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    Putin promete a Netanyahu tirar os iranianos da fronteira síria-israelense, diz jornal


    Em Moscou, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente russo, Vladimir Putin, chegaram a um acordo, pelo qual Israel se compromete a não agir contra o regime do aliado russo Bashar Assad em troca do compromisso da Rússia de tirar os iranianos da fronteira síria-israelense. “Não tomaremos medidas contra o regime de Assad, e você tirará os iranianos”, disse Netanyahu a Putin, segundo um funcionário citado pelo jornal israelense Haaretz. 

    O jornal cita diplomatas estrangeiros que afirmaram que Israel teria se comprometido a não interferir no retorno do regime de Assad para o lado sírio da fronteira, nas colinas de Golã, e não ajudar os rebeldes que atuam nessa região em sua luta contra o regime de Assad. Israel manteria apenas a ajuda humanitária que já vem oferecendo nessa região, segundo os funcionários citados pelo jornal. 

    Em troca, Israel quer que Assad honre o acordo de separação de forças de 1974, que estabeleceu uma zona desmilitarizada entre as forças israelenses e sírias no Golã. A Rússia prometeu trabalhar para manter o Irã longe da fronteira com Israel e também teria se comprometido a não interferir nas operações israelenses contra o entrincheiramento de forças iranianas e milícias xiitas que se aliaram a Bashar Assad em território sírio. Na reunião que manteve ontem com o presidente russo, Netanyahu advertiu que Israel vai continuar a agir para impedir qualquer tentativa de invasão de suas fronteiras e que seu país está monitorando os movimentos do Irã na Síria. “Continuaremos a agir com firmeza contra qualquer violação do espaço aéreo ou terrestre israelense”. 

    “Esperamos que todos respeitem nossa soberania e que a Síria cumpra os acordos de cessar-fogo”, teria advertido o premier. Ontem, as Forças de Defesa de Israel (IDFs) derrubaram o que parecia ser um drone sírio que entrou no espaço aéreo israelense no norte do país. Os militares disseram que esperaram mais de 15 minutos antes de disparar um míssil Patriot, que derrubou o drone, e depois de terem se certificado de que o aparelho não pertencia às forças russas que apoiam o regime sírio. 

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