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    Refugiado sírio agradece apoio

    Refugiado sírio agradece apoio Refugiado sírio agradece apoio após ataque em Copacabana: 'Enche meu coração de amor'.

    Com uma mensagem de paz e calmaria após as agressões sofridas na última semana, em Copacabana, o refugiado sírio Mohamed Ali, de 33 anos, tranquilizou e agradeceu o apoio recebido nas redes sociais. "Quando perdemos o rumo, de repente você acha milhões de pessoas te dando a mão. Isso é uma coisa que enche meu coraçao de amor por todos", escreveu, em seu perfil no Facebook, nesta sexta-feira.

    O vendedor de esfihas, que é casado com uma brasileira, afirmou que pretende responder a todas as mensagens de apoio recebidas pela internet. "Realmente, agora eu sinto estou vivendo em família, uma grande família. Quando perdemos o rumo, de repente você acha milhões de pessoas te dando a mão. Isso é uma coisa que enche meu coraçao de amor por todos. Isso é uma coisa que me dá esperança nesse mundo que ainda tem pessoas, especialmente brasileiros, muito boas"

    Após a última publicação, Ali voltou a ser encorajado por brasileiros. "Soube da sua história através de uma reportagem logo após o vídeo ter viralizado. Sinto muito pelo acontecimento e fico feliz em saber que você tem a consciência de que se trata de um fato isolado. Que você continue fazendo um bom trabalho no Rio. Abraços", escreveu um usuário do Facebook.

    Nas imagens, é possível ver um homem com dois pedaços de madeira nas mãos gritando: "saia do meu país! Eu sou brasileiro e estou vendo meu país ser invadido por esses homens-bombas que mataram, esquartejaram crianças, adolescentes. São miseráveis". Adiante no vídeo, ele ainda fala: "Essa terra aqui é nossa. Não vai tomar nosso lugar não".

    Os comerciantes chegam a derrubar a mercadoria de Mohamed no chão, que pergunta o motivo da agressão. Os homens, então, falam novamente para ele sair do Brasil. Mohamed está no Brasil há três anos e estava trabalhando na esquina da Avenida Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Santa Clara na sexta-feira, quando tudo aconteceu.

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