31 de out. de 2017

Scarlett Johansson chora ao descobrir história trágica de sua família

Scarlett Johansson chora ao descobrir história trágica de sua família

Scarlett Johansson chora ao descobrir história trágica de sua família A estrela Scarlett Johansson participou do programa Finding Your Roots, onde celebridades descobrem quem são seus antepassados, e descobriu uma história trágica vivida por sua família durante a Segunda Guerra Mundial.
A atriz luta contra as lágrimas quando descobre que parte de sua família morreu no Gueto de Varsóvia, onde o regime nazista mantinha quase 400.000 judeus durante a Segunda Guerra, em condições desumanas e com pouca comida.

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“Sabe, é um horror que você não conseguiria imaginar.  É simplesmente louco pensar nisso”, diz Johansson, visivelmente emocionada.
“Seria tão diferente para eles se eles tivessem vindo para os EUA com os meus pais. Isso me conecta mais com um lado da minha família que eu nem sabia que existia. Foi muito inesperado”, conta ainda.
Confira o vídeo:

Israel destrói túnel cavado sob Faixa de Gaza e deixa 7 mortos

Israel destrói túnel cavado sob Faixa de Gaza e deixa 7 mortos

Israel destrói túnel cavado sob Faixa de Gaza e deixa 7 mortos Sete militantes palestinos foram mortos nesta segunda-feira quando Israel 
explodiu o que disse ser um túnel sendo cavado sob a fronteira da Faixa de Gaza.
O Hamas informou que Israel havia feito uma "tentativa fútil de sabotar esforços para reparar a unidade palestina", em uma referência ao acordo de reconciliação que alcançou com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, anteriormente neste mês.

No entanto, nem Israel ou o Hamas pareciam querer buscar intensificação. Israel teve o cuidado de destacar que sua ação contra o túnel foi realizada em seu próprio lado da fronteira.

"As IDF (Forças de Defesa de Israel) não têm objetivo de agravar a situação, mas está preparada para uma variedade de cenários, disse o tenente-coronel Jonathan Conricus, um porta-voz militar israelense.
"A hipótese sendo trabalhada é que este não é o único túnel que organizações terroristas palestinas estão tentando cavar".
O túnel estava sendo cavado da cidade de Gaza de Khan Younis pela fronteira, onde foi explodido, disse Conricus.

Uma fonte do grupo militante Jihad Islâmica informou que o chefe do braço armado da facção na Gaza central foi morto, ao lado de um associado sênior e outro atirador. O grupo prometeu vingança dizendo que "todas as opções estão abertas para resposta".

O braço armado do Hamas informou que dois de seus atiradores foram mortos enquanto tentavam resgatar os homens da Jihad Islâmica que trabalhavam no túnel. Autoridades da saúde de Gaza disseram que nove pessoas ficaram feridas. O Hamas informou que irá vingar "o sangue dos mártires".

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em comentários a legisladores de seu partido de direita Likud, disse que "tecnologia inovadora" auxiliou na descoberta do túnel, mas não deu detalhes.
Doação de sangue

Doação de sangue

Doação de sanguePergunta:
O que diz a Torá sobre doação de sangue? É também considerado uma tsedacá?

Resposta:
A doação de sangue é realmente considerada tsedacá (caridade) e uma grande mitsvá; afinal, está ajudando-se uma pessoa, através do próprio sangue. No entanto, não se pode obrigar alguém a fazê-la. É importante lembrar que ela pode ser cumprida apenas quando a doação não seja prejudicial para a saúde do doador.

30 de out. de 2017

Notícias Falsas

Notícias Falsas

Notícias Falsas Por Rabino Arieh Raichman 
Diretor do Beit Chabad de Manaus

Um membro da Câmara dos Lordes perguntou a Chaim Weizmann: "Por que os judeus insistem na Palestina quando há tantos países subdesenvolvidos em que vocês podem se instalar mais convenientemente?"
Weizmann disse:
"Isso é como eu perguntar por que você dirigiu vinte quilômetros para visitar sua avó no domingo passado, quando há tantas idosas que moram em sua rua?"

Israel é nossa

Israel nunca pode ser substituída por outra terra, pois nossa conexão com ela é inata. Isso remonta milhares de anos com a localização do altar (no Templo Sagrado), sendo um desses exemplos. Adam, o primeiro homem, trouxe um sacrifício ao ser criado, naquele exato local. Caim e Abel seguiram seu pai trazendo seus próprios sacrifícios anos mais tarde. Depois, Noé trouxe um sacrifício ao sair da arca, no mesmo lugar. Avraham construiu um altar e ofereceu seu filho, Yitschac, sobre ele, e os reis David e Salomão construíram altares ali.
Hoje, apesar de não haver sinais de altares ou a realização de sacrifícios, nossa conexão com a terra é mais forte do que nunca. É nossa história na terra (registrada na Torá) que vai muito além de monumentos ou restos de estruturas de construções antigas. Mas o Muro das Lamentações, o Kotel, nos remete a época do Templo Sagrado assim como cada um dos tijolos de Jerusalém e da Terra de Israel, e a cada nova descoberta arqueológica que prova a presença judaica na terra sagrada. Apesar disso, há sempre aqueles que questionam sua validade. Se eles não conseguem fazê-lo, então eles demonstram a ilicitude em tais descobertas.
Esta semana, os arqueólogos em Israel encontraram uma nova casa de banho e cursos de pedra da parede ocidental. As escavações foram em torno da área do Monte do Templo e tais descobertas são uma causa de controvérsia (de acordo com a CNN). Eles explicaram que, já que os árabes terão Jerusalém como sua capital um dia, os resultados são ilegais. Enquanto Israel refuta tais afirmações argumentando que tal opinião ignora a conexão histórica e imutável entre o povo judeu e sua capital.

Se os remanescentes históricos não podem provar a história judaica em Israel, então o que pode?

Para aquelas pessoas que não aceitam descobertas arqueológicas, há pouco para convencê-las. Elas são as mesmas pessoas que negam e lançam dúvidas sobre a história do holocausto. Embora existam campos de concentração, cinzas, vídeos, fotos, sobreviventes e até admissões de nazistas e países. Se as pessoas podem negar algo que aconteceu há 70 anos, é fácil para eles negarem e questionarem a história de Israel de milênios atrás.
No entanto, há algo exclusivo da história da nação judaica. Todas as religiões começaram com algumas pessoas: o Islã começou com a profecia de Maomé, e o cristianismo com um pequeno grupo de pessoas. Sendo eles pequenos em número, o fato histórico é sempre uma dúvida.
No entanto, o judaísmo tinha milhões de pessoas presentes na revelação de D’us no Monte Sinai. Mesmo que as pessoas quisessem refazer essa narrativa ou mudá-la, não poderiam. Haveria milhões de testemunhas que contradiriam sua versão da história, pois presenciaram a cena, estavam lá.
É assim que sabemos que a Torá e seus mandamentos são fatos, por que sua outorga foi registrada por milhares de pessoas, e Israel pertence ao Povo Judeu por que assim afirma a Torá.
 Agência da ONU denuncia túnel subterrâneo sob escola em Gaza

Agência da ONU denuncia túnel subterrâneo sob escola em Gaza

 Agência da ONU denuncia túnel subterrâneo sob escola em Gaza
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(Ansa)
A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) considerou “inaceitável” a construção de um túnel sob uma de suas escolas na Faixa de Gaza. A descoberta do túnel foi anunciada ontem pelo porta-voz da entidade, Christopher Gunness. 

“A organização interveio de maneira firme com as partes pertinentes para protestar contra a violação do lugar e a falta de respeito à neutralidade das propriedades da ONU”.  Gunness ainda acrescentou que a UNRWA “goza de inviolabilidade com base na lei internacional” e que construções do tipo colocam em risco tanto os alunos como os funcionários da ONU no local. 

“É preciso cessar todas as atividades ou condutas que coloquem em risco os beneficiários e nosso staff e que mina a capacidade da UNRWA de assistir aos refugiados palestinos”, finalizou. A construção desse tipo de túnel foi denunciada por Israel no conflito de 2014 contra o Hamas. 

Esse tipo de túnel é comumente usado pelo Hamas e por grupos armados palestinos para praticar ataques contra Israel. 


A volta do nazismo ao Exército alemão

A volta do nazismo ao Exército alemão

A volta do nazismo ao Exército alemão
Wehrmacht 
Philipp Liesenhoff serviu no Exército alemão entre 2006 e 2007. Era um soldado das Forças Especiais, uma unidade da Infantaria de Montanha. Ali, usando as mesmas casernas da 2.ª Guerra, presenciou incontáveis atos de apologia ao nazismo. 

As referências à Wehrmacht eram comuns. “Estávamos nas mesmas cidades e, em vários locais, nas mesmas estruturas usadas nos anos 30”, disse ao Estado. Liesenhoff deixou o Exército há quase dez anos e hoje é um pesquisador do German Marshall Fund, centro de pesquisa euro-americano. O que mais o espantava não era a reverência de seus pares à era nazista, mas a naturalidade da presença de símbolos nazistas entre seus companheiros.

 “Nas casernas, lojas vendiam adesivos e chaveiros com frases da era nazista”, contou. Soldados ainda usavam camisas com frases escritas com tipologia característica do regime de Hitler, enquanto produtos eram oferecidos com um dos slogans do Exército nazista: “Não se queixe, lute”.“Se olhássemos de forma superficial, diria que os elementos de extrema direita eram normais naquele local”, diz Liesenhoff. 

Segundo um relatório do Ministério da Defesa, de setembro, a situação parece ter se agravado. O governo admitiu que analisou 391 casos suspeitos de infiltração de extremistas nas casernas nos últimos anos. Autoridades em Berlim reconhecem o desafio de lidar com neonazistas dentro do Exército alemão.  Nas últimas eleições, em 24 de setembro, o partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) teve 12,6% dos votos e tornou-se a terceira bancada da Câmara Baixa, o Bundestag, com 94 parlamentares. 

Em abril, o caso ganhou contornos de conspiração. A polícia descobriu que um tenente do Exército se passava por refugiado sírio. O homem, identificado como Franco Albrecht, conseguiu asilo e ajuda financeira. Foi preso pela polícia dias antes de executar um atentado, justamente contra imigrantes sírios. A imprensa revelou que ele já reverenciava símbolos nazistas desde 2014. 

A ministra da Defesa, Ursula von der Leyen, disse que houve uma “falha grave das Forças Armadas da Alemanha”. A imprensa revelou ao menos uma dúzia de casos de extremistas nas Forças Armadas. Também informou que alguns dos incidentes eram conhecidos. 

A falta de ação de Berlim foi questionada pelo comissário militar, Hans-Peter Bartels. “Fazer a saudação a Hitler não é uma questão de gosto”, disse Bartels, uma espécie de ombudsman das Forças Armadas. “Soldados devem defender a democracia”.

 (Jamil Chade, O Estado de S.Paulo)

29 de out. de 2017

Governardo Flávio Dino se recusa a receber Embaixador de Israel

Governardo Flávio Dino se recusa a receber Embaixador de Israel

O governador Flávio Dino (PCdoB) abriu, nesta semana, uma crise com o segmento evangélico do Maranhão ao se negar a receber em audiência no Palácio dos Leões o embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley.
O comunista chegou a confirmar uma reunião com o israelense, na manhã de ontem (23), mas voltou atrás.
Alegou estar com uma virose contagiosa e cancelou a agenda, que acabou sendo cumprida pelos secretários Marcelo Tavares (Casa Civil), Márcio Honaiser (Agricultura) e Adelmo Soares (Agricultura Familiar).
Segundo apurou o Blog do Gilberto Léda, antes de cancelar o encontro, Dino tentou ter acesso à íntegra do discurso que o embaixador proferiria no Palácio e a uma lista completa, com informações pessoais, dos integrantes da comitiva.
Ideologia
Para líderes evangélicos que acompanham Shelley durante sua estada no Maranhão, a decisão de Flávio Dino é ideológica – e não tem nada que ver com sua saúde.
“O governador já recebeu o embaixador do Irã e faz diversos gestos aos chineses, que são governos mais próximos da sua ideologia comunista. Mas se nega a receber o embaixador de Israel”, reclamou um deles, após cerimônia de entrega do título de cidadão maranhense ao embaixador, na Assembleia Legislativa.
De farto, o governador do Maranhão recebeu no Palácio dos Leões, em abril deste ano, Seyed Ali, o embaixador do Irã, Seyed Ali.

28 de out. de 2017

Scarlett Johansson terá filho com alergia ao Sol em novo drama

Scarlett Johansson terá filho com alergia ao Sol em novo drama

Scarlett Johansson terá filho com alergia ao Sol em novo dramaO livro The Deepest Secret, de Carla Buckley, vai ganhar adaptação em Hollywood – e a estrela Scarlett Johansson está flertando com a possibilidade de assumir o dramático papel principal.
Na premissa curiosa do livro, Johansson seria uma mãe suburbana que tem um filho com uma doença para lá de rara: alergia à luz do Sol. A rotina noturna do jovem Tyler é diferente de todas as crianças de sua idade, e a mãe Eve o alienou de toda a sua família a fim de protegê-lo.
O diretor de fotografia Gregory Crewdson estrearia como cineasta com Reflective Light, adaptação rebatizada do livro, e a própria autora Carla Buckley adaptaria sua história para o cinema.
Ainda não há data definida.
As conversas do atirador de Goiânia com um amigo sobre Nazismo

As conversas do atirador de Goiânia com um amigo sobre Nazismo

Da Veja:
As conversas do atirador de Goiânia com um amigo sobre Nazismo

O adolescente de 14 anos que disparou em plena aula nos colegas de classe no colégio Goyases, em Goiânia, matando dois e deixando quatro feridos, usava um perfil no Skype com o codinome Adolf e tentava convencer os amigos da mesma idade que o nazismo havia sido positivo para a humanidade.
Logo depois do ocorrido, o pai de um dos melhores amigos do jovem decidiu vasculhar as conversas que o filho mantinha com o atirador na internet e se deparou com as mensagens divulgadas abaixo. Pelo teor do bate-papo, travado entre abril e outubro deste ano no Skype, é possível concluir que o garoto tirava tais ideias de sites de notícias falsas e de teorias da conspiração, como as que propagam que o holocausto dos judeus foi uma farsa e que as imagens dos campos de concentração foram montadas.
Na conversa, o amigo tenta demovê-lo desses pensamentos, mas ele os justifica citando blogs, vídeos e fotos que fazem apologia ao nazismo. Em um momento, chega a dizer que o sueco Felix PewDiePie Kjellberg, um dos youtubers mais famosos do mundo, é nazista. Kjellberg, que faz vídeos sobre games, envolveu-se em uma polêmica em fevereiro deste ano ao veicular em seu canal piadas antissemitas. Depois, ele se justificou dizendo que tudo não passou de uma brincadeira. Youtubers têm como principal público alvo adolescentes da idade do atirador.


Reprodução da conversa do Skype
Reprodução da conversa do Skype
Reprodução da conversa do Skype
Reprodução da conversa do Skype


O autor dos disparos era considerado pelos pais e professores um ótimo aluno. Gostava muito de ler, tirava notas boas e chegou até a ganhar uma medalha neste ano numa competição da Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA) realizada no colégio. O funcionário da escola, Mauri Aragão Macedo, disse a VEJA que, quando soube do crime, pensou que poderia ter sido cometido por muitos alunos, menos por ele. “Ele nunca transpareceu ser agressivo. Era muito tranquilo”. Macedo é pai de Marcela, de 14 anos, que foi baleada no abdome pelo adolescente — ela continua internada no Hospital de Urgências de Goiânia, mas já tem o quadro de saúde estável.
Segundo a advogada do garoto, Rosângela Magalhães, ele era amoroso em casa e nunca chegou a relatar problemas na escola aos pais, que, conforme ela, foram pegos de surpresa com o crime. O pai é major e a mãe é sargento da Polícia Militar de Goiás, sendo ela a dona da pistola calibre 40 usada pelo filho.
Para os amigos mais próximos, no entanto, ele se comportava de maneira diferente. Segundo eles, o garoto desenhava o símbolo da suástica em seu caderno e no braço e, quando era alvo de brincadeira dos colegas, costumava ameaçá-los. “Vou matar você e sua família”, dizia ele. Os colegas, no entanto, nunca as levaram a sério.
O pai do amigo do adolescente também relatou que no início do ano o seu filho lhe trouxe um desenho em quadrinhos com diversas suástica feito pelo atirador. Ele se assustou ao ver a imagem e explicou ao filho que aquilo era errado.
A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o garoto abriu fogo contra os colegas porque era alvo de bullying. Dois dias antes do crime, um dos estudantes mortos havia lhe trazido um desodorante — ela era chamado na sala de “fedorento”. O delegado Luiz Gonzaga Júnior disse que por ora não considera relevante para o caso as posições políticas do garoto, mas que o Instituto de Criminalística deve traçar um perfil psicológico sobre ele para entender quais foram as  motivações do crime.

Orquestra de Israel se apresenta em Curitiba

Orquestra de Israel se apresenta em Curitiba

Orquestra de Israel se apresenta em Curitiba
Orquestra Filarmônica Jovem de Israel, da Escola de Música Buchmann-Mehta da Universidade de Tel Aviv, desembarca em Curitiba para uma apresentação na terça-feira, 14 de novembro, sob regência de Eyal Ein-Habar e tendo como solista o violonista Guy Braunstein. O concerto, que integra as comemorações dos 45 anos do Grupo Positivo, tem no programa duas obras de Johannes Brahms: a Sinfonia nº 3 e o Concerto para violino.

Reconhecidamente de altíssimo nível, a Orquestra Filarmônica Jovem de Israel traz "o selo de aprovação" da Orquestra Filarmônica de Israel, aclamada como uma das melhores do mundo. A apresentação conta com cinco músicos brasileiros que estudam atualmente na Escola de Música Buchmann-Mehta. Os ingressos estão à venda no www.diskingressos.com.br.
SERVIÇO
Orquestra Filarmônica Jovem de Israel
Escola de Música Buchmann-Mehta da Universidade de Tel Aviv
Guy Braunstein violino
Eyal Ein-Habar regência
Programa
Johannes Brahms (1833-1897)
Sinfonia nº 3 em fá maior, Op. 90
Concerto para violino em ré maior, Op. 77
Solista: Guy Braunstein
Terça-feira, 14 de Novembro, 20h30
Teatro Positivo - Grande Auditório (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza 5.300)
Cashrut, dieta pra valer!

Cashrut, dieta pra valer!

Cashrut, dieta pra valer!Nossa adesão às mitsvot não depende do entendimento intelectual, mas do desejo de cumprir os mandamentos divinos. As mitsvot estão acima de nossa compreensão.
D’us prescreveu uma dieta ao povo judeu: alimento para a alma e para o corpo [faz bem ao corpo, como consequência] fornecendo a eles santidade para possibilitar sua conexão com D’us.
Sangue, alma e corrente sanguínea estão todos conectados, fazem parte de um fluxo contínuo. Ao comer alimentos casher nosso corpo se refina e se transforma em um canal aberto para a compreensão da Torá no pensamento, fala e ação, todos conectados com a sua fonte original.
Mas embora as razões estejam bem acima da compreensão humana, D’us forneceu acesso a alguns motivos lógicos para fazermos e entendermos parte de Sua sabedoria.
D’us criou os seres do mundo em quatro níveis: mineral, vegetal, animal e o ser humano. Elevar o alimento na cadeia alimentar, como por exemplo, a água rega a planta que é ingerida pelo gado e este consumido pelo homem... as faíscas divinas encontradas em cada elemento de Sua criação são desta forma elevadas pelo homem, e a energia dos alimentos utilizada para o cumprimento das mitsvot.
Certos alimentos foram proibidos pela Torá por que o homem não tem força espiritual para elevá-los, como o sangue. Por isto a proibição de ingerí-lo e mais ainda, de eliminá-lo, como é o caso dos procedimentos de imersão na água e repouso no sal, após um prazo de no máximo 72 horas para as carnes, antes de poderem ser consumidas.
A fonte espiritual do sangue vem da Severidade, está associado as paixões e instintos animais. Na época do Templo Sagrado ele era aspergido no altar das oferendas, e somente desta forma podia ser elevado.
Sempre se debateu muito sobre dietas, novos métodos, o que funciona, o que nos protege e o que é nocivo a nossa saúde. Aqui entra toda categoria de alimentos alguns que eram banidos como vilões em nosso cardápio, para logo depois retornarem como “alimentos do bem”... ovos, café e chocolates já passaram por esse processo, apenas para citar alguns. Então por que não confiar em uma dieta prescrita pelo criador de todas as criaturas, que conhece todas as propriedades existentes na natureza e suas milhares de combinações e preparações apropriadas? Que tal nos aprofundarmos neste conhecimento e aplicá-lo em nossas vidas?
Seu corpo e alma agradecem!

27 de out. de 2017

Israel homenageia Aznavour por ajuda de família a judeus na II Guerra

Israel homenageia Aznavour por ajuda de família a judeus na II Guerra

Israel homenageia Aznavour por ajuda de família a judeus na II GuerraCharles Aznavour, 93 anos, lenda da música francesa e diversas vezes premiado, recebeu outra condecoração nesta quinta-feira (26) em Jerusalém, em homenagem a ajuda dada por sua família a judeus e armênios durante a Segunda Guerra Mundial.
O autor de “La Bohème”, recebeu das mãos do presidente israelense Reuven Rivlin a medalha Raul Wallenberg, outorgada pelo comitê de mesmo nome, com sede em Nova York.
Durante três anos, os Aznavour colocaram suas vidas em risco por ajudar a esconder judeus e armênios em seu modesto apartamento parisiense, segundo o comitê, que tomou conhecimento desse fato a partir de informações de um diplomata sueco famoso por ter ajudado milhões de judeus a fugirem da Hungria nos tempos de Holocausto.
“Podemos ler no Talmud (texto central da religião judaica), que quem salva uma só vida, salva a todas”, declarou o presidente Rivlin, “você e a sua família, querido Charles, salvaram a muita, muita gente durante os sombrios dias da Segunda Guerra Mundial, na França ocupada pelos nazistas”, acrescentou.
Rivlin não conteve a alegria pessoal em receber Charles Aznavour, diferentemente de todas as outras visitas que costuma receber. “Minha mulher e eu nos identificamos com as suas músicas, as magníficas canções de Charles Aznavour”, disse ao artista, que estava completamente vestido de preto, além de estar usando grandes óculos escuros.
“‘La Bohème’ era a nossa música”, disse.
“Tenho outra para você, muito especial”, interrompeu o autor de “Os prazeres antigos”, seguidas de gargalhadas.
“Recebemos muita gente aqui”, continuou o presidente, “mas hoje é realmente uma alegria”.
“É o que disse para mim mesmo hoje de manhã ao acordar”, relatou a esposa de Rivlin, por sua vez.
“Temos tantas coisas em comum, os judeus e os armênios, em relação a felicidade, desgraça, no trabalho, música, nas artes”, disse o artista, ressaltando que ter “um pouco a impressão de que vim ao mesmo esconderijo da minha família, porque porque temos os mesmos hábitos, tanto de viver, como de comer e beber.
Aznavour, que se apresentará no sábado em Tel Aviv, decidiu receber o seu prêmio em Israel por causa de sua “forte aproximação com o país e com o povo judeu”, comunicou a presidência.
Gal  Gadot cogitou não seguir carreira de atriz em Hollywood

Gal Gadot cogitou não seguir carreira de atriz em Hollywood

Gal  Gadot cogitou não seguir carreira de atriz em Hollywood
Intérprete da Mulher-Maravilha contou que lidou com muitas negativas
Gal Gadot revelou que pensou em não seguir a carreira de atriz e nunca mais voltar para Hollywood, por conta das respostas negativas que recebia nos primeiros anos de trabalho.
“Antes de ficar com o papel da Mulher-Maravilha, eu cogitei nunca mais retornar a Los Angeles. Pensei que ficaria em Israel, trabalhando por aqui, retornaria para a universidade e arrumaria algum outro trabalho. Foram muitos ‘nãos’. Eu ia às audições, me chamavam para outra, eu gravava uma cena, todos diziam que eu ficaria com o papel e depois nada acontecia. Cheguei em um ponto em que simplesmente não queria mais”, disse em entrevista à revista Glamour.
Noite da Família no Liessin Botafogo

Noite da Família no Liessin Botafogo

Noite da Família no Liessin Botafogo
 Projeto Pikudei Alpaim
A grande festa ocorrida na noite do dia 25 de outubro foi a culminância de um dos projetos da área Judaica do Colégio Liessin voltado para o 8º ano do Ensino Fundamental II: Pikudei Alpaim. Ele é desenvolvido durante todo o ano letivo, com o objetivo de orientar os alunos a pesquisar e resgatar raízes familiares, aproximando-os de suas origens e da tradição e cultura judaicas.
Todos os participantes do evento puderam observar os painéis espalhados pelos andares da escola com curiosidades sobre as famílias dos alunos e o teatro mudo (representando uma família tradicional judaica), tiraram fotos de época e tiveram acesso a toda a pesquisa familiar desenvolvida pelos alunos nas aulas de Informática, bem como os “Livros de Família”.
Os alunos e a Coordenação de Estudos Judaicos prepararam uma emocionante apresentação com banda, músicas cantadas em Idish, Ladino, Hebraico e Português, incluindo o coro de pais, familiares e colaboradores do Liessin. Uma novidade foi um esquete retratando a vinda da família Bernat ao Brasil. O auge da cerimônia foi a homenagem à família El-Mann Cohen, que levou quatro gerações ao palco do Colégio. O sucesso deste projeto encontra-se na participação das famílias durante cada etapa. Foi uma noite que ficará na memória dos presentes. Em breve divulgaremos o Pikudei Alpaim da Barra.
Noite da Família no Liessin BotafogoCoisas JudaicasCoisas Judaicas

Campanha arrecada mais de R$ 11 milhões para a educação judaica

Campanha arrecada mais de R$ 11 milhões para a educação judaica

Campanha arrecada mais de R$ 11 milhões para a educação judaicaA campanha “Charidy Fundo de Bolsas”, que contou com o apoio da Federação Israelita-SP, superou todas as expectativas, arrecadando mais de R$ 11 milhões. O objetivo é atender ao maior número de alunos para que ninguém fique fora do ambiente escolar em 2018, além de potencializar recursos para oferecer uma educação de qualidade. Foram mais de 3 mil doadores, e vários multiplicadores – cada real doado teve seu valor quadruplicado por eles.
A concessão de bolsas de estudos para famílias em dificuldades financeiras, tem sido um tema recorrente quando se fala em educação judaica. A Federação Israelita-SP estima que ao menos a metade dos jovens em idade escolar da comunidade judaica de São Paulo está fora das escolas judaicas. Dos 4,5 mil alunos matriculados nessas escolas, cerca de 2 mil (44%) são bolsistas ou tem algum tipo de desconto, e a necessidade continua crescente.
Em 2016 foi criado o Fundo de Bolsas, uma entidade independente, inspirada no Projeto Ieladim e Bolsas Arymax, para gerir essas bolsas com profissionalismo e dentro dos critérios de governança e transparência, com a proposta de manter em escolas judaicas o maior número possível de crianças e jovens da comunidade que se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
A concessão das bolsas é feita a partir de criteriosa análise socioeconômica das famílias. Juntamente com as escolas, é feito o acompanhamento do desempenho de frequência, e é dado apoio aos pais e responsáveis com programas de qualificação profissional e aproximação do judaísmo. O anonimato da criança e de sua família é sempre preservado.
“Agora é possível fazer a diferença e mudar essa história. Convidamos toda a comunidade a participar da Campanha Charidy Fundo de Bolsas e assim conseguiremos atender as famílias da comunidade que precisam do nosso apoio. Neste ano, o Fundo de Bolsas conseguiu atender a 393 crianças e em 2018 queremos atender pelo menos os 622 pedidos que tivemos ”, frisou o gestor do Fundo de Bolsas, Gabriel Zitune.
Charidy, uma empresa Americana com filial no Brasil, desenvolve campanhas de crowdfunding através de uma plataforma online. Com um conceito inovador, vem mobilizando doadores que buscam um mundo melhor ao apoiar organizações e entidades, aproveitando o potencial do público para financiar campanhas de alto impacto de maneira rápida e inteligente. Desde sua fundação, em 2013, já foram captados mais de R$ 1 bilhão em mais de 2000 campanhas por todo o mundo.
Sem bandeira, judoca israelense canta hino no pódio do Grand Prix

Sem bandeira, judoca israelense canta hino no pódio do Grand Prix

Árabes se recusaram a estender bandeira e tocar hino de Israel na competição que acontece em Abu Dhabi
O ideal era que o esporte estivesse acima das diferenças políticas entre os países. Mas não está. Nesta quinta-feira (26), a federação de judô dos Emirados Árabes se recusou a estender a bandeira de Israel para os atletas do país premiados no Grand Prix de Abu Dhabi, que acontece no país do Oriente Médio até sábado (28). Os dois países não possuem relação diplomática.
Vencedor da categoria até 66kg, o israelense Tal Flicker carregou a bandeira de Israel no quimono, mas não teve a sigla do país em sua identificação nem viu a bandeira ser estendida, assim como não teve o hino de Israel tocado. Sem pestanejar, Flicker cantou baixinho o hino de seu país no pódio. Confira no vídeo abaixo, a partir de 2:07:00:
Além de Flicker, a judoca israelense Gili Cohen, que ficou em 3º lugar na categoria até 52kg, também não teve a bandeira do país estendida no pódio. Na quarta-feira (25), a Federação Internacional de Judô havia enviado uma carta à federação dos Emirados Árabes solicitando que todas as delegações, incluindo a de Israel, fossem "tratadas de forma igual em todos os aspectos". 

26 de out. de 2017

Milhares de candidatos formam fila para obter a cidadania portuguesa judaica

Milhares de candidatos formam fila para obter a cidadania portuguesa judaica


Desde dezembro de 2014, quando Portugal começou um programa destinado a atribuir a cidadania aos descendentes de judeus portugueses, 713 candidatos obtiveram sucesso, e apenas um foi recusado. Mais de 8.000 aplicações estão sendo avaliadas pelo governo português, que recebe entre 400 e 500 pedidos por mês. 
Os candidatos devem demonstrar ligação com uma comunidade sefaradita portuguesa organizada ou conexão emocional com Portugal por meio da história familiar. As candidaturas vindas de Israel são as mais numerosas, seguidas por Turquia, Argentina e Marrocos. 
Entre aqueles que já receberam nacionalidade portuguesa, o maior número é da Turquia (171), seguido de Israel (56) e do Brasil (39). Quem pretende obter a nacionalidade portuguesa deve primeiro obter um certificado da Comunidade Judaica do Porto ou de Lisboa que ateste os seus laços familiares com Portugal ou com uma comunidade judeu-portuguesa em outro país. Para iniciar o processo, os candidatos devem escrever para a Comunidade do Porto em portuguesenationality@comunidade-israelita-porto.org ou para a Comunidade de Lisboa em administrativo@cilisboa.org
As informações necessárias para requerer o certificado atestando a descendência sefaradita de origem portuguesa emitido pela Comunidade Israelita de Lisboa estão disponíveis neste guia de procedimentos. Os candidatos devem estar preparados para enviar informações de passaporte e nascimento, prova da residência atual, um pagamento único de 150 euros e evidências de sua conexão com Portugal ou com uma comunidade portuguesa judaica. 
A pesquisa necessária prévia à abertura do processo é da responsabilidade do requerente. Os historiadores acreditam que os judeus chegaram em Portugal há cerca de 2.000 anos, com a conquista romana da Península Ibérica. Em 1497, o rei Manuel ordenou a todos os judeus - entre 5% e 10% da população – que se convertessem ao cristianismo. 
Ao longo dos séculos, os judeus convertidos que queriam praticar abertamente sua religião fugiram para a Turquia, Itália, Holanda, Inglaterra e muitos outros países.
Pavilhão de Israel na Bienal de Veneza 2018

Pavilhão de Israel na Bienal de Veneza 2018

Pavilhão de Israel na Bienal de Veneza 2018O Ministério da Cultura israelense divulgou In Statu Quo: Architecture of Negotiation  como o tema do Pavilhão de Israel na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018. Na exposição, os arquitetos Ifat Finkelman, Deborah Pinto Fdeda, Oren Sagiv e curador Tania Coen-Uzzielli examinarão "o mecanismo complexo do 'status quo' em lugares sagrados compartilhados entre Israel e Palestina, que funciona como um sistema informal - controverso e frágil - de coexistência entre rivais."


Pavilhão de Israel na Bienal de Veneza 2018

LifeObject: Inside Israel's Pavilion at the 2016 Venice Biennale

As part of ArchDaily's coverage of the 2016 Venice Biennale,
 we are presenting a series of articles written by the curators of the exhibitions and installations on show.
"No contexto geopolítico da Terra Santa", argumenta a equipe curatorial, "a combinação de eventos históricos, mitos e tradições criou uma multiplicidade de lugares sagrados para grupos de religiões, comunidades e afiliações concorrentes. Estes, por sua vez," eles argumentam, "levaram à formação de uma extraordinária concentração de espaços intrincados, fragmentados e estratificados tanto historicamente quanto fisicamente". Como resultado, e através de "uma delicada teia de negociações e acordos políticos, [...] cada lugar preserva seu próprio 'modus vivendi', mantendo um protocolo meticulosamente seguido de atividades diárias, arranjos e rituais".