31 de jul. de 2017

31 de julho de 1492 o dia da vergonha

31 de julho de 1492 o dia da vergonha

31 de julho de 1492 o dia da vergonha
O Édito de Expulsão dos Judeus de 1492
31 de julho: uma data para não esquecer

No dia 31 de julho de 1492, cerca de 200 mil judeus da Espanha foram expulsos, ou mortos. Muitos fugiram para Portugal e, poucos anos depois, também foram expulsos de lá. 

Durante séculos, os judeus contribuíram para a ciência, as artes e a economia destes países e, hoje, tanto espanhóis, como portugueses se arrependem do que fizeram. Milhares acabaram refugiando-se no Brasil. São conhecidos como Anussim e atualmente buscam conhecer suas raízes judaicas. 
Am Israel Chai / O Povo de Israel Vive!!
Tribunal recusa apelação de Elor Azaria condenado por matar palestino

Tribunal recusa apelação de Elor Azaria condenado por matar palestino

Tribunal recusa apelação de Elor Azaria condenado por matar palestinoUm tribunal militar de Israel recusou neste domingo a apelação de um soldado israelense condenado a 18 meses de prisão por ter matado um palestino ferido que estava no chão, de acordo com meios de comunicação locais.
Os juízes também negaram um recurso apresentado pela Procuradoria para aumentar a pena de 18 meses contra o sargento Elor Azaria por homicídio, indicou a mesma fonte.
Ao ser contatado pela AFP, o exército não confirmou as informações.
Após o julgamento, Elor Azaria, atualmente com 21 anos, foi condenado em fevereiro a 18 meses de prisão, uma pena considerada muito suave, "inaceitável" para a ONU, e que decepcionou aos defensores dos Direitos Humanos.
O soldado e os promotores do exército israelense apelaram da sentença.
Azaria, membro de uma unidade paramédica, foi filmado no dia 24 de março de 2016 por um militante pró-palestino atirando na cabeça de Abdul Fatah Al Sharif, em Hebron, na Cisjordânia ocupada.
O palestino havia atacado alguns soldados com uma arma branca. Após ser ferido a tiros, permanecia em solo, aparentemente sem capacidade de atacar.
As imagens se propagaram nas redes sociais.
Durante o julgamento em primeira instância, a presidente do tribunal, Maya Heller, considerou que o soldado decidiu disparar para matar ainda que o palestino não representasse uma ameaça, e ressaltou que Elor Azaria não expressou nenhum remorso.
Autoridade Palestina destina US$ 355 milhões para famílias de terroristas

Autoridade Palestina destina US$ 355 milhões para famílias de terroristas

Autoridade Palestina destina US$ 355 milhões para famílias de terroristasA Autoridade Palestina recompensa as famílias de terroristas – como a de Omar al-Abed, que assassinou três israelenses no dia 21 de julho – com pagamentos mensais de US$ 3.120, o dobro do salário médio de um trabalhador palestino. Esta quantia é dada aos terroristas condenados por Israel a 30 anos ou mais de prisão.
Como informa o jornalista Liel Leibovitz, do Tablet Magazine, a Autoridade Palestina usa parte do dinheiro que recebe de doações de diversas fontes internacionais, incluindo o contribuinte norte-americano, para recompensar os terroristas. Apenas para comparação: um engenheiro palestino ganha, em média, cerca de US$ 1.300 por mês.
A ONG Palestinian Media Watch informou que os pagamentos aos terroristas presos aumentaram 13%, de US$ 135 milhões em 2016 para US$ 158 milhões este ano. O orçamento para pagamentos a terroristas e suas famílias no ano de 2017 é de US$ 355 milhões.

30 de jul. de 2017

Imã Ammar Shahin  e  os judeus

Imã Ammar Shahin e os judeus

Imã Ammar Shahin prega o extermínio de todos os judeusAmmar Shahin um líder religioso islâmico pregou o extermínio de todos os judeus durante um sermão em uma mesquita na Califórnia (EUA), e a repercussão de sua fala vem causando perplexidade ao redor do mundo.
Durante uma prece, o imã Ammar Shahin pede que Alá revele o dia do fim de todos os judeus do planeta: “Oh, Alá, nos mostre o dia negro em que tu irá lhes impor, e as maravilhas de sua capacidade. Oh, Alá, conte-os um por um e aniquile até o último [judeu]. Não poupe nenhum deles”, afirmou.
De acordo com informações do portal Jerusalem Post, a reunião em que Shahin pregou morte aos judeus aconteceu no Centro Islâmico de Davis Masjid.

vídeo com as falas polêmicas do imã foi traduzido do árabe pelo Instituto de Pesquisas de Mídia do Oriente Médio para o inglês, e compartilhado por diversos veículos ao redor do mundo.
Em sua pregação, Shahin pontua que o hádice – conjunto de leis, lendas e histórias sobre a vida de Maomé – não demonstra onde acontecerá a chamada ‘batalha final’ que envolve muçulmanos e judeus: “Não sabemos se será na Palestina ou em outro lugar. Quando essa guerra explodir, os judeus vão correr e se esconder atrás de cada pedra, casa, parede e árvore”, afirmou.
Shahin é egípcio e migrou para os Estados Unidos em 1999, onde se graduou Ciência da Computação. Licenciado em Estudos Islâmicos, atualmente é instrutor do Instituto Islâmico Zidani, que segue a tradição sunita.



Mohsen Araki condena atos terroristas do Estado Islâmico e defende Hamas e Hezbollah

Mohsen Araki condena atos terroristas do Estado Islâmico e defende Hamas e Hezbollah

Mohsen Araki condena atos terroristas do Estado Islâmico e defende Hamas e HezbollahAiatolá critica cerco de Israel a mesquita e defende Hamas e Hezbollah.

Em palestra em São Paulo, Mohsen Araki condena atos terroristas do Estado Islâmico e responsabiliza Estados Unidos por desestabilizar Oriente Médio com conflitos.

Sob críticas de parte da comunidade judaica e evangélica em virtude de declarações atribuídas a ele sobre o Estado de Israel, o aiatolá Mohsen Araki, criticou neste sábado, 29, em palestra em um evento em São Paulo o cerco imposto pelo país nas últimas semanas à Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém. Ele também defendeu os grupos Hezbollah e Hamas, que, segundo ele, se defendem da ocupação israelense, no Líbano e na Cisjordânia. O imã também reprovou a atuação geopolítica dos Estados Unidos no Oriente Médio, a quem responsabilizou pela maior parte dos conflitos existentes atualmente.

"No Líbano, qual a culpa do Hezbollah? Culpa-se um grupo por se defender da ocupação (israelense, nos anos 80)?", questionou o clérigo. "Quem pratica o sonho de defender sua terra, como o Hamas também, é chamado de terrorista. E quem joga bombas de fragmentação no Iêmen, no Líbano e na Palestina?"


Para o aiatolá, a imprensa ocidental e entidades de direitos humanos apresentam dois pesos e duas medidas para tratar das crises no Oriente Médio, e citou como exemplo a recente crise entre israelenses e palestinos provocada pela instalação de controle de metais na Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, a terceira mais sagrada do Islã. "Por que os muçulmanos não podem chegar a Al-Aqsa?Onde estão os direitos humanos e a imprensa mundial? Isso não é terrorismo?", disse. "Onde estão as organizações que gritam dia e noite quando um israelense é ferido quando palestinos são mortos por tentar entrar na mesquita?"

O clérigo acusou os Estados Unidos de ser um elemento desestabilizador para a paz mundial com sua força militar e citou como exemplo o acordo fechado pelo governo Donald Trump para a venda de armas para a Arábia Saudita, rival regional do Irã. "Os Estados Unidos venderam US$ 460 bilhões em armas para os sauditas - um dinheiro que poderia ter sido usado para combater a pobreza", afirmou. "Existe um ladrão pior do que esse? Que rouba seu dinheiro para te matar?"

Ainda de acordo com o aiatolá, os Estados Unidos provocam guerras em todos os lugares. "Nunca ninguém invadiu os Estados Unidos e todas as guerras têm o dedo americano", falou.

No final da palestra, Araki criticou os atentados do Estado Islâmico em países como a Bélgica e a França e disse que esse tipo de violência é condenado pelo Islã e deve ser banido. "Nós não queremos guerra, queremos união", disse. "Esse terrorismo que atingiu a Europa deve ser banido."

Evento. 

A palestra “Os muçulmanos e o enfrentamento ao terrorismo e radicalismo”, organizada pelo Centro Islâmico no Brasil em um hotel na zona norte de São Paulo, reuniu lideranças islâmicas paulistas e convidados do Irã, Rússia,  Paraguai e do Brasil. No encontro, os participantes condenara, a atuação de grupos terroristas no Oriente Médio. 

“Usam de todos os meios e armas para denegrir a imagem do Islã e apresentá-lo como uma religião de terror. Isso é incorreto. Alá ordena não cometer agressões”, disse o sheik Taleb Hussein al-Khazraji, presidente do centro. “O inimigo interno, com palavras de extremismo, deixa resultados negativos na nação Islâmica. Prometem sonhos a jovens e os enganam.”

O embaixador do Irã no Brasil, Saed Ali, criticou “as medidas perigosas de Israel para manter a ocupação da Cisjordânia”. “A ocupação da mesquita de Al-Aqsa é um exemplo do apartheid e dos crimes de guerra de Israel, que nunca procurou a paz.”

Reações. 

A visita de Araki foi alvo de críticas da comunidade judaica e evangélica em virtude de suas declarações sobre o Estado de Israel. Em um encontro com clérigos libaneses em 2015, o imã disse que “a aniquilação do sionismo é uma certeza”, segundo a agência iraniana Taghrib. 

Na sexta-feira, a Federação Israelita do Estado de São Paulo disse esperar que Araki “ não semeasse o ódio”. 

A polêmica começou após o deputado Jean Wyllys, do PSOL/RJ publicar um texto condenando a visita de Araki e a posição do governo do Irã contra os direitos da comunidade LGBT no país.

Na quarta-feira, líderes das religiões católica, judaica e islâmica no Brasil publicaram uma carta condenando “qualquer discurso destinado a propagar o ódio entre nossas comunidades”. Ao Estado, o clérigo negou que tenha vindo ao Brasil “espalhar o ódio” e disse que seus críticos é que adotam um discurso radical. 

28 de jul. de 2017

A Ressurreição dos Mortos e o Judaísmo

A Ressurreição dos Mortos e o Judaísmo

A Ressurreição dos Mortos e o Judaísmo
Sobre a Ressurreição

Uma de nossas crenças fundamentais é a crença na ressurreição dos mortos. Acreditamos que virá um tempo em que todos os mortos serão trazidos de volta à vida, e corpo e alma serão reunidos. Assim, o último dos Treze Princípios de Fé (de Maimônides) reza: “Acredito com fé perfeita que haverá uma ressurreição dos mortos no tempo que aprouver ao Criador.”
A ressurreição é mencionada na Torá quando Deus diz: “Eu faço morrer e faço viver” (Deuteronômio 32:39).​Esta crença é expressa de maneira mais explícita nas palavras do profeta: “Os teus mortos tornarão a viver, os teus cadáveres ressurgirão. Despertai e cantai, vós que habitais o pó.” (Isaías 26:19) Este conceito é expresso muito claramente no livro de Daniel (12:2): “E muitos dos que dormem no solo poeirento acordarão, uns para a vida eterna e outros para o opróbrio, para o horror eterno.”
Contudo, há duas opiniões relativas à ressurreição. A opinião da maioria, advogada por Saádia Gaon,​Raavad,​Ramban (Nachmânides) e todos os cabalistas, é que a ressurreição é o primeiro passo em direção ao mundo vindouro.​Segundo esta opinião, os mortos ressuscitados viverão para sempre e o mundo vindouro existirá num plano físico, onde corpo e alma estarão reunidos.

Até certo ponto, a idéia por trás disso consta da seguinte passagem talmúdica:

Certa vez, [o romano] Antonino disse a Rabi [Judá, o Príncipe]: “O corpo e a alma podem ambos escapar do julgamento de Deus. O corpo pode se defender dizendo: ‘Foi a alma que pecou! Pois veja, desde o dia em que a alma me deixou, eu fiquei parado como uma pedra morta [e nada fiz de errado].’ A alma pode [analogamente] dizer: ‘Foi o corpo que pecou. Desde que deixei o corpo, tenho voado livre como um pássaro.’​
Rabi respondeu-lhe: ‘Eu te darei um exemplo: Um rei humano tinha um lindo pomar, cheio de figos precoces. Ele designou dois guardas para o pomar, um aleijado e um cego. O guarda aleijado disse ao cego: ‘Vejo lindas frutas neste pomar. Carregue-me em teus ombros e poderemos compartilhá-las.’ Eles executaram o plano, com o guarda cego carregando o aleijado, até terem comido todas as melhores frutas do pomar.
Quando o rei voltou, perguntou aos dois vigias: ‘Aonde estão minhas melhores frutas?’ O guarda aleijado retrucou: ‘Acaso tenho pés [para poder ir atrás das frutas]?’ O guarda cego [analogamente] disse: ‘Acaso tenho olhos para ver [as frutas]?’
O rei, contudo, não foi enganado. Ele colocou o aleijado sobre os ombros do cego e julgou-os conjuntamente. De maneira similar, Deus trará a alma e a reunirá ao corpo, e depois julgará os dois conjuntamente. Assim está escrito: ‘Do alto Ele convoca o céu e a terra, para julgar Seu povo’
[Salmos 50:4]. ‘…Ele convoca o céu’ – isto é alma. ‘…e a terra’ – isto é o corpo. [A razão porque ambos são chamados é para que Deus possa ‘julgar Seu povo.’ ”
Assim o Talmud fornece uma razão profunda para a ressurreição. No fim dos tempos, o homem será julgado como uma pessoa completa, um ser humano total, com corpo e alma. Uma alma desencarnada pode ser capaz de uma aguda percepção do Divino, mas não é um ser humano total. Qualquer julgamento ou recompensa dada a tal alma nunca poderia ser completa.
Muitas pessoas acham difícil compreender isso. Uma vez que a recompensa do homem, em última instância, é espiritual, que necessidade haverá de um corpo material? Por que o mundo vindouro deveria ter uma dimensão material? Para entender isso, devemos introduzir uma questão ligada a esta: Por que Deus criou um mundo físico? Esta não é uma questão tão trivial quanto parece. Deus em Si é certamente espiritual, assim como o bem que Ele oferece a Seu mundo. É óbvio que o objetivo da Criação é essencialmente espiritual. Se é assim, então por que Deus criou um mundo físico?
Extraído da obra Imortalidade, Ressurreição e a Idade do Universo – uma visão cabalística, de Aryeh Kaplan.
Se você gostou, não deixe de ler o resto desta incrível obra!


Gabriel Levy visita Wizo-Rio

Gabriel Levy visita Wizo-Rio

Gabriel Levy visita Wizo-RioFoi esta semana que a reunião do Grupo Banot Le Chaim, da Wizo-Rio, recebeu com carinho e alegria a visita de Gabriel Levy, atleta da Macabi-Rio medalhista de ouro da seleção brasileira de Vôlei. 

Filho e neto de chaverot, ele participou entusiasmado do encontro quando relatou momentos importantes de sua vibrante experiência participando da “20ª Macabíada”, recém realizada em Israel. 

Ao Gabriel, nossos votos de sucesso; a sua mãe, Anna Yara Levy, do Grupo Banot Le Chaim, e a sua avó, Sarita Levy, do Grupo Yamit, mazal tov!
Produtos Israelenses inovadores na maior feira de alimentos do mundo

Produtos Israelenses inovadores na maior feira de alimentos do mundo

Entre os dias 7 e 11 de outubro, acontecerá em Colônia, na Alemanha, a maior e mais importante feira mundial de alimentos – ANUGA 2017 – serão mais de 160.000 visitantes e mais de 7.000 expositores.
O conceito único da Anuga – 10 feiras em uma – representa a diversidade do setor.  Devido ao mix especial de grandes e pequenos eventos, tanto a nível nacional como internacional, e com os vários temas de tendência, a Anuga apresenta um foco consistente nas tendências do ramo para o futuro.
O Pavilhão Israelense contará com a participação de 20 empresas, que prometem apresentar produtos inovadores e de alta qualidade. Dentre as empresas presentes, podemos destacar as seguintes:
Rafael’s: Produtora de uma enorme varidade de barra de cereais e granola de diversos sabores.
Saba Habib: Empresa especializada em azeitonas, azeite e tahini premium.
Sanlakol: Empresa líder na produção de frutas e vegetais processados, além de hummus e molho de tomate em uma embalagem revolucionária que atende à pequenas porções.
Embalagem inovadora de Hummus da Sanlakol
Grinfeld: Grinfeld Avocado é produtora de azeite feito 100% de abacate e pasta de abacate.
Pnutsandfruits: Produtora de variados tipos de nozes e frutas secas, com selo Kosher de alta qualidade. Seus produtos são vendidos em embalagens que utilizam nitrogênio ao invés de preservativos e salgado com sal do mar vermelho.
El NAKHLE Coffee: Produtora de café arábico com e sem cardamomo, café Turco, grãos de expresso, cápsulas de expresso, cápsulas de café arábico com e sem cardamomo e Zaatar.
ORNAT Chocolate: Produtora de uma grande variedade de chocolates, tais como pasta de chocolate e chocolate em formato roll-on, ideal para crianças e pessoas que buscam praticidade.

Acesse a lista completa das empresas Israelenses participantes através do seguinte link.
Israel pede pena de morte para palestino que assassinou três colonos

Israel pede pena de morte para palestino que assassinou três colonos

Israel pede pena de morte para palestino que assassinou três colonosO primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu hoje (27) a pena de morte para o palestino de 20 anos que no último dia 21 assassinou três membros de uma mesma família judia em um colônia israelense da Cisjordânia. 

A informação é da agência EFE. "A minha posição como premiê no caso deste assassinato tão desprezível é que (o autor) deveria ser executado", declarou Netanyahu em um discurso de condolência para a família dos mortos, segundo o jornal Times of Israel.

Israel pede pena de morte para palestino que assassinou três colonos
Omar al Abed sorrindo no Hospital israelense
O chefe do governo israelense disse que "chegou o momento" de aplicar a pena capital aos terroristas "condenados", depois que o gabinete de governo debateu na reunião do domingo passado esta medida, apoiada por parte dos ministros. O titular da pasta da Defesa, Avigdor Lieberman, também se mostrou partidário de aplicar a pena de morte, e assegurou que o Exército tem autoridade para fazê-lo no território ocupado da Cisjordânia. 

Na sexta-feira passada, um homem de 70 anos e seus dois filhos foram assassinados a facadas em casa pelo palestino, que anunciou em seu perfil no Facebook que o ataque era "para defender [a mesquita de] Al Aqsa". O assassino, Omar al Abed, originário de um povoado próximo à cidade cisjordaniana de Ramala, foi rendido pelas forças de segurança e depois transferido a um hospital. 

O assassinato dos colonos ocorreu em plena crise derivada das medidas de segurança aplicadas por Israel na Esplanada das Mesquitas após a morte, no último dia 14, de dois policiais israelenses por três árabe-israelenses.
Bye Bye Alemanha

Bye Bye Alemanha

Bye Bye AlemanhaBye Bye Alemanha: Comédia dramática sobre grupo de judeus no pós-guerra ganha cartaz nacional (Exclusivo)
"É hora da vingança dos judeus!", diz o trailer original.
Em Bye Bye Alemanha, a guerra já terminou e os nazistas foram vencidos. Em meio a um país destruído, o judeu David Berman (Moritz Bleibtreu) tenta se recompor. Com a ajuda de amigos, cria um negócio de venda de roupas às mulheres do país. Mas o sucesso do grupo começa a incomodar as lideranças conservadoras.
Bye Bye AlemanhaDepois da exibição no festival de Berlim, o filme chega aos cinemas brasileiros para abrir o 21º Festival de Cinema Judaico, entre os dias 30 de julho e 9 de agosto. Bleibtreu, conhecido por Corra Lola Corra e Guerra Mundial Z, vem ao Brasil para divulgar a produção.

Após a participação no festival judaico, Bye Bye Alemanha estreia nos cinemas dia 24 de agosto. Abaixo, você descobre o cartaz nacional, em exclusividade no AdoroCinema.



A crise dos últimos dias no Monte do Templo

A crise dos últimos dias no Monte do Templo

A crise dos últimos dias no Monte do TemploSeguem abaixo os momentos-chave de duas semanas de crise no Monte do Templo, em Jerusalém, marcada por violentos confrontos entre manifestantes palestinos e as forças de ordem israelenses.
– Monte do Templo fechado –
Em 14 de julho, três árabes israelenses matam dois policiais israelenses na Cidade Velha de Jerusalém, antes de serem perseguidos e mortos no Monte do Templo.
Israel garante que as armas usadas no ataque tinham sido escondidas na Esplanada. Por esta razão, tomou a decisão excepcional de fechar por dois dias o acesso ao terceiro local mais sagrado do Islã.
Essa decisão irritou os palestinos e a Jordânia, guardiã dos locais sagrados em Jerusalém.
– Detectores de metal –
Em 15 de julho, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, decide instalar detectores de metal nas entradas da Esplanada e anuncia a sua reabertura para o dia seguinte.
Em 16 de julho, a Monte do Templo é reaberta ao público, mas os muçulmanos se recusam a entrar no local em razão das novas medidas de segurança.
Em protesto, centenas de pessoas realizam suas orações do lado de fora.
– Violência mortal –
Os confrontos são diários entre palestinos e as forças de segurança israelenses em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia ocupada.
Em 20 de julho, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, se junta aos líderes palestinos para pedir a Israel a retirada dos detectores de metal.
Em 21 de julho, dia da grande oração islâmica semanal, a polícia israelense proíbe os homens com menos de 50 anos de entrar na Cidade Velha. Centenas de pessoas participam da oração perto da entrada da Cidade Velha.
Em dois dias, cinco palestinos são mortos nos confrontos entre manifestantes e as forças de segurança israelenses. Três israelenses são mortos por um palestino em uma colônia israelense na Cisjordânia ocupada.
– Novo dispositivo –
Na noite de 25 de julho, depois de intensa pressão da comunidade internacional, que teme uma escalada, o governo israelense decide parar de usar os detectores de metal nas entradas da Esplanada. Ele indica que vai substituir esse sistema por “uma inspeção de segurança com base em tecnologias avançadas e outros meios”.
Os detectores de metal são removidos. As autoridades muçulmanas mantém o boicote ao local santo.
Uma fonte do governo jordaniano relata um “acordo” sobre o Monte do Templo entre Jordânia e Israel, o que permitiu o retorno a Israel de um diplomata acusado de matar dois jordanianos após ser atacado na embaixada de Israel em 23 de julho.
O presidente palestino, Mahmud Abbas, anuncia a paralisação da cooperação com Israel.
Confrontos entre manifestantes palestinos e forças israelenses acontecem perto da Cidade Velha de Jerusalém. Estes confrontos deixam 13 palestinos feridos.
O presidente Erdogan pede aos muçulmanos de todo o mundo que “visitem” e “protejam” Jerusalém.
– Reviravolta –
Em 27 de julho, a polícia israelense anuncia a retirada dos últimos elementos do novo dispositivo de segurança.
Grades e andaimes, onde estavam instaladas câmeras de vigilância, são removidos nas primeiras horas pelas autoridades israelenses.
Os palestinos decidem encerrar o boicote e milhares de fiéis muçulmanos entram na Esplanada para a oração da tarde.
A Jordânia saúda a decisão israelense como “um passo para o apaziguamento.”
– Novos confrontos –
Novos confrontos entre a polícia israelense e palestinos no Monte do Templo. O Crescente Vermelho palestino fala de dezenas de pessoas feridas.
Benjamin Netanyahu pede pena de morte para o palestino que matou os três colonos israelenses na Cisjordânia ocupada.


27 de jul. de 2017

Objetivos na Vida

Objetivos na Vida

Coisas Judaicas
Uma pessoa pode viver seu dia a dia, ou ela pode ter um objetivo claro na vida. Para tal pessoa, toda decisão importante é feita em termos daquele objetivo. Algumas pessoas são tão fortemente e apaixonadamente focadas naquele objetivo, que mesmo as decisões aparentemente menores e as atividades cotidianas e comuns são firmemente direcionadas para os seus objetivos e esperanças na vida.
O mesmo pode se aplicar a um povo inteiro. Ao longo de sua história, o Povo Judeu teve uma série de objetivos que se interligam uns com outros. Neste Shabat, encontramos dois dos objetivos centrais conectando-se entre si. [O primeiro se refere à leitura semanal da Torá.]
Isto abre o quinto Livro da Torá. O quinto livro, Devarim, difere enormemente dos outros quatro livros. Os livros anteriores da Torá são focados em relatar eventos à medida que eles vão acontecendo: a criação do mundo, o Dilúvio, a vida de Avraham, a escravização de seus descendentes no Egito, sua saída como um povo livre no Êxodo, a entrega da Torá no Sinai, a construção do Santuário e os vários eventos específicos durante os quarenta anos no deserto.
Ao contrário, o quinto livro consiste de discursos de Moshê para o Povo Judeu no último ano de sua vida, preparando-os para entrarem na Terra de Israel. O quinto livro é focado no futuro, consciente do passado, mas preparando o Povo Judeu para algo que ainda vai acontecer.
O Povo Judeu já passou por vários estágios de experiência, incluindo a escravidão amarga e a viagem no deserto por quarenta anos. Eles estão agora prontos para entrar na Terra Prometida e, juntos com seu líder Moshê, eles podem olhar confiantes em direção ao futuro. Esta é uma forma pela qual este Shabat expressa a realização de um objetivo: o Povo Judeu está pronto para entrar na Terra Santa.
Agora nós chegamos a um segundo e complementar objetivo. A leitura desta semana é sempre lida no Shabat antes do jejum de Tishá BeAv (9 de Av). Este jejum lembra a destruição tanto do primeiro quanto do segundo Templos e várias outras tragédias. Ainda assim, o jejum de Av é mais do que um triste lamento sobre o passado. Em sua essência interior, ele também produz um olhar ousado e esperançoso em direção ao futuro. Por quê? Porque nós somos capazes de olhar para trás sobre dois milênios de sofrimento e, em particular, para os horrores de meio século atrás. Nós viajamos através de nosso deserto da história. Agora, nós somos capazes de olhar para frente, sob a perspectiva dos ensinamentos judaicos, em direção à chegada do Mashiach e a reconstrução de nosso maravilhoso Templo em Jerusalém.
É verdade que nós já vimos em várias ocasiões muitas lágrimas em nosso longo passado. Nos séculos recentes, e em décadas recentes, nós também vimos muita confusão. Nós poderíamos, de fato, tentar imaginar, lendo os jornais diários, o que o futuro nos prepara? Mesmo assim, nossos Sábios são claros em sua visão: o futuro é cheio de alegria.
A mensagem chave sobre como nós devemos enfrentar este futuro radiante, prepararmo-nos para ele e fazê-lo acontecer é expresso pelo versículo final da Haftará desta semana: “Tzyión será redimida através da justiça [Torá] e seus cativos [sairão livres] através da caridade” (Yeshayahu 1:27). Através do estudo da Torá, ensinando justiça em todos os aspectos da vida, e boas ações tais como a caridade, nós podemos fazer o futuro glorioso - o objetivo do Judaísmo, para nós e para toda a humanidade - acontecer agora1.

NOTAS
1.
Baseado no Sefer Hasichot do Lubavitcher Rebe 5748, vol. 2, pp. 566 ff.
Confrontos violentos com dezenas de feridos em Jerusalém

Confrontos violentos com dezenas de feridos em Jerusalém

Confrontos violentos com dezenas de feridos em JerusalémDezenas ficam feridos em confrontos entre palestinos e policiais israelenses

Acesso ao Monte do Templo estava restrito depois de um ataque em que dois policiais israelenses morreram.

Confrontos entre policiais israelenses e palestinos deixaram dezenas de feridos nesta quinta-feira (27) na cidade velha de Jerusalém. O incidente acontece no dia em que os muçulmanos voltaram a rezar na mesquita de Al-Aqsa, no Monte do Templo, após quase duas semanas de boicote.
Os incidentes deixaram 46 feridos, tanto na Esplanada como nas imediações, segundo a Crescente Vermelho palestina, de acordo com a France Presse. O “Jerusalem Post” afirmou que 56 pessoas ficaram feridas.
Um dos confrontos começou, segundo relato das forças de segurança israelenses ao “Jerusalém Post”, após palestinos lançarem pedras perto do Muro das Lamentações. A polícia israelense reagiu. Nesse momento, não houve registro de feridos.
O jornal "Haaretz" relata outra confusão na fila para o acesso à esplanada. De acordo com a publicação, houve confronto com as forças de seguranças, e 41 pessoas ficaram feridas. O Crescente Vermelho confirmou o incidente, e disse que 37 pessoas foram atendidas do Portão dos Leões (que dá acesso à esplanada), e que pelo menos outras dez ficaram feridas dentro do complexo.
O acesso ao local estava restrito depois de um ataque em que dois policiais israelenses morreram na sexta-feira (14). Israel colocou detectores de metal e restringiu o acesso de homens com menos de 50 anos à região considerada sagrada tanto para muçulmanos como para judeus.
A medida foi criticada pelos palestinos, que fizeram um apelo para que os fiéis não fossem até local para rezar. Após forte pressão, Israel decidiu retirar os detectores de metal, mas ainda assim os muçulmanos mantiveram o boicote no acesso ao Monte do Templo.
As autoridades políticas e religiosas palestinas pediram que todos voltassem a rezar no local nesta quinta-feira.
O correspondente da AFP presenciou os choques, que começaram pouco depois que os fieis entraram no local.
Magal


Fotos:







O aiatolá Mohsen Araki já está no Brasil

O aiatolá Mohsen Araki já está no Brasil

O aiatolá Mohsen Araki já está no Brasil
O aiatolá Mohsen Araki chegou nesta madrugada a São Paulo, pondo fim às dúvidas sobre o cancelamento de sua vinda ao Brasil, que chegou a ser noticiado por alguns veículos de mídia.


O Novotel informa que a palestra que ele daria no local no próximo sábado (29) foi cancelada.

A forte reação da comunidade judaica e de lideranças políticas e religiosas deu repercussão nacional ao caso.
Por novo papel Kate Hudson raspa os cabelos

Por novo papel Kate Hudson raspa os cabelos

Por novo papel Kate Hudson raspa os cabelosAos 38 anos, Kate é famosa por atuar em comédias românticas
Kate Hudson deu adeus aos longos cabelos loiros! A atriz foi clicada nesta terça-feira (25) em Los Angeles no set de gravação de um filme dirigido pela cantora Sia. 

Tudo indica que a transformação no visual é para o papel de Kate na produção.

A atriz é mamãe de dois filhos de relacionamentos anteriores: Ryder, com o vocalista da The Black Crowes, Chris Robinson, e de Bingham, do casamento com Bellamy, vocalista da banda Muse.
Famosa por interpretar Andie em Como Perder um Homem em 10 Dias, Kate é um destaque nos filmes de comédia romântica. Outras famosas também transformaram o visual e ficaram carecas para um trabalho, como Cara Delevingne, Kristen Stewart, Natalie Portman e Milly Bobby Brown.
Em meio a pressão vinda de  Mohsen Araki ao Brasil é incerta

Em meio a pressão vinda de Mohsen Araki ao Brasil é incerta

Em meio a pressão vinda de  Mohsen Araki ao Brasil é incerta

O clérigo iraniano Mohsen Araki (à esq.) e o aiatolá Ali Khamenei,
líder supremo do Irã, em Teerã

Matéria atualizada
Numa manobra diversionista o aiatolá Moshen entrou no Brasil essa madrugada

Em meio a pressão de entidades, vinda de clérigo do Irã ao Brasil é incerta

O anúncio da visita ao Brasil de um clérigo do alto escalão iraniano para um evento em São Paulo gerou manifestações de repúdio que colocaram em dúvida a realização do evento que teria o religioso como convidado.

O aiatolá Mohsen Araki, nascido no Iraque, é um dos 88 membros da Assembleia dos Especialistas do Irã, responsável por indicar e destituir o líder supremo iraniano —cargo ocupado desde 1989 pelo aiatolá Ali Khamenei.

Araki falaria sobre o enfrentamento ao terrorismo e radicalismo em evento no Novotel Center Norte no sábado (29).

O hotel publicou em uma rede social nesta quarta-feira (26) que "o evento com a presença do Sr. Mohsen Araki não será mais realizado no Novotel Center Norte." Procurado, o hotel não informou o motivo do cancelamento.

O organizador do evento, o Centro Islâmico no Brasil, afirmou à Folha que o encontro havia sido transferido "por razões técnicas", mas não informou o novo local.

Em ofícios enviados na semana passada ao Ministério da Justiça e ao Ministério das Relações Exteriores, a secretária municipal de Direitos Humanos do Rio, Teresa Bergher, pediu que a entrada de Araki no país fosse barrada por ele proferir "com frequência discursos de ódio".

O Itamaraty confirmou o recebimento do ofício e disse que não há impedimentos legais para a visita de Araki ao Brasil. O Ministério da Justiça também confirmou ter recebido o pedido, mas não informou uma resposta a ele até a publicação desta reportagem.

A Federação Israelita do Estado de São Paulo divulgou nota no dia 19 repudiando a visita do aiatolá, "que em suas pregações conclama à destruição do Estado de Israel".

O Centro Islâmico nega que o aiatolá propague discursos de ódio e afirma que "ele vem para discutir o problema do terrorismo".

A pressão aumentou nesta quarta-feira, quando líderes religiosos brasileiros divulgaram nota alertando "contra qualquer discurso destinado a propagar o ódio entre nossas comunidades".

O texto é assinado pelo arcebispo de São Paulo, cardeal dom Odilo Scherer; pelo presidente do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs, dom Flavio Irala; pelo rabino Michel Schlesinger, da Confederação Israelita do Brasil; e pelo xeque Houssam Ahmad el Boustani, do Instituto Futuro da Comunidade Muçulmana.

"Pessoas como esse líder, que tem o costume de realizar discursos inflamados pedindo a destruição do próximo, não combinam com o que a gente vê no Brasil", afirma o rabino Schlesinger. "Nos orgulhamos muito da relação que temos no Brasil, um país que propicia que cristãos, muçulmanos e judeus convivam bem. É preocupante que essa paz possa ser ameaçada pela importação de conflitos que não são nossos."

O xeque sunita Houssam Ahmad el Boustani afirmou que a divulgação da nota dias antes da visita de Araki, que é do ramo xiita do islã, é "uma coincidência" e que o texto seria divulgado "antes de qualquer visita que inflama ódio aqui no Brasil ou fora".

O Centro Islâmico foi contactado para confirmar a vinda do aiatolá Araki, mas não retornou a informação. 



26 de jul. de 2017

Sequência de Mulher-Maravilha  será lançada em 2019

Sequência de Mulher-Maravilha será lançada em 2019

Sequência de Mulher-Maravilha  será lançada em 2019Agora é oficial: Gal Gadot retornará para a sequência de Mulher-Maravilha, que agora ganhou data de lançamento.
O filme estará chegando aos cinemas em 13 de dezembro de 2019.
Conversas para o retorno de Patty Jenkins na direção estão em andamento.
Gadot retornará como a personagem-título em Liga da Justiça, cuja estreia está confirmada em 16 de novembro.
Mulher-Maravilha possui atualmente em bilheteria mundial, $780,3 milhões.
No elenco: Chris Pine como Steve Trevor, Robin Wright como General Antiope, David Thewlis como Sir Patrick, Connie Nielsen como Rainha Hippolyta, Elena Anaya como Maru/Doutora Veneno, Lucy Davis como Etta Candy, Doutzen Kroes como Venelia, Ewen Bremner como Charlie, Danny Huston como General Erich Ludendorff, Eleanor Matsuura como Epione, Mayling Ng como Orana, Eugene Brave Rock como Chefe, Samantha Jo como Euboea, Saïd Taghmaoui como Sameer, Florence Kasumba como Senador Acantha, Emily Carey como Jovem Diana, Lisa Loven Kongsli como Menalippe, Brooke Ence como Penthiselea, Ann Ogbomo como Phillipus, Ann Wolfe como Artemis, Madeleine Vall como Egeria, Jacqui-Lee Pryce como Niobe e Lilly Aspell como Pequena Diana.
O roteiro ficou nas mãos de Allan Heinberg, Zack Snyder, Allan Heinberg, Jason Fuchs e William Moulton Marston.