Jardim contará a história de Israel por meio de referências bíblicas

 Jardim contará a história de Israel por meio de referências bíblicas (Marlene Gomes, Correio Braziliense)

A melhor forma de conservação de recursos genéticos da vegetação brasileira é manter as espécies no seu próprio ambiente. 

Isso o Jardim Botânico de Brasília faz com primor, proporcionando aos visitantes contato com a diversidade das espécies nativas do cerrado. Um novo espaço eleva essa experiência a um patamar secular. Denominado Jardim Bíblico, o local utiliza sete espécies de plantas e vários elementos artísticos e arquitetônicos para contar a história de Israel. 

O projeto paisagístico foi construído na Alameda das Nações e dos Estados e foi aberto ontem (16) ao público. “A praça de Israel — Jardim Bíblico é um projeto cultural e educacional, que celebra a amizade entre Brasil e Israel e marca a continuidade da relação especial de Israel com os brasileiros e o comprometimento com a população de Brasília”, segundo afirmou o embaixador de Israel, Yossi Shelley. 

“Este projeto inspira a educação de valores fundamentais, como preservar o meio ambiente e a ligação com a natureza, assim como o respeito aos valores universais mútuos, expressos na Bíblia”. “Também representa as nossas profundas ligações culturais com os brasileiros”. 

“Da mesma forma que as árvores criarão raízes e florescerão, esperamos, também, que cresça a relação entre nossos povos e nossas nações”, disse o embaixador. Israel é o primeiro país a criar um espaço específico no Jardim Botânico. O Jardim Bíblico, concebido com a ideia de representar os cinco continentes por meio de sua biodiversidade e valores culturais, é representado por sete espécies de árvores presentes na Bíblia — tamareiras, oliveiras, figueiras, romãzeiras, videiras, trigo e cevada —, todas nativas de Israel. 

O elemento água, de vital importância e escasso em algumas regiões desérticas, também está presente na concepção paisagística. Todas as plantas do jardim são irrigadas por gotejamento, uma avançada tecnologia israelense utilizada principalmente em lugares que sofrem com a escassez de água. Artistas de Israel também contam a história do país por meio de sete mosaicos, instalados em cubos ornamentados por folhas. 

O projeto fica na Praça de Israel, primeiro empreendimento de um país na Alameda das Nações e dos Estados, localizado ao lado do recém-reformado anfiteatro. “Esse é mais um espaço para o visitante usufruir do Jardim Botânico. É um local de contemplação, com muitos elementos, e que melhora, ainda mais, a qualidade do Jardim Botânico”, explicou diretor adjunto do espaço, Samuel Pinheiro Guimarães. 

O projeto paisagístico foi realizado pela Embaixada de Israel em parceria com o Jardim Botânico, e teve início em novembro de 2017. A iniciativa é o reconhecimento de Israel por um dos locais mais festejados da capital, segundo Guimarães.
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