31 de ago. de 2019

Stav Shaffir: Netanyahu deu um  presente ao BDS barrando  Omar e Tlaib

Stav Shaffir: Netanyahu deu um presente ao BDS barrando Omar e Tlaib

Stav Shaffir: Netanyahu deu um  presente ao BDS barrando  Omar e Tlaib

Shaffir lembrou aos democratas dos EUA em seu novo anúncio que "nem todos os israelenses são Netanyahu".

número dois da União Democrática Stav Shaffir divulgou um novo anúncio na tarde de quinta-feira condenando o movimento de boicote, desinvestimento e sanções (BDS), dizendo que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu um "presente" ao BDS, impedindo a entrada de congressistas e apoiadores do BDS Ilhan Omar e Rashida Tlaib.
    


No anúncio, Shaffir se dirige a membros do Partido Democrata dos EUA, dizendo: "Eu sei que alguns de vocês pensam que o BDS é progressivo, mas a verdade é exatamente o oposto.


"O BDS não quer paz, quer um fim para Israel. Semeia medo e isolamento, empurrando as pessoas para a direita. Em vez de unir pessoas que buscam a paz, o movimento de boicote nos divide e dificulta a solução dos dois estados. . " 



Shaffir então acusou Netanyahu de dar um "presente" à BDS, bloqueando a entrada de Omar e Tlaib no país, dizendo que "todo membro do Congresso é bem-vindo aqui para visitar, falar e ouvir. Nossa porta deve estar aberta e Israel deve sempre permanecer uma questão bipartidária nos Estados Unidos. 



"Eu sei que nem todos os democratas são iguais, como você deve saber, nem todos os israelenses são Netanyahu", enfatizou 



Shaffir Shaffir então apresentou a necessidade de partidos de esquerda para formar um aliança, dizendo que "o extremo populista em todo o mundo uniu forças há muito tempo. Eles estão trabalhando juntos, promovendo racismo, isolamento e intolerância em todo o mundo 



É hora de nós, democratas, começarmos a entender a urgência e começar a agir ", continuou ela." É hora de construirmos uma aliança baseada na democracia, igualdade, liberdade e paz. " Shaffir expressou desaprovação por Israel ter barrado Omar e Tlaib na semana passada, dizendo que" um país com uma política externa inteligente convidaria congressistas aqui que não gostam de suas posições e garantem que a visita exponha a complexidade do conflito, além de conectá-las à nossa narrativa e mostrar ao mundo que somos fortes e abertos ".
 



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Eliezer Max promove ‘aula aberta’ de Dança Criativa em Ipanema

Eliezer Max promove ‘aula aberta’ de Dança Criativa em Ipanema

     
Eliezer Max promove ‘aula aberta’ de Dança Criativa em Ipanema
No dia 22 de agosto, a unidade Ipanema da Escola Eliezer Max se encheu de música, dança e muita alegria. É que a escola promoveu uma aula aberta de Dança Criativa, atividade complementar que trabalha, de forma lúdica, a noção de espaço, a coordenação motora, a postura, a flexibilidade, o imaginário, a disciplina e a musicalidade. Sob o comando da professora Vivian Miller, crianças e adultos transformaram a sala de aula num animado salão de baile. 

Leia a matéria: acesse.



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30 de ago. de 2019

 Minha lua de mel polonesa estreou em Goiânia

Minha lua de mel polonesa estreou em Goiânia

 Minha lua de mel polonesa estreou em GoiâniaMinha lua de mel polonesa, estreou nesta quinta-feira, dia 29 de agosto, nas cidades de Goiânia, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis, Porto Alegre, Salvador, João Pessoa, Fortaleza, Belém, Manaus, Natal, São Luis, Teresina, Cuiabá, Olinda, Jundiaí, Barueri, Bauru, Campinas, Ribeirão Preto, São José dos Campos e Sorocaba.


Estreia na direção de Élise Otzenberger, que também assina o roteiro, MINHA LUA DE MEL POLONESA é uma história sobre o resgate das raízes familiares contada de forma leve, com doses cômicas. O longa, vencedor do prêmio da FIPRESCI (Federal Internacional de Críticos de Cinema) de Melhor Filme na última edição do Festival Internacional de Cinema de Moscou, estreia nos cinemas brasileiros em 29 de agosto. 

Recém-casados, Anna (Judith Chemla, de A Vida de Uma Mulher) e Adam (Arthur Igual, de Amantes Constantes) são de origem judaica e moram em Paris. Quando Adam é convidado para participar da cerimônia em memória da cidade de seu avô, que foi destruída há 75 anos, eles encaram a viagem à Polônia como a oportunidade de finalmente terem sua lua de mel. 

Ao contrário de Adam, que não está muito animado para a viagem, Anna está ansiosa para conhecer o país natal de sua avó e não vê a hora de descobrir mais de seu passado, que sempre fora um mistério para ela e se reconectar com suas raízes e seus antepassados. Ela só não imaginava quantas surpresas as terras polonesas reservavam para ambos. 

MINHA LUA DE MEL POLONESA é o primeiro filme a ser exibido no circuito Caixa de Pandora, parceria entre a Pandora Filmes e Cinépolis, no segundo semestre de 2019. 

SINOPSE 
Anna e Adam, um jovem casal de Paris com origens judaicas polonesas, partem pela primeira vez rumo à Polônia. Eles foram convidados para comemorar os 75 anos da destruição da comunidade de nascimento do avô de Adam. Enquanto ele parece pouco animado com a viagem, Anna está ansiosa para descobrir o país, que também é a terra natal de sua avó. Finalmente, lá vão eles em busca de suas origens em uma jornada cheia de surpresas, durante a qual não encontrarão exatamente o que procuram. 

FICHA TÉCNICA 
Direção e roteiro: Élise Otzenberger 
Direção de fotografia: Jordane Chouzenoux 
Produção: Alice Girard 
Montagem: Pauline Dairou 
Som: Matthieu Perrot 
Elenco: Judith Chemla e Arthur Igual 
País: França 
Ano: 2018 
Duração: 88 min. 

Classificação indicativa: 12 anos

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. 


Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral. 


Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 25 cidades do Brasil. 


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Israel acusa Irã de tentar fabricar mísseis no Líbano

Israel acusa Irã de tentar fabricar mísseis no Líbano

     O exército israelense acusou nesta quinta-feira o Irã de tentar fabricar, por meio de seu aliado, o Hezbollah libanês, mísseis guiados de precisão que podem causar "enormes perdas humanas" em Israel.
Essas acusações do exército israelense ocorrem após um ataque de drones neste fim de semana, atribuído pelo Líbano a Israel, no reduto do Hezbollah em Beirute, e o que foram supostamente tiros de represália aos da quarta-feira à noite pelo exército libanês contra drones israelenses.
O exército israelense não confirmou os incidentes com drones em Beirute, mas disse que possui informações que provam que o Hezbollah estava tentando converter foguetes em mísseis de alta precisão, segundo o porta-voz Jonathan Conricus.
Ele ainda disse que o Hezbollah atualmente mantém 130.000 foguetes no Líbano.
Segundo o exército israelense, o Irã tentou de 2013 a 2015 transportar mísseis de seu território para o Líbano, através da Síria, mas depois de não conseguir mais fazer isso, os iranianos modificaram resolveram "converter" foguetes em mísseis de alta precisão.



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Calendário judaico

Calendário judaico

31/08/2019 1º Rosh Chodesh Elul 30º AV Sabado
01/09/2019 2º Rosh Chodesh Elul 1º ELUL Domingo
30/09/2019 1º Rosh Hashaná 5780 1º TISHRÉI Segunda-feira
01/10/2019 2º Rosh Hashaná 5780 2º TISHRÉI Terça-feira
09/10/2019 a 30/10/2019 Iom Kipur a 2º Rosh Chodesh Cheshvan 10º TISHRÉI á 01 CHESHVAN Quarta / Quarta
09/10/2019 Iom Kipur 10º TISHRÉI Quarta-feira
13/10/2019 Véspera de Sucót 14º TISHRÉI Domingo
14/10/2019 Primeiro dia de Sucót 15º TISHRÉI Segunda-feira
15/10/2019 Segundo dia de Sucót 16º TISHRÉI Terça-feira
20/10/2019 Véspera dos Ultimos dias de Sucót 21º TISHRÉI Domingo
21/10/2019 Shmini Atzeret 22º TISHRÉI Segunda-feira
22/10/2019 Simchat Tora 23º TISHRÉI Terça-feira
29/10/2019 1º Rosh Chodesh Cheshvan 30º TISHRÉI Terça-feira
30/10/2019 2º Rosh Chodesh Cheshvan 01º CHESHVAN Quarta-feira
28/11/2019 1º Rosh Chodesh Kislev 30º CHESHVAN Quinta-feira
29/11/2019 2º Rosh Chodesh Kislev 01º KISLEV Sexta-feira
23/12/2019 a 30/12/2019 1º Chanucá a 8º Chanucá 25º KISLEV até 2º TEVET Segunda / Segunda


Feriados judaicos

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Elul 5779

Elul 5779

     

Mês hebraico de Elul 5779 

[29dias] Elul é o décimo segundo mês do ano civil, o sexto mês do ano no calendário hebraico. Este mês começa, geralmente, entre agosto e setembro no calendário gregoriano.


                                           Feriados judaicos


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Chanucá um Feriado Judaico

Chanucá um Feriado Judaico

     Quando o milagre do azeite ocorreu em 139 AEC, os judeus celebraram. Os rabinos então proclamaram que esses oito dias se tornariam um feriado anual no calendário judaico. Então no ano seguinte, 138 AEC, Chanucá foi celebrada pela primeira vez – completa com o acendimento da Menorá de Chanucá.
Quanto a comer latkes e jogar sevivon não está tão claro quando essas tradições começaram. Mas esses dois costumes certamente têm muitos séculos de idade, e se tornaram venerados, praticados pelos judeus do mundo inteiro.




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Remarcação de audiências em feriado judaico

Remarcação de audiências em feriado judaico

     Decisão liminar do ministro Março Aurélio, do STF, restabeleceu recomendação do Conselho da Magistratura do TJ do Rio de Janeiro para que sejam acolhidos pedidos de adiamento ou de designação de nova data para as audiências que recaiam no feriado judaico do Yom Kipur - Dia do Perdão - considerado sagrado do calendário judaico, sendo vedada qualquer atividade na data, inclusive a alimentação.
A decisão foi tomada no mandado de segurança impetrado no STF pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (FIERJ) e pela Associação Nacional de Advogados Juristas Brasil-Israel contra ato do Conselho Nacional de Justiça, que declarou a nulidade da recomendação, por entender que "se tratava de matéria relacionada à competência do Poder Legislativo".
Para Março Aurélio, "o fato de o Brasil ser um estado laico não é obstáculo à compreensão, presente a vida em sociedade, presente o respeito que a Carta da Republica encerra, como princípio básico, à crença religiosa".
Segundo o ministro em momento algumo TJ-RJ) adentrou a seara da normatização; nterpretou, sim, a Constituição Federal e, sem discrepar da razoabilidade, sopesando valores caros em um Estado Democrático de Direito, a sadia convivência no campo jurisdicional, procedeu, como já ressaltado, a simples recomendação.
A sugestão aos juízes do TJ-RJ estabelece que o requerimento de advogados da fé judaica seja feito com antecedência e sem prejuízo para as partes processuais. (MS nº 30491 - com informações do STF).
Detalhes do Dia do Perdão
Da redação do Espaço Vital
O Yom Kipur ou Kippur é um dos dias mais importantes do judaísmo. No calendário hebreu começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com setembro ou outubro - a data é móvel), continuando até ao seguinte pôr do sol.
Em 2011, o Yom Kippur será no sábado 8 de outubro, mas o recolhimento inicia no entardecer do dia 7 (sexta-feira_.
Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 25 horas e reza intensa.
Existem cinco proibições no Yom Kippur:
1. Comer (come-se um pouco antes do pôr-do-sol ainda na véspera do dia até o nascer das estrelas do dia de Yom Kipur);
2. Usar calçados de couro;
3. Manter relações sexuais;
4. Passar cremes, desodorante etc. no corpo;
5. Banhar-se por prazer.





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Reê

Reê

     
Reê
Nossa Parashá nos conta sobre animais puros, animais impuros, peixes puros, peixes impuros, sobre a proibição de comer sangue e sobre a proibição de comer carne com leite, entre muitos assuntos interessantes
Diz o Zohar que não precisamos justificar um Midrash. 

O Midrash é uma categoria da Torá que conta histórias. O motivo de não precisarmos justificar um Midrash é por que não sabemos quais dessas histórias é uma história verdadeira, qual é um exemplo e qual é uma parábola. 
Quando o Midrash nos conta sobre uma história que envolveu milhões de pessoas, não sabemos se eram milhões de pessoas de verdade ou se o Midrash está simplesmente nos enfatizando que haviam lá muitas pessoas, e assim por diante
O mesmo acontece com as histórias chassídicas, e principalmente com as histórias do Baal Shem Tov, que às vezes chegam à nós em muitas versões diferentes da mesma história, a ponto de não sabermos qual é a versão verdadeira. 
Por isso costuma-se dizer que mesmo se essa história não aconteceu dessa maneira, com certeza ela poderia acontecer, porque o conteúdo dela é um ensinamento profundo da Torá 
Uma dessas histórias do Baal Shem Tov que chegou até nós em várias versões diferentes tem uma base profunda nos ensinamentos do Zohar, e é a história do Baal Shem Tov com o Rav Yehezkel de Praga
Nessa história surge uma dúvida em relação à kashrut de uma galinha, uma versão fala sobre a dúvida em relação ao abate da galinha e outra em relação ao sangue, se foi retirado da maneira correta depois do abate ou não
Nessa história diz o Baal Shem Tov que para ele não há dúvida que a galinha está kasher sendo que ele está vendo que um espírito puro paira sobre ela
O conteúdo dessa história nos direciona diretamente para o Zohar que explica detalhadamente esse fenômeno espiritual
Quando uma pessoa falece, a Alma deixa o corpo e consequentemente paira sobre esse corpo um espírito impuro, e por esse motivo o cemitério é considerado um lugar impuro 
O mesmo acontece com o animal. Quando um animal morre, paira sobre ele um espírito impuro, em um nível de impureza menor do que o que paira sobre o ser humano que falece, mas que não deixa de ser um espírito impuro
Sendo que essa carne do animal que não foi abatido de maneira kasher, ou que o sangue dele não foi retirado depois do abate kasher se une à esse espírito impuro, a pessoa que come essa carne se une à essa impureza e cai por meio dela 
Sendo que não temos a capacidade de elevar essa categoria de alimentos, no lugar de elevarmos a energia vital dessa carne para cima, ela nos arrasta para baixo, e para o nosso próprio bem a Torá nos proíbe de comer essa categoria de alimentos
O mesmo acontece quando comemos a carne dos animais que a Torá classifica como impuros, nesse caso não adianta nem fazer um abate kasher que não muda a realidade de impureza espiritual do próprio animal. 
O mesmo acontece quando comemos peixes que a Torá classifica como impuros e aves que a Torá classifica como impuras, nos unimos à esse nível de impureza dessas criaturas, e não só que não conseguimos elevá-las, mas também elas nos rebaixam aí nível de impureza delas
Se todas as criaturas vem da mesma fonte Divina porque existem criaturas impuras?
O Zohar nos conta que a fonte das almas dos animais puros é chamada de "klipat noga". 
Na klipat noga o bem e o mal estão misturados e por isso temos a capacidade de elevar o lado bom dessa criatura nos elevando junto com ele quando fazemos um abate kasher e depois do abate kasher tiramos o sangue dele, sendo que não temos a capacidade espiritual de elevar o sangue, e sempre que não conseguimos elevar algo, o contrário acontece, aquilo nos leva para baixo
Quando Hashem (D'us) criou o ser humano, Adam e Havá, era proibido para eles comerem carne
Mesmo que a carne foi permitida depois do dilúvio, com a entrega da Torá aconteceu uma sincronização entre o mundo material e o mundo espiritual, o que não havia antes da entrega da Torá, e a partir desse momento conseguimos elevar a energia vital das coisas materiais ou ao contrário
A partir da entrega da Torá, foi permitido para nós comermos a carne dos animais que sacrificávamos no Mishkan, o Templo Móvel
Sendo que a permissão da Torá de comermos a carne de um animal que não foi sacrificado no Mishkan é uma extensão do status original de podermos comer somente os animais que sacrificávamos no Mishkan, a Torá manteve inalterada a regra da Shehitá (abate kasher) dos korbanot (sacrifícios) que só pode ser feito por um judeu
Portanto, para acontecer essa sincronização espiritual de após o abate kasher pairar sobre essa carne um espírito puro e não o contrário, esse abate kasher tem que ser feito por um judeu que é alguém que poderia comer o Korban na época em que ele era feito. E mesmo se for inventada uma máquina que faz o abate kasher exatamente como precisa, o animal que passar por essa máquina não será kasher por esse motivo
Carne com leite
Como uma criatura pura pode se tornar impura, e às vezes mais impura do que a própria criatura impura? 
O que acontece quando uma carne kasher é cozida com um leite kasher dando origem ao maior de todos os problemas de kashrut é um verdadeiro "curto circuito espiritual" que transforma a carne kasher e o leite kasher em uma coisa mais impura do que os próprios animais impuros.
Uma bomba atômica espiritual, o pior de todos os problemas de kashrut a ponto de não podermos ter nenhum proveito dessa mistura. 
Esse fenômeno espiritual acontece em algumas categorias diferentes, como uma roupa que é feita de lã e linho ou uma plantação uvas e cereais juntos. 
Essas "misturas proibidas" como vimos anteriormente, são verdadeiros "curtos circuitos espirituais" e a origem disso é a sincronização espiritual de tudo nesse mundo com as Sefirot lá em cima. O choque entre a Hessed e a Guevurá destruindo as duas nesse nível microcósmico do nosso mundo e causando para nós as consequências dessa explosão
Almas obscurecidas
A diferença entre a criatura pura e a criatura impura está no nível de ocultação espiritual que se encontra por trás dela
Uma alma de nível muito baixo envolvida por imensas ocultações espirituais pode ter como receptáculo um animal enorme como um elefante ou uma baleia enquanto que uma alma animal mais elevada e envolvida com menos ocultações espirituais pode ter como receptáculo um animal pequeno como uma cabra ou uma ovelha. Nesse caso "tamanho não é documento"
Essa é a regra geral. O corpo do animal impuro é a vestimenta de uma alma de nível baixo e envolvida por grandes ocultações, e sendo que esse corpo está sincronizado com esse nível de alma, quando mantemos o desenho ou a foto desses animais impuros em casa ou nas roupas das crianças estamos atraindo coisas não boas. Por isso, diz o Rebe, não compre para as suas crianças roupinhas com desenhos de ursinhos gatinhos e cachorrinhos
Conclusão:
Tudo no mundo material está sincronizado com um nível do mundo espiritual. Vamos ficar longe do que nos leva para baixo e nos sincronizar só com o que nos leva para cima, só temos à ganhar!

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Série de espionagem de Sacha Baron Cohen ganha primeiro trailler

Série de espionagem de Sacha Baron Cohen ganha primeiro trailler

Série de espionagem de Sacha Baron Cohen ganha primeiro trailler   A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Spy”, série de espionagem estrelada por Sacha Baron Cohen (“O Ditador”). 

Ao contrário dos trabalhos mais conhecidos do ator, a série é bastante dramática. Baseada na história de Eli Cohen, explora a dificuldade de um espião para equilibrar sua vida real com a existência fictícia criada para sua missão.
Série de espionagem de Sacha Baron Cohen ganha primeiro traillerAgente do Mossad, serviço secreto israelense, Eli Cohen foi um dos espiões mais lendários do mundo. Infiltrado na Síria no início dos anos 1960, ele viveu anos disfarçado em Damasco, inserindo-se na alta sociedade a ponto de ter acesso aos bastidores da política do país. Suas ações tiveram conseqüências duradouras, moldando o Oriente Médio de hoje.
“The Spy” é uma criação do israelense Gideon Raff, cuja série “Hatufim” ganhou um famoso remake americano, “Homeland”. Ele também criou “Tyrant”, que durou três temporadas no FX, e a minissérie “Dig”, no USA.
O tema ainda reflete o interesse de Baron Cohen na Síria, após doar US$ 1 milhão para organizações voltadas a ajudar os refugiados da guerra civil no país em 2015.



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 Bungee Dance para crianças mistura atividade física e ludicidade

Bungee Dance para crianças mistura atividade física e ludicidade

 Bungee Dance para crianças mistura atividade física e ludicidade
Qual criança não adoraria sair voando por aí? Agora, nas aulas de Bungee Dance infantil na Hebraica Rio, isso é possível. 

Misturando habilidades de circo e dança, a modalidade está com turmas abertas para crianças a partir de 7 anos.

O esporte é realizado com a ajuda de uma cadeirinha semelhante a de escalada e com cordas elásticas parecidas com ao bungee jump. “Não há perigo de queda, pois todo o equipamento é projetado para suportar até 130Kg. 

As aulas trabalham, ao mesmo tempo, a parte aeróbica, força muscular, flexibilidade, agilidade e equilíbrio, mas de uma forma lúdica, que as crianças amam”, conta a professora Vânia Penteado, que é bailarina e dá também aulas de acrobacia aérea no clube.
 Bungee Dance para crianças mistura atividade física e ludicidadeAs aulas de Bungee Dance infantil acontecem às segundas e quartas, das 15h às 16h. Há, ainda, a opção de fazer a aula apenas uma vez por semana.
 Serviço:
Bungee Dance Infantil
Hebraica Rio – Rua das Laranjeiras, 346 – Laranjeiras
 Bungee Dance para crianças mistura atividade física e ludicidadeAulas segundas e quartas, das 15h às 16h
 Bungee Dance para crianças mistura atividade física e ludicidade* Aulas uma vez por semana saem por R$200/mensais e duas aulas semanais por R$ 300/mensais
Matrícula sai por R$25,00.



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IDF: Foguete é disparado de Gaza contra Israel, acionando sirenes no sul

IDF: Foguete é disparado de Gaza contra Israel, acionando sirenes no sul

IDF: Foguete é disparado de Gaza contra Israel, acionando sirenes no sul      Terroristas palestinos na Faixa de Gaza dispararam um foguete em direção ao sul de Israel na noite de quarta-feira, informou o exército, provocando uma operação retaliatória de Israel.
O projétil não conseguiu atravessar a fronteira e aterrissou dentro do enclave, segundo as Forças de Defesa de Israel.
Em resposta, um avião militar israelense bombardeou um posto de observação do Hamas ao longo da fronteira do norte da Faixa de Gaza, informou a IDF.
Nenhuma lesão foi relatada em ambos os lados.
O lançamento de foguetes de Gaza acionou sirenes na comunidade israelense de Netiv Ha'asara, ao norte da Faixa.
O ataque interrompeu um evento noturno de natação que a comunidade estava organizando no momento, enviando dezenas de crianças correndo para abrigos antibombas.
"As crianças correram da água direto para o abrigo, estavam com muito medo. Estávamos em três adultos ajudando-os", disse Yifat Ben-Shushan, morador de Netiv Ha'asara, ao site de notícias Walla.
O ataque de foguetes ocorreu em meio a uma série de trocas de tiros e ameaças mútuas entre Israel e grupos terroristas na Faixa de Gaza. Israel acusou a Jihad Islâmica Palestina, apoiada pelo Irã, de estar por trás da recente violência que emana do enclave.
Na terça-feira, terroristas na Faixa dispararam quatro foguetes contra Israel. Três aterrissaram no lado da fronteira em Gaza e um atingiu uma área aberta no sul de Israel. Em resposta, um avião israelense bombardeou um posto de observação do Hamas a leste de Juhor ad-Dik, no centro da Faixa de Gaza, segundo as Forças de Defesa de Israel.
Autoridades de inteligência egípcias convidaram os líderes do Hamas ao Cairo para conversas com o objetivo de restaurar a calma, e uma delegação liderada por dois membros importantes do Hamas estava programada para deixar Gaza na noite de segunda-feira, segundo a emissora pública de Kan.
Espera-se que uma delegação da Jihad Islâmica vá ao Cairo nos próximos dias.
Desde o início de agosto, um aumento na quantidade de foguetes disparados e tentativas de homens armados palestinos de cruzar Gaza para Israel foram recebidas com ataques aéreos da IDF contra alvos do Hamas, ameaçando um cessar-fogo frágil entre Israel e o grupo terrorista no poder.
No domingo à noite, três foguetes foram disparados de Gaza para o sul de Israel, causando alguns danos. Os foguetes provocaram represálias israelenses e, na segunda-feira, o contato militar de Israel com os palestinos anunciou que havia reduzido o transporte de combustível para a única usina da Faixa de Gaza.
O Hamas negou ter dirigido o último foguete.
Israel sustenta que o Hamas, como governante da Faixa, é responsável por todos os ataques que emanam do território, enquanto afirma que acredita que a Jihad Islâmica está instigando a atual agitação.
Os ataques com morteiros também ocorreram em meio a tensões aumentadas em todo o Oriente Médio, quando Israel se enfrentou contra o Irã e seus representantes em vários países, assumindo a responsabilidade por um ataque aéreo na Síria e sendo responsabilizado por outros no Líbano e no Iraque, além de um incidente explosivo com drones que danificou um complexo de grupos terroristas do Hezbollah em Beirute.
O Hezbollah, apoiado pelo Irã, prometeu retaliar o ataque à Síria, que matou alguns de seus membros.



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29 de ago. de 2019

Caçadores de nazistas

Caçadores de nazistas

     
Caçadores de nazistas
Após os julgamentos de Nuremberg e o começo da Guerra Fria, os vencedores da Segunda Guerra se deram por satisfeitos e perderam o interesse em punir os nazistas que cometeram crimes durante o conflito. 

Caçadores de nazistas (Intrínseca, 432 pp, R$ 59,90 

– Trad.: Berilo Vargas) coloca em foco a pequena parcela de pessoas que atuou — tanto em cargos oficiais quanto de forma independente — para reverter o êxito inicial desses criminosos de guerra e impedir que o mundo esquecesse seus atos. 

Andrew Nagorski conta as histórias de caçadores emblemáticos, como Simon Wiesenthal e Serge Klarsfeld, e também daqueles que trabalharam longe dos holofotes da imprensa, incluindo os jovens promotores americanos dos tribunais de Nuremberg e Dachau, Benjamin Ferencz e William Denson, respectivamente; o juiz polonês Jan Sehn, que comandou o caso de Rudolf Höss, um dos cabeças do campo de concentração de Auschwitz; o juiz e promotor da Alemanha Fritz Bauer, que forçou seus conterrâneos a confrontar os registros do genocídio; o agente do Mossad Rafi Eitan, que liderou a equipe israelense responsável pela prisão de Adolf Eichmann na Argentina; e Eli Rosenbaum, que liderou os esforços pela extradição dos criminosos de guerra que residiam tranquilamente nos Estados Unidos.



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28 de ago. de 2019

Eu queria ser judeu

Eu queria ser judeu


Eu queria ser judeu
“Era meu hobby estudar a história judaica. Eu sempre gostei de história e geografia. Além disso, minha mãe teve uma grande influência comigo. Ela morreu um ano depois de eu visitar meu avô ".


Nada nos primeiros anos de David Yehuda Cargatser sugeriu que um dia ele seria um judeu religioso vivendo em Israel. Ainda hoje ele reside em Givat Ze'ev junto com sua esposa grávida, Elaine, e seu filho pequeno. 

A herança judaica de Cargatser terminou abruptamente com seu avô materno, um homem sobre quem ele não sabia nada durante a maior parte de sua infância. Quando a mãe de Cargatser era criança, seus pais se divorciaram e a identidade judaica de seu pai não tinha nenhum significado particular. De acordo com Cargatser, “a maioria das pessoas na Rússia é totalmente secular”. Como resultado, ele cresceu sem nenhuma identidade religiosa.

Nascido em Bishkek, capital do Quirguistão, Cargatser cresceu em Nizhnevartovsk, na Rússia, na Sibéria ocidental. Pouco antes de seu 17º aniversário, ele se mudou para São Petersburgo.    
Já familiarizado com seus avós paternos, aos 15 anos, Cargatser ficou curioso sobre seus avós maternos. Levou quatro anos e a mudança para São Petersburgo, antes que ele finalmente pudesse conhecer seu avô judeu, Yosef. 

Em 2011, Cargatser passou algumas semanas com Yosef no Quirguistão, um vôo de cinco horas de São Petersburgo. “A maioria das poucas centenas de judeus no Quirguistão é muito velha. Meu avô era mesorati [tradicional] ”, explicou ele. “Os judeus de Bukharin viveram no Quirguistão por séculos. Os ashkenazim partiram na época dos nazistas.

Yosef nasceu na então Ucrânia soviética para uma família tradicional de língua iídiche. Quando os nazistas invadiram a Ucrânia no início dos anos 1940, a União Soviética deportou sua família. Junto com a deportação, eles foram forçados a parar de falar iídiche. Yosef, uma criança na época, falava russo. 

Encontrar seu avô inspirou Cargatser a mergulhar mais profundamente nas raízes judaicas de sua família. “Estudei cada vez mais a cultura judaica, a história de Israel, a história das comunidades judaicas na Europa Oriental. Como foi que tantos judeus da Europa Oriental ou da União Soviética desapareceram? Descobri as coisas terríveis que o governo soviético fez com os judeus. 
“Era meu hobby estudar a história judaica. Eu sempre gostei de história e geografia. Além disso, minha mãe teve uma grande influência comigo. Ela morreu um ano depois de eu visitar meu avô. Ela não era contra isso. ” 

Depois que sua mãe morreu, Cargatser sentiu-se mais livre para fazer suas próprias escolhas. Ele sabia que não queria ficar na Rússia. “Eu não entendia o que significava ser judeu, mas sabia que queria ser judeu.” 

Um ano depois de conhecer seu avô judeu, Cargatser, que nunca havia comparecido a um serviço de sinagoga ou comemorado um único feriado judaico, corajosamente imigrou para Israel sob a Lei do Retorno, que permite que qualquer pessoa com pelo menos um avô judeu se torne um cidadão.

"Fiz aliia a Israel aos 20 anos, porque queria ser judeu", afirmou claramente. Dado o pouco que sabia sobre o judaísmo, Cargatser concluiu que a única maneira de ser judeu era viajar 4 mil quilômetros. para Israel. 

Ele se estabeleceu em Ashkelon e iniciou seu processo de conversão, depois se matriculou em um programa de ciência da computação para imigrantes de língua russa. O programa em Ashkelon fechou depois de nove meses, e Cargatser se viu sem nenhum lugar para ir. Ele finalmente encontrou um quarto em Petah Tikva, mas sem emprego e muito pouco hebraico, era um período sombrio. Seu próximo passo não foi claro. 

A única coisa que Cargatser sabia ao certo era que ele “não estava pronto para ser judeu”. Ele parou seus estudos de conversão por um ano e parou de observar o Shabat. "Eu era muito pobre para comprar velas", disse ele sobre esse tempo difícil.

Ele se mudou de Petah Tikva para Ramle, onde morava com amigos. "Foi muito difícil para mim", comentou de maneira discreta. Mesmo durante seus tempos mais desafiadores em Israel, Cargatser continuou pesquisando avidamente a história judaica e a cultura judaica online. 

Seu pai ajudou o suficiente para que seu filho não morresse de fome ou se tornasse desabrigado. Embora seus estudos formais de conversão estivessem suspensos, ele continuou a se abster de comer carne e leite juntos. "Antes de vir para Israel, não fazia sentido separá-los", disse ele. Mas estar em Israel ajudou-o a ver as coisas de maneira diferente.

Em Ramle, ele se preparou e fez bem no exame de ingresso na faculdade israelense. O exército permaneceu uma questão em aberto. “Eu não tinha certeza se queria ir para o exército porque na Rússia o exército é um desastre. Vários milhares de soldados por ano cometem suicídio. Para toda mãe, é um pesadelo. Eu temia que [o exército israelense] fosse o mesmo exército que na Rússia ”. 

Cargatser se alistou em um programa do Exército que pagou para que ele estudasse ciência da computação na Universidade Hebraica de Jerusalém em troca de serviço após a formatura. Na Universidade Hebraica, ele conheceu Elaine, uma judia brasileira, em ulpan. Ele admite prontamente que passou tanto tempo com Elaine, que acabou se tornando sua esposa, que negligenciou seus estudos. Como resultado, ele deixou a universidade e completou o serviço militar regular.

Elaine estava estudando Torá e se tornou religiosa enquanto os dois namoravam. Inicialmente, ela não percebeu que Cargatser, que havia retomado seus estudos de conversão, não era realmente judeu. Ela ignorou em grande parte a pressão para romper as coisas com ele. 

Enquanto o casal estava namorando, Cargatser, que tem um dom para idiomas, ajudou Elaine com seu hebraico. Após 18 meses, ele conversava. Hoje ele fala russo, hebraico e inglês e está trabalhando no domínio do português de sua esposa brasileira. 

Enquanto estava na universidade, ele se aproximou do rabino Chabad Daniel Kalev e sua família. Embora ele vivesse nos dormitórios da universidade, Cargatser ajudou a família Kalev a preparar o Shabat no campus e eles passaram todos os Shabat juntos.

Cargatser, que escolheu o primeiro nome judeu e assumiu o sobrenome de seu avô judeu, terminou sua conversão formal em janeiro de 2016. Em junho, ele foi para o exército e serviu na Divisão Rabbanut. Em setembro daquele ano ele e Elaine, que na época moravam como judeus religiosos, se casaram. 

Dois meses depois do casamento, Elaine ficou grávida. A gravidez foi difícil, mas a posição de Cargatser no exército, estudando a lei e a tecnologia judaica para criar dispositivos que poderiam ser usados ​​pelo exército no Shabat, ajudou-o a sustentar sua esposa.

O filho do casal, Michael Aaron, nasceu saudável em agosto de 2017. Cargatser recebeu alta do exército em maio de 2018, o mesmo mês em que seu avô judeu morreu no Quirguistão. Hoje, Cargatser trabalha como programador de computador, um trabalho que ele conseguiu através de conexões com um vizinho que freqüenta a mesma sinagoga. 

Embora ele nunca tenha terminado sua formação universitária, ele se sente contente com o que conquistou nos últimos 12 anos dramáticos. 

“Eu posso ganhar muito mais dinheiro em Gush Dan, mas quero viver como um judeu observador e passar muito tempo com minha família. Eu trabalho menos de 40 horas por semana. Eu quero ter mais tempo com minha família. Estou muito feliz em ajudar minha esposa. Tudo é muito bom para mim agora.

Cargatser refletiu sobre todos os altos e baixos de sua jovem vida. “Eu tenho que fazer meus esforços e deixar para Hashem todo o resto. Hashem me deu tantas coisas boas. ” 

Ele acha sua vida em Israel tão gratificante que ele convenceu seu irmão, que trabalha em alta tecnologia em Netanya, a fazer aliá. "Ele não é judeu, mas espero que esteja quase pronto", Cargatser concluiu enigmaticamente.



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