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    Colégio Israelita do Recife é escola é a mais antiga instituição judaica do país

    Colégio Israelita do Recife é escola é a mais antiga instituição judaica do paísAcademia Pernambucana de Letras comemora os 100 anos de fundação do Colégio Israelita do Recife
    Escola é a mais antiga instituição judaica de ensino formal do país

    As comemorações do centenário de fundação do Colégio Israelita Moysés Chvarts, no Recife, que é a mais antiga instituição judaica de ensino formal do país, tiveram início nesta segunda-feira (19), com um coquetel na Academia Pernambucana de Letras, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife. 

    Durante o evento, promovido pela Federação Israelita de Pernambuco (FIPE) junto com a APL, representantes de diversas entidades judaicas fundadas no estado ressaltaram o papel que o colégio teve não apenas na formação acadêmica de seus alunos mas também na difusão e manutenção da comunidade judaica no Brasil. A presidente da APL Margarida Cantarelli ressaltou nomes importantes cuja formação intelectual passou pelas salas de aula do Colégio Israelita do Recife, a exemplo da escritora Clarice Lispector.

    O ministro da Educação Mendonça Filho destacou a contribuição da comunidade judaica na preservação dos valores humanos e democráticos. “Quando me dedico a refletir sobre a evolução humana, não tem como não pensar no povo judeu como exemplo de sociedade organizada, de força, expressão, manutenção de sua cultura e seus valores coletivos. E Pernambuco deve muito a essa comunidade que aqui cresceu e contribui para o desenvolvimento econômico do estado”, disse o ministro. 

    Mendonça Filho destacou também mudanças importantes na área de educação para atender pleitos da comunidade judaica no Brasil. Uma delas foi a alteração na aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que antes eram realizadas no sábado e no domingo, para dois domingos consecutivos. A história do holocausto também passou a estar presente no currículo da educação básica. “Sabemos que o judaísmo guarda os sábados como dia de descanso. E a aplicação das provas nesse dia gerava um certo constrangimento ao povo judeu”, justificou o ministro da Educação. 

    A presidente da FIPE Sonia Sette ressaltou que o Colégio Israelita tem um papel fundamental no sentido de preservar a identidade e a cultura judaicas e como povo judeu sempre investiu na educação, mesmo quando em condições adversas. “Ao longo da história, devido às perseguições e instabilidade, cristalizou-se na mentalidade judaica a priorização do estudo. Bens materiais poderiam ser perdidos a qualquer instante, mas aquilo que se aprendia era o que permitia seguir com a vida”, frisou Sonia. 

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