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    Parashat Vayeshev

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    Nossa Parashá foi dedicada pelo Sr Edward Khebzou

    Que Hashem dê à ele e à toda a sua família muito sucesso, muita saúde muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família


    Parashat  Vayeshev


    Nossa Parashá nos conta sobre os sonhos de Yossef e a próxima Parashá vai nos contar sobre os sonhos do Faraó

    Yossef teve dois sonhos que compartilhavam um mesmo tema, de que um dia sua família se curvaria perante ele.

    No primeiro sonho, Yossef e seus irmãos foram representados por grãos de trigo. Onze feixes de trigo se inclinaram perante um único feixe, o de Yossef.

    No segundo sonho, sua família, representada pelo sol, a lua e as estrelas, voltou a se curvar na frente dele.

    Como Yossef na nossa Parashá, na próxima Parashá o Faraó também vai ter dois sonhos, e seus sonhos também irão compartilhar um mesmo tema, de que o Egito iria passar por sete anos de abundância  seguidos de sete anos de fome.


    E como nos sonhos de Yossef, nos sonhos do Faraó as imagens também  mudaram de um sonho para o outro.


    No primeiro sonho, os anos de abundância e fome foram representados por sete vacas bem alimentadas  indicando uma grande fartura, e sete vacas mal alimentadas indicando uma grande escassez.


    No segundo sonho, os sete anos de abundância foram representados por sete espigas de grãos saudáveis ​​e gordurosos e os anos de escassez representados por sete espigas secas e atrofiadas.

    Nos sonhos de Yosef apareceram assuntos celestiais como o sol, a lua e as estrelas, os sonhos de Yossef progrediram do terrestre para o celestial.


    Nos sonhos do Faraó não apareceram assuntos celestiais.


    Seu primeiro sonho (do faraó) envolveu a vida animal, mas seu segundo sonho já desceu para a vegetal - uma forma de vida muito menor. Podemos dizer que os sonhos do Faraó  "se deterioraram”!


    O contraste entre esses dois conjuntos de sonhos realça as diferenças entre os sonhadores.


    Os sonhos do faraó estavam desprovidos de qualquer coisa celestial, simbolizando uma pessoa cuja mente estava inteiramente absorvida em atividades terrestres.

    Não é surpresa que essa pessoa gradualmente se torne mais e mais enraizada em suas obsessões materiais, como é representado pela seqüência "degenerativa" dos sonhos do faraó.

    Os sonhos de Yosef, no entanto, eram diferentes. Um judeu, mesmo interagindo com o mundo físico, tem que estar sempre pensando nos aspectos celestiais de sua vida - seu desenvolvimento espiritual e propósito espiritual.

    Yossef, portanto, sonhou tanto com o mundo material quanto com o celestial, e em uma ordem de "progressão", porque sua vida como um todo estava em constante crescimento.

    Terça feira (dia 12) ao anoitecer acenderemos a primeira vela de Chanucá e durante oito dias cada dia acrescentaremos uma vela (em ordem de progressão), demonstrando que nossa função no mundo é acrescentar luz, acrescentar espiritualidade nesse mundo iluminando ele cada dia mais!


    E, como Yossef, mesmo interagindo diariamente com o mundo material à nossa volta temos que estar sempre pensando nos aspectos celestiais da nossa vida, sem nos contentarmos com a luz que difundimos ontem mas acrescentando cada dia mais um pouquinho de luz no mundo!


    Por que o milagre original de Chanucá só poderia acontecer por meio dos “Cohanim sagrados” e não por meio de pessoas comuns?

    Depois de acender as velas de Chanucá falamos “Hanerot Halalu”, uma Tefilá cuja fonte é uma Guemará chamada “Massechet Sofrim”

    Nela agradecemos à Hashem pelos milagres que aconteceram por meio dos seus “ Cohanim Sagrados”.

    O motivo que o milagre original de Chanucá só poderia ter acontecido por meio desses Cohanim sagrados é o seguinte:

    Os Hashmonaim saíram para a guerra sem que tivessem absolutamente nenhuma possibilidade de vencer de uma maneira natural

    Se uma pessoa comum como todos nós fizesse isso seria considerado suicídio, seria proibido pela Torá sair para uma guerra do tipo que não há nem pelo menos uma ínfima possibilidade de vencer de uma maneira natural.

    Mas para eles seria permitido morrer dessa maneira e não seria considerado suicídio sendo que eles estavam em um nível espiritual muito elevado chamado de “Chassid Gamur” , e por isso tinham a permissão de dar a própria vida para santificar o nome de Hashem

    Por causa disso o milagre aconteceu especificamente por meio deles,  no mérito da Mitzvá que eles fizeram de dar a vida para santificar o nome de Hashem, mas se uma pessoa comum tivesse feito isso seria uma averá (uma transgressão à Torá) e o milagre não aconteceria!

    Uma parte desse cântico diz: “Naqueles dias nesse tempo” nos indicando que depois que eles trouxeram ao mundo esse milagre tão grande eles abriram esse portão celestial para todos nós e sempre que esses dias voltam os portões celestiais se abrem novamente tornando esses dias propícios para grandes milagres para cada um de nós

    Uma história pessoal

    Há trinta anos atrás eu era professor em Rehovot, Israel. Naquela época eu morava em Kryat Malahi, no interiorzinho de Israel, e se perdia um ônibus para Rehovot tinha que esperar uma hora até que chegasse o outro.

    Mesmo sabendo que a minha vocação verdadeira era para estudos e não me via com a mínima capacidade de dirigir um carro, entrei em uma auto escola em Rehovot.

    Não falei nada para o professor mas ele sozinho depois de algum tempo me chamou e disse:- Vou ser ”dugri” com você ! (uma gíria israelense que quer dizer ”extremamente sincero”) :- Nunca tive um aluno pior do que você, e para falar a verdade eu tenho até medo de estar com você dentro do carro! (O pior era que era verdade mesmo)

    Depois de ter ouvido a opinião sincera desse grande profissional, acalmei ele e lhe disse que concordo plenamente, mas pedi para ele marcar o meu teste para Chanucá que é uma época propícia para milagres

    Ele me tirou qualquer esperança e me disse que nunca na vida eu passaria em um teste de habilitação, e que ele tem até vergonha de me cobrar pelas aulas.

    Eu insisti para ele marcar o teste para Chanucá e ele marcou só para mim ver com os meus próprios olhos o que nós dois já sabíamos, que eu nunca iria conseguir tirar uma carteira de motorista na vida!

    Chegou Chanucá. Fomos para o departamento de trânsito de Rehovot.

    Chamaram o meu professor de lado e disseram para ele:- o avaliador que vai entrar hoje com os seus alunos no carro é um funcionário público efetivo, sobrevivente de holocausto com sérios traumas de guerra e hoje ele está atacado. Quando isso acontece ele reprova todo mundo e não tem como tirar ele dessa função, só avisa os seus alunos que a culpa não vai ser deles, mas eles vão ser todos reprovados.

    O professor nos avisou!

    Entramos no carro. Ele estava surtado de verdade.

    Éramos três alunos.

    Começou por uma jovem, ele pediu para ela fazer uma baliza de esquerda e quando ela começou a dirigir ele já começou a gritar e reprovou ela.

    Um segundo aluno sentou na frente, ele pediu para o aluno fazer uma baliza de direita e quando ele começou já levou berros e foi reprovado

    Eu sentei na frente…... O avaliador pediu para mim dirigir reto de volta. Ele ia me reprovar na reta. Mas….. o farol abriu, veio um louco dirigindo à toda e eu vi que ele iria passar no vermelho e se não parasse bateria em nós (só um brasileiro perceberia isso). Brequei repentinamente e o louco passou a um milímetro de nós. O avaliador se assustou extremamente, olhou para mim com lágrimas nos olhos e me disse:- ele iria bater do meu lado, eu iria morrer agora e você salvou a minha vida!

    Não preciso dizer que fui o único aprovado aquele dia e o professor me falou:- você estava certo! Chanucá é a época dos milagres!!!

    Shabat Shalom!

    Para os horários de atendimento das velas de Shabat na sua cidade e horários e detalhes sobre Chanucá acesse ao nosso site www.ongtora.com

    Agradecemos à Fernanda e Elias Messer que por meio da sua empresa Line Life apóiam a  nossa ONG TORÁ


    Que Hashem dê à eles e à todos vocês muito sucesso, muita saúde, muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família


    Nossos agradecimentos à querida família Nasser, às famílias Gueler e Rabinovich, à Roger Ades e família, à Francis e Fábio Grossmann (grupo Facislito) ,  à empresa Neeman despachantes aduaneiros, à família Guttmann, e à família Worcman grupo  hotel Rojas

    Nossos agradecimentos também à Yehuda e Laura Carmi, à Família Grinszpan, À Samy Sarfatis Metta , à Tiago e Rosiele Bolcont, à empresa Adar Tecidos , às nossas voluntárias e à todos vocês que lêem a nossa Parashá. Que Hashem dê à todos vocês muito sucesso muita saúde muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família!

    Para o horário de acendimento das velas de Shabat na sua cidade acesse ao nosso site    www.ongtora.com

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