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    Israel vai aumentar contingente de soldados em Gaza e Cisjordânia

    Manifestantes palestinos na fronteira entre Gaza e Israel, 11 de maio de 2018.

    JERUSALÉM - O Exército israelense anunciou neste sábado que vai duplicar suas unidades de combate em torno da Faixa de Gaza e da Cisjordânia ocupada por Israel para reforçar a segurança diante possibilidade de protestos palestinos contra a transferência da embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém. A inauguração da nova sede diplomática americana está prevista para segunda-feira, data que marca a os 70 anos da fundação de Israel, em 1948.

    Três brigadas de infantaria serão enviadas como reforço na próxima semana, duas delas para os entornos de Gaza e outra para a Cisjordânia, o que representa dobrar os soldados na região, indicou um porta-voz do Exército israelense à imprensa.


    O anúncio não afeta a região de Jerusalém Oriental anexada, onde a manutenção da ordem diante de manifestações está sob responsabilidade da polícia israelense. O presidente americano Donald Trump, que anunciou a transferência da embaixada no ano passado, não estará presenta na inauguração. Sua filha Ivanka e seu genro e assessor Jared Kushner estarão presentes para representá-lo.


    O anúncio não afeta a região de Jerusalém Oriental anexada, onde a manutenção da ordem diante de manifestações está sob responsabilidade da polícia israelense. O presidente americano Donald Trump, que anunciou a transferência da embaixada no ano passado, não estará presenta na inauguração. Sua filha Ivanka e seu genro e assessor Jared Kushner estarão presentes para representá-lo.

    A decisão de Trump causou fúria no mundo árabe. Os palestinos consideram a parte oriental de Jerusalém como sua capital. A transferência do órgão diplomático também foi criticada pela maior parte da comunidade internacional.

    ONDA DE PROTESTOS PALESTINOS

    Há sete semanas consecutivas, toda sexta-feira, protestos palestinos tomam conta da fronteira de Gaza com Israel. As manifestações acabam tomando rumos violentos, e o número de árabes mortos por soldados israelenses já chegou a 53 desde o início do movimento de repúdio, chamado de "Grande Marcha do Retorno".
    Os atos são organizados às sextas-feiras, mas devem atingir seu ápice em 15 de maio — data conhecida pelos palestinos como "Nakba" ou "Catástrofe", que marca o deslocamento de centenas de milhares de árabes no conflito desencadeado com a criação de Israel em 1948. O movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa da Gaza, alertou que apoia qualquer tentativa dos manifestantes de romper as barreiras fronteiriças.
    A aviação israelense atacou neste sábado um túnel do Hamas perto da divisa, segundo fontes militares. Moradores de Gaza disseram que a explosão teve como alvo um grande gerador de eletricidade e um posto militar. Não houve relatos de feridos em Gaza.



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