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31 de ago. de 2018

Revista de Estudos Judaicos nº 11

Revista de Estudos Judaicos nº 11

Revista de Estudos Judaicos nº 11O Instituto Histórico Israelita Mineiro (IHIM) convida para o lançamento da Revista de Estudos Judaicos nº 11 (REJ) e palestra da Profª. Drª. Vania Carvalho - Museu Judaico de Minas Gerais... Por quê? -, às 19.30 h, do dia 4 de setembro de 2018 no Espaço Cultural Judith e Nelson Cohen no IHIM - a Rua Pernambuco, 326 - Funcionários.

A Profª. Drª. Vania Carvalho é hoje professora do Departamento Universidade Federal de Ouro Preto, formada em Museologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialista em organização e implantação de arquivos pela Universidade de São Paulo, Doutora em Ciência da Informação pela UFMG, com estágio Doutoral na Universidade de Toulouse III – França. Atualmente desenvolve trabalho voluntário no IHIM com o projeto do plano diretor da instituição.

Foi Museóloga e Pesquisadora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com atuação no Museu do Folclore Edison Carneiro, Museu Benjamim Constant, Museu Villa Lobos, Museu da Inconfidência, Casa Setecentista de Mariana, Coordenadora dos Arquivos Históricos e Museus do IPHAN em Minas Gerais, atuando também com a Identificação, Circulação e Segurança dos Bens Móveis e Integrados. Lecionou como professora substituta na Escola de Ciência da Informação da UFMG.

A Revista de Estudos Judaicos (REJ) teve como editores, Aléxia Teles Duchowny, licenciada em Letras/Francês, pela UFMG, Doutora em Estudos Linguísticos pela UFMG, com bolsa sanduiche na Hebrew Univertity of Jerusalém e Professora da Faculdade de Letras da UFMG. E Welbert Belfort (Betinho), formado em história pela Universidade Federal de Ouro Preto, Livreiro e Editor da Scriptum.
Bênçãos e Maldições

Bênçãos e Maldições


Bênçãos e Maldições
A Parashá dessa semana nos ordena a ficarmos felizes. Por outro lado, logo depois são listadas 98 maldições terríveis para cada judeu que transgredir a Torá. 

Geralmente costumo evitar histórias do Holocausto porque nenhuma mente humana pode compreender, e muito menos explicar o que aconteceu. Um pai simplesmente não permite que essas coisas aconteçam com seus filhos, especialmente quando o pai é o Rei do Universo. Na verdade, é aceito que uma das primeiras coisas que Mashiach fará será esclarecer qual o sentido do oceano de tragédias que se abateu sobre os judeus desde o início de sua trajetória. 

Segue uma história relatada a mim por alguém que a ouviu de um Chassid Vishnitz, sobrevivente da guerra. 

"Os malditos nazistas precisavam muito de mão de obra e procuravam judeus de todas as idades em porões, sótãos, florestas e em todos os lugares possíveis. A maioria dos que foram pegos foram enviados para campos de concentração, onde os nazistas poderiam concentrar-se em torturar e exterminá-los nas formas mais progressistas, culturais e intelectuais. 

No campo onde estávamos, havia um monte de judeus religiosos e outros Chassidim que tinham sido capturados perto do fim da guerra. Eu tinha ouvido falar que os alemães eram extraordinariamente cruéis em torno dos feriados judaicos e logo comprovei o fato. 

Em Rosh Hashaná fizeram-nos trabalhar o dia todo sem parar, em seguida, no Yom Kipur nos obrigaram a comer e, finalmente em Sucot diminuíram nossas micro rações pela metade. Mas quando Simchat Torá chegou (o último dia de Sucot) eles realmente enlouqueceram. 

Éramos em torno de cinquenta, todos jovens Chassidim Vishnetzer, e anunciaram que seriamos levados para as câmaras de gás em questão de minutos. Todo mundo começou a chorar incontrolavelmente, enquanto éramos levados para a morte. Fuga ou resistência era impossível. Estávamos tão fracos e eles estavam armados até os dentes e, além disso, não havia para onde correr com arame farpado em toda parte e os guardas acompanhados por cães ferozes. 

Então, um do nosso grupo disse: ‘Escutem amigos, esta noite é Simchat Torá ... nós somos judeus, certo?! Estes animais pervertidos não podem tirar isso de nós. Temos que ficar felizes!‘ 

Ele começou a cantar uma música e na primeira nota todos cantamos juntos, mais alto e mais alto batendo os pés com a melodia. 

De repente, por um segundo ou dois estávamos no controle! Estávamos livres! Os nazistas podiam governar nossos corpos, mas nossas almas estavam livres! Cantamos e dançamos tanto quanto foi possível. 

De repente, o comandante alemão gritou "Halt"! E os soldados pararam nossa comemoração. 

Ficamos em silêncio enquanto ele nos examinava caminhando em suas botas altas pretas e lustradas que se encaixam perfeitamente no uniforme preto e, em seguida, disse com um sorriso de escárnio em seus lábios: ‘Então vocês querem se alegrar no seu feriado estúpido? Bem, nós também queremos nos alegrar. Por que vocês são tão egoístas?’ 

Ele sorriu, olhou em volta satisfeito e continuou: ‘Em vez de matá-los agora eu vou levar vocês de volta. Amanhã de manhã às cinco da manhã vou acordar todo o campo e todo mundo vai ser forçado a assistir como vocês ficam felizes sendo lentamente torturados até a morte, um de cada vez! Vamos ver como vocês se alegram judeus.’ 

Ele gritou uma ordem e fomos levados de volta a uma espécie de prisão com uma porta de ferro espessa que bateu ameaçadoramente atrás de nós. 

Mas D'us tinha outros planos. 

Parece que algumas horas mais tarde, no meio da noite, veio uma ordem urgente do alto comando que o nosso acampamento tinha que fornecer mil trabalhadores para outro local. Uma unidade especial foi enviada para escolher e reunir os trabalhadores. Mas depois de algumas horas de busca só conseguiram novecentos e cinquenta homens fisicamente capazes. Então, alguém comentou que se lembrava de ver cinquenta jovens animados sendo levados para a 'prisão'. Então, às 2 da manhã, a porta de metal se abriu e fomos arrastados de nossa prisão, arrebanhados em caminhões e enviados para longe, para o trabalho. 

Enquanto isso, no início da madrugada o comandante do campo acordou, aprontou seus algozes, despertou todos os judeus e todos eles se reuniram do lado de fora na manhã fria congelada para o 'show', mas quando chegou na nossa prisão ele viu que estava... vazia! Não havia ninguém para matar. 

Nem todos sobreviveram ao campo de trabalho, mas uma coisa é certa, se não fosse por nossa alegria naquela noite eu certamente não estaria aqui para contar essa história, todos nós teríamos sido assassinados." 

Isto responde às nossas perguntas. O estado natural do ser humano, especialmente o judeu a alegria. E a sentimos em seu clímax ao perceber a verdade: a de que D'us está nos criando a cada instante. Mas quando temos dúvidas sobre nossos objetivos não podemos ficar felizes. É isso que a Torá está nos falando ao descrever as maldições. Quando esquecemos a alegria, D'us pode nos mandar dificuldades de modo a nos forçar a acordar e a revelar nossa verdadeira identidade.
Yuval Salomon

Yuval Salomon

Yuval SalomonYuval Salomon é uma pianista, arranjadora e compositora israelense. 

Ela nasceu em 1997 e toca piano há 12 anos. Yuval costumava adaptar músicas modernas por diversão e, em 2016, abriu seu canal no YouTube, que já alcançou mais de 50.000 inscritos e milhões de visualizações.
Yuval Salomon

Conheça um pouco do trabalho de Yuval Salomon nos links abaixo:




Beethoven Piano Sonata No. 17 "Tempest" (3rd Movement) - Yuval Salomon




Disturbed - The Sound Of Silence | Piano Cover by Yuval Salomon



Best of QUEEN | Piano Medley by Yuval Salomon

Manifestantes anti-imigração gritam “Resistência” em  Chemnitz

Manifestantes anti-imigração gritam “Resistência” em Chemnitz

CHEMNITZ, Alemanha (Reuters) - Centenas de manifestantes anti-imigração gritando “Resistência” se juntaram na cidade alemã de Chemnitz nesta quinta-feira, após uma série de confrontos violentos que seguiu o assassinato de um alemão por dois imigrantes.

A polícia da Saxônia, no leste do país, chamou reforços de toda a Alemanha após confrontos em dois dias de protestos, que seguiram a prisão de um sírio e um iraquiano pela morte a facadas no domingo de um homem, identificado somente como “Daniel H.”.
A Alemanha está profundamente dividida pela decisão da chanceler Angela Merkel em 2015 de permitir a entrada de mais de um milhão de imigrantes, muitos deles refugiados das guerras na Síria, no Iraque e no Afeganistão.
Levantando preocupações sobre possíveis ligações entre a polícia e a extrema-direita na Saxônia, procuradores também anunciaram que um oficial havia confessado o vazamento do que deveria ser um mandado de prisão confidencial para o suspeito iraquiano. Isto foi amplamente publicado em sites da extrema-direita, impulsionando os protestos.
Manifestantes da extrema-direita cantaram o hino nacional do lado de fora do estádio de futebol de Chemnitz nesta quinta-feira enquanto um grupo levantava um cartaz dizendo “Estamos de pé por nossas crianças”, conforme oradores com megafones discursavam à multidão.
Em um saguão dentro do estádio, o premiê da Saxônia, Michael Kretschmer, pediu um minuto de silêncio em memória à vítima do assassinato.
“Vamos garantir que este crime seja esclarecido”, disse em encontro de cidadãos que teve presença de centenas. Mais cedo, ele havia prometido garantir que “aqueles que andam pela cidade com saudações de Hitler também sejam condenados”.

30 de ago. de 2018

O que ocorreu em Chemnitz?

O que ocorreu em Chemnitz?

O que ocorreu em Chemnitz?Ambiente xenófobo, um morto numa briga e várias "fake news" em redes sociais criaram as condições para uma onda de violência de extrema direita na cidade do Leste Alemão. 


Veja a sequência dos acontecimentos.Num dia comum, entre seis e sete pessoas, em média, morrem em homicídios na Alemanha, e a tendência está em queda. 

Em 2017, a polícia contou 2.379 homicídios. Apenas uma ínfima parcela deles desperta interesse fora das regiões onde ocorreram. O caso do homem de 35 anos que foi ferido mortalmente em Chemnitz, no fim de semana passado, provavelmente seria um deles. Porém, esse caso, ocorrido às margens de um festejo citadino, evoluiu para um acontecimento que desperta as atenções de toda a Alemanha. 


Quais os antecedentes da história? 

O que ocorreu em Chemnitz?O fim de semana deveria ficar na lembrança como uma grande festa, pois Chemnitz festeja em 2018 seus 875 anos de existência. Às margens dos festejos, vários homens se envolveram numa briga na noite de sábado. Ainda não está bem claro o que exatamente aconteceu. Certo, porém, é que alguém puxou uma faca, e três homens foram feridos. Um deles morreu mais tarde, já no hospital. Logo as redes sociais foram tomadas pela discussão sobre as origens do homicida – ou dos homicidas – e da vítima. O morto é Daniel H., de 35 anos, um alemão aparentemente de origem cubana. Como homicidas foram apontados um sírio e um iraquiano. 

O que se sabe sobre o homicídio? 

Os dois suspeitos, um iraquiano de 22 anos e um sírio de 23 anos, estão desde segunda-feira em prisão preventiva. Eles são acusados de homicídio em grupo. Os detalhes do crime e também o motivo ainda não estão claros. Nesta terça-feira, os promotores não quiseram fornecer detalhes, apenas descartaram que se trate de legítima defesa por não haver situação de risco. A promotoria também não confirmou que Daniel H., que nasceu em Chemnitz na época da Alemanha Oriental, quando a cidade ainda se chamava Cidade Karl Marx, tenha de fato origem cubana. 

Quais fake news surgiram em seguida? 

Além da morte, o debate nas redes sociais girou em torno do boato de que a briga teria origem num assédio sexual cometido contra uma mulher. Um dia depois, a polícia afirmou que não havia qualquer indicação de que isso fosse verdade. 

O que ocorreu em Chemnitz?Nas redes sociais, porém, Daniel H. era apresentado como um "jovem corajoso" que teria tentado defender uma mulher de um assédio sexual e por isso recebeu 25 facadas. 

Segundo especialistas, a narrativa do jovem alemão que tenta defender uma mulher também alemã de ataques de estrangeiros é típica dos círculos de extrema direita, o que reforça a suspeita de que as fake news tenham origem nesse meio. 

Outra fake news que circulou nas redes sociais afirmava que uma segunda pessoa teria sido morta na briga. Por fim, "as vítimas", no plural, seriam alemães de origem russa, o que também é falso. 

O que aconteceu em Chemnitz depois da morte de Daniel H.? 

Os boatos de que um caso de assédio sexual estaria na origem da briga que resultou na morte de Daniel H. começaram a circular nas redes sociais. 

No domingo, a notícia da morte e os boatos culminaram numa situação altamente explosiva quando um grupo de hooligans convocou "fãs e simpatizantes" para se encontrarem num local e numa hora determinados para, juntos, mostrarem "quem manda na cidade". O grupo é vigiado pelas autoridades alemãs, que calculam que a cena de extrema direita em Chemnitz inclua entre 150 e 200 pessoas. 

O chamado, que foi compartilhado inúmeras vezes, foi atendido por cerca de 800 pessoas, incluindo extremistas de direita violentos. Imagens de celular mostram agressões ocorridas às margens do protesto: alguns manifestantes intimidaram pessoas que eles consideravam serem estrangeiras e incitaram à violência contra elas. 

Até o momento, três ocorrências foram registradas na polícia: uma alemã de 15 anos e seu acompanhante, um afegão de 17 anos, foram atacados; um sírio de 18 anos foi agredido; e um búlgaro de 30 anos foi detido e ameaçado. 

A polícia não conseguiu manter o controle da situação durante toda a manifestação e reagiu com cassetetes e spray de pimenta. Vídeos mostram que manifestantes também agrediram policiais. A festa da cidade foi encerrada quatro horas antes do previsto. 

Na noite desta segunda-feira, milhares de pessoas se reuniram no centro de Chemnitz, em duas manifestações opostas. A convocação da associação de extrema direita Pro Chemnitz foi atendida por cerca de 6 mil pessoas, segundo a polícia. Na outra manifestação, convocada pela esquerda, compareceram 1.500 pessoas. Até as 21h, os policiais conseguiram manter os dois lados afastados. Aí voaram os primeiros sinalizadores, garrafas e outros objetos. A situação se tornou cada vez mais confusa, e a polícia, mais uma vez, ficou na defensiva. Um grupo de cerca de 35 pessoas mascaradas se refugiou atrás de uma barricada de mesas e cadeiras até ser dispersada pela polícia. Cerca de 600 policiais estiveram em ação em Chemnitz, e dois canhões de água foram usados para a dispersão. 

Vários extremistas fizeram a saudação nazista, que é proibida na Alemanha. A polícia abriu inquérito para investigar dez casos. Dezoito manifestantes, dos dois lados, e dois policiais ficaram feridos. Segundo a polícia, quatro integrantes da marcha de extrema direita foram agredidos e feridos por cerca de 20 pessoas quando retornavam para casa. Dois foram internados num hospital. 

Quais as reações? 

Houve muitas críticas ao governo da Saxônia, que é comandado pelo partido conservador CDU, e à polícia local. O chefe da bancada do Partido Verde no Bundestag, Anton Hofreiter, acusou o governo estadual de ter negligenciado a luta contra o extremismo de direita, ecoando uma crítica frequente. 
O que ocorreu em Chemnitz?
O secretário-geral da CDU na Saxônia, Alexander Dierks, rejeitou a acusação e elogiou o trabalho da polícia, que ele julgou preparada para enfrentar a situação e manter a ordem. 
O governador da Saxônia, Michael Kretschmer, criticou a violência de extrema direita e disse que se trata de uma minoria que tenta agitar a opinião pública. Ele disse que o governo não vai tolerar essa situação e pediu aos cidadãos que defendam os estrangeiros que vivem no estado. "Não há lugar para o extremismo na Saxônia", afirmou. 

O sindicato dos policiais também elogiou o trabalho das forças de segurança. Já a própria polícia da Saxônia reconheceu ter subestimado o número de manifestantes. 

A chanceler federal alemã, Angela Merkel, disse que cenas de agressão e incitação à violência como as vistas em Chemnitz são incompatíveis com o Estado de Direito alemão e não devem acontecer em nenhuma praça ou rua do país. 

Por que na Saxônia? 

O extremismo de direita e a xenofobia são fenômenos recorrentes no estado alemão da Saxônia, que tem 4 milhões de habitantes e um dos menores percentuais de imigrantes na população. 

Até ser descoberto, em 2011, o grupo neonazista NSU esteve na clandestinidade na Saxônia. Em Dresden, a capital do estado, manifestações do grupo xenófobo Pegida (sigla em alemão para "Patriotas europeus contra a islamização do Ocidente") acontecem regularmente desde 2014. Em 2015, uma turba entrou em confronto com a polícia em Heidenau para tentar evitar a construção de um abrigo para refugiados. 

No início de 2016, um grupo de pessoas bloqueou a passagem de um ônibus com refugiados em Clausnitz, e a polícia os retirou do veículo com violência. Poucas semanas depois, pessoas aos gritos obstruíram, em Bautzen, os esforços para apagar as chamas num abrigo para refugiados. Em setembro, as atenções se voltaram mais uma vez para a cidade depois de 80 extremistas de direita e 20 refugiados entrarem em confronto no centro. Na pequena Freital, uma milícia civil terrorista planejou e executou ataques explosivos a centros de refugiados. Os responsáveis foram condenados à longas penas de prisão em março de 2018. 

Em 2017, a Saxônia registrou 1.959 crimes de extrema direita (160 em Chemnitz), incluídos 95 crimes violentos (dos quais seis em Chemnitz). 

Pesquisas mostram que o partido extremista AfD deverá ser o segundo mais votado nas eleições no estado, marcadas para 2019. 

Poucas semanas atrás, a polícia da Saxônia foi criticada por impedir o trabalho de uma equipe de televisão da emissora ZDF, que acompanhava uma manifestação do partido extremista AfD e do Pegida contra Merkel. A equipe foi detida por cerca de 45 minutos. Antes, ela foi atacada verbalmente por um dos manifestantes, que se queixou à polícia. Mais tarde, a polícia investigativa do estado divulgou que o manifestante era seu funcionário. 

Porém, extremismo de direita e xenofobia não são problemas exclusivos da Saxônia: há registros de ataques xenófobos em todos os estados alemães. A Fundação Antonio Amadeu e a ONG Pro Asyl contaram 1.713 crimes contra refugiados em toda a Alemanha em 2017. Destes, 240 ocorreram na Saxônia, ou 61 por milhão de habitante. O líder é Brandemburgo, com a proporção de 85 para cada milhão de habitante. Este ano, a tendência em todo o país era de queda. 

Fonte:  Deutsche Welle 
Israel pode adotar criptomoedas para evitar sonegação fiscal

Israel pode adotar criptomoedas para evitar sonegação fiscal

Israel pode adotar criptomoedas para evitar sonegação fiscal
Apesar das recentes variações de valor do Bitcoin, governos do mundo todo e economias emergentes permanecem interessados na ideia de um ecossistema baseado em blockchain, suplementado por uma estrutura lastreada em criptomoedas – ou uma moeda descentralizada.

Cripto-Shekel? 

Enquanto países como China, Índia e Estados Unidos estão limitando o setor das criptos, países menores como Singapura, Venezuela, Colômbia e Malta está criando regulamentações e infraestruturas otimizadas para favorecer o ecossistema dos ativos digitais. Agora, Israel está aparentemente trabalhando com a ideia de uma criptomoeda lastreada pelo estado, segundo o Jerusalem Post. 

O Banco de Israel (BOI) e o ministério das finanças do país estão explorando uma versão digital do shekel físico, moeda oficial do país. A ação supostamente prevenirá a sonegação fiscal ao utilizar as funcionalidades da tecnologia blockchain – por exemplo, rastrear dados transacionais dos cidadãos em tempo real, enquanto viabiliza transações mais rápidas. 

O relatório também indica que tal aplicação pode funcionar somente em smartphones. Embora o desenvolvimento surpreenda aqueles fora de Israel, o país tem um vibrante ecossistema para criptomoedas, até mesmo ostentando uma associação dedicada ao blockchain. Em 2017, o Bloomberg classificou o país como décima economia mais inovadora do mundo, baseada na adoção de tecnologia e criação de patentes – dois fatores fundamentais para o crescimento das criptomoedas. Bancos israelenses favorecem o crescimento das criptomoedas Os maiores bancos do país também estão fazendo incursões no ramo das criptos. 

O Bank Hapoalim, de Tel Aviv, está trabalhando para tokenizar seus ativos financeiros em um blockchain, através de uma parceria com a Microsoft Azure, uma plataforma de computação em nuvem que permite aos desenvolvedores compartilharem, armazenarem, testarem e colarem informações sobre tecnologias em ascensão, inclusive sobre o blockchain. Até mesmo o sistema judiciário do país evita prolatar decisões sem base contra criptomoedas. 

Em fevereiro, o Bank Leumi proibiu que seus clientes interagissem com negócios envolvendo criptomoedas, citando preocupações com padrões AML (anti lavagem de dinheiro). Contudo, a suprema corte israelense rapidamente interviu e declarou que a decisão era redundante, pedindo uma imediata revogação da proibição. Ademais, a suprema corte viabilizou um acesso maior a criptomoedas e negócios relacionados, como cripto apostas e cassinos, aumentando significativamente a adoção entre cidadãos e instituições. Transações de criptomoedas também são reconhecidas no país, apesar da falta de uma estrutura bem definida.

Israel compra mísseis capazes de alcançar todo Oriente Médio

Israel compra mísseis capazes de alcançar todo Oriente Médio

Israel compra mísseis capazes de alcançar todo Oriente MédioO Ministério da Defesa de Israel anunciou nesta segunda-feira (27) a assinatura de um importante contrato com um grupo local de armamento para desenvolver e produzir mísseis capazes de alcançar qualquer local na região do Oriente Médio.
A fonte da mídia AFP não deu detalhes sobre o tipo de armas encomendadas nem quais países ou objetivos que poderão alcançar.

Israel enfrenta uma série de ameaças a sua segurança. É visto como o grande alvo do regime islâmico do Irã, além de permanecer tecnicamente em guerra com seus vizinhos Síria e Líbano.

O Estado de Israel também continua enfrentando o grupo terrorista libanês Hezbollah no norte, e o palestino Hamas no sul.

Israel possui as capacidades balísticas mais avançadas da região graças ao apoio técnico e financeiro dos Estados Unidos e sua própria produção, mas muitos de seus mísseis se encontram ainda em fase de desenvolvimento.

29 de ago. de 2018

Golem

Golem

GolemPergunta:
Gostaria de saber mais sobre o Golem. É possível pensar, que o Frankstein, obra literária de M. Sheley, é uma analogia ao Golem?

Resposta:
Este assunto desperta o interesse de muita gente, inclusive crianças, para quem o Beit Chabad já publicou histórias em quadrinhos contando a história do Golem.

O Golem foi criado no ano de 1580 em Praga pelo Rabi Yehuda Loevy, conhecido como o Maharal de Praga.
Yossef, ou Golem, foi criado a partir dos quatro elementos (fogo, terra, água e ar) através do conhecimento cabalístico do Maharal que obteve permissão Divina de recorrer a forças espirituais especiais para criar um ser como o Golem.
Ele era um ser sagrado, sem vida (desprovido de alma), e andava e obedecia a todas as ordens do Maharal. Era extremamente forte, mas não podia se expressar através da fala, pois este dom é privilégio exclusivo das almas Divinas.
Golem foi criado com o objetivo de proteger os judeus que foram ameaçados de extermínio através da intriga de seus inimigos e os salvou poupando muitas vidas. O Golem transformou o pesadelo do extermínio em salvação.
Quando o povo judeu não sofria mais ameaças, sua existência perdeu sentido, pois sua missão já fora cumprida.
Quem visita Praga atualmente poderá entrar na sinagoga do Maharal, local provável onde está enterrado o Golem (dizem que está no sótão), mas a presença de pessoas é vetada neste recinto, porque conforme os relatos, ela perde a própria vida.
Quanto a Frankstein, não há nenhuma analogia. Ele representa uma lenda em torno do terror onde cenas macabras transformam qualquer sonho em pesadelo.
A nova lei polonesa

A nova lei polonesa

A nova lei polonesaPublicado em Times of Israel.com
10 de julho 2018

Como resultado da recente emenda do Ato sobre o Instituto de Lembrança Nacional, pesquisadores e jornalistas não estarão mais encarando aprisionamento por falarem sobre os lados escuros da história polonesa. Em vez disso, eles terão de pagar compensação se perderem seu caso no tribunal com alguém que se sentiu ofendido pelas palavras deles. Esta não é uma concessão por parte do governo polonês, nem retração de uma má lei. É um ataque à liberdade de discurso, estranhamente elogiada pelo Departamento de Estado Americano, o país onde essa liberdade é mais valorizada.
A história polonesa tem sido falsificada por muito tempo e de maneira alguma é uma invenção do partido Lei e Justiça. No livro de história que meu filho costumava estudar no ano passado, na parte dedicada às atitudes polonesas para a Shoá, os autores relatam aos jovens sobre Zegota (Conselho Polonês para Ajuda aos Judeus), Irena Sendler (chefe da seção infantil de Zegota; recebeu o titulo de Justo Entre as Nações) e a família Ulma (executada em 1944 por esconder famílias judias em sua casa), dando a impressão de que seus extraordinários atos de heroísmo ao proteger judeus eram a norma social. A palavra ‘szmalcownik’ (chantagista) aparece ali, mas é imediatamente seguida por uma explicação de que estes casos foram punidos pelo Estado Subterrâneo com a morte. Os poloneses mataram judeus durante a guerra? Os autores do livro admitem que mataram, mas isso aconteceu somente uma vez em Jedwabne.
Recentemente, o Primeiro Ministro tinha dito que não havia Polônia em 1968. E podemos estar certos de que existe hoje e que ninguém irá questionar daqui a poucos anos?
Para mim, o símbolo mais ofuscante da gradual erradicação do passado judaico do nosso espaço é o túmulo em massa na minha cidade. Após a liquidação do gueto, os alemães deixaram vivos alguns judeus jovens e relativamente fortes, enviando-os para trabalho de limpeza. Então os levaram para a Rua Piekna, ordenaram que cavassem um buraco e os fuzilaram. Segundo algumas fontes, havia entre várias dúzias a 300 judeus ali. Após a guerra, os sobreviventes que retornaram à cidade colocaram uma modesta laje de concreto no local do túmulo coletivo. Vários anos depois, alguém acrescentou a inscrição “Para as vitimas do fascismo”.
Em 1956, representantes da organização TSKZ (Associação Sócio-Cultural de Judeus na Polônia) escreveu para as autoridades municipais que “dois cidadãos instalaram moradias adjacentes ao túmulo coletivo de 400 vítimas do genocídio Hitlerista, e há um celeiro perto do túmulo e que a área próxima ao túmulo está repleta de lixo.”
Não sei se a TSKZ recebeu uma resposta, mas sei que nos anos de 1990 o pedaço de terra com esse túmulo foi vendido a um comprador particular que construiu sua casa ali.

A nova lei sobre IPN (Instituto de Lembrança Nacional) não vai mudar o mundo para melhor. Pelo contrário. Irá fechar as bocas, ou pelo menos tentar fazê-lo, com aqueles que querem contar a verdade. Porque ter de provar em corte é um processo longo e exaustivo. Nem todos podem fazer isso. Assim, falsos livros irão se tornar a interpretação oficial e a única versão possível dos eventos.
A Polônia vai perder porque haverá outra geração educada sobre a falsidade. “Os trouxas vão engolir isso” mas o que deveriam fazer aqueles que não querem ser tolos?

28 de ago. de 2018

Sobreviventes do Holocausto relatam suas memórias em Sorocaba

Sobreviventes do Holocausto relatam suas memórias em Sorocaba

Sobreviventes do Holocausto relatam suas memórias em Sorocaba
Campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, o maior de todos.
Crédito da foto: Divulgação / Fotos Púbicas
Eles refizeram sua vida no Brasil e foram protagonistas de encontro sobre intolerância na Fadi
O polonês Julio Gartner, 94 anos, e o romeno Joshua Strul, 85 anos, sobreviveram ao Holocausto nazista executado contra a comunidade judaica durante a Segunda Guerra Mundial. Passado e presente caminham juntos ao longo da existência desses dois homens e de todas as vítimas que conseguiram sobreviver aos campos da morte. Eles viveram a experiência dos guetos e campos de concentração que acumularam uma contabilidade macabra de seis milhões de mortos. Conheceram as piores privações na rotina de terror e assassinatos imposta aos judeus e outras minorias pelo líder nazista Adolf Hitler.


Sobreviventes do Holocausto relatam suas memórias em Sorocaba
O polonês Julio Gartner, 94 anos, viveu quase um ano escondido em buraco. Crédito da foto: Fábio Rogério

No conjunto da tragédia, foram discriminados por leis racistas. Suas famílias tiveram todos os bens confiscados. Viram muitos embarcados em trens que tinham como destino as câmaras de gás e as mortes em massa. Foram tempos de fome e crueldade humana. “Uma simples e mísera migalha de pão fazia diferente entre a vida e a morte”, recorda Strul. “A cabeça não consegue pensar em nada mais a não ser em comida”, recorda Gartner sobre a tortura da fome.
Após a libertação dos campos, vieram para o Brasil. Gartner veio em 1947, e Strul, em 1955. Aqui refizeram suas vidas. Moradores de São Paulo, eles estiveram em Sorocaba no último dia 16. Foram os protagonistas do encontro “Intolerância e Guerras Sociais” organizado pelo Centro Acadêmico Dr. Rubino de Oliveira, da Faculdade de Direito (Fadi).
O documentário “Sobrevivi ao Holocausto”, que conta a história de Gartner, foi exibido no auditório da Fadi. Os dois sobreviventes estavam acompanhados do cineasta Márcio Pitliuk, diretor do filme e palestrante sobre o tema do Holocausto, e do professor e pesquisador da ESPM, Gustavo Dainezi.


Sobreviventes do Holocausto relatam suas memórias em Sorocaba
O romeno Joshua Strul, 85 anos, recordou a tortura da fome e as câmaras de gás. Fábio Rogério

Radiografia do mal

Entre os muitos horrores da Segunda Guerra que nunca serão totalmente digeridos pela humanidade, o Holocausto é um dos maiores desafios. Estudiosos se debruçam sobre documentos para tentar responder a questões como até aonde vão os limites do mal e por que a sociedade alemã, notável pelos expoentes do conhecimento nas artes, nas ciências, na tecnologia, rendeu-se ao totalitarismo do governo nazista que invadiu a Polônia em 1º de setembro de 1939, dando início a uma guerra que durou seis anos com saldo total estimado em 60 milhões de mortos.
Como testemunhas de quem viveu os traumas do Holocausto, Gartner e Strul responderam essas questões para uma plateia de estudantes, professores e convidados. Gartner lembrou que a Alemanha, após o fim da Primeira Guerra em 1918, estava arruinada. “Quando não se tem o que comer, alguém aparece oferecendo comida”, disse. Esse alguém era Hitler. “Eles (os alemães) acreditavam.”
A indústria de comunicação de massa também reforçou o preconceito contra os judeus, na análise de Strul: “A imprensa descrevia o judeu como o câncer do mundo.” Após a invasão nazista, toda a Romênia se transformou: “Sinagogas foram transformadas em estábulos, escolas foram fechadas, todos os bens foram confiscados, as casas abandonadas pelas pessoas.”


Sobreviventes do Holocausto relatam suas memórias em Sorocaba
Estudantes, professores e convidados lotaram o auditório da Fadi para ouvir os relatos que emocionaram e chocaram os mais jovens diante da crueldade dos fatos narrados. Crédito da foto: Fávio Rogério

Gartner tem presente na memória as primeiras batalhas da invasão alemã à Polônia: “O soldado polonês era muito valente, lutava com facas contra tanques.” Após a invasão, com base em decretos, o regime de Hitler impôs uma nova Constituição ao país humilhado: “O judeu não podia trabalhar, nem estudar, nem sair de casa após as 5 horas (da tarde). O judeu não podia ficar nas suas casas, tinha que ir para o confinamento denominado gueto.” Ele ficou com os pais, e dois irmãos fugiram para a antiga União Soviética (atual Rússia).

Escondido no buraco

A estadia em um gueto durou nove meses. Outros decretos determinaram que os judeus não podiam mais ficar nesses locais e tinham que ir para os campos de concentração. Nesse período, Gartner viveu quase um ano escondido em um buraco e de lá saía à noite para trabalhar em troca de comida. Havia poloneses que, com o risco da própria vida, ajudavam os judeus a se esconderem. Essa atitude, caso fosse descoberta, era punida com a morte. E muitos morreram por terem cometido o “crime” (segundo as leis nazistas) de salvar as vidas de judeus.


Sobreviventes do Holocausto relatam suas memórias em Sorocaba
Milhões de pares de sapatos simbolizam os mortos no Holocausto. Crédito da foto: Divulgação / Fotos Púbicas

Tempos depois, descobriram a rotina de Gartner no esconderijo e então começou a sua trajetória de horrores em cinco campos de concentração. E ele captou uma lição de vida: “Todos os grandes acontecimentos na história foram feitos pelos líderes, como a Revolução Francesa. Hitler era um grande líder, bastante aliado do mal, e conseguiu levar o povo com ele.”
Strul afirma que o Holocausto foi premeditado, planejado, legitimado, não foi obra do acaso. A figura de Adolf Eichmann, outro líder nazista, ganhou destaque central nos depoimentos: “Dizem que o homem é o pior animal que existe. Esse monstro, Eichmann, alegou que os fins justificam os meios, não matou somente judeus. Em nome da raça pura, ele matou outras minorias.”
Terminada a guerra, a família de Strul tentou refazer a vida em Moinesti, cidade romena de origem, próxima à Ucrânia, mas foi impossível a adaptação às novas leis impostas pela antiga URSS. A partir do contato de um irmão, que tinha um conhecido em São Paulo, veio para o Brasil. Recomeçou a vida na capital paulista, como vendedor de porta em porta, e anos depois se transformou em empresário do comércio.
Para Gartner, o fim da guerra apresentou duas opções: ou continuava preso ao passado ou decidia seguir em frente e superar o sofrimento. Ele decidiu pela segunda alternativa. Pouco falava da experiência nos campos nazistas. Há nove anos, quando participou em companhia de um neto de um roteiro por campos na Europa denominado “marcha pela vida”, o neto chorou muito diante de um cenário de cinzas de corpos incinerados em fornos crematórios. E então o avô compreendeu que precisava dar testemunhos do que viu e viveu como contribuição para que a memória da intolerância não seja esquecida e isso contribua para que ela não se repita jamais.


Sobreviventes do Holocausto relatam suas memórias em Sorocaba
Homens, mulheres e crianças também morriam por maus tratos e doenças. Crédito da foto: Divulgação / Fotos Púbicas

Primo Levi

Como Gartner e Strul, o escritor italiano Primo Levi (1919-1987) também conheceu o horror do Holocausto. Deportado em 1944 para Auschwitz, ele sobreviveu. De 650 judeus deportados no seu grupo, somente três sobreviveram. Como parte do esforço para exorcizar o trauma do sofrimento, Levi deixou suas memórias em livros que se tornaram clássicos da literatura. Entre os destaques encontram-se “E isto é um homem?”
A obra narra o cotidiano de trabalhos pesados, humilhações e assassinatos que reduziram a algo inqualificável o que era antes um homem digno desse nome. “A necessidade de contar aos outros, de tornar os outros participantes, alcançou entre nós, antes e depois da libertação, caráter de impulso imediato e violento, até o ponto de competir com outras necessidades elementares. O livro foi escrito para satisfazer essa necessidade em primeiro lugar, portanto, com a finalidade de libertação interior” — escreve Levi no prefácio da edição brasileira pela editora Rocco, com tradução de Luigi Del Re.

Reprodução: https://www.jornalcruzeiro.com.br/suplementos
Ary Bergher é eleito presidente da FIERJ

Ary Bergher é eleito presidente da FIERJ

Ary Bergher é elito presidente da FIERJFederação Israelita/RJ (FIERJ) elege novos dirigentes

Foram realizadas eleições para o Executivo e Conselho Deliberativo da FIERJ. Votaram 2233 eleitores. 

A chapa única para o Executivo, encabeçada pelo advogado Ary Bergher, recebeu 1911 votos e dirigirá a entidade pelos próximos dois anos. Os vice-presidentes serão: Arnon Velmovitsky, Marcio Meilman e Leonardo Isaac Moritz. Foram eleitos 18 conselheiros. “As pessoas vêm e vão, mas o trabalho da Federação segue em frente para termos uma comunidade cada vez mais vibrante”, declarou o atual presidente Herry Rosenberg.


ELEITOS: Julio Dahis 1188; Sarina Nigri Neta 662; Gilda Zloczower Zukin 637; Nissim Cohen Hallale 548; Mauricio Avigdor 526; Regina Lupu 506; Sharon Nigri Prais 451; Gustavo José Mizrahi 441; David Hauben 438; Jakob Wolf Szmajser 434; Joelson Zuchen 409; Sergio Adelsohn 398; Leonardo Shor 394; Moyses Fuks 388; Merisa Bennesby 386; Helio Koifman 374; Breno Szwarc Carvalho 345; Leonardo Sender 335.


SUPLENTES: Mauro Beznos 330; Gilberto Marmorosch 317; Jayme Benayon 315; José Roitberg 248; Mauro (Maraca) Gorodicht 228; Rogerio Lenga De Goldberg 221; Marcelo Wasserman 217; José Soares 214; Felipe Da Costa 211; Helio N. Kestelman 170; Paulo Gorenstein 133.

27 de ago. de 2018

Coach causa polêmica ao falar sobre judeus perseguidos

Coach causa polêmica ao falar sobre judeus perseguidos

Coach causa polêmica ao falar sobre judeus perseguidosAndressa Mendes afirmou que "judeus se entregavam porque não tinham motivação" 

A coach Andressa Mendes Foto: Reprodução A coach Andressa Mendes declarou, durante uma palestra motivacional, que “judeus se entregavam nos campos de concentração porque não tinham motivação”. 

A fala causou polêmica e mal-estar nas redes sociais. – Por que as pessoas fracassam? Por que elas desistem? Por que aqueles judeus que estavam lá no campo de concentração simplesmente se entregavam? Porque não tinham um propósito maior, não tinham um objetivo maior. E aí, desiste – disse Mendes.

 https://twitter.com/twitter/statuses/1032964723036315648

O vídeo repercutiu na internet sob fortes críticas, o que fez a coach divulgar um pedido de desculpas. Assista ao vídeo: