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    Os danos morais no judaísmo

    Os danos morais no judaísmo

    Os danos morais no judaísmo são gravíssimos, quiçá mais graves do que a injúria física. Abaixo um trecho extraido do livro Filosofia do Talmud, de Samuel Belkin sobre o Tratado de Baba Kamma, do Talmud Babilônico, que usei em um recurso de Apelação. Sim, eu uso muito da Torá e de filosofia talmúdica nas minhas peças.

    “Se um homem fere seu semelhante, ele se torna culpado em cinco acusações: por injuria física, pela dor, pela cura, pela perda de tempo e pela indignidade infligida. 

    Como a pessoa é compensada por injuria física? Se ele cegou o outro, decepou sua mão ou quebrou seu pé, a parte afetada é avaliada como se fosse um escravo a ser vendido no mercado, eles calculam quanto valia antes da injúria e quanto vale agora... Pela dor, assim: se ele queimou seu semelhante com um espeto ou um prego – mesmo que tenha sido na unha do dedo, onde não deixa ferimentos – eles avaliam quanto um homem desejaria receber por ter que sofrer isso. 

    Por cura, assim: se ele feriu alguém, é responsável por pagar o custo do tratamento...Por perda de tempo: ele é considerado como um vigia de uma plantação de pepinos, desde que já tenha sido pago o valor de sua mão ou de seu pé. Por indignidade infligida: tudo, tanto segundo o homem que inflige quanto segundo o que sofre a indignidade”

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