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30 de abr. de 2018

Nossos Corações Terão Espaço Para D’us?

Nossos Corações Terão Espaço Para D’us?

Nossos Corações Terão Espaço Para D’us?Profanação e Santificação 

O tema central na porção semanal da Torá de Emor atinge seu clímax ao final da terceira seção da Parashá: “Vocês não devem profanar Meu santo nome e Eu serei santificado entre os filhos de Israel, pois Eu sou D’us, seu D’us.”

Um par de mandamentos separados, embora complementares, está contido neste versículo. O primeiro, um mandamento proibitivo, é o de não profanar o Nome de D’us. O segundo, um mandamento positivo, é o de santificar o Nome de D’us.

O Vácuo Negativo

A palavra hebraica usada no versículo para “vocês não devem profanar” é t’challel. Literalmente, chalal significa “uma condição de vácuo”. O vácuo é uma ausência em qualquer área da existência. (A mesma palavra é também usada para “cadáver”, a quem falta uma alma). A profanação do Nome de D’us, chilul Hashem, ocorre quando Ele parece estar ausente em uma determinada realidade. De forma direta, Maimônides explica que toda vez que um judeu, especialmente um que tenhamos em alta consideração, se comporta de uma forma aparentemente negativa, ele profana o Nome de D’us. Com o nosso entendimento do significado da palavra challel vemos que quando ele se comporta desta forma negativa, ele sugere que D’us não está presente em nossa realidade.

Santificação: Consciência de D’us

O mandamento complementar à proibição de profanar o Nome de D’us é a ordem de santificar o Nome de D’us. Como a profanação é a sugestão da aparente ausência de D’us, segue-se que santificar o Nome de D’us é trazer a consciência de D’us a cada faceta da realidade. A palavra hebraica para “santificar” é codesh. O significado literal de codesh é “transcendente” ou “separado”. Quando alguém reflete seus traços de caráter Divinos e purificados tão intensamente quanto possível em tudo que ele faz, ele traz a transcendência de D’us à nossa realidade interior. Desta forma, ele santifica o Nome do Altíssimo.

A Revelação da Alma Divina de Israel

Em sua manifestação final, a ordem de santificar o Nome de D’us é o mais intenso de todos os mandamentos da Torá. De acordo com a lei judaica, são três os mandamentos que um judeu não pode transgredir mesmo sob a ameaça de morte: idolatria, adultério e assassinato. Se um judeu estiver sendo coagido a transgredir qualquer um destes mandamentos, ou se ele está sendo publicamente coagido a transgredir qualquer mandamento (isto se aplica quando existe um decreto externo proibindo o cumprimento de qualquer mandamento), ele deverá escolher morrer em vez de transgredir.
Paradoxalmente, entretanto, o verbo para “santificar” em nosso versículo está escrito na forma passiva (“Eu serei santificado”). Em todos os 248 mandamentos positivos, de todos os que são de alguma forma ativos, somente este mandamento aparece na forma passiva.
Quando alguém enfrenta um dilema moral que ameaça sua vida e escolhe morrer, ele demonstra a intensidade final do auto-sacrifício. Simultaneamente, portanto, ele está negando seu ego. O lugar que seu ego ocupava em seu coração está agora vago e aberto à transcendência de D’us. Sua disposição para morrer revela que D’us está completamente presente em nossa realidade. Isto explica a forma passiva do verbo “santificar”. Quando alguém nega totalmente seu ego, seu coração está aberto para o fluxo espontâneo e natural da consciência Divina. Tanto em vida quanto na morte, ele revelou que somente D’us existe. Ele trouxe a onipresença transcendente de D’us para o mundo. Mais do que com qualquer outro mandamento, esta é a revelação da alma Divina de Israel.

Nome de D’us

O profeta Zecharyá prevê o futuro quando “D’us será um e Seu Nome será um” Assim como o nome de uma pessoa reflete sua presença na realidade, o Nome de D’us é a consciência de Sua presença em nossa realidade. Quando Zecharia promete que D’us será um, ele está se referindo ao papel de D’us de revelar ativamente a Si mesmo ao mundo. “Seu Nome será um” refere-se ao papel do mundo, que procurará ativamente a consciência de D’us em toda faceta da existência, tanto psicológica quanto física.

A Estória do Blasfemador

O tema da profanação do Nome de D’us aparece novamente no final da Parashá Emor. A Torá menciona a estória do homem que amaldiçoou D’us enquanto o povo judeu estava no deserto. Este homem era o filho de Shlomit bat Divri. Como seu nome reflete, Shlomit bat Divri (literalmente “Paz, filha da Palavra”) tinha a inclinação e conversar com todos que passavam por sua casa, dizendo “Olá! Paz!” (shalom) tanto para judeus quanto para os egípcios. Este costume insolente tornou-a vulnerável a ser atingida pelo mal. Ela acabou sendo violentada por um egípcio que se disfarçou como seu marido, e deu à luz a um filho que amaldiçoou D’us por ódio de não receber uma parcela da terra como o resto de sua tribo. (Depois de violentar Shlomit bat Divri, o egípcio tentou assassinar seu marido. Moshê, que, com seu espírito sagrado, percebeu o que havia acontecido, matou o egípcio, salvando, assim, a vida de seu marido. Esta foi a primeira vez que Moshê agiu como o redentor de Israel. Ele foi posteriormente sentenciado à morte pelo faraó por seu ato e teve que fugir do Egito).

A Conexão Entre Maldição e Profanação

A palavra hebraica para “maldição” é kallel (soletrada: kuf, lamed, lamed). A raiz hebraica para “profanação” é challel (soletrada: chet, lamed, lamed). Estas duas palavras são, obviamente, relacionadas. Ambas as palavras terminam com um duplo lamed, enquanto as letras que as diferenciam são kuf (em kallel) e chet (em challel). De acordo com o sistema de transformação conhecido como Albam, as letras kuf e chet são intercambiáveis. A purificação do blasfemador (mekallel) no deserto foi se tornar um cadáver (challal).

O Cadáver Positivo

As duas letras idênticas em kallel e challel são os lameds. Na Cabalá aprendemos que o duplo lamed é o segredo do coração. O Rei David escreve (Salmos 109:22): “e meu coração é como um cadáver dentro de mim.”
O Rei David aniquilou sua má inclinação, deixando um “cadáver positivo”. No lugar de sua má inclinação, ele criou um vácuo em seu coração, deixando-o bem aberto para que entrasse a transcendência de D’us. Na Parashá Emor, tanto challal quanto kallel são negativas. Ambos são estados do coração. Challal é o vácuo de D’us no coração, enquanto a maldição, kallel, deriva daquele mesmo vácuo. Assim, vemos que vácuo e maldição são interdependentes.
Trabalhando com intensidade sobre os traços de caráter de seu coração, o Rei David purificou o negativo, challal, transformando-o em um receptáculo à transcendência de D’us, uma santificação de Seu Nome.

Uma Nova Manifestação

O antônimo de challal, “santificação”, é codesh (soletrado: cuf, dalet, shin). Como aprendemos, as letras kuf e chet são intercambiáveis. Se substituirmos a letra chet pelo cuf em codesh, teremos uma nova palavra, chadesh, que significa “novo”. (Chodesh também significa “mês”, aludindo à “lua nova”). A Torá nos ordena santificar a lua nova. Rashi, o famoso comentarista da Torá, explica que D’us demonstrou a Moshê exatamente como a lua nova aparece no céu, dizendo “Quando vires isto, santifique-a”.
Renovação é novidade. Quando vemos um fenômeno totalmente novo, devemos santificá-lo. O mais moderno fenômeno em nosso mundo é quando a transcendência ou algo removido de nosso ambiente rotineiro de fenômenos naturais se tornam intensamente revelados em nossa consciência. Este é o segredo de “Eu serei santificado”. Quando uma pessoa está desejando desistir de sua vida por D’us, seu ego desapareceu. Isto cria uma manifestação totalmente nova, nunca antes revelada no mundo. A absoluta transcendência de D’us, codesh, é de novo (chadash) revelada, tornando-se onipresente e interna. Assim, vemos que santificar e novidade são interdependentes.

As Percepções do Coração e da Mente

Enquanto challal e kallal são estados do coração, codesh e chadash são estados da mente. Eles são a pura percepção do olho interno da mente, como nas instruções de D’us para Moshê, “Quando vires isto (a lua nova), santifique-a”.
A diferença entre a mente e o coração é a diferença entre a percepção pura e a resposta emotiva para o que é percebido. Toda percepção pura (visão, som, etc.) são faculdades mentais. Codesh e chodesh se originam na essência interior da percepção da mente. Challal e kallel se originam no coração e precisam ser transformados nos “cadáveres positivos” do Rei David.

A “Maldição” Positiva

Em Yechezekel 1:7, kallal significa luminosidade brilhante. O vácuo positivo do coração (challal) cria espaço para a nova (chadash) manifestação da onipresença transcendental de D’us (codesh). Isto produz a experiência emotiva brilhante do coração (kallal).
A purificação sobre a qual devemos nos concentrar esta semana é a anulação de nosso ego para permitirmos que a transcendência de D’us entre em nossos corações. Transcendência é sempre algo novo, transformando a negatividade da profanação e da maldição em emoções purificadas do coração, que brilhará intensamente e santificará o Nome de D’us em nossa realidade.

27 de abr. de 2018

Embaixada de Israel comemora 70 anos de existência do Estado de Israel

Embaixada de Israel comemora 70 anos de existência do Estado de Israel





Embaixada de Israel comemora 70 anos de existência do Estado de IsraelA Embaixada de Israel em Brasilia comemorou os 70 anos de criação do Estado de Israel com um evento que contou com a presença de 800 convidados, entre eles diplomatas, políticos e altos comandantes militares. A celebração aconteceu em uma área de 700 m², construída e decorada especialmente para a data, com uma réplica do mercado de Jerusalém.
Embaixada de Israel comemora 70 anos de existência do Estado de IsraelDurante seu discurso, o embaixador Yossi Shelley destacou: “Sobrevivemos e nos desenvolvemos no deserto, chegando onde estamos”. Ele também ressaltou os avanços na relação entre Israel e Brasil no último ano, com visitas entre representantes dos dois países e acordos assinados, além de empresários e governantes que participaram de conferências no país.
Embaixada de Israel comemora 70 anos de existência do Estado de Israel
Já o secretário-geral do Itamaraty, embaixador Marcos Galvão, afirmou que o Brasil se orgulha do papel desempenhado por Osvaldo Aranha na Sessão da Assembleia das Nações Unidas, que aprovou a Resolução de 1947 e levou à criação do Estado de Israel.
Durante a festa, foi transmitido o discurso do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu traduzido para português. O primeiro-ministro reiterou o sucesso da tecnologia israelense e seu orgulho em ajudar pessoas na América Latina e em outros lugares a viverem uma vida mais saudável e segura.
Embaixada de Israel comemora 70 anos de existência do Estado de IsraelO evento contou com show da cantora Monique Kessous que animou o público com canções em hebraico e português. Também se apresentaram os bailarinos Nadar Rosano e Orit Succary, vindos diretamente Israel. Durante a celebração, foi exibido o belo trabalho de grafite criado por artistas brasilienses, entre eles Pedro Sangeon (Gurulino).

 Parashá Aharei Mot

Parashá Aharei Mot

 Parashá Aharei Mot

בס''ד

לעילוי נשמת

מזל בת אסתר  נאצר ז''ל נלב''ע ה' סיון תשמ''א
חיים בן שפיאה נאצר ז''ל נלב''ע י''ז שבט תשס''ב
אסתר בת אולגה שמאע ז''ל נלב''ע י''א כסלו תשנ''ה
מרדכי בן שרה הכהן דואק ז''ל נלב''ע כ''ו תמוז
גרשום בן עקיבא רבינוביץ ז''ל ב' אלול

יעקב בן יוסף ושרה חלאק ז''ל נלב''ע י''ט אייר

Nossa Parashá nos conta sobre as instruções Divinas dadas por consequência da morte dos dois filhos de Aharon.

 O Ari Zal, (última palavra em assuntos cabalísticos) nos conta que Adam Harishon (o primeiro homem) "continha todas as almas do mundo.

Quando Adam Harishon fez o primeiro pecado , seu nível espiritual despencou e ficou nele somente somente a “Trumá” (dois centésimos) do número de almas que ele tinha antes, pouquíssimas mas de altíssima qualidade.

Essas almas elevadíssimas passaram para Caim que era o primogênito e tinha nascido no Gan Eden (paraíso terrestre) depois do pecado de Adam.

Essa alma elevadíssima do Caim se reencarnou nos dois filhos de Aharon que faleceram, Nadav e Avihu, eles são a ”Trumá” (a melhor parte) da alma de Adam.

O Zohar nos conta, que o lado principal da alma de Cain vem da impureza que a cobra colocou em Hava (Eva), e o lado principal da Alma de Hevel (Abel) vem do lado de Adam (da Alma Divina de Adam)


O Ari Zal explica a intenção do Zohar:
A transgressão de Adam Harishon fez com que o bem e o mal se misturassem nesse mundo, e tanto Cain quanto Hevel estão vinculados à árvore do bem e do mal, ou seja, os dois tinham um lado bom e um lado ruim.

Sendo que Cain veio do aspecto de guevurá de Adam ele era quase inteiramente ruim (impureza espiritual recebida da cobra) e um pouquinho bom (tinha uma Alma espiritual elevadíssima herdada de Adam)  

Hevel era na sua maior parte bom (alma herdada de Adam) e um pouquinho ruim (impureza herdada da cobra).

Mas a diferença entre eles era que o lado bom de Cain, mesmo sendo muito pequeno em relação ao lado mal dele, era extremamente superior ao lado bom de Hevel

ele herdou essa alma tão elevada por ter sido o primeiro a nascer, pegou a melhor parte da alma de Adam.

A "impureza da cobra"

Essa expressão espiritual à qual chamamos de "impureza da cobra" acompanha a humanidade até hoje.


É ela que causa atrações eróticas estranhas em todas as suas categorias como atração íntima por animais e etc.

Essa é a diferença entre o ser humano, que recebeu a "impureza da cobra" , e o animal. O animal não tem esses problemas estranhos.

Dizem nossos Sábios que com o recebimento da Torá no monte Sinai a "impureza da cobra deixou o nosso povo.

No monte Sinai estavam as almas de todos os judeus que iriam nascer até Mashiach chegar, e nos conta o Tossfot que também estavam lá as almas de todos aqueles que iriam se converter ao judaísmo até Mashiach chegar

Na hora da entrega da Torá no monte Sinai aconteceu um grande milagre e essa impureza da cobra saiu de todas as nossas Almas.

Quando foi feita a idolatria do bezerro de ouro, essa impureza da cobra voltou para o nosso povo, longe de ter a mesma intensidade de antes, fraca mas voltou.

Por causa da origem da Alma deles, de Nadav e Avihu ser relacionada com o começo da “impureza da cobra”, essa volta parcial da "impureza da cobra" prejudicou principalmente eles, enfatizando espiritualmente os erros que eles cometeram.


Por isso Moshe Rabeinu pediu para todo o povo de Israel se enlutar pela morte dos filhos de Aharon, sendo que se não tivesse sido feito o bezerro de ouro eles não teriam falecido.
 

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Vort:


Disse o rav Moshe Veber, grande Tzadik que viveu em Jerusalém: O que aprendemos da união dessas duas Parashiot, Aharei mot (depois de morrerem) e Kedoshim (santos) ?


Aprendemos que devemos falar sempre bem de qualquer pessoa que já faleceu (porque com certeza antes de ele falecer ele se arrependeu de todas as coisas erradas que fez, e as coisas boas que fez são eternas!)

Ou seja, Aharei mot Kedoshim, depois de morrerem, todos são santos!!!

Parashat Kedoshim


Dar bronca ou não dar bronca?

Nossa Parashá nos conta (entre inúmeros assuntos) que devemos reprimir uma pessoa que está se comportando de maneira incorreta, mas claro, sem fazer ela passar vergonha em público


A Guemará em Sanhedrin nos conta que um dos sinais para a pessoa saber que está na geração em que o Mashiach vai chegar é que não há repressão

Quando pensamos nas palavras da Guemará entendemos que com certeza a intenção não é dizer que ninguém mais vai dar bronca em ninguém, mas sim que na geração em que o Mashiach vai chegar não só que não adianta dar bronca, mas pior ainda, é melhor nem dar bronca porque ela não só que não adianta nada mas pior do que isso, causa efeito contrário

Vimos um exemplo disso no Irã, país mais radical do mundo, onde existe uma divisão policial para fiscalizar assuntos morais, a “polícia da moral”

Uma mulher em uma praça foi abordada pela ”polícia da moral” por questão de vestimenta causando uma enorme repercussão contra a “polícia da moral” nas redes sociais

O próprio presidente do Irã fez um pronunciamento público abordando essa questão e disse: :- alguns dizem que a forma de promover a virtude é agarrar as pessoas pelo pescoço, a promoção da virtude não avançará usando violência

Em nenhuma geração ouviríamos palavras como essas de um líder shiita, e ainda mais, no Irã.

Se até eles entenderam que na nossa geração não adianta dar broncas, quer dizer que estamos de verdade na geração em que a Gueulá vai acontecer

Há quase quarenta anos atrás eu estava em New York ouvindo pessoalmente o Rebe de Lubavitch dar uma palestra para uma multidão de pessoas

No meio da palestra o Rebe falou sobre certos assuntos com muita rigidez.

No outro dia fomos receber pessoalmente a Brachá do Rebe e ele falou com cada um de nós com uma voz meiga e com muita delicadeza

Vi que havia uma enorme diferença entre o jeito que ele falou aqueles assuntos de maneira genérica em frente ao público e o jeito que ele falou com cada um de nós pessoalmente

Muitos anos depois li em uma carta do Rebe que quando você fala em público, você pode falar alto, porque nessa hora cada um pensa que você está falando forte por causa dos outros, mas não por causa dele

Mas quando você fala com alguém pessoalmente você não pode falar assim, porque a pessoa sabe que você está falando com ela

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Nunca guarde rancor!

Nossa Parashá nos conta também sobre a proibição de guardar rancor.

Toda pessoa que guarda rancor contra um judeu (principalmente o cônjuge) transgride uma Mitzvá da Torá, como está escrito na nossa Parashá: "Ló titor" (não guarde rancor).

Exemplo: Você pede um favor para alguém e a pessoa não quis fazê-lo. No dia seguinte, essa pessoa precisou de você e você responde: “Eu não sou como você. Eu não vou lhe negar um favor  como você fez”!

Isso acontece porque aquela pessoa estava guardando rancor e achou o momento exato para revelar isso. Em outras palavras, "jogar na cara" é proibido pela Torá.

O Baal Shem Tov explicou que nossos sábios comparam a pessoa que fica brava a alguém que está fazendo idolatria porque no momento da fúria, a fé em D-us desaparece automaticamente, e quando não se acredita em D’us consequentemente se está acreditando em outra coisa”.

Porque se ele soubesse que tudo o que acontece com ele vem de D'us, ele nunca ficaria bravo.


Mesmo que uma pessoa (que tem livre-arbítrio) optou por fazer-lhe o mal, e o amaldiçoa ou bate nele, ou lhe causa prejuízo monetário, e é condenada por um tribunal humano ou Divino, pela maldade da sua escolha, mesmo assim, à quem foi prejudicado já estava decretado pelos Céus que assim seria.

O tribunal Divino apenas usou a pessoa ruim para cumprir o decreto ruim, e mesmo nesse momento em que a pessoa bate em alguém ou o amaldiçoa, o pensamento que cai na cabeça da pessoa para nos prejudicar ou o sentimento que a impulsionou a isso veio lá de cima.

D'us faz as coisas boas acontecerem por meio de pessoas boas e as coisas ruins por meio de pessoas ruins.


O agente causador do nosso infortúnio foi apenas uma ferramenta usada por D’us para cumprir o decreto Divino que veio para nos purificar de alguma coisa ruim que fizemos na reencarnação atual ou em outra.

Tudo vem lá de cima e as pessoas que nos fazem o mal são os verdadeiros “bobos” que estão sendo usados para nos prejudicar e depois são castigados por terem nos prejudicado.

Se tudo isso foi dito sobre qualquer pessoa, imagine marido e mulher ou pais e filhos que são o grupo de risco nesse assunto por terem mais intimidade entre si, quanto temos que tomar cuidado com isso.


Então, não vamos ser bobos de brigar em casa!

Vort israelense: (dugri)


O rancor é comparado à fezes espirituais. Guardar rancor é prisão de ventre espiritual, você está com rancor de alguém? Baixe a descarga, porque quanto mais acumula pior fica.

Este domingo, 14 de Iyar (29 de abril) será Pessach Sheni (começa no Motzaei Shabat).


Aprendemos com Pessach Sheni que por mais que estivéssemos impuros ou distantes nunca devemos nos desanimar, sempre há uma segunda chance.

A expressão "ou tudo ou nada" é o contrário da religião judaica. No judaísmo tudo caminha pouco a pouco e por etapas, sempre acrescentamos uma coisa por vez e nunca paramos no meio do o caminho , mas sempre continuamos acrescentando.

Talvez assim não cheguemos tão rapidamente ao tudo, mas com certeza sempre estaremos bem longe do nada!!!

 

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Agradecemos à Fernanda e Elias Messer que por meio da sua empresa Line Life apóiam a  nossa ONG TORÁ

Nossos agradecimentos também à querida família Nasser, às famílias Gueler e Rabinovich, à empresa Neeman despachantes aduaneiros à Francis e Fábio Grossmann (grupo Facislito) ,à Roger Ades e família, à querida família Guttmann, e à família Worcman grupo hotel Rojas, ao Sr Idevaldo Mamprim, grupo Remaza

À Família Grinszpan, à Samy Sarfatis Metta , à Paola Yael Marino , à Lígia Marie,

à empresa Adar Tecidos , à nossas voluntárias e à todos vocês que lêem a nossa Parashá.

Que Hashem dê à eles e à todos vocês muito sucesso, muita saúde, muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família!
 


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Para o horário das velas de Shabat acesse ao site

http://pt.chabad.org/calendar/ zmanim_cdo/aid/900177/jewish/H orrio-Halchico.htm e escreva o nome da sua cidade