Haazinu - Sucot

Haazinu - Sucotהפרשה שלנו מוקדשת לעילוי נשמת
מזל בת אסתר  נאצר ז''ל נלב''ע ה' סיון תשמ''א
חיים בן שפיאה נאצר ז''ל נלב''ע י''ז שבט תשס''ב

Nossa Parashá é dedicada à toda a nossa equipe de voluntárias, começando pela nossa querida diretora Bátya Odessa que trabalha com toda a dedicação e empenho há quase sete anos atualizando diariamente nosso site  www.ongtora.com, atualizando nossa fan page ONG TORÁ, e me representando no Facebook que leva meu nome.

Estamos orgulhosos de constatar que no ano passado milhares de pessoas visitaram nosso site para aprender Torá, para se inspirar e se conectar à sua essência interior, para “se encontrar”

Centenas de pessoas abrem nossas páginas a procura de informação, serviços e ajuda de um Rabino.

Uma à procura de conselhos sobre seu casamento, outra quer aprender Torá e não sabe por onde começar, e uma terceira está em viagem pela América latina e precisa de dicas sobre onde pode comprar alimentos kasher ou passar um Shabat.

Um jovem procurando uma Yeshivá em Israel, uma jovem procurando uma Midrashá, alguém querendo saber aonde comprar um livro Judaico e assim por diante.

Nossa equipe de voluntárias está sempre disponível fazendo o seu melhor para ajudar, orientar, e dar todo o suporte necessário para ajudar os judeus a se reconectarem com a sua herança. Parabéns Bátya, diretora nota dez (com louvor)!
Parabéns também para a nossa voluntária Edna Winter que atualiza nosso Instagram, nosso twitter, e o principal: dirige nosso projeto ONG TORÁ ISRAEL
Muitas vezes recebemos perguntas sobre Torá de pessoas que não são judias, nossa voluntária Edna Winter se tornou a nossa Rabanit para esses assuntos, entendendo a realidade dos não judeus e respondendo as perguntas com amor e carinho, e o principal, com muita sabedoria. Parabéns Edna!
Parabéns à todo o nosso time de voluntárias e voluntários, nossa equipe unida para trazer a Gueulá. Parabéns à todos pelo lindo trabalho.

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Haazinu

Nossa Parashá, a penúltima Parashá da Torá, está escrita de uma forma chamada "ariach al gabei ariach". Essa montagem de texto vem identificar que ela é uma música.

Um dos assuntos interessantes que ela nos conta é: "Lembre-se dos dias passados, olhe para os anos de cada geração e geração"

Rashi traz duas explicações para isso:

A primeira é : "olhe para os anos de cada geração e geração", veja o que aconteceu com a geração de Enosh na qual o oceano surgiu pegando uma grande parte da terra, e a geração do dilúvio na qual o mundo afundou, não repita os erros dessas gerações

A segunda explicação que Rashi traz é : Pense no futuro, veja o que você poderia estar ganhando. D'us tem o poder de te dar coisas maravilhosas que são os tempos do Mashiach e o próximo mundo, faça o certo e você só tem a ganhar!

Um dos 13 princípios da fé judaica é que Mashiach vai chegar

Esse princípio consiste em que no fim do "Galut", no final do nosso exílio entre os povos do mundo Mashiach vai chegar.

A era do Mashiach é uma época maravilhosa, uma época de fartura
Uma época sem crises, sem guerras, sem doenças, sem acidentes, um mundo bom em que todos vamos estar felizes

Hamelech haMashiach 

Diz o Rambam que o Mashiach é um descendente direto, filho após filho, do rei David e que se iguala ao rei David no estudo da Torá e no cumprimento das Mitzvot.

Ele vai construir o Beit Hamikdash, nosso Templo Sagrado de Jerusalém, no lugar sagrado onde hoje se encontra o Kotel que é o muro ocidental do “Monte do Templo”
Ele vence as guerras de Hashem e depois traz todos os judeus, incluindo as dez tribos perdidas, de volta para a terra de Israel

Fazendo isso ele se  torna o Mashiach que em hebraico quer dizer simplesmente o "Rei Ungido", sendo que ele é um descendente direto do rei David que foi ungido pelo profeta Shmuel

Ele herda a unção do rei David automaticamente e não precisa de uma segunda unção para ser o rei de Israel

Daqui aprendemos que a solução para o nosso exílio não é um presidente eleito e nem um primeiro ministro, mas sim o Mashiach

A Guemará em Sanedrin nos conta que os alunos dos grandes Sábios que estavam dentro desse critério, ou seja, que eram descendentes do rei David e eram grandes como ele no estudo da Torá e no cumprimento das Mitzvot, diziam que o Rebe (mestre em hebraico) deles era o Mashiach.

Com isso queriam dizer que, caso acontecesse a Gueulá naquela época, o candidato mais adequado para ser o Mashiach seria aquele Sábio.
Dessa mesma maneira na nossa geração o Rebe de Lubavitch foi apontado por muitos como candidato dentro desses critérios dos antigos Sábios da Guemará e por esse motivo isso não foi visto como uma transgressão à Halachá, à lei judaica.
Quando acontecer a Gueulá e o Beit Hamikdash for reconstruído em Jerusalém incluindo a parte principal que desce pronta do céu, o povo de Israel trazido para a Terra Santa incluindo as dez tribos, o candidato a Mashiach se torna o Mashiach na prática.
Antes disso, os alunos do Rabi Hanina ou os alunos do Rabi Inon na Guemará puderam dizer que o Rebe deles era o Mashiach, dentro dessa intenção.
A Guemará em Sanhedrin também nos conta que o fato de o Mashiach ser dos vivos ou dos mortos não é relevante nesse caso contanto que ele venha a construir o Beit Hamikdash, vença as guerras de Hashem e traga o nosso povo de volta para a terra prometida passando depois junto com todo o povo de Israel para a etapa em que a vida será eterna, o próximo mundo
Os romanos antigos copiaram também esse aspecto da religião judaica e aplicaram ele inadequadamente à alguém que não era um descendente do rei David, não cumpriu a Torá e as Mitzvot, e que na época dele o Beit Hamikdash foi destruído, as guerras perdidas e o povo se espalhou para fora de Israel, sinais contrários à vinda do Mashiach e não tendo qualquer relação ou comparação com o princípio judaico da vinda do Mashiach e com o fato de os alunos dos Sábios de Israel dizerem que o Rebe deles era o Mashiach

Tishrei, mês propicio para a nossa Gueulá

A Guemará no tratado de Rosh Hashaná nos conta que Rabi Eliezer diz que no mês de Nissan aconteceu a Gueulá dos nossos ancestrais que saíram do Egito e em Tishrei será a Gueulá futura

Sendo que a festa de Sucot foi dada pela Torá em comemoração à Gueulá do Egito, e como diz a Meguilá: "Esses dias são lembrados e acontecem", Esses dias de Sucot são uma hora propícia para a Gueulá!
Então, vamos pedir para Hashem trazer a Gueulá Só temos a ganhar! Mashiach neles!

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E já que estamos falando de Mashiach, uma pergunta interessante é:

Na época da Mishná, há pouco menos de 1900 anos atrás, os judeus liderados por Shimon bar Cochva, intitulado como “presidente de Israel”, fizeram uma revolução contra o império romano e conseguiram provavelmente três anos de independência. Naquela ocasião, Rabi Akiva acreditou que Bar Kochva fosse o Mashiach
Como pôde Rabi Akiva fazer tal erro de avaliação?
Para entendermos isso voltamos à época do Rei David, que mesmo tendo sido ungido pelo profeta Shmuel como o Rei Ungido, ou seja, Mashiach, não pôde construir o Beit Hamikdash, o Templo de Jerusalém, porque teve a obrigação de guerrear para salvar nosso povo dos seus inimigos.  
Seu filho, o Rei Salomão, por não ter precisado fazer guerras, recebeu a ordem Divina de construir o Beit Hamikdash.

Quando falamos sobre Mashiach vemos a alusão à uma guerra chamada Gog e Magog. Se o Mashiach participar da guerra ele não poderá construir o Beit Hamikdash, por isso existe uma referência à um “pré Mashiach” chamado Mashiach Ben Yossef” que faz as guerras e falece depois de vencê-las.

Sendo que a regra é que uma profecia negativa como lutar em uma guerra não é obrigada a acontecer, o Mashiach Ben Yossef não é obrigado a existir e Hashem pode fazer a guerra de Gog e Magog ser vencida milagrosamente como vemos na história do Rei Hizkiahu

O Rei da Judéia, Hizkiahu, venceu o Rei da Assíria, Sanherib sem sair da cama.
O Anjo Gabriel se revelou para o exército dos Assírios e todos eles faleceram com exceção de cinco.

A Guemará nos conta que Hizkiahu, que era um descendente do rei David, poderia ser diretamente o Mashiach Ben David, e Sanherib Gog e Magog, caso tivessem tido o mérito da Gueulá acontecer na época dele.

Nesse caso não teria havido a necessidade de um Mashiach Ben Yossef.

Mas no caso de Rabi Akiva, sendo que a revolução já estava acontecendo, ele achou que Bar Cochva poderia ser esse Mashiach Ben Yossef sendo que ele começou a fazer as guerras.
Quando ele  foi morto pelos romanos Rabi Akiva viu que ele não era o Mashiach Ben Yossef.

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Sinais de que Mashiach está chegando

Porque a Guemará nos traz sinais para sabermos que estamos na geração da Gueulá, da redenção final?

Para fazermos isso acontecer mais rápido acrescentando nas nossas Tefilot e nas nossas Mitzvót

Um dos sinais da Guemará é de que os jovens vão fazer os velhos passarem vergonha.
Sempre que compramos um telefone novo e não conseguimos usar ele sem a ajuda de um adolescente para nos explicar com muita paciência dezenas de vezes como ele funciona, sentimos que esse sinal está acontecendo na prática…
Outro sinal é de que os principais rios da cidade vão andar como óleo e não vai dar para pescar neles nem um peixe para um doente.

Essa é uma das coisas que nem Rashi conseguiu explicar.

Rashi tentou imaginar que talvez os rios ficassem semi congelados e andariam devagar como óleo, mas o problema com essa explicação é de que mesmo assim ainda daria para pescar um peixe neles.

Quem na idade média poderia imaginar o Rio Tietê? Nem na pior das hipóteses Rashi não conseguiu imaginar uma coisa tão ruim assim

E daí para adiante, todos os sinais da Guemará já aconteceram, e agora só nos resta a explicação de Rashi na nossa Parashá: Pense no futuro! Veja o que você poderia estar ganhando. D'us tem o poder de te dar coisas mega maravilhosas que são os tempos do Mashiach e o próximo mundo

Acrescente no estudo da Torá e no Cumprimento das Mitzvót e Mashiach vai chegar! você só tem a ganhar!

   Shabat Shalom
   Rabino Gloiber

Sempre Rezando por você
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Sucot

Domingo ao anoitecer começa a festa de Sucot. Para mais informações sobre essa festa acesse ao nosso site www.ongtora.com

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Construção da Sucá

O Que é uma Sucá?

Uma sucá é uma construção temporária com um telhado de galhos, conhecido como sechach.

Durante quarenta anos, nossos ancestrais atavessaram o Deserto do Sinai antes de entrarem na Terra Prometida. Miraculosas “nuvens de glória” pairavam sobre eles, protegendo-os dos perigos e desconfortos do deserto.

Desde então, lembramo-nos da bondade de D’us e reafirmamos nossa confiança em Sua Providência, fazendo todas as refeições e “morando” na sucá pela duração da Festa de Sucot (de 15 a 21 do mês hebraico de Tishrei) – fora de Israel, também no dia 22).

Comer na sucá é uma mitsvá abrangente, pois nosso corpo inteiro está dentro da sucá e envolvido no cumprimento desse preceito Divino.

Como Faço uma Sucá?

Uma sucá é essencialmente uma cabana ao ar livre coberta com vegetação. Porém há muitas orientações e exigências que devem ser respeitadas na construção, e sobre o local onde é erigida, a fim de que seja considerada “casher” – apropriada para o uso.

Existem excelentes kits de sucá pré-fabricada, numa variedade de tamanhos, em muitas lojas judaicas. Se você escolher o caminho menos aventureiro (e que economiza tempo), certifique-se que o kit sucá tem a correta certificação rabínica atestando que a sucá atende todas as exigências.

A primeira coisa que você precisa fazer é selecionar o local adequado para sua sucá, para saber que tamanho comprar. Siga então as instruções do fabricante para a montagem, coloque dentro dela uma mesa e cadeiras – e está pronta! Se você preferir construir sua própria sucá à mão, veja abaixo.

Que Materiais Vou Precisar?

Se você está construindo a própria sucá, aqui estão os materiais que precisa:

As Paredes: As paredes de uma sucá podem ser feitas de qualquer material, desde que sejam firmes o suficiente para não se mover com um vento normal.

Você pode usar madeira, compensado ou painéis de fibra de vidro, tecidos à prova d’água presos a uma estrutura de metal, etc. Você também pode usar paredes pré-existentes (i.e., as paredes externas de sua casa ou garagem) como uma ou mais das paredes da sua sucá.

Cobertura do Telhado

A sucá precisa ser coberta com sechach – matéria vegetal sem acabamento. Os telhados comuns são: bambu, galhos de conífera, juncos, talos de milho, tiras estreitas (1X1 ou 1X2) de madeira sem acabamento, ou capachos especiais de sechach.

Você talvez precise também de algumas vigas de madeira para construir a estrutura sobre a qual colocar o sechach.

Iluminação (Opcional)

Se você quiser instalar um sistema de iluminação e sua sucá for construída perto de uma tomada, compre uma lâmpada com proteção contra chuva e cordão elétrico.

Cadeiras e Mesa

Lembre-se, você estará fazendo todas as suas refeições na sucá durante toda a Festa. Além disso, é uma mitsvá especial convidar pessoas para compartilhar sua sucá. Tente proporcionar espaço amplo e assentos para todos.

Decorações

Muitas comunidades decoram a sucá com pôsteres coloridos com temas das festas, ou pendurando frutas frescas ou outras decorações nas vigas. O costume Chabad é não decorar a sucá, pois a própria sucá é considerada como sendo um objeto de beleza.

Exigências Básicas para uma sucá “casher”

1) Feita pela Mitsvá

Uma sucá deve ser construída novamente a cada ano para o propósito da mitsvá. Esta exigência, no entanto, aplica-se basicamente ao sechach (telhado feito com ramos ou bambu), pois é o sechach que faz da sucá uma sucá.

Assim, pode-se deixar as paredes de pé durante o ano inteiro, e colocar o telhado antes da festa. Além disso, se a sucá ficou de pé durante todo o ano, pode-se substituir o sechach, o que permite que a sucá seja considerada como nova.

2) Ordem da Construção

Deve-se primeiro levantar as paredes e somente então colocar a cobertura sechach. Se o sechach é colocada antes que haja paredes “casher” no local, a sucá é inválida, até que o sechach seja removido e re-aplicado.

3) As Paredes

Quantas paredes?
Uma sucá deve ter pelo menos duas paredes completas mais parte de uma terceira parede (a “parte” precisa ter um mínimo de 8 cm de largura). É preferível, no entanto, que a sucá tenha quatro paredes completas.

De que são Feitas as Paredes?

As paredes da sucá podem ser feitas de qualquer material, mas devem ser firmes para que não se movam com um vento normal. Pode-se usar paredes pré-existentes, como as paredes da garagem da casa, como uma ou mais das paredes.

Uma estrutura já existente que não tenha telhado ou que tenha um teto removível pode também ser transformada em sucá, cobrindo-a com sechach adequado (veja abaixo).

Tamanho e Dimensões

As paredes devem ter pelo menos 80 cm de altura, e a estrutura inteira (i.e., a distância do telhado a partir do chão) não pode ser mais alta que 9 metros. Em comprimento e largura, uma sucá não pode ser menor que 50 cm por 50 cm (largura suficiente para abrigar a cabeça e torso de uma pessoa, e uma pequena mesa). Não há limite na largura de uma sucá.

Vãos nas Paredes

É melhor que a sucá tenha quatro paredes sólidas (além dos batentes e janelas). Contudo, sob determinadas condições, paredes incompletas podem ser aceitas, como se vê a seguir:

a) Se houver um vã entre a base das paredes e o chão, a base das paredes deve ter menos de 25 cm do solo.

b) Se as paredes tiver 80 cm de altura, o telhado deve ser mais alto (até a altura máxima de 9 metros acima do chão), desde que as paredes estejam abaixo do telhado.

c) Pode haver vãos de espaço vazio nas paredes, desde que essas tenha menos de 25 cm de largura. (Assim uma cerca feita de estacas na vertical ou horizontal pode ser usada, desde que os espaços entre as estacas sejam menores que 25 cm).

O Sechach (Cobertura)

O que pode ser usado como Sechach?
A sucá deve ser coberta com sechach, um telhado de matéria vegetal sem acabamento, Normalmente os telhados de sucá são galhos de bambu, junco, talos de milho, tiras estreitas (2 cm X 2 cm) de madeira sem acabamento, ou capachos especiais de sechach (veja abaixo).

Capachos feitos de bambu, palha ou outro material vegetal podem ser usados somente se forem feitos com o objetivo de servir de telhado (ex. Não para dormir, sentar ou qualquer outro uso).
Uma exigência importante é que o sechach seja cortado da fonte de crescimento – assim uma treliça viva, ou ramos presos à árvore, não podem servir como cobertura para uma sucá.

Quanto Sechach?

Deve haver sechach suficiente para proporcionar sombra, de modo que ao meio-dia deve haver mais sombra que sol refletido no piso da sucá. O sechach deve ser espalhado uniformemente sobre toda a sucá, para que não haja espaços maiores de 25 cm.

Apoio do Sechach

Tudo que estiver apoiando diretamente o sechach não deve ser feito de materiais que não sejam adequados para ser usados como sechach. Assim, se o sechach estiver apoiado diretamente sobre as paredes da sucá e as paredes não forem feitas de madeira, tiras de madeira devem ser colocadas entre as paredes da sucá e o sechach.

Em sucot maiores onde é preciso haver uma estrutura de vigas é necessário apoiar o sechach, usando-se varas de madeira ou bambu, não metal. O sechach também não pode ser amarrado com arame ou preso com qualquer objeto de metal.

Refeições na Sucá

É especialmente importante comer pelo menos um k’zayit (cerca de 30 gramas) de pão na primeira noite da Festa na sucá, entre o anoitecer e a meia-noite. Prepare uma refeição e convide sua família e amigos para que eles também possam participar dessa mitsvá especial.

A seguinte bênção é recitada ao comer na sucá:

“Baruch Atá Ado-nai Elo-Heinu Melech Haolam Asher Kideshanu Bemitsvotav Vetsivanu Leshev Ba-Sucá”:
Bendito sejas, Eterno nosso D’us, Rei do universo, que nos santificou com Seus mandamentos e nos ordenou sentar na sucá.

Deve-se olhar para o telhado, o sechach da sucá, ao recitar a bênção.

Na primeira e na segunda noites, aquele que recita o Kidush recita a bênção sobre a sucá ao final do Kidush. Todos os outros recitam a bênção após recitar a bênção sobre a chalá.

Para o restante da Festa, todas as refeições devem ser feitas na sucá. Muitos têm o costume de comer todo alimento ou bebida somente na sucá. Durante toda a Festa de Sucot, a bênção acima é recitada sempre que se fizer uma refeição que inclua pão, bolo ou outro alimento à base de cereais na sucá. É costume da maioria das comunidades também comer na sucá em Shemini Atsêret – o “oitavo dia” que se segue ao sétimo dia de Sucot – mas sem recitar a bênção especial
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