18 de mar. de 2019

Sem o recrutamento e a pregação online da extrema direita, os riscos de atentados seriam menores?

Sem o recrutamento e a pregação online da extrema direita, os riscos de atentados seriam menores?O ataque terrorista às mesquitas de Christchurch, na Nova Zelândia, põe mais uma vez em xeque o papel das redes sociais na disseminação da violência. 

O Facebook levou ao ar a transmissão ao vivo do terrorista por 17 minutos até cortá-la. Vídeos da chacina foram compartilhados sem parar no YouTube e no Twitter. O manifesto do terrorista foi disseminado via redes. 

Algoritmos e métodos de moderação se mostraram ineficazes. Sem o recrutamento e a pregação online da extrema direita, os riscos de atentados seriam menores? É provável que sim. "A rede global de extremismo nacionalista branco depende das mídias sociais", afirma o diretor executivo do Counter Extremism Project, David Ibsen.

É um erro, segundo Ibsen, usar o pretexto da liberdade de expressão para deixar de lidar com conteúdo que incita ódio e violência. "A apatia das plataformas ao enfrentar o problema serve para perpetuá-lo".

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