O local mais sagrado do judaísmo

O local mais sagrado do judaísmo
Ultrajante a pressão de alguns países que dizem representar a Autoridade Palestina querendo apagar a história e querer aprovar resoluções para a posse de um local sagrado que não lhes diz respeito. A última delas foi frente a UNESCO querendo alterar o status do Kotel, o Muro das Lamentações, o local mais sagrado do judaísmo, como parte integrante do complexo da mesquita Al Aqsa.
Mas as respostas vieram rápidas, evitando assim a escalada de uma nova frente nas tensões já elevadas das últimas semanas. Os Estados Unidos se opuseram firmemente a este projeto de resolução diante da Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que iria reclassificar o Muro Ocidental como local muçulmano. O Muro, conhecido como Kotel, é a estrutura remanescente do Segundo Templo Sagrado de Jerusalém, local mais sagrado do judaísmo.
"Os Estados Unidos se opõem fortemente a esta resolução e qualquer uso de fóruns internacionais como a UNESCO para inflamar a tensão na região e alterar o status quo de locais sagrados," Declarou Edgar Vasquez, porta-voz do Departamento de Estado, ao jornal The Jerusalem Post. "Os Estados Unidos estão em consulta urgente com os Estados membros da UNESCO, com sua liderança liderança e com Israel para discutir a questão."
"Resoluções anti-israelenses unilaterais têm sido um desafio recorrente na UNESCO desde 2009", Vasquez continuou, "e em todas estas circunstâncias os Estados Unidos bloqueou o consenso destas resoluções clamando para um voto e votando contra os textos."
Enquanto o conselho executivo da UNESCO está analisando a proposta feita pela Argélia, Kuwait, Egito, Tunísia, Marrocos e os Emirados Árabes Unidos em nome da Autoridade palestina – sua diretora-geral, Irina Bokova, condenou a resolução como um movimento "deplorável" que poderia conduzir a mais violência em Jerusalém.
"Ela deplora as recentes propostas em discussão pelo Conselho Executivo da UNESCO que poderiam ser alterar o status da Cidade Velha de Jerusalém e seus Muros, inscritos na lista de Património Mundial da UNESCO, e que poderiam incitar ainda mais as tensões", declarou o gabinete de Bokova.
O Departamento de Estado elogiou Bokova por sua postura, que de acordo com Vasquez, ressaltou "o valor religioso e cultural compartilhado de Jerusalém de seus locais Sagrados". "Concordamos com a Diretora-Geral Bokova de que todos nós temos responsabilidade sobre o mandato da UNESCO, de tomar decisões que promovam o diálogo, a tolerância e a paz", acrescentou.
Yuli Edelstein, portavoz do Knesset, ligou para a Diretora Geral da UNESCO Irina Bokova, para agradecer por ela ter expressado sua oposição à proposta de declarar o Muro Ocidental como um local sagrado para os muçulmanos e parte integrante da mesquita Al- Aksa. Edelstein disse a Bokova que Israel aprecia sua firme resolução de assegurar a verdade histórica. Após a conversa, ele disse que a resolução foi uma demonstração de ignorância e ódio. " Esta foi outra das muitas tentativas de reescrever a história ", afirmou Edelstein. "A comunidade internacional deve condenar a proposta e apoiar Israel que tem garantido o livre acesso de seus locais sagrados a todas as religiões."
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