Este é o sentimento avassalador que vi na semana passada e, sim, a necessidade de nos protegermos é essencial. Mas é um erro se concentrar apenas na segurança física.
O anti-semitismo é tão antigo quanto a própria nação judaica. Ao longo da história, o povo judeu sofreu incontáveis ​​atos de perseguição, exílio e assassinato. E enquanto o massacre de Pittsburgh foi de fato o ataque mais mortal contra os judeus na história americana, não foi o primeiro ataque aos judeus. Aqueles que mataram judeus no passado teriam alegremente causado um número de mortos semelhante ao da Sinagoga da Árvore da Vida se tivessem a capacidade de fazê-lo. Nossa história nos mostra que nunca estivemos completamente seguros.
Colocar a ênfase esmagadora em medidas de segurança como nossa resposta (apesar de sua importância e grande necessidade) ignora o exame das razões subjacentes e lições sobre o anti-semitismo. Nós não sentamos e lamentamos a destruição do Templo em Jerusalém porque não tínhamos as armas para protegê-lo.
O anti-semitismo é um lembrete para os judeus como indivíduos, como comunidades e como uma nação para viver de acordo com nosso potencial como judeus, para fortalecer nosso compromisso com a missão única do povo judeu, com orgulho e paixão cada vez maiores.