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    18/03/2019

    Iranianos são presos em Buenos Aires com passaportes israelenses falsos

    Iranianos são presos em Buenos Aires com passaportes israelenses falsos No 27.o aniversário do atentado à embaixada israelense na Argentina, autoridades de Buenos Aires informaram que prenderam um casal de iranianos que entrou no país com passaportes israelenses falsos. Segundo o Clarín, os iranianos tinham em seu poder quatro passaportes falsos e mudaram várias vezes de hotel.

    A polícia está tratando os dois como possíveis suspeitos de terrorismo, e elevou o nível de alerta, segundo informou o jornal argentino Clarin. "Isso, naturalmente, eleva o nível de alerta, e é essencial aumentar todas as medidas de segurança e prevenção", disse o juiz Luis Rodriguez.

    O Irã e seu aliado Hezbollah foram responsabilizados pelos atentados que mataram 29 pessoas na embaixada israelense, em 17 de março de 1992, e 85 na organização judaica AMIA, em julho de 1994, ambos em Buenos Aires. Este último deixou mais de 330 feridos e até hoje nenhum acusado foi preso e nem levado a julgamento.

    O casal, identificado como Sajjad Naserani, de 27 anos, e Mahsoreh Sabzali, de 30 anos, foi preso depois de entrar na Argentina com os nomes falsos de Netanel e Rivka Toledano. Os números do passaporte realmente pertenciam a um casal franco-israelense chamado David e Brigitte Assouline, segundo a imprensa argentina.

    Inicialmente, as autoridades suspeitaram que os passaportes haviam sido roubados e adulterados, mas depois concluíram que eram falsos após terem encontrado vários erros ortográficos em hebraico. Os passaportes mostram a palavra "Israel" escrita incorretamente, entre muitos outros erros.

    O casal viajou da Espanha para Buenos Aires na semana passada e teve sua entrada inicialmente liberada no país. Eles foram presos num hotel de Buenos Aires, após investigação que envolveu a Interpol na Argentina, Espanha e Israel, de acordo com o Clarin.

    Naserani, que alegou ser fotógrafo, foi preso com uma câmera. Os dois disseram que chegaram à Espanha via Turquia e Grécia, informou o La Nacion.

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