30 de jun. de 2017

Israel verdadeiramente pluralista

Israel verdadeiramente pluralista

Coisas judaicas


Rabinos ortodoxos chamam de 'Israel verdadeiramente pluralista'
27 de junho de 2017
Como rabinos ortodoxos progressistas e pluralista associados ao grupo rabínica Torat Chayim, somos totalmente aliados com nossas irmãs e irmãos em toda a comunidade judaica em apoio ao pluralismo na América e Israel. Nós-nos de ler que o governo israelita tem o seu compromisso de criar um espaço para grupos alternativos e liberais para rezar na parede ocidental e está a mover-se para delegitimate todas as conversões, mas as que foram feitas pelo rabino-Chefe de Israel.

Impor uma versão estreita do judaísmo ortodoxo como o padrão oficial para a oração e para a conversão em Israel prejudica a unidade do povo judeu e prejudica o apoio a Israel na América. Encorajamos todos os judeus ortodoxos modernos a apoiarem publicamente a liberdade para múltiplas abordagens religiosas para a vida judaica. 

A Torá exige que nós a humildade nas nossas relações com os seres humanos. Pirkei Avot ensina: Não exija ser o único juiz (do que é certo ou errado em assuntos religiosos) só Deus - e não humanos que representam Deus - tem a capacidade de ser o único juiz. Isto significa que devemos trazer a humildade - não a arrogância, e a admiração - não a certeza - às nossas relações. 

Os sábios ensinam que somos mais fortes quando discordamos abertamente e respeitosamente, enquanto continuam a interagir uns com os outros e a honrar a dignidade humana um do outro. Nós os diferentes caminhos dos nossos colegas judeus, mesmo que tenhamos as nossas divergências em prol do céu, e nós profundamente para ver um verdadeiro Israel pluralista.
Assinado,
Rabba Dr. Carmella Abraham
Rabino Dr. Marc Angel
Rabino Daniel Askenazi
Rabino Ben Berger
Rabino Dr. Ariel Burger
Rabino Dr. Nathan Lopes Cardozo
Rabino Menashe East
Rabino Michael Cooper Emerson
Rabino Dr. Zev Farber
Rabino Freedman
Rabino Marc Gitler
Rabino Daniel Goodman
Rabino Dr. Mel Gottlieb
Rabino Ben greenberg
Rabino Dr. Yitz Greenberg
Rabino Herzl certo
Rabbanit Bracha Jaffe
Rabino David Jaffe
Rabino David kalb
Rabbi Yosef Kanefsky
Rabino David Kasher
Rabino Ysoscher Katz
Rabino Will Keller
Rabino Dr. Eugene Korn
Rabino Aaron Leibowitz
Rabino Yehoshua parece
Rabino Asher lopatin
Rabino Dr. Ariel Evan verá
Rabino Avram mlotek
Rosh Kehilah Dina najman
Rabino Micha Odenheimer
Rabbi Haim
Rabino Dr. Ariel picard
Rabino Aaron Potek
Rabino Dr. David Rosen
Rabino Abe dos -
Rav Hanan Schlesinger
Rabino Gabriel Nachman Kretzmer semente
Rabino Chaim Seidler-tipo
Rabino Daniel Raphael Silverstein
Rabb Quadro Smith
Rabino Devin Villarreal
Rabino Dr. Shmuly yanklowitz
Presidente do Parlamento israelense faz discurso emocionante na Rússia

Presidente do Parlamento israelense faz discurso emocionante na Rússia

Coisas Judaicas

O presidente do Knesset (Parlamento israelense), Yuli Edelstein, discursou no Parlamento russo 33 anos depois de ter sido preso pelas autoridades do país por lecionar hebraico. “Mesmo em meus melhores momentos, nunca imaginei estar aqui nesta condição, de orador. 

E isso para mim tem dupla importância, pois  além da condição pessoal, a de representar a nação judaica, há 33 anos eu estava preso neste país por ensinar o idioma hebraico, a língua de Abraão, o fundador da religião judaica. E hoje estou aqui como orador, representante do Knesset, falando a mesma língua que motivou a minha prisão. Só posso dizer: Shalom Aleichem! (que a paz esteja com você!). 

Este é o estado em que o milagre do renascimento do meu povo, das cinzas do exílio e do Holocausto, aconteceu; onde o meu povo fez o deserto florescer, e pôde conviver com próspera liberdade nacional; onde o hebraico, nossa língua sagrada, foi reconhecida, depois de estar adormecida por 2.000 anos”. 

Edelstein incentivou os legisladores russos a criarem “uma atmosfera de respeito mútuo entre os diferentes países” e disse que Israel está empenhado a “criar uma aliança global contra o terrorismo”. Ele também aproveitou a oportunidade para visitar a sinagoga de Moscou, onde havia estado preso.

Scarlett Johansson vive novo amor

Scarlett Johansson vive novo amor

Coisas JudaicasQuatro meses depois de pedir o divórcio ao marido, parece que Scarlett Johansson, 32, está pronta para seguir em frente com a vida amorosa.

A atriz foi fotografada de mãos dadas com o advogado Kevin Yorn e, de acordo com declarações de uma fonte à 'PEOPLE', parece que o romance já estava escrito nas estrelas.
"Eles conhecem-se há imenso tempo e sempre gostaram genuinamente um do outro além da relação de trabalho", explicou. "Romanticamente, as coisas desenvolveram-se de forma orgânica. Sempre existiu uma atração".

Além de trabalharem na indústria do entretenimento - a firma de Yorn é famosa por atuar neste ramo - ambos partilham o amor por crianças. Scarlett é mãe da pequena Rose Dorothy, fruto da relação já terminada com Romain Dauriac, e Kevin é pai de uma menina, Samantha, de um casamento anterior.

Coisas Judaicas"O Kevin sempre foi ótimo com a filha da Scarlett", continuou a fonte da 'PEOPLE'. "Ele adora crianças e ela é muito virada para a família, portanto eles estão ligados a esse nível".

Nas últimas semanas, os dois têm passado tempo de qualidade juntos e "falam literalmente a toda a hora".

"A relação deles tem sido um pouco intermitente, mas agora está 'no ativo', visto que ambos podem ficar no mesmo lugar e estar juntos".


Teo Kligerman fará participação especial no show de Ithamara Koorax

Teo Kligerman fará participação especial no show de Ithamara Koorax

Coisas Judaicas

Considerada uma das principais cantoras de jazz do mundo, Ithamara Koorax vai realizar um show no dia 01 de julho, no legendário Beco das Garrafas (Copacabana/RJ), com uma atração especial: o talentoso baterista de rock Teo Kligerman, filho de Tânia e Carlos Eduardo, que estará se lançando como cantor. 

No repertório, músicas de cantores com quem Ithamara trabalhou, como Tom Jobim, Edu Lobo, Luiz Bonfá, Marcos Valle e João Donato.
 Israel ataca posições do exército sírio pela terceira vez

Israel ataca posições do exército sírio pela terceira vez

Coisas Judaicas

Israel ataca posições do exército sírio pela terceira vez desde sábado.

Os dois países permanecem tecnicamente em estado de guerra.


O Exército israelense anunciou esta quarta-feira que atacou posições do regime sírio em represália contra projéteis que atingiram o planalto de Golã, no terceiro incidente do gênero desde sábado. Um porta-voz do Exército disse à agência France-Press que um tiro de morteiro tinha atingido a área controlada por Israel. 

"As nossas Forças Armadas replicaram e atiraram às posições do exército sírio que dispararam tiros de morteiros", acrescentou. Israel já concretizou diversos ataques aéreos na Síria desde o início da guerra civil na Síria, em 2011, referendo que visaram colunas ou depósitos de armas destinados ao Hezbollah, aliado do regime sírio. 

Desde 1967 que Israel ocupa cerca de 1.200 quilômetros quadrados do planalto dos Golã e que anexou, uma decisão que nunca foi reconhecida pela comunidade internacional. Cerca de 510 quilômetros quadrados permanecem sob controle  sírio. A Síria e Israel permanecem tecnicamente em estado de guerra.
Netanyahu reúne-se urgente com a coalizão governista sobre a controversa lei de conversão ao judaísmo

Netanyahu reúne-se urgente com a coalizão governista sobre a controversa lei de conversão ao judaísmo


Netanyahu reúne-se urgente com a coalizão governista sobre a controversa lei de conversão ao judaísmo
 Jerusalém, 30 Jun. (EUROPA PRESS)
Alguns membros sênior da coligação têm proposto que a lei seja adiada por seis meses e é designado por um Comitê público para formular uma solução de consenso após a crise aberta pela proposta de lei, que é um instrumento essencial para preservar a pureza do Judaísmo para seus defensores.
É, de acordo com o texto da proposta, que "a conversão em Israel está sob a supervisão do estado e ocorrem de maneira uniforme, tal como estipulado na lei da Torá". O texto não incorrer a conversão em particular, mas sim para invalidá-lo em praticamente todos os aspectos, contra uma decisão emitida em março de 2016 pelo Supremo israelense que obriga o estado a reconhecer as conversões por tribunais ortodoxas privadas fora da supervisão do Rabinato Chefe.
Netanyahu reúne-se urgente com a coalizão governista sobre a controversa lei de conversão ao judaísmo
Rabi David Stav. (Foto de crédito: MARC ISRAEL SELLEM)
A lei na verdade não afeta a diáspora porque todos judeus convertidos no estrangeiro automaticamente receberá cidadania israelense sob a lei concedendo o direito de regresso, mas da Federação judaica da América do Norte manifestou seu desconforto com o que eles percebidos como uma gigantesca manobra de apropriação do poder pelo Rabinato Chefe.
"O grande Rabinato quer tornar-se o único proprietário dos direitos de conversão em Israel", disse o CEO da FJN, Jerry Silverman, a agência telegráfica judaica. "Esta lei é o início de um dominó de efeito que abre a porta para tomar decisões muito além das fronteiras de Israel", acrescentou.
Netanyahu reúne-se urgente com a coalizão governista sobre a controversa lei de conversão ao judaísmoA proposta foi aprovada no início da semana pelo Comité Ministerial sobre a legislação e será não antes do plenário do Knesset, o Parlamento israelense pendente o recurso apresentado pelo nacionalista leigo de festa Israel Beitenu, liderada pelo Ministro da defesa do país, Avigdor Lieberman.
Espera-se que Netanyahu novamente coloca esta questão em cima da mesa do Conselho de Ministros, que será realizada no próximo domingo.



Missão de Israel vai inspecionar frigoríficos em MS e outros quatro estados

Missão de Israel vai inspecionar frigoríficos em MS e outros quatro estados

Coisas Judaicas

Missão veterinária de Israel vai inspecionar frigoríficos de carne bovina de Mato Grosso do Sul e outros quatro estados do Brasil a partir de segunda-feira (3). Objetivo da visita é a renovação das habilitações de unidades que já exportam para Israel.
De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), dois veterinários israelenses fica no país até o dia 12 de julho. 
Além do Mato Grosso do Sul, serão fiscalizadas plantas no Pará, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.
Conforme o Mapa, em 2016 o Brasil exportou US$ 73 milhões em cortes de bovinos para Israel. Neste ano, de janeiro a maio, os embarques somaram US$ 40 milhões.
Quanto ao volume, em 2016, a comercialização atingiu 15 mil toneladas. Nos primeiros cinco meses de 2017, foram vendidas 8,5 mil toneladas, segundo dados da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa.
O mercado israelense é importante para o Brasil, porque paga valores diferenciados pelos cortes, devido às exigências do abate kosher (kosher significa “bom” e “próprio”, sendo utilizado para designar alimentos preparados de acordo com as normas judaicas de alimentação).
Os abates são feitos por contrato e apenas uma pessoa habilitada, denominada shochet, pode realizá-los.
Morreu Simone Veil, a primeira mulher a presidir ao Parlamento Europeu

Morreu Simone Veil, a primeira mulher a presidir ao Parlamento Europeu


30 DE JUNHO DE 2017

Nascida em Nice em 1927, sobreviveu a Aushcwitz, onde perdeu os pais. Enquanto ministra da Saúde promulgou a despenalização do aborto. Entre 1979 e 1982, Simone Veil presidiu ao Parlamento Europeu.
Simone Veil morreu esta sexta-feira, informou a sua família, avança o Le Monde. A francesa, nascida em Nice a 13 de julho de 1927, lutou enquanto ministra da Saúde pela despenalização da interrupção voluntária da gravidez em França. Veil, a primeira mulher a presidir ao Parlamento Europeu, tinha 89 anos.
"A minha mãe morreu esta manhã em sua casa. Cumpriria 90 anos a 13 de julho", anunciou o filho, Jean Veil, advogado como a mãe. Simone Veil pertencia também ao Conselho de Curadores da Fundação Champalimaud.
Fruto de uma família judia ateísta, Veil foi enviada enquanto adolescente para Aushcwitz, onde perdeu os pais e outros membros da família para as câmaras de gás, conta o The Guardian.
Segundo o diário inglês, Veil censurava aqueles que chamavam e chamam genocídio e Holocausto ao que se passou nos Balcãs e na Faixa de Gaza. Afinal, ela viu o que se passou nos centros de concentração durante o nazismo, por isso saberia a diferença.
É que ela temia, mais do que a negação, a banalização, admitiu ao El País (2005). A comparação entre casos promovia a banalização. Veil tinha receio que ninguém sobrevivesse para contar a tragédia que os judeus viveram durante o reinado de Adolf Hitler. Sobre se a memória poderia evitar casos semelhantes, Veil negou.
"Realmente, não. A experiência demonstrou-o no Camboja e Ruanda. Há que continuar a falar no que é específico do Holocausto: refiro-me ao extermínio sistemático, científico, de todos aqueles que deviam desaparecer, porque eram demasiado jovens, demasiado velhos ou simplesmente porque a ideologia nazi decidiu que os judeus deveriam ser eliminados. Sim, isto deve saber-se. No entanto, há gente que não sabe. E é muito difícil conceber que [o nazismo] possa ter acontecido em pleno século XX, num país tão orgulhoso da sua cultura."
Enquanto ministra da Saúde do governo de Valéry Giscard d'Estaing, a francesa promulgou a "Lei Veil", que permitia à mulher ter controlo sobre o seu corpo, lembra o El País. A despenalização do aborto foi conquistada em 1975. A mulher que nasceu no sul de França teve também outras pastas ministeriais em governos de Édouard Balladur e, mais tarde (1998), foi nomeada membro do Conselho Constitucional de França.
Simone Veil, uma europeísta convicta, foi a primeira mulher a presidir ao Parlamento Europeu. O seu mandato aconteceu entre 1979 e 1982.
Entre muitas distinções, Veil recebeu o Prémio Liberdade, em Barcelona, em 2009, pela sua "defesa da liberdade, direitos humanos, a justiça e o papel das mulheres na sociedade moderna". Na altura Veil, que então apoiou a candidatura de Nicolas Sarkozy ao Eliseu, era presidente da Fundação para a Memória do Holocausto e ainda dirigia o Fundo para as Vítimas.
Nesta entrevista ao El País, Simone Veil dizia na altura que ainda faltava muito para as mulheres terem o mesmo peso dos homens na sociedade. "Podem fazer-se leis, podem fazer-se muitas coisas e fizeram-se muitas coisas, mas continua a haver uma grande diferença", disse.

29 de jun. de 2017

Gal Gadot já pensa em nova gravidez

Gal Gadot já pensa em nova gravidez

Coisas Judaicas

A estrela de Mulher-Maravilha, Gal Gadot, quer continuar ampliando sua família, após dar à luz em março à sua segunda filha, Maya Versano. 

A atriz de 32 anos teria começado a planejar um terceiro filho com seu marido, Yaron Versano, com quem está casada desde 2008, segundo revela a agência IANS.

"Gal e Yaron querem uma grande família e esperam ter um menino agora", disse uma fonte próxima ao casal.Porém, Gadot, que também tem uma filha de seis anos, Alma Versano, poderia ter que adiar seus planos familiares no momento."

Ela tem um importante malabarismo diante dela, ter tempo para uma terceira gravidez e a participação em mais filmes", disse um amigo. 


 Decifrando a Criação

Decifrando a Criação

Coisas Judaicas

Autor: Yosef Bitton

Estudo sobre os três primeiros versículos da Bíblia que mostra com clareza aspectos universais do pensamento judaico em paralelo às particularidades das interpretações rabínicas sobre o texto bíblico da Criação do Universo, tão relevantes diante do conhecimento científico atual.
Os três primeiros versículos da Torá (Pentateuco) são talvez os mais conhecidos de toda Bíblia Hebraica, e provavelmente os menos compreendidos.

Nesta obra, com mente e coração abertos, o Rabino Yossef Bitton faz uma profunda e sofisticada imersão, e, apoiado nas fontes clássicas judaicas e nos dados correntes da Ciência moderna, oferece ao leitor uma visão ousada e original das palavras iniciais do Gênesis.

Entre os assuntos analisados estão as coincidências e as diferenças entre a Teoria do Big Bang e o relato bíblico da Criação, as inexploradas consequências da Criação ex nihilo, as controvérsias envolvendo a idade do Universo, o estado do nosso planeta durante sua criação, as forças naturais usadas pelo Criador para recondicionara este mundo e o enigma da natureza da luz primeva.

O Rabino Bitton enfatiza a importância de se compreender de modo preciso o texto da Bíblia Hebraica e a analisar meticulosamente cada palavra desses três versículos conforme as explicações dos Sábios do Talmud e comentaristas clássicos da Torá. À luz do conhecimento científico atual, torna-se possível apreciar como nunca antes a beleza e sofisticação do relato bíblico da Criação.
Introdução 
Versículo 1
Capítulo 1: O Fim da Eternidade 
Capítulo 2: A Criação do Tempo 
Capítulo 3: Traduzindo a Criação
Versículo 2
Capítulo 4: Inventário da Terra 
Capítulo 5: Planeta Azul 
Capítulo 6: Agentes de Deus 
Versículo 3
Capítulo 7: Luz e Tempo 
Capítulo 8: Luz Embrionária 
Capítulo 9: Lá vem o sol
Prefácio
Introdução 
Como é do conhecimento de todos que alguma vez leram os primeiros versículos da Torá (Pentateuco), essas poucas palavras que enunciam como Deus tornou o mundo uma realidade são fascinantes, densas, desafiadoramente crípticas e tratam de um assunto que automaticamente nos atrai: como surgiu nosso mundo. Questões sobre a origem da nossa existência, do planeta que consideramos nosso lar e do Universo que nos é familiar sempre intrigaram os seres humanos de todas as eras, em todos os caminhos da vida e ao longo de toda a História. Parece até que Deus sintonizou o cérebro humano de tal forma que sempre nos sentimos levados a questionar e buscar entender os princípios de tudo que conhecemos. 

Não existem outras palavras que tenham gerado mais pesquisas, nem sentenças que tenham provocado mais discussões acadêmicas. Nenhuma outra passagem foi encarada com tanta curiosidade como o relato bíblico do Gênesis – o início do Universo.

O objetivo deste livro é examinar os três primeiros versículos da Torá, principalmente a ideia bíblica de Criação ex nihilo (sem que nada existisse anteriormente) e as ações desenvolvidas pelo Criador a fim de preparar o planeta Terra para produzir e sustentar a vida.

Dediquei três capítulos para cada versículo bíblico. Para o leitor novato isso pode parecer um exagero. Entretanto, quem é proficiente no estudo da Torá sabe que apenas um livro não poderia, de forma alguma, esgotar o estudo destes versículos. A Torá se assemelha a um profundo oceano, rico em tesouros de sabedoria que permanecem completamente ocultos até que alguém se atreve a mergulhar em suas águas. A maioria de nós, incluindo eu mesmo, nos aproximamos apenas da superfície deste oceano, colhendo algumas conchas na praia. Isaac Newton foi quem melhor expressou esse conceito ao dizer: “Sou apenas uma criança brincando na praia enquanto vastos oceanos de verdades jazem ocultos perante mim.”

Consideremos, por exemplo, os campos da Cosmologia e Astronomia. Realisticamente não se poderia esperar que em uma única geração se pudesse compreender tudo que esses campos procuram estudar, por mais tentador que seja esse objetivo. Os astrônomos simplesmente articulam a melhor explicação que é possível emitir em função de seu conhecimento atual e das limitações de sua ferramenta principal: o telescópio. De forma similar, no campo da Torá sempre será possível enxergar mais ou de forma mais completa. No que concerne ao estudo da Torá, existe uma busca constante por uma melhor compreensão. Em cada geração, cada pessoa que se dedica ao estudo da Torá tem o potencial de descobrir novas camadas no infinito livro do Eterno. É verdade que nosso conhecimento da Torá, nossa inteligência e nossas habilidades cognitivas empalidecem quando comparadas às dos Sábios do Talmud. Intelectualmente eles eram gigantes, enquanto nós não passamos de anões. Jamais poderíamos enxergar tão longe quanto aqueles gigantes – exceto se resolvermos nos colocar sobre seus ombros. Aí poderemos enxergar tanto ou talvez ainda mais, especialmente se estivermos equipados com novas ferramentas para realizar nossas descobertas. A Ciência moderna é uma dessas ferramentas.

Consideremos o seguinte: há quarto mil anos, Deus abençoou nosso antepassado Abrahão, assegurando a ele que seus descendentes seriam tão numerosos quanto os grãos de areia nas praias do mar e quanto as estrelas do Céu. Essa comparação bíblica, aparentemente desproporcional, entre as estrelas e os grãos de areia deve ter intrigado os leitores e os estudantes da Bíblia por milênios. Num único punhado, teremos em nossa mão milhares de grãos de areia, milhões em apenas um metro cúbico e trilhões num trecho de praia. Mas há apenas um milhar de estrelas visíveis na escuridão do céu. Demorou muito tempo até que fossem desenvolvidos telescópios que permitissem ao homem mirar o espaço profundo. O número de estrelas passou de milhares para milhões. Finalmente, em 1980, pudemos compreender a precisão e a sofisticação da bênção feita por Deus a Abrahão, quando Carl Sagan, provavelmente sem perceber sua contribuição à exegese bíblica, proclamou que o número total de estrelas no Universo é maior que o de todos os grãos de areia de todas as praias do planeta Terra juntas.

Muitas pepitas de sabedoria da Torá permaneceram adormecidas por séculos, encapsuladas em palavras e frases tão avançadas para sua época, que só agora, em nossa época privilegiada, podemos começar a entendê-las. 

De acordo com as ideias desenvolvidas pelo Rabino Eliyahu Ben-Amozeg, entre outros, acredito que, à medida que se expande nossa compreensão da realidade física que nos envolve, expande-se também nossa compreensão da Torá – particularmente no que se refere à Criação. O Rabino Ben-Amozeg explicou que as novas descobertas nos campos da Física e da Ótica, desenvolvidos por Descartes e Newton, sobre a natureza da luz lhe permitiram alcançar uma maior compreensão sobre o conceito de luz no texto bíblico: “Quando aumentamos nosso conhecimento, a elucidação e solidez dos ensinamentos Divinos (a Torá) aumentam porque o que não era conhecido por nossos ancestrais é agora do nosso conhecimento.”1

A moderna compreensão científica da Teoria do Big Bang no que se refere à negação da eternidade do Universo, à nova compreensão sobre a localização privilegiada do nosso planeta em relação ao sol, às teorias hoje existentes que afirmam que a vida surgiu antes da água etc. – todas são ferramentas que temos a sorte de possuir hoje em dia. Deveríamos, por certo, testar e usar essas teorias para melhor apreciar a precisão e extrema sofisticação do relato bíblico da Criação.
***
Cientistas e estudiosos brilhantes, judeus e não judeus, têm escrito excelentes teses, livros e artigos procurando harmonizar o relato bíblico da Criação à Ciência moderna. Não pertenço a esse grupo. A Ciência é usada nesse trabalho somente na medida em que contribui para a compreensão do texto bíblico, que é o objetivo básico deste livro. Entretanto, embora o propósito deste livro não seja necessariamente mostrar a consonância entre a Ciência e o relato da Criação, ele afirma que aquilo que hoje sabemos sobre o nosso Universo físico é perfeitamente compatível com a narrativa da Criação apresentada pela Torá. Segundo Jorge Luís Borges, o Universo e a Bíblia são dois livros escritos pelo mesmo Autor. Podemos falhar na tentativa de perceber sua compatibilidade, talvez porque ainda não deciframos todo o significado ou a realidade final de cada um destes livros. Portanto, a falta de completa consonância é devida à falta de conhecimento do leitor do nosso tempo, e não dos livros ou de seu Autor.

Diferentemente de outros trabalhos que lidam com homilias e interpretações bíblicas, as contribuições deste livro derivam principalmente do campo da semântica hebraica. Como o leitor logo virá a descobrir, se quisermos compreender esses versículos é essencial rever o significado do texto bíblico sem confiar cegamente nas traduções habituais da Escritura. Os primeiros dois versículos, por exemplo, foram traduzidos de formas tão diferentes, que me sinto obrigado a reexaminá-los, palavra por palavra, distinguindo entre as traduções inspiradas em fatores teológicos estranhos (que de alguma forma se infiltraram nas traduções e nas exegeses judaicas) e as autênticas traduções judaicas realizadas pelos Sábios do Talmud, especialmente a tradução para o aramaico.

A fim de evitar que a Torá seja lida conforme o que queremos que ela diga, e não de acordo com o que ela efetivamente diz, é preciso que se faça uma leitura muito cuidadosa do texto bíblico. Somente assim é possível procurar os meios pelos quais as novas informações científicas podem ajudar a elucidar o que a Torá diz. Além disso, essa leitura cuidadosa demonstra muitas vezes que alguns dos aparentes conflitos entre a Ciência e a Torá podem ser atribuídos a uma compreensão inadequada da Bíblia Hebraica e suas nuances.

O leitor precisa também saber que esse estudo sobre os três primeiros versículos da Torá não contém nenhum material esotérico. Um exame da parte mística da Torá, isto é, as formas pelas quais o Criador fez com que tudo passasse a existir e outros conceitos profundamente místicos, estão além do escopo deste humilde trabalho. Esses segredos ocultos da Torá, mesmo quando conhecidos, não devem ser expostos em livro. De acordo com nossos rabinos, eles devem ser transmitidos de forma privada, oralmente, à restrita audiência de um único aluno. 
Este trabalho é dirigido ao leitor que deseja compreender o que a superfície deste breve texto bíblico diz e examinar suas palavras à luz dos Sábios do Talmud e dos comentaristas clássicos, principalmente aqueles exegetas cuja especialidade era a gramática hebraica. Para entender de forma apropriada esses versículos, é preciso examiná-los no contexto de todo o relato da Criação. Por essa razão, esse livro também abordará alguns eventos do segundo, do terceiro e do quarto dias da Criação, e explorará a questão do que foi criado neles realmente. 
***
Na primeira seção deste livro examino as ideias evocadas pelo versículo 1, particularmente a noção de Criação ex nihilo, isto é, o ato de trazer à existência o Universo sem que nada tivesse existido antes dele, apenas pela vontade do Criador Todo-Poderoso. Essa crença é central no judaísmo. Analiso extensivamente até onde somos capazes de compreender a ideia da Criação, um ato nunca testemunhado por qualquer ser humano, e os limites da nossa imaginação. Exploro também algumas ramificações da Criação assim como o impacto que o ato da Criação poderia ter provocado sobre a idade que hoje em dia é atribuída ao cosmos e à evolução do nosso planeta. O leitor descobrirá também no terceiro capítulo dessa seção que, somente quando a primeira palavra, bereshit, é traduzida adequadamente, a Torá apresenta a noção de Criação ex nihilo sem qualquer ambiguidade.

O versículo 2 se tornou para mim a frase mais surpreendente e fascinante do relato da Criação. Devo admitir que só compreendi o significado desse versículo enquanto escrevia esse livro, e não antes disso. Ele é frequentemente desprezado ou simplesmente ignorado ao se analisar o relato da Criação.2 Para muitos estudiosos, talvez devido às numerosas formas pelas quais foi traduzido serem radicalmente diferentes entre si, ele tem injustamente sido considerado um parênteses supérfluo entre o sublime versículo 1 e o renomado e ilustre versículo 3.3 Após a leitura de qualquer das traduções clássicas, não dá para deixar de sentir que, no mínimo, ele é confuso. ”Caos”, um termo teológico grego, “abismo” um conceito mitológico,4 e especialmente “o espírito de Deus”, uma ideia carregada de uma conotação pesadamente doutrinária alheia ao judaísmo – fazem muito pouco sentido para uma mente tradicional judaica. Nesse livro analiso esse versículo, palavra por palavra, procurando elucidar seu significado com a ajuda de outros textos bíblicos, especialmente o Salmo 104, e por meio das palavras dos rabinos que surpreendentemente não foram levadas em conta nas traduções clássicas.
Um esclarecimento diferente se tornou necessário para o versículo 3. Suas palavras não representam um problema significativo em termos de sua tradução. ”E disse Deus: ‘Seja luz’ e foi luz” é mais ou menos um consenso universal quanto à sua interpretação. Entretanto, poucos leitores da Torá se detêm para pensar mais profundamente sobre a qual luz a Torá está se referindo. Seria uma luz física independente que Deus criara no primeiro dia? Uma luz espiritual? Uma metáfora? Ou talvez a luz do sol? E uma pergunta importante: como essa luz foi descrita pelos Sábios do Talmud, os herdeiros e porta-vozes da tradição oral?
***
Abrir e ler o que consta na Torá deveria ser suficiente para satisfazer nossa curiosidade inata na busca de respostas sobre o princípio; afinal de contas, seus primeiros versículos contêm a própria narrativa Divina sobre esses eventos. Isso, entretanto, não é assim tão simples. Consistindo apenas de 103 letras ou 27 palavras, os três primeiros versículos da Torá são talvez as frases mais conhecida da Bíblia Hebraica, embora também as menos compreendidas. Em relação ao tema da Criação, a Torá revela muito menos do que oculta; após a leitura,  sentimos que ficamos com mais perguntas do que respostas. 
Se ao contemplar as páginas deste livro você tiver a esperança de finalmente vir a conhecer com absoluta certeza o que aconteceu durante a Criação do Universo, esse pode não ser o livro que você está procurando. Se, entretanto, você deseja adquirir uma melhor compreensão sobre o relato destes eventos na Torá, por favor, continue a ler.

Sobre o autor

O Rabino Yosef Bitton nasceu na Argentina. Iniciou seus estudos religiosos na Yeshiva Midrash Sefaradi da Cidade Velha de Jerusalém e recebeu sua ordenação rabínica do Rabinato-Chefe de Israel. O título de “Daian” lhe foi outorgado pelos principais rabinos sefaradis de Israel, incluindo o Rabino Ovadia Yosef. Academicamente, estudou na Yeshiva University de Nova York, na Universidade Hebraica de Jerusalém, na Universidade Bar-Ilan (na qual se formou em Talmud, Língua Hebraica e Estudos Bíblicos), na Universidade Ben-Gurion (na qual concluiu seu mestrado em Literatura Judaica-Espanhola) e no Graduate Department of Religion da Emory University de Atlanta (na qual realiza seu Ph.D.).

Há mais de 25 anos atua como rabino comunitário (em Buenos Aires e Israel) e educador, tendo sido inclusive Rabino-Chefe do Uruguai. Hoje lidera uma grande congregação em Nova York. Autor de vários artigos e livros em espanhol e inglês, este livro marca sua estreia no idioma português. É casado com Coty e tem7 filhos e 2 netas.

Mossad investe em startups de alta tecnologia

Mossad investe em startups de alta tecnologia

Mossad - Coisas Judaicas

Serviço secreto de Israel investe em alta tecnologia por mais segurança.

O Mossad, o serviço secreto de Israel, está criando um fundo de investimentos para startups de alta tecnologia, em uma iniciativa que destaca a simbiose entre a comunidade empresarial do país e o seu aparato de segurança. O fundo buscará novas tecnologias, como criptografia de informações em alta velocidade, perfilagem de personalidade baseada em comportamentos na internet, robótica flexível, sistemas miniaturizados, enfim, como diz um comunicado do governo “capacidades em qualquer terreno e soluções de silenciamento para terra, mar e ar”.

O Mossad também busca novos métodos de resumo de documentos, catalogação de informações e extração de conexões semânticas, usando aprendizado automático. O fundo dará subsídios de até US$ 569 mil para empresas. Ele não terá participações acionária nas companhias em que investir, mas buscará acesso à propriedade intelectual dos programas que financiar, com base em licença não comercial e não exclusiva. De acorco com o governo, “queremos uma situação que seja benéfica para todos e achamos que construímos um modelo que atenderá aos nossos anseios e dos empreendedores”.

Há muito tempo o governo de Israel investe em alta tecnologia por meio da Israel Innovation Authority, que financia startups e projetos de pesquisa e desenvolvimento. Mas é a primeira vez que uma de suas agências de inteligência se expõe publicamente como potencial investidor.
Governo Vargas negou pedido de Einstein

Governo Vargas negou pedido de Einstein

Governo Vargas negou pedido de Einstein
Para salvar Selma Moos, alemã de origem judia, o físico reforçou pedido de visto feito pelo filho dela, que já vivia no Brasil. Não adiantou nada.
Albert Einstein já era Prêmio Nobel de Física, professor do The Institute for Advanced Study, em New Jersey, quando procurou a embaixada do Brasil em Washington, para entregar uma carta que era um apelo: um visto para o Brasil para Selma Moos, alemã de origem judia. Viúva de Alfred Moos, primo de Einstein, Selma havia sido levada pelos nazistas de sua casa na Alemanha para o campo de concentração de Gurs, na França.
“Um parente meu, Sr. Rudolfo Moos, Rua Cardeal Arcoverde, 1992, São Paulo, Brasil, pediu um visto de imigração para a mãe dele, Sra. Selma Moos. A pobre mulher, com 64 anos de idade, está em um campo de concentração no sul da França, onde tem de viver nas mais terríveis condições. Seu filho pode muito bem e, claro, está disposto a cuidar completamente dela”, escreveu Einstein, aportuguesando o nome de Rudolf.
Na carta, dirigida ao embaixador Carlos Martins, Einstein afirma que ficará muito grato se o diplomata levar o caso à “benevolente atenção das autoridades de imigração” do Brasil. O problema é que naquela época, fevereiro de 1941, a política de imigração do Brasil não tinha nada de benevolente. No Estado Novo de inspiração fascista, o governo Getúlio Vargas chegou a vetar o desembarque de judeus em portos do País.
Governo Vargas negou pedido de Einstein
Cópia da carta na qual o Nobel de Física apela em vão ao governo brasileiro – Foto: Reprodução
O embaixador Carlos Martins não era antissemita, mas também não chegava a ser um Souza Dantas, o diplomata brasileiro em Paris que contrariou a recomendação do governo brasileiro e concedeu em profusão vistos a judeus perseguidos pelo nazismo. Diante do apelo de Einstein, Martins consultou o Itamaraty e teve como resposta que “no momento, em vista das disposições em vigor, é de todo impossível atender à solicitação”.
Dezesseis anos antes, Einstein tinha conhecido um outro Brasil. Durante passagem pelo País, hospedado no apartamento 400 do Hotel Glória, no Rio de Janeiro, ele foi recebido com as honras devidas a uma das maiores personalidades do século XX. Visitou o Museu Nacional, o Instituto Oswaldo Cruz, o Observatório Nacional, foi recebido por ministros e por Artur Bernardes, então presidente da República. Também percorreu pontos turísticos, como o Pão de Açúcar, o Corcovado e a Floresta da Tijuca.
Ao final de oito dias, em 12 de maio de 1925, o idealizador da teoria da relatividade deixou o Brasil encantado com a “deliciosa mistura étnica nas ruas”. Oito anos depois, Einstein viajava pelos Estados Unidos quando Hitler chegou ao poder na Alemanha. Não voltou mais para o país onde nascera e integrara os quadros da Academia de Ciências de Berlim.
Selma Moos não teve a mesma sorte. Depois que o visto de imigração para o Brasil foi negado pelo governo Vargas, ela continuou em Gurs até que, em 6 de agosto do ano seguinte, foi “selecionada” para o campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia. Com a saúde muito debilitada, morreu no dia seguinte, no campo de trânsito de Drancy, ainda na França.
Coisas Judaicas
Selma Moos com os filhos.  Só o caçula Rudolf (no colo) sobreviveu ao nazismo – Foto: Reprodução
Diego Schwartzman o melhor tenista judeu do Mundo

Diego Schwartzman o melhor tenista judeu do Mundo

Diego Schwartzman - Coisas Judaicas
Diego Schwartzman - Coisas Judaicas

Nem sempre é fácil para um adepto analisar um jogador de ténis sem conhecer a sua história. E há muitas e boas um pouco por todo o circuito. Diego Schwartzman, o pequeno tenista argentino que ocupa atualmente o 37.º posto do ranking ATP (perto do seu melhor de carreira, o 34.º), é um desses casos.

‘El Peke’, como é conhecido entre os amigos é o melhor jogador judeu do Mundo, uma particularidade que, devido às especificidades da comunidade judaica, especialmente na Argentina, faz com que seja muito apoio extra quando regressa ao seu país.

“Sou Judeu e argentino e no meu país temos muitos judeus. Todos me conhecem, abordam-me na rua e desejam-me boa sorte para cada encontro. É muito especial”, confessou o tenista de 24 anos, citado pela agência de notícias judaica.

A ligação de Schwartzman ao povo judeu faz com que o argentino seja, naturalmente, muito próximo dos tenistas israelitas, como Dudi Sela e Jonathan Erlich. “Estamos muitas vezes juntos e falamos sobre tudo”, assegura.
Israel ataca posições sírias após novos disparos nas Colinas de Golã

Israel ataca posições sírias após novos disparos nas Colinas de Golã

Israel ataca posições sírias após novos disparos nas Colinas de Golã

O exército israelense voltou a atacar posições do regime sírio na noite desta quarta-feira, em resposta a disparos de morteiro nas colinas de Golã, no terceiro incidente deste tipo desde sábado.
Uma porta-voz do exército disse que um disparo de morteiro tinha atingido uma zona situada na parte das Colinas do Golã controlada por Israel. "As forças responderam e apontaram à posição do exército sírio que tinha disparado", acrescentou.
Ela não informou, contudo, se a resposta israelense foi feita pelas forças terrestres ou pela aviação.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu ,estava visitando a colônia israelense de Katzrin, mais ao sul nas Colinas de Golã, quando começaram os disparos sírios.
"Durante meu discurso, projéteis procedentes da Síria caíram em nosso território e as forças militares israelenses já replicaram", disse Netanyahu em um comunicado.
"Disse que não toleraremos nenhum excesso e que responderemos qualquer ataque", declarou.
No domingo, Israel atacou "duas posições de artilharia e um caminhão de munições do regime sírio", depois que vários obuses caíram nas Colinas del Golã.
Na véspera, a aviação israelense havia bombardeado dois tanques sírios e uma posição da qual o exército sírio havia disparado 10 projéteis para essa área.
Israel ocupa cerca de 1.200 quilômetros quadrados das alturas de Golã desde 1967, território que anexou em um ato que a comunidade internacional não reconhece. Tecnicamente, Israel e Síria ainda estão em guerra.
Combatente curda escapa milagrosamente de tiro na cabeça

Combatente curda escapa milagrosamente de tiro na cabeça

Atiradora curda escapa por pouco de tiro na cabeça em batalha contra Estado Islâmico .Combatente viu bala passar rente à sua cabeça durante confronto com grupo extremista na Síria.

Uma combatente de uma tropa de mulheres curdas (YPJ - Women's Protection Unit) escapou por muito pouco de um tiro mortal vindo na direção de sua cabeça quando estava em confronto contra membros do grupo autodenominado Estado Islâmico em Raqqa, na Síria.O vídeo mostra o momento em que a bala passa rente à sua cabeça e atinge a parede.
A jovem comemora bastante após ter escapado da morte e pede aos colegas presentes que interrompam a gravação de celular. "Chega, chega de filmar!", disse. A cidade de Raqqa é um dos mais importantes bastiões do Estado Islâmico e alvo de intensos combates nas últimas semanas. Forças apoiadas por uma coalizão liderada pelos EUA tentam retomar o controle da cidade com bombardeios e enfrentamentos em solo. Segundo a ONU, apenas neste mês foram mortos ao menos 173 de civis na cidade.
Israel projeta construir uma ilha artificial em frente a Faixa de Gaza

Israel projeta construir uma ilha artificial em frente a Faixa de Gaza

Imagem do vídeo que mostra o projeto da ilha artificial em frente a Gaza
(Foto: Reuters)
A estrutura seria utilizada como porto e teria também um terminal de cargas, plantas para a produção de energia elétrica e para a dessalinização e até um aeroporto. O Ministério da Inteligência e dos Transportes de Israel publicou nesta quarta-feira (28) um vídeo que mostra um projeto israelense para a construção de uma ilha artificial em frente a Faixa de Gaza. 

Segundo a narração do vídeo [Veja aqui], a ilha teria um porto, um terminal de carga e até mesmo um aeroporto para impulsionar a economia do território palestino e conectá-lo ao mundo. O projeto de uma ilha artificial é um plano antigo do governo israelense, mas somente agora parece tomar forma de verdade. O vídeo mostra detalhes da realização da ilha, que teria 525 hectares de extensão e seria localizada a cerca de três milhas do litoral de Gaza, a qual seria conectada graças a uma ponte suspensa no mar. Além disso, poderia ser instalado um aeroporto que substituiria aquele destruído pelos israelenses em Gaza em 2001.
A faixa de controle marítimo que Israel projeta manter em volta da ilha artificial (Foto: Reuters)

 "A iniciativa da ilha artificial é destinada a fornecer uma resposta a uma realidade que é ruim para os palestinos e não é boa para Israel", diz o narrador, reconhecendo que o objetivo é, em parte, mudar a visão internacional de que Israel é culpado pela deterioração das condições de vida dos dois milhões de habitantes de Gaza. 
Ponte ligando a ilha artificial com a Faixa de Gaza (Foto: Reuters)

 Para mudar essa percepção e tentar resolver os graves problemas humanitários e econômicos que afligem a Gaza – onde os habitantes têm menos três horas de eletricidade por dia e enfrentam um desemprego superior a 40% - o plano de Katz prevê um investimento de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 16,4 bilhões) em cinco anos. Israel e o Egito mantém um bloqueio sobre Gaza há mais de uma década, desde que o grupo islâmico radical Hamas tomou o controle do território, restringindo o fluxo de produtos e pessoas para dentro e fora da Faixa como forma de pressionar a organização palestina. 

Hamas já travou três guerras contra Israel e é um movimento rival do partido Al Fatah, que controla a Cisjordânia. Mesmo após a retirada dos colonos judeus de Gaza, realizada em 2005 pelo governo israelense, o território ainda tem um controle limitado de seu espaço aéreo e do acesso ao mar.
Olmert pode ter benefício da liberdade antecipada

Olmert pode ter benefício da liberdade antecipada

Coisas Judaicas
Ex-premier israelense Olmert pode ter benefício da liberdade antecipada Olmert, que comandou o Executivo israelense entre 2006 e 2009, é o primeiro ex-governante do país a cumprir uma pena de prisão.  
O advogado do ex-primeiro-ministro israelense Ehud Olmert, preso por corrupção, disse que ele será beneficiado pela liberdade antecipada. Porém, o ministério da Justiça pode apelar contra a decisão. "O comitê (de liberdade condicional) aceitou todos os nossos argumentos. 

Olmert será libertado no domingo", afirmou Shani Illouz à rádio pública israelense. Caso a libertação aconteça mesmo no domingo, Olmert terá cumprido dois terços da pena. Olmert, que comandou o Executivo israelense entre 2006 e 2009, está preso desde fevereiro de 2016 e é o primeiro ex-governante do país a cumprir uma pena de prisão. 

No dia 20 de junho foi hospitalizado com dores no peito. Olmert, de 71 anos, está no centro de uma polêmica desde uma operação de busca da polícia há algumas semanas no escritório de seu editor para apreender os manuscritos das memórias que está preparando. 

Ele foi o último chefe de Governo a participar em negociações com os palestinos para tentar alcançar um acordo de paz, mas as conversações não deram resultados.

28 de jun. de 2017

Conheça Orin Julie a ex-artilheira da IDF agora modelo

Conheça Orin Julie a ex-artilheira da IDF agora modelo

Conheça Orin Julie a ex-artilheira da IDF agora modelo O nome da moça é Orin Julie. Ela tem mais de 115 mil seguidores no Instagram e tem ganhado muitos fãs no Brasil.

Orin Julie serviu ao exército de Israel por três anos e, tendo trabalhado como artilheira, lutava contra o terrorismo. Após ter sido militar, passou a trabalhar como modelo. Sabe-se que suas fotos no Instagram começaram a bombar não apenas pelo corpo escultural, mas também por serem fotos nas quais ela aparecia fardada e, na maioria das vezes, segurando armas, fato que chamava a atenção de várias pessoas que passaram a segui-la.

Quando esteve no exército israelense aprendeu técnicas para combater ataques terroristas, tendo inclusive acompanhado momentos de tensão na Faixa de Gaza.
Conheça Orin Julie a ex-artilheira da IDF agora modelo Após o período de dureza no exército, a jovem passou a ser chamada para trabalhar como modelo, devido ao imenso sucesso que fez no Instagram, passou a ganhar patrocínio, além de ser chamada para fazer campanhas publicitárias internacionais.

O sucesso dela foi tão grande, que ficou conhecida no Brasil como “Musa #fitness Israelense”.

Nas fotos do Instagram, Orin exibe fotos ousadas, mostrando sensualidade, bem como músculos definidos ao lado de armas gigantes. Ela inclusive já fez propaganda com armas de fogo para empresas do seu país.


Mais fotos:

Conheça Orin Julie a ex-artilheira da IDF agora modelo

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