26/11/2019

49° Hava Netze Bemachol teve dança, gastronomia e, claro, futebol

     
49° Hava Netze Bemachol teve dança, gastronomia e, claro, futebol


Terminou ontem o 49° Hava Netze Bemachol, reconhecido como o festival de dança israelí mais importante da América Latina, um evento ícone da cultura judaica no Brasil. Realizado na Hebraica Rio desde que foi criado, a edição deste ano teve algumas surpresas, como novas Harkadot, um festival de food trucks que aconteceu durante todos os dias do festival, o lançamento de uma dança israeli inédita e um show de abertura com Diogo Nogueira. Além disso, dois grupos se destacaram durante as apresentações: o Misgav, pelo nível altíssimo da dança apresentada, e o Kadima, pela energia e união do grupo.

Logo no primeiro dia, 22, aconteceu uma grande Harkada de Boas Vindas, com os principais coreógrafos do festival ensinando danças a todos os participantes, que estavam vestidos de branco em menção ao Shabat, que é um dia sagrado para o povo judeu. "Cantamos músicas de Shabat, que são ligadas ao povo judeu. Tivemos também as rezas do vinho e do pão", explica André Schor, coreógrafo e diretor artístico do festival. Em seguida, foi a vez do show do cantor Diogo Nogueira, que abriu o festival.

No sábado, 23, aconteceu uma Harkada especial em que Schor apresentou a dança inédita a Achi karov elaich, criada por ele e que teve seu lançamento mundial durante o Festival. Na parte da tarde, houve o primeiro show, o ‘Diásporas’, que mostrou a diversidade do povo judeu. Em seguida, o Workshop Ritmos Brasileiros levou a dança brasileira, com o samba, a moda dos passinhos, entre outros ritmos,  para o clube, com dançarinos interpretando cada música. Mas às 17h houve uma pausa na programação para assistir a grande final do Flamengo na Libertadores. Já a noite, o público pode assistir ao segundo show, ‘Reunificação das diásporas - Kibutz Galuiot’, e participar de uma grande maratona de dança pela madrugada.
49° Hava Netze Bemachol teve dança, gastronomia e, claro, futebol


O último dia, domingo, 24, teve boa parte da programação dedicada às crianças, com o show infantil, Atid, que representa o futuro da nossa tradição e da cultura judaica, e a Harkada infantil, para as pequenos presentes participarem de uma dança de roda feita para elas. Ainda durante o dia, houve duas outras novidades dessa edição: o retorno da Harkada Poeira, para quem já dançou há muito tempo e não dança mais, com coreografias que foram sucesso até o ano de 2000; e a Harkada Sofit de pedidos, que tocou o que público presente pediu. Na parte da tarde, houve a disputa de torcidas e o grande campeão foi o Bnei akiva, que também apresentou no palco a coreografia Hashomer hatzair. E para fechar a noite, terminando o show Kulanu Echad, os principais grupos do festival se apresentaram com suas danças, interpretando o principal viés do evento: não importa se estamos em Israel ou fora, todos somos judeus.



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