30 de nov. de 2018

Chanucá

Chanucá


ChanucáAo pôr do sol deste Domingo, 2 Dezembro, 2018 começará a festa de Chanuká


Ela terminará somente ao anoitecer de Segunda-feira, 10 Dezembro, 2018 tendo uma duração de 8 dias



Sendo que ela é uma festa "Derabanan" o trabalho é permitido nela exceto obviamente no Shabat



Hanucá comemora a reinauguração do Templo Sagrado de Jerusalém, após a vitória dos macabeus e é celebrada durante oito dias através do acendimento da chanukiyá.


Chanucá significa, literalmente, “Inauguração”.


A festa recebeu este nome em comemoração ao fato histórico de que os macabeus “hanu” (descansaram) das batalhas no “cá” (25º dia) de Kislêv.

Por que comemoramos Chanucá

Antiocus, rei da Síria, governou a Terra de Israel depois da morte de Alexandre, o Grande. Pressionou os judeus a aceitarem a cultura grega proibindo o cumprimento dos mandamentos da Torá e forçando a prática da idolatria.


Em 165 AEC, os Macabeus se revoltaram contra o inimigo e os venceram milagrosamente



O Templo Sagrado, violado pelos rituais idólatras foi purificado e a Menorá reacesa com o azeite puro de oliva, descoberto no Templo.



A quantidade de azeite encontrada era suficiente para apenas um dia, mas milagrosamente durou 8 dias, até que um novo óleo puro pudesse ser produzido e trazido ao Templo.



Em lembrança destes milagres comemoramos Hanucá durante oito dias.

Os oito dias da Festa de Chanucá começam em 25 de Kislev. As luzes são acesas toda noite durante os oito dias da festa.

Nossos Sábios (Shabat 21b) perguntaram: O que é Hanucá? E nos ensinaram: A partir do vigésimo quinto dia de Kislev, são comemorados oito dias de Hanucá, durante os quais não são feitos discursos fúnebres e nem jejuns.


Quando os gregos entraram no Templo Sagrado de Jerusalém profanaram todos os azeites usados para acender a Menorá.



E quando a Casa Hasmoneana prevaleceu e os derrotou, eles procuraram e encontraram apenas uma ânfora de azeite com o selo do Cohen Gadol – e esta jarra tinha azeite suficiente para queimar um dia. Mas ocorreu um milagre e o azeite ardeu durante oito dias.



No ano seguinte, os Sábios da época designaram estes oito dias como uma festa, com canções de louvor e agradecimentos. Durante o período do segundo Templo Sagrado,



os reis gregos tinham feito decretos rigorosos contra Israel, proibindo nossas práticas religiosas e nos proibindo de estudar Torá e cumprir as Mitzvot.



Eles roubaram nosso dinheiro e nossas filhas, entraram no Santuário e profanando tudo que era ritualmente puro. Causaram grande angústia a Israel e oprimiram os judeus, até que D’us nos libertou, salvando-nos das mãos dos inimigos.



A Casa Hasmoneana – os Cohanim Guedolim – prevaleceram, matando-os e salvando Israel das mãos deles.



E eles nomearam um rei dentre os cohanim, e o reino de Israel foi restaurado por mais de duzentos anos, até a destruição do Segundo Templo Sagrado.



Foi no dia 25 de Kislev que Israel venceu seus inimigos. Entraram no Santuário e encontraram apenas uma ânfora [de azeite] puro que continha azeite suficiente para acender a Menorá um dia



Eles acenderam as luzes da Menorá, e milagrosamente durou oito dias, até que prensassem azeitonas para extrair azeite puro



Os Sábios daquela geração portanto decretaram que esses oito dias, começando em 25 de Kislev, fossem designados dias de júbilo e louvor, e que se acendessem luzes na entrada das casas em cada uma dessas oito noites, para divulgar o milagre.



E estes dias são chamados de Hanucá – [inauguração, consagração; pode-se também interpretar a palavra como] hanu [eles descansaram] ca [no vigésimo quinto] – pois no vigésimo quinto dia eles descansaram da batalha contra seus inimigos.



O Talmud declara que os dias foram designados para “prece e agradecimento”.
Cumprimos a obrigação de “louvor” recitando Hallel completo durante Shacharit, as preces matinais em todos os oito dias de Hanucá.



A obrigação de “agradecimento” é cumprida recitando-se Al haNissim que é inserido na prece Amida e no Bircat Hamazon, prece de Graças Após as Refeições quando se come pão, hamotsi.



Costumes de Hanucá

Como Acender a hanukiá:

Uma hanukiyá tem oito braços numa fila reta de igual altura.


O shamash (vela auxiliar), usado para acender a hanukiyá, é colocado mais alto ou à parte das outras.



Uma hanukiyá que funcione com eletricidade pode ser usada como decoração de hanucá, mas não cumpre a mitsvá (conexão com D’us) de acendimento da hanukiyá.



Parte da mitsvá de Hanucá é a divulgação do milagre de Hanucá, portanto colocamos a hanukiyá no batente oposto à Mezuzá, ou numa janela, claramente visível do lado de fora.



Velas podem ser usadas, mas devido ao seu papel no milagre de Hanucá, uma hanukiyá com azeite é especialmente significativa.



Na primeira noite de Hanucá, reúna a família para o acendimento da hanukiyá. Antes de acender, recite a bênção apropriada.



Utilize o shamash para acender a primeira vela, no extremo direito da hanukiyá.



Na segunda noite, acenda uma vela adicional à esquerda da vela acesa na noite anterior. Repita o mesmo processo a cada noite de Hanucá, onde a vela a ser acesa é sempre a nova, procedendo da esquerda para a direita.



As velas devem ficar acesas durante pelo menos meia hora.



Se uma vela apagar durante o período em que deveria estar ardendo, deve ser reacendida (se não for Shabat).



Na noite seguinte, os pavios e o azeite restantes podem ser reaproveitados.



A luz da hanukiyá é sagrada e não pode ser utilizada para outro fim, como leitura ou trabalho.



Acendimento na véspera e após o Shabat



Na tarde de sexta-feira, acendemos as velas de Hanucá pouco antes das velas de Shabat. (No Shabat é proibido acender uma chama).



A hanukiyá não pode ser tocada ou removida depois de seu acendimento na sexta-feira até sábado após o anoitecer.



No sábado, as velas de Hanucá somente são acesas após o final do Shabat, depois que a prece de Havdalá é feita.



Luzes, velas, ação!



Primeiro, acende-se o shamash, depois vamos dizer as seguintes bênçãos:



1. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.
(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D’us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou acender a vela de Chanucá).



2. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê.
(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D’us, Rei do Universo, que fez milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época).



Na primeira noite ou pela primeira vez, acrescenta-se:



Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiyánu lizman hazê.
(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D’us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época).



Em seguida, acendem-se as velas da chanukiyá com o shamash, da esquerda para a direita.



Após acender as velas, coloca-se o shamash à esquerda da chanukiyá de modo que fique mais alto do que as chamas da chanukiyá, e dizemos:



Hanerot halálu ánu madlikin al hateshuot, veal hanissim, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanucá, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen, êla lir’otan bilvad, kedê lehodot ul’halel leshimechá hagadol, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.
(Nós acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Chanucá, estas luzes são sagradas, e não nos é permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.)


Sevivon:


Antíoco decretou que cada aula de Torá era crime punível com morte ou prisão. Em desafio, as crianças estudavam em segredo, e quando as patrulhas sírias eram avistadas, fingiam estar jogando uma inocente brincadeira de pião, também conhecido como dreidel (em yidish) e sevivon (em hebraico).



As Letras



Todo sevivon possui quatro lados com uma letra hebraica em cada um deles. Cada letra é a inicial de uma palavra. As quatro letras são:



Nun primeira letra da palavra Nes, que significa “milagre”



Guimel primeira letra de Gadol, que significa “grande”



Hei primeira letra de Haya, que significa “era” ou “foi”



Shin primeira letra de Sham, que significa “lá”



Juntas, estas letras formam a frase: “Um grande milagre aconteceu lá”.



Em Israel, ao invés da letra shin (para designar sham, lá), o sevivon possui a letra pei de pô, (aqui) para que as letras dos lados do pião forme a frase: “Um grande milagre aconteceu aqui”.



Atualmente



Uma vez que as crianças têm dinheiro e tempo livre, é natural que acabem brincando com o sevivon.



Mas o sevivon também tem uma mensagem especial: possui quatro lados, cada um com uma letra do alfabeto hebraico, formando a frase: “Um grande milagre aconteceu lá”, mostrando assim que, mesmo nos momentos de lazer, a pessoa deve lembrar que a Providência Divina dirige tudo, em todas as situações.



Hanucá Guelt:



Durante Hanucá é costume dar guelt (dinheiro) aos filhos, para ensinar-lhes a intensificar a caridade e as boas ações, e incrementar o espírito festivo da data.



Essa sutil forma de “suborno” é um componente essencial no processo educacional. Maimônides discute a importância de usar incentivos e prêmios até que uma criança tenha idade suficiente para entender por si mesma a importância e a beleza da Torá e Mitzvot.



O dinheiro que damos as crianças, o guelt de Hanucá, celebra a liberdade e o mandato de canalizar a riqueza material para fins espirituais.



Hanucá guelt pode ser dado a qualquer tempo no decorrer de Chanucá (exceto no Shabat).



Alguns têm o admirável costume de dar o guelt em todas as noites de Chanucá. Em Chabad, é costume dar toda noite, mas entregar uma soma maior na quarta ou na quinta noite.



Sonhos e Bolinhos de Batata:



Veja receitas para Hanucá:




Na festa de Hanucá há o costume de comer comidas fritas em óleo como bolinhos de batata (levivot ou latkes), e sonhos (sufganiyot).



Estes alimentos são preparados e em honra ao milagre que ocorreu com o azeite.



Pratos à base de laticínios, como bolinhos de queijo, são também apreciados, pois lembram os feitos de uma famosa heroína judia, Yehudit, na época do Segundo Templo Sagrado de Jerusalém.



Israel encontrava-se sitiada pelo cruel e opressivo exército Greco-Sírio. Yehudit ajudou a assegurar a vitória para as forças judaicas, assassinando o terrível general do exército grego, Holofernes.



Deu a ele queijo salgado para comer, acompanhado de vinho forte para eliminar sua sede. O vinho o “derrubou” fazendo-o cair em sono profundo.



Yehudit então tomou de sua espada e o matou. Os soldados do general fugiram com medo. A vitória dos Macabeus seguiu-se a este ato de coragem

🌴🌴🌴🌴🌴🌴🌴🌴🌴
Agradecemos à Fernanda e Elias Messer que por meio da sua empresa Line Life apóiam a  nossa ONG TORÁ

Nossos agradecimentos também à querida família Nasser


Às famílias Douek e Chammah



às famílias Gueler e Rabinovich



à empresa Neeman despachantes aduaneiros



à Francis e Fábio Grossmann, grupo Facislito



à Roger Ades e família



à família Guttmann



à família Worcman grupo hotel Rojas



Ao Sr Moisés Ashendorf Ejczis e família



Ao Sr Yehuda e sua esposa Laura Carmi



À Samy e Ester Metta e família



Ao Sr Idevaldo Mamprim, grupo Remaza



à Lígia Marie e família


à Paola Yael e família

à empresa Adar Tecidos

à nossas queridas voluntárias


e à todos vocês que leem a nossa Parashá.



Que Hashem dê à eles e à todos vocês muito sucesso, muita saúde, muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família!



🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹
Nossa Parashá é dedicada à Refuá Shlemá de

Meu querido Mashpia
Alter Shneor Zalman ben Guitel Léa
(Rabino Slonim)

אליס בת שרה

Daniel ben Kendel
Vayeshev

Vayeshev

 
Vayeshev
הפרשה שלנו מוקדשת לעילוי נשמת

מזל בת אסתר  נאצר ז''ל נלב''ע ה' סיון תשמ''א
חיים בן שפיאה נאצר ז''ל נלב''ע י''ז שבט תשס''ב

Nossa Parashá nos conta que Yaakov amava Yossef mais do que todos os seus filhos, e demonstrou isso abertamente dando para ele uma túnica, como poderíamos dizer hoje, “personalizada”.

Como pôde Yaakov, um Tzadik, amar Yossef mais do que ele amava os outros filhos ?

 
As três linhas das Sefirot
 
As dez Sefirot, atributos Divinos, são divididas em três linhas. Direita esquerda e meio.
 
Avraham Avinu, nosso primeiro patriarca, tinha como principal característica a “Hessed” que pertence à linha da direita.
 
A expressão da ”Hessed” é o amor,  fazer o bem, à quem merece, sendo que a Hessed é limitada pela Guevurá (diferente da Tiferet que une a Hessed à Guevurá e portanto não tem esse limite)

Por isso Avraham Avinu que era a maior expressão da Hessed no nosso mundo rezou pelos Tzadikim, pelas pessoas boas, e não rezou pelas pessoas ruins

Ele sempre pedia à seus hóspedes para agradecerem à Hashem pela comida que Avraham deu para eles, e se eles não rezavam para Hashem, Avraham cobrava pelo que eles comeram até eles rezarem para não precisarem pagar. Esse é o limite que a Guevurá causa para a Hessed

 
Diz o Midrash que todo o tempo que Avraham estava vivo essa Sefirá, a “Hessed”, não precisava se manifestar no mundo, sendo que ele já fazia isso por ela
 
Quando as Sefirot descem de nível elas chegam até os níveis mais impuros, podemos dizer que da mesma maneira que existem dez Sefirot do lado puro existem dez Sefirot do lado impuro relativas à elas. Esse lado impuro é chamado de Klipá. Avraham era a “Hessed” da Kedushá, do lado puro.
 
Ishmael também era”Hessed”, mas ele era “Hessed” de Klipá, do lado impuro. Mesmo Avraham sabendo que Ishmael era a “Hessed” da Klipá ele gostava de Ishmael pelo motivo de Ishmael também ser Hessed, e Avraham pediu para que Ishmael "vivesse na frente de Hashem, ou seja, refinasse a Hessed da Klipá e à elevasse ao nível de Kedushá, de Santidade.
 
Itzhak, nosso segundo patriarca tinha como principal característica a Guevurá que pertence à linha da esquerda.
 
A expressão da Guevurá é o temor, a justiça. O ênfase da Guevurá não está em fazer o bem mas sim em não fazer o mal, o ênfase da Guevurá são as limitações que nos distanciam das coisas ruins.
 
Avraham não se identificava com Itzhak que era ligado a Guevurá. Mesmo que Avraham e Itzhak eram Kedushá (Santidade) eles eram dois aspectos opostos da Kedushá, e Avraham não se identificava com Itzhak. Sarah era Guevurá e a Torá chama Itzhak por muito tempo de o “filho de Sarah
 
Hashem pede para Avraham sacrificar Itzhak. Isso não aconteceu na prática mas despertou na Alma de Avraham um pequeno aspecto de Guevurá.

Mesmo que o principal de Avraham continuou sendo a Hessed, agora que esse pequeno aspecto de Guevurá se revela Itzhak é chamado de filho de Avraham, surge um pequeno vínculo entre as essências deles.

 
Mesmo assim Avraham gostava mais de Ishmael, sendo que o principal de Avraham e de Ishmael era a Hessed, dois níveis de Hessed extremamente distantes mas ainda na mesma categoria
 
Itzhak era Guevurá da Kedushá e Essav Guevurá da Klipá. Itzhak gostava de Essav, sendo que o principal de Itzhak e de Essav era Guevurá. Dois níveis de Guevurá extremamente distantes mas ainda na mesma categoria, a história se repete
 
Yaakov Avinu, nosso terceiro patriarca, tinha como principal característica a “Tiferet” que pertence à linha do meio.
 
A expressão da Tiferet é ligar os dois extremos, a Hessed e a Guevurá, piedade, ou seja, fazer o bem mesmo à quem não merece, na Tiferet a Guevurá não limita a Hessed
 
Yaakov gostava de Yossef sendo que Yaakov era a Tiferet e Yossef era vinculado à Sefirá chamada de “Issod” que também pertence à linha do meio
 
As atitudes dos nossos patriarcas são um sinal para nós. Sendo que esses vínculos entre as Sefirot são ligados à essência da nossa Alma eles não dependem do comportamento dos nossos filhos,

Mesmo que Itzhak se comportou extremamente melhor do que Ishmael isso não fez diferença para Avraham,  Yaakov se comportou extremamente melhor do que Essav, e isso não fez diferença para Itzhak

Então aonde errou Yaakov em amar Yossef mais do que fiz os irmãos?

 
Diz Reish Lakish em nome de Rabi Eliézer ben Azária em Bereshit Rabá que não devemos fazer nenhuma diferençiacão entre nossos filhos.

Diz o Midrash que o motivo para isso é que, por causa da túnica que Yaacov fez para Yossef seus irmãos o odiaram.

Todos nós sabemos que isso causou a descida do nosso povo para o Egito com todas as suas consequências

 
Ou seja, às vezes sentimos mais amor por um filho do que pelo outro. Os motivos podem ser ocultos, como nos casos de vínculo com a mesma linha de Sefirot, ou revelados, como diz a Torá sobre Yossef que era o “filho da velhice” e Unkelus traduz como “o filho sábio”.
 
Não importa o motivo, jamais podemos deixar nossas crianças sentirem que existe uma diferença entre uma criança e outra. Durante toda a nossa vida devemos dizer para as crianças que gostamos de todos igual, e se tínhamos uma caidinha por uma criança mais do que por outra, esse segredo temos que levar conosco para o túmulo depois dos 120 anos de idade sem que nunca as crianças suspeitem que isso um dia aconteceu, como diz o Midrash, não devemos fazer nenhuma diferençiacão entre os nossos filhos, mesmo tendo um bom motivo para isso
 

❤Shabat Shalom ❤

Rabino Gloiber
Sempre Rezando por vocês

Embaixada de Israel confirma Netanyahu na posse em Brasília

Embaixada de Israel confirma Netanyahu na posse em Brasília

Embaixada de Israel confirma Netanyahu na posse em Brasília
Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu
Foto: GALI TIBBON / AFP
O primeiro-ministro de IsraelBenjamin Netanyahu, confirmou nesta quinta-feira (29) que virá à posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, em 1º de janeiro.
É a primeira autoridade internacional que anuncia presença na cerimônia.
A informação foi divulgada pela assessoria de Bolsonaro e confirmada à Folha de S.Paulo pela Embaixada de Israel no Brasil.
Desde a campanha, o presidente eleito tem sinalizado uma aproximação com Netanyahu. Ele já se reuniu duas vezes com o embaixador israelense no BrasilYossi Shelley, a última delas nesta semana.
Uma das promessas de campanha de Bolsonaro é transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém,seguindo os passos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A presença de Trump na posse é aguardada, mas ainda não há confirmação oficial da Casa Branca.

29 de nov. de 2018

Centro Israelita de Niterói

Centro Israelita de Niterói


Centro Israelita de Niterói O CIN fica na Rua Visconde do Uruguai, 255, Centro de Niterói (RJ).

Em 2015, o Centro Israelita de Niterói (CIN) celebrou 90 anos com uma grande festa. Com apoio da FIERJ, o evento uniu diversas instituições de Niterói e toda a comunidade judaica do Estado do Rio de Janeiro. O CIN fica na Rua Visconde do Uruguai, 255, Centro de Niterói. Informações: (21) 98807-0709.

Localizada do outro lado da Baía de Guanabara, os judeus fundaram uma comunidade vibrante na cidade de Niterói (RJ)

Fruto de uma tese de doutorado elaborada durante quatro anos, o título em questão é o mais recente livro sobre o tema judaísmo, lançado pela editora Garamond, 476p. O levantamento investiga a formação de uma comunidade em Niterói entre 1910 e 1980. Sua autora, Andrea Telo da Corte, uma não judia, definiu o trabalho entre entrevistas, estudo de documentos e publicações como esgotante. O resultado é uma nova referência para a memória da imigração judaica.

Originários da Polônia, Rússia, România, Bessarábia, em sua maioria, os imigrantes judeus iniciaram atividade econômica como clientelchiks ou prestamistas, vendedores ambulantes de mercadorias como joias, relógios, roupas etc. sob prestações . Mais tarde, se estabeleceram no comércio em lojas de móveis, imobiliárias, construtoras etc., e se dedicaram a dar uma educação universitária aos seus filhos para atingir um crescimento social e se integrarem à realidade do país.

A primeira instituição israelita fluminense data de 1917, quando foi fundada a Associação União Israelita de Niterói. Em 1922 foi criada a Biblioteca Popular Israelita Davi Frishman para preservar a cultura iídiche o que se transformou em espaço privilegiado para a corrente progressista. A BDF só ganhou vida jurídica e sede própria em 1940. Antes, guardava seus livros na casa de José Godgaber e fazia suas reuniões na casa de Henka Godnadel. Moisés Kawa e Isaac Jarlicht foram grandes entusiastas deste grupo.

Dada a ascensão social da comunidade judaica em Niterói (RJ), as associações se mudaram para a zona sul da cidade e se situaram próximas à praia.

Em 1925 foi fundado o Centro Israelita de Niterói abrigando também uma escola iídiche. Nesse mesmo ano foi inaugurado o cemitério em São Gonçalo. O CIN se organizou sob o empenho de dois grupos “rivais” desde 1922, concorrentes no comércio, o de Isaac Treiger e o de Jacob Tubenchlak, que disputavam a liderança da coletividade. Em 1937, o CIN se transferiu para seu endereço definitivo, reduto sionista da cidade. O professor Alberto Hasson, entre outros, mantiveram a tradição religiosa, hoje conduzida pelo rabino Itiel Stauber.

Dada a ascensão social da comunidade, as associações se mudaram para a zona sul da cidade, e se situaram próximas à praia. Em 1961 foi fundado o clube Sociedade Hebraica de Niterói como um racha do CIN. Em 1967, a BDF sob o nome Associação Davi Frishman de Cultura e Recreação, ADAF, fundou sua sede definitiva reunindo biblioteca e clube.

Conforme aponta a autora, a coletividade conviveu em sua dinâmica divisões constantes entre a direita sionista e a esquerda progressista, os religiosos e os antirreligiosos, hebraístas e idichistas, russos e poloneses, e a rivalidade econômica entre os grupos. Mesmo com estas cisões ideológicas, a coletividade foi capaz de trabalhar em conjunto em momentos específicos.

O maior destaque do grupo, que o diferencia de outros imigrantes, é do ativismo feminino. Mulheres como a alemã Ilse Sipres, com 90 anos na época, se dedicaram ao desenvolvimento de escolas, colônia de férias e organizações como a Na’amat Pioneiras . Também elas foram prestamistas e tomaram a frente em comércios familiares. Muitas adquiriram cultura universitária. Todas estas imprimiram uma transformação ao se lançarem à participação da sociedade de seus tempos contribuindo para a história dos imigrantes judeus .

Fontes:
5 lugares em SP para comer bagel

5 lugares em SP para comer bagel

5 lugares em SP para comer bagel
O pão massudinho e com um furo no meio conquistou paladares no mundo inteiro - e em São Paulo também!.

bagel é este tipo de pão redondo, massudinho e com um furo no meio, que nasceu na cultura judaica e hoje já conquistou paladares no mundo inteiro. Feito com massa artesanal e sementes torradas, este pãozinho é capaz de dar um up em qualquer sanduíche. Esta tendência gastronômica já conquistou diversas padarias e hamburguerias de São Paulo, dando um toque especial ao cardápio.




Confira 5 lugares para comer bagels fresquinhos em São Paulo e se apaixone também por esta "rosquinha":

1. KEZ Bagel & Café

5 lugares em SP para comer bagel
Reprodução/Instagram @kez_bagel | Reprodução/Instagram @kez_bagel
Como o próprio nome já diz, o KEZ é uma cafeteria especializada nos bagels, o pão de origem judaica em formato de rosquinha. A casa fica localizada na Rua dos Pinheiros e oferece um cardápio focado nas comidinhas de café da manhã e brunch, com sanduíches que vão do recheio de rosbife ao salmão defumado, do caprese ao pastrami. Para os indecisos, também é possível montar o seu bagel da maneira que preferir. Para acompanhar há cafés especiais, cerveja artesanal, sucos e drinks, como a Mimosa ou o Bloody Mary.

KEZ Bagel & Café

Endereço: Rua dos Pinheiros, 725 - Pinheiros
Telefone: (11) 2589-3198

2. Z Deli

5 lugares em SP para comer bagel

Reprodução/Instagram @zdelisandwiches | Reprodução/Instagram @zdelisandwiches
O Z Deli, que hoje conta com três unidades em SP, tem o cardápio inspirado pelas delicatessen nova-iorquinas - o que faz do bagel um item obrigatório por lá. O pão em formato de rosquinha é de fabricação própria da casa, chegando fresco na mesa do cliente. Os bagels podem ser pedidos na padaria anexa à unidade Pinheiros (pessoalmente ou por encomenda) ou no lanche Lox & Bagel, que traz a combinação já tradicional de salmão defumado e cream cheese, incrementada com tomate, cebola roxa, alcaparras e dill.

Z Deli

Endereço: Rua Haddock Lobo, 1386 - Cerqueira César
Telefone: (11) 3083-0021
Endereço: Rua Francisco Leitão, 16 - Pinheiros
Telefone: (11) 2305-2200
Endereço: Rua Bento Freitas, 314 - República
Telefone: (11) 3129-3162

3. Takko Café

5 lugares em SP para comer bagel
Reprodução/Instagram @takkocafesp | Reprodução/Instagram @takkocafesp
Takko Café é uma cafeteria descolada localizada na Vila Buarque, no Centro de São Paulo. O local oferece um bom atendimento e cafés de qualidade aos seus clientes, com diferentes tipos de grãos para serem servidos na xícara ou levados em pacotes pra casa. Além dos clássicos, o menu oferece versões inusitadas da bebida, como o café com tônica. Brownies, waffles, pães, tortas e sanduíches fazem parte do cardápio de comidinhas - inclusive o bagel.

Takko Café

Endereço: Rua Doutor Cesário Mota Júnior, 379 - Vila Buarque
Telefone: (11) 3214-5322

4. The Bagel Factory

5 lugares em SP para comer bagel
Reprodução/Instagram @bagelfact | Reprodução/Instagram @bagelfact
Localizada no bairro de Moema, a The Bagel Factory reúne delícias do mundo todo quando o assunto é pão - e claro que o bagel é o destaque da produção. A padaria oferece diferentes versões do quitute - simples, integral, de ervas finas, multigrãos e até mesmo de chocolate -, que são produzidas diariamente e podem receber recheios de dar água na boca. A casa também oferece uma grande variedade de doces, como cookies, carolinas, brigadeiros e cupcakes.

The Bagel Factory

Endereço: Avenida Moema, 88 - Moema
Telefone: (11) 5052-0161

5. Lox Deli

5 lugares em SP para comer bagel
Tadeu Brunelli/Reprodução Facebook Lox Deli | Tadeu Brunelli/Reprodução Facebook Lox Deli
Localizado no Jardim Paulista, o Lox Deli é um restaurante de cozinha judaica que tem o Salmão Lox (sanduíche de salmão defumado com cebola roxa e cream cheese) como carro-chefe do cardápio. Além deste clássico, o menu também conta com pães, massas, saladas e pratos completos para o almoço ou jantar. O ambiente é informal, com mesas ao ar livre que dão para a rua.

Lox Deli

Endereço: Rua Batataes, 403 - Jardim Paulista
Telefone: (11) 3051-6020
Fonte: https://www.obaoba.com.br