Desmitificando Os Protocolos dos Sábios de Sião

Desmitificando Os Protocolos dos Sábios de SiãoA jornalista brasileira Miriam Sanger, que desde 2012 vive em Israel, lançou uma campanha de financiamento coletivo para a publicação de “A força da mentira” (“The Lie That Wouldn´t Die”), escrito por Hadassa Ben-Itto, ex-juíza da Suprema Corte de Israel, que investigou durante seis anos as origens de “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. “Para combater a mentira, é preciso apenas contar a verdade”, afirma ela. Já Miriam, enfatiza: “não faz o menor sentido que o livro ainda não esteja disponível no Brasil, um dos países que mais republicou “Os Protocolos”.
Desmitificando Os Protocolos dos Sábios de Sião
Miriam Sanger
O livro foi publicado em inglês em 1998 e, em seguida, em hebraico. Foi traduzido também para o alemão, russo, holandês, espanhol, húngaro, búlgaro, romeno, árabe e pársi. A obra tem prefácios elogiosos do chefe do Supremo Tribunal da Inglaterra, lorde Harry Woolf, e do Juiz Edward R. Korman, desembargador do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Leste de Nova York.
Desmitificando Os Protocolos dos Sábios de SiãoA edição em inglês conta com 390 páginas. Em português, o livro terá aproximadamente 480 páginas. Miriam explica: “Quando “A força da mentira” chegou em minhas mãos, eu tinha pouco conhecimento a respeito do conteúdo e do alcance de “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Essa obra absurda permanece até hoje como uma sombra entre as nações, sendo reeditada e publicada livremente, servindo como uma torpe referência ideológica para organismos de extrema direita, tanto políticos quanto civis”.
Desmitificando Os Protocolos dos Sábios de SiãoA autora Juíza Hadassa Ben-Itto

Nascida na Polônia em 1926, Hadassa Ben-Itto é advogada especializada em lei criminal. Atuou por 31 anos como juíza (desde 1970) e aposentou-se precocemente em 1991 de seu posto na Suprema Corte de Israel, comprometida com a investigação e a publicação do “The Lie That Wouldn´t Die”

Atuou como membro da delegação israelense na ONU em 1965 e 1975. Representou Israel nos mais importantes eventos internacionais, como a Conferência de Direitos Humanos da Unesco, em Paris em 1982. Foi presidente da Associação Internacional de Advogados e Juristas Judeus (IAJLJ) de 1988 a 2004; nesse ano, foi eleita como Presidente Honorária e coordenadora do comitê de combate do antissemitismo. Hadassa Ben-Ito dedicou-se por seis anos à pesquisa e redação dessa obra.
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