não adotar medidas de isolamento social. Na verdade, o país do Oriente Médio tem tomado várias iniciativas para restringir a circulação de pessoas, como o fechamento de escolas e universidades.

Em 25 de março, o governo israelense endureceu as regras e estabeleceu a proibição de sair de casa, exceto em casos urgentes, e o fechamento de estabelecimentos comerciais não essenciais e parques. Além disso, o país tem mais casos confirmados pela covid-19 do que outros com IDH semelhante, no mesmo período.

O texto que foi objeto desta verificação circula no WhatsApp e nas redes sociais com 1 vídeo em que o ministro da Defesa israelense, Naftali Bennett, apoia o isolamento prioritário de idosos, grupo com maior risco de mortalidade pela covid-19. Esse vídeo foi publicado em 21 de março no Twitter de Bennett. Em postagens subsequentes na rede social, ele afirma a necessidade de permanecer em quarentena nacional e também propõe outras estratégias de enfrentamento à pandemia, como a adoção de testes em massa.
Falso, para o Comprova, é o conteúdo inventado ou que tenha sofrido edições para mudar o seu significado original e divulgado de modo deliberado para espalhar uma mentira.



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A chave do hoje e do amanhã está no ontem

A chave do hoje e do amanhã está no ontem

A chave do hoje e do amanhã está no ontem     Os filhos do hoje e do amanhã
Estamos muito próximos da festa de Pesach, pelo que dedicaremos estas duas semanas a aspectos relevantes da Festa da Liberdade.
É bem conhecida a história de David Ben Gurion, que, diante de uma comissão de juízes americanos que lhe perguntou por que o povo judeu se sentia tão apegado à Terra de Israel, respondeu que, como sabiam, há 300 anos chegaram os fundadores do Estado Americano no Mayflower. Mas quantos americanos sabem a que horas partiu o navio, como estavam vestidos os primeiros pioneiros e o que comeram durante a viagem? No entanto, todas as crianças judias sabem quando e como, há mais de 3319 anos, os nossos antepassados deixaram a terra do Egito numa jornada rumo à liberdade.
Como conseguimos manter este profundo conhecimento e vivência?
Uma parte central da Hagadá de Pesach é ocupada pela leitura dos quatro filhos: o Sábio, o Malvado, o Simples e Aquele que Não Sabe Perguntar.
Porque aparecem esses quatro tipos de filhos? Alguém considera que um de seus filhos é malvado? Como essa parte da Hagadá se relaciona com o preceito de «e contarás ao teu filho a saída do Egito»?
Os nossos sábios esclarecem-nos precisamente que cada pai deve cumprir esse preceito e não pode deixá-lo nas mãos dos professores. A mitzva só é cumprida quando as palavras da história atingem o coração de nossos filhos; portanto, devemos nos esforçar para ser bons educadores e conhecê-los muito bem para saber como chegar a cada um deles.
Se compararmos o texto bíblico com a Hagadá, veremos que a ordem das perguntas das crianças e suas respostas não são mantidas nos dois textos.
Há algo que nos chama a atenção: quando se fala do filho sábio e do simples, aparece a palavra «amanhã» e, no caso do malvado, e daquele que não sabe perguntar, aparece a palavra «hoje». Por acaso existem filhos de hoje e filhos de amanhã?
A primeira coisa que queremos esclarecer aos nossos filhos é que são todos filhos muito bons, mas que têm necessidades e concepções diferentes do mundo.
O filho sábio: no relato bíblico, esse filho encontra-se 40 anos depois da saída do Egito e antes de entrar na terra de Israel. Nem ele nem seu pai a viveram. A este filho, que pergunta sobre as leis de Pesach «que vocês cumprem» e que é muito sábio, os nossos rabinos dizem-nos que devemos fazê-lo viver a magia do relato. Não deve apenas ser sábio; deve também experimentar o calor da família reunida, a comida especial, e descer da sua «torre de marfim».
O filho malvado: ele na verdade não é malvado; apenas precisamos saber chegar a ele e aos seus questionamentos. O filho sábio detém-se no mundo do sagrado; este filho é o extremo oposto: o seu mundo é o material, longe do ritual e dos detalhes. Suas perguntas são muito boas, mas devemos explicar-lhe que foram os detalhes que nos permitiram, e permitem, continuar com esta tradição milenar. Ele deve saber que o nosso desejo é que ele, daqui a 50 ou 60 anos, também possa transmiti-la aos netos, para que eles continuem fazendo parte da mesa do Seder.
O filho simples: é fácil confundir o simples. Ele não é tolo. A palavra tam, em hebraico, significa «completo». Este filho pergunta «o que é isso?», sobre as leis dos Primogénitos. Ele não entende por que tem que haver diferenças entre os homens, e porque De’s ordenou que o povo de Israel fizesse o sacrifício de Pesach e pintasse as molduras das portas com o sangue, para que fossem pulados na praga do primogénito. Para o simples, devemos responder que as diferenças hoje são necessárias, que, no plano divino, no dia de amanhã todos os homens serão iguais, mas enquanto isso não acontecer, ele fará parte da mesa do Seder e da história de Pesach.
Aquele que não sabe perguntar apresenta-nos o maior desafio. Numa mesa onde o principal é perguntar, esse filho não encontrou uma maneira de se relacionar com os símbolos e sinais da festa e dos costumes em geral. A Hagadá pede aos pais at ptaj lo, devemos abrir-nos para ele, devemos entender o grande poder por trás desse silêncio, chegar ao seu coração e, para isso, ouvi-lo sem nunca interromper o diálogo.
O importante é que os quatro filhos estejam à mesa do Seder, que vivam juntos em suas diferenças, e que nós, como pais, possamos conhecê-los e apreciar o imenso tesouro que cada um possui, pois a chave do hoje e do amanhã está no ontem.
Edith Blaustein



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Haredi enfrentam polícia por restrições do coronavírus

Haredi enfrentam polícia por restrições do coronavírus

עימותים בין משטרה ל חרדים
     Extremistas de Haredi lançam insultos e tentam impedir que a polícia aplique as regras dos coronavírus.
Enquanto a maioria da comunidade ultraortodoxa de Jerusalém está lentamente implementando medidas para impedir a propagação do surto, alguns se recusam a ouvir seus rabinos e a reagir com hostilidade a qualquer tentativa de reprimir seus movimentos.

Haredi enfrentam polícia por restrições do coronavírusOs policiais que tentam aplicar medidas para combater o coronavírus em bairros ultra-ortodoxos de Jerusalém foram atacados por moradores locais atirando pedras e insultos. 



A maioria da comunidade insular está começando a obedecer à proibição de reuniões de massa e viagens não essenciais para fora de casa, mas alguns membros de uma seita ultraortodoxa extrema entraram em choque com a polícia na segunda-feira, quando se deslocavam para fechar as dezenas de sinagogas que permaneceram. aberto na capital. 
Os confrontos começaram quando membros da comunidade se recusaram a se identificar com a polícia que estava aplicando multas por violar as diretrizes. 

A polícia prendeu pelo menos 10 pessoas e distribuiu 25 multas no NIS 5.000 e cinco no NIS 500.

Os policiais usaram gás lacrimogêneo para dispersar a multidão, que os chamou de "nazistas" e atirou pedras.
Haredi enfrentam polícia por restrições do coronavírus
Um paramédico de Magen David Adom também foi atacado e foi ferido por pedras atiradas contra ele enquanto se preparava para entrar em uma casa em Jerusalém para administrar um teste para o coronavírus.
O ministro ultra-ortodoxo da saúde Yaakov Litzman condenou o que ele disse ser o ato de um grupo marginal contra alguém "que está protegendo vidas em grande risco por conta própria".

Polícia de Jerusalém prende homem ultraortodoxo depois de tumultos por causa da aplicação de restrições aos coronavírus ( Foto: Gilad Cohen )
Foram criados bloqueios de estradas nos arredores de Mea Shearim, nos arredores de Haredi, e os que violam as restrições de recebimento de multas. Imagens da comunidade Haredi que violam rotineiramente regulamentações cada vez mais rigorosas provocaram raiva em outros setores que cumpriram as diretrizes em um esforço para conter a propagação do vírus.     
Desde que a força policial de Jerusalém aumentou sua aplicação dos regulamentos na área ultra-ortodoxa, eles relataram um declínio nas violações. Mesmo assim, facções extremas da comunidade persistem em sua oposição.
אכיפה של המשטרה במאה שערים
Forças policiais em Mea Shearim, Jerusalém ( Foto: Gilad Cohen )
No domingo, o rabino Chaim Kanievsky, considerado uma figura importante de autoridade no mundo Haredi, convidou seu rebanho a aderir às diretrizes e permanecer em casa. Kanievsky também determinou que as sinagogas deveriam permanecer fechadas para impedir a disseminação de coronavírus entre os ultraortodoxos.
Duas semanas atrás, ele se opôs às diretrizes do governo, insistindo que o estudo da Torá não deve ser interrompido e que os seminários religiosos devem permanecer abertos.
Um número alarmante de infecções entre comunidades ultraortodoxas ao redor do mundo e em Israel pode estar por trás da decisão do rabino de decidir que a santidade da vida deve ser observada.
Haredi enfrentam polícia por restrições do coronavírusUsando os termos mais fortes possíveis, Kanievsky determinou que cada judeu deveria orar em casa em particular e não se reunir nem em grupos de dez, conforme permitido pelas diretrizes do Ministério da Saúde.
 Rabino Chaim Kanievsky

Sua autoridade é respeitada por muitos judeus ultraortodoxos, mas não pelas facções extremas que continuam violando as diretrizes.
No sábado, centenas participaram de uma procissão fúnebre para um rabino local, enquanto a polícia não conseguiu dispersar os enlutados, causando muita raiva entre os vizinhos que temem por suas vidas. 
Entre os casos de coronavírus de Israel, 29% foram infectados em sinagogas ou em um evento religioso.
As autoridades estão considerando a imposição de fechamentos nas áreas mais afetadas pelo vírus, a fim de evitar mais propagação e contaminação.





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Israelense de 25 anos espionou para o  Hezbollah

Israelense de 25 anos espionou para o Hezbollah

Israelense de 25 anos espionou para o  Hezbollah
Bateria Iron Dome - Norte de Israel
     Jovem é acusada de espionagem, tirando fotografias militares, pelo grupo terrorista Hezbollah.

Foi publicado para publicação que a Promotoria Distrital Central apresentou queixa na segunda-feira de manhã contra um israelense acusado de espionar o grupo terrorista Hezbollah.

A Procuradoria Distrital Central apresentou as acusações no Tribunal Central do Distrito de Lod, contra uma jovem de 25 anos de idade, residente em Israel, por contato com um agente estrangeiro, entregando informações a um inimigo com intenção de prejudicar a segurança do Estado de Israel e prestar um serviço a uma organização terrorista.

De acordo com a acusação, a jovem morou em Be'er Sheva durante os anos de 2018 e 2019 e, durante esse período, conheceu Ali, uma moradora do sul do Líbano, através do Facebook.

Depois que os dois entraram em contato por um curto período, Ali começou a solicitar que ela executasse várias tarefas de espionagem para o Hezbollah, incluindo várias tarefas de fotografia.

Nesse contexto, o réu tirou aproximadamente 12 fotografias de veículos militares viajando na rota 6; fotografias da cerca perimetral na área de Rosh Hanikra, nos Jardins Bahai em Haifa, no mirante de Stella Maris, no porto de Haifa e em veículos militares na área de Hebron; bem como fotografias da Base da Força Aérea de Hatzerim e do Museu da Força Aérea em Hatzerim.

Todas as fotos foram enviadas para Ali via Facebook.

Mais tarde, Ali enviou a ela um mapa de Be'er Sheva e, duas semanas depois, solicitou que ela fotografasse a vista de seu quarto em seu apartamento. Ele disse que havia notado que uma das fotos mostrava um poste que o lembrava do sistema Iron Dome e solicitou que ela visse a área e verificasse se ele estava certo.
A jovem concordou, levando uma câmera e binóculos com ela, e fotografou o sistema Iron Dome que havia sido instalado no local, além de outra base militar no sul de Israel. Ela então voltou para casa e relatou a Ali, enviando-lhe as fotos.
Durante o curso de 2019, Ali a adicionou a um grupo do WhatsApp chamado "Know Your Enemy". Como parte de suas atividades no grupo, a acusada manteve contato com um dos gerentes do grupo, que solicitou que ela traduzisse um artigo para ele, do hebraico para o árabe.

Como parte de suas tarefas, ela viajou durante 2019 para a travessia de Erez, fotografando uma casamata militar e vários veículos militares. No entanto, um soldado estacionado na base disse a ela que a área é uma zona militar fechada. Ela enviou as fotos para Ali via Facebook.

Em 2 de setembro de 2019, após um incidente militar na fronteira norte de Israel que envolvia o Hezbollah, Ali pediu ao réu para fotografar o Centro Médico Rambam de Haifa, incluindo a entrada da sala de emergência e as salas de operações. A jovem, que estava em Be'er Sheva na época, solicitou à amiga que tirasse as fotografias para ela. Quando ela os recebeu, ela os passou para Ali.

Em dezembro de 2019, o réu entrou em contato com Ali e deu a ele os detalhes de um seminário de um jornalista sobre a questão do Hezbollah e Israel. Ali solicitou que ela participasse do seminário e fizesse ao orador uma pergunta que ele ditou a ela: "Existe uma chance de guerra entre o Hezbollah e Israel?" O réu agiu de acordo com o pedido de Ali e registrou tanto a pergunta quanto a resposta dada pelo orador, enviando a gravação para Ali.

Mais tarde, durante o mesmo período, Ali solicitou que o réu fotografasse uma base militar que, segundo ele, fica localizada perto da Universidade de Tel Aviv. No entanto, neste caso, o réu não agiu de acordo com o pedido.

No mandado de prisão, a advogada escreveu: "Os motivos para prender a acusada tornaram-se claros .... como ela é acusada de muitos e variados crimes de segurança graves, pode-se supor que exista uma base razoável para se preocupar que ela colocará em risco a segurança pública ... uma vez que, de acordo com a gravidade, natureza e caráter de suas ações, que se baseiam na identificação com uma organização terrorista conhecida por sua violência e crueldade incomuns, há uma base razoável de preocupação de que ela colocará em risco a segurança do público e a segurança do Estado ".


"O grande perigo que o réu apresenta é ainda maior quando você observa que ela agiu da maneira que agiu, apesar do fato de saber que Ali pertencia à organização do Hezbollah ... há, portanto, uma razão para prender o réu ... uma vez que existe a preocupação de que o réu interfira nos procedimentos legais ... como pode ser visto pelo fato de ter apagado todas as suas conversas com Ali ou de prejudicar as provas de outra maneira. não podemos confiar no réu, e existe uma base considerável de preocupação de que sua libertação ou que a falha em prendê-la leve a interferências nos procedimentos legais ".




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27 de mar. de 2020

Antissemitismo cresce com o COVID-19

Antissemitismo cresce com o COVID-19

Antissemitismo cresce com o COVID-19     O relatório citou vários exemplos de teorias antissemitas na mídia social e noticiosa, baseadas na pandemia e destacou que a crise global estava fornecendo “terreno fértil” ao antissemitismo.Relatórios da Liga Anti-Difamação (ADL) e de outras organizações demonstraram que líderes da extrema-direita e da supremacia branca também estão usando o coronavírus para incitar o antissemitismo.
No Brasil, há páginas no Facebook com teorias da conspiração relacionando os judeus à atual pandemia. A Confederação Israelita do Brasil (Conib) já denunciou casos e está tomando medidas judiciais contra os autores.”O antissemitismo se transforma com o tempo, como um vírus mutante. Hoje usa a pandemia para justificar suas teorias. É apenas uma roupagem nova para fundamentar antigos argumentos discriminatórios contra o povo judeu e contra Israel”, lamentou o presidente da Conib, Fernando Lottenberg.
FOTO: Imagem compartilhada na rede social Telegram mostrando um cavalo de Tróia cuja cabeça era uma célula de coronavírus e carregava dentro de uma caricatura antissemita de um judeu ao lado de uma imagem de um globo.



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Tel Aviv é a 8ª cidade mais feliz do mundo

Tel Aviv é a 8ª cidade mais feliz do mundo

Tel Aviv é a 8ª cidade mais feliz do mundo     Israel foi nomeado o 14º país mais feliz pelo “Relatório Mundial de Felicidade”,publicado anualmente pela Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Os países são reconhecidos por “apoiar o bem-estar, incluindo renda, expectativa de vida saudável, apoio social, liberdade, confiança e generosidade”.
Já Tel Aviv, foi classificada como a oitava cidade mais feliz do mundo. Ela e Zurique (4º) foram as únicas 10 principais cidades não situadas nos países nórdicos, na Austrália ou na Nova Zelândia.
De acordo com Jeffrey Sachs, diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável e do Centro para o Desenvolvimento Sustentável da Columbia University. “vimos que as razões para o bem-estar incluem boas redes de apoio social, confiança social, governos honestos, ambientes seguros e modo de vida saudável”.
Os países mais felizes do mundo foram Finlândia, Dinamarca e Suíça. No extremo oposto do espectro de 153 países, Afeganistão, Sudão do Sul e Zimbábue foram consideradas as nações menos felizes. Os maiores aumentos de felicidade foram registrados em Benin, Togo e Hungria.



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26 de mar. de 2020

25 de mar. de 2020

24 de mar. de 2020

Bolo de banana com aveia e canela

Bolo de banana com aveia e canela

Bolo de banana com aveia e canela   

Ingredientes:

  • 5 bananas nanicas maduras
  • 4 ovos grandes
  • 2 xícaras de açúcar mascavo
  • 3/4 de xícara de óleo
  • 2 xícaras de aveia em flocos
  • 1 colher de sobremesa de canela
  • 1 colher de sopa de fermento

Modo de fazer:

Bata todos os ingredientes no liquidificador deixando a aveia e o fermento por último. Unte e polvilhe uma forma com furo no meio. Despeje a massa batida e leve ao forno médio pré aquecido por uns 30 minutos ou até que o palito saia seco. Deixe esfriar um pouco antes de servir.



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Israel envia aos EUA remédio contra malária para ser usado no combate ao COVID-19

Israel envia aos EUA remédio contra malária para ser usado no combate ao COVID-19

Israel envia aos EUA remédio contra malária para ser usado no combate ao COVID-19     A gigante israelense de medicamentos Teva anunciou que fornecerá a hospitais americanos, gratuitamente,10 milhões de doses de seu medicamento hidroxicloroquina, contra malária, que pode ser eficaz no combate à pandemia de coronavírus.
O presidente dos EUA, Donald Trump, divulgou a possibilidade do uso de hidroxicloroquina depois de citar resultados positivos na China e na França. De acordo com o professor Didier Raoult, diretor do Institut Hospitalo Universitaire (França) para o estudo de doenças infecciosas “A molécula de hidroxicloroquina, também usada por décadas em doenças auto-imunes como lúpus ou artrite reumatóide, pode ter efeito positivo no combate ao coronavírus”. Segundo o estudo realizado por ele em 24 pacientes com coronavírus, seis dias após o início da administração da hidroxicloroquina, o vírus desapareceu em três quartos das pessoas tratadas.



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O teatro ídiche inova com transmissões online

O teatro ídiche inova com transmissões online

O teatro ídiche inova com transmissões online     “Este é um anúncio da Rede de Radiodifusão Ídiche de Emergência. Se você está lendo isso em qualquer lugar do planeta Terra, é provável que esteja em casa, talvez até um pouco entediado. Aquele Covid-19 sujo e podre fechou tudo – até o National Yiddish Theatre Folksbiene (NYTF) de Nova York, que não perde uma temporada desde 1915. E o mundo viu muito tsuris (problemas) nesse curto espaço de tempo”.
Com essa mensagem, o diretor artístico da NYTF, Zalmen Mlotek, está se esforçando para levar o entretenimento do teatro ídiche para o público. E considerando os sucessos com o “Violinista no Telhado”, “Hannah Senesh” e “A Feiticeira”, o diretor acredita que não é hora de parar…
Assim, e com grande entusiasmo, a equipe montou uma lista de programação para sair gratuitamente na página do teatro no Facebook. Os membros da equipe farão apresentações diretamente de suas próprias salas, oferecendo aos espectadores a oportunidade de ver algo que não sejam notícias.
Mlotek explica: “a ideia foi da nossa encarregada de mídia social, Giacinta Pace, que também atua como gerente da casa. Ela tem contato direto com muitos de nossos clientes. E ela percebeu que, como todos nós estamos contatando nossos membros idosos da família, deveríamos estar contatando nossos clientes idosos. Não que todos os nossos clientes sejam idosos, mas uma porcentagem considerável tem mais de 65 anos, inclusive eu. Começamos a fazer ligações para entrar em contato e percebemos que poderíamos dar um passo adiante.Entramos em contato com nossos artistas para ver se eles estavam dispostos a fazer breves apresentações a partir de suas casas, para compartilhar com o público que está isolado, assim como nós. A resposta foi surpreendente. Tudo é oferecido de graça. Este é um gesto para nosso público”.



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