Header Ads

  • Breaking News

    Novo documento político do Hamas

    Novo documento político do Hamas
    Líder do Hamas, no exílio, Jaled Meshal (dir), durante uma entrevista
    coletiva do movimento palestino islamita, em 1 de maio de 2017, em Doha - AFP

    Principais pontos do documento publicado nesta segunda-feira pelo movimento palestino islamita Hamas:
    – Fronteiras –
    – “A Palestina simboliza a resistência que deve continuar até que a libertação seja alcançada (…) e que um Estado plenamente soberano seja estabelecido com Jerusalém como capital”.
    – “O Hamas rejeita qualquer alternativa à libertação total da Palestina do rio (Jordão) ao mar (Mediterrâneo)”.
    – “Entretanto, sem (aceitar) compromissos sobre sua rejeição à entidade sionista e sem abandonar qualquer direito palestino, o Hamas considera que o estabelecimento de um Estado palestino completamente soberano e independente, com capital em Jerusalém, dentro das fronteiras de 4 de junho de 1967, (…) é uma fórmula de consenso nacional”.
    – “A Palestina é uma terra árabe-islâmica”.
    – “Jerusalém é a capital da Palestina”.
    – “O estabelecimento ‘de Israel’ é totalmente ilegal e contraria os direitos inalienáveis do povo palestino”.
    – Conflito político, não religioso –
    – “O Hamas é um movimento palestino islâmico e nacional de libertação e de resistência. Seu objetivo é libertar a Palestina e se opor ao projeto sionista. Seu marco de referência é o islã”.
    – O “conflito é com o projeto sionista e não com os judeus por causa de sua religião. O Hamas não luta contra os judeus, e sim contra os sionistas que ocupam a Palestina”.
    – “Hamas considera que o problema judeu, o antissemitismo e a perseguição dos judeus são fenômenos fundamentalmente vinculados à história europeia, e não à história dos árabes e muçulmanos”.
    – “Resistir à ocupação por todos os meios e todos os métodos é um direito legítimo garantido pelas leis divinas, pelas normas e pelas leis internacionais”.
    – “O papel das mulheres palestinas é fundamental no processo de construção do presente e do futuro. É central no projeto de resistência, de libertação e de construção de um sistema político”.
    – Diplomacia e direito internacional –
    – “O direito ao retorno dos refugiados e deslocados palestinos, seja sobre as terras ocupadas em 1948 ou em 1967, é um direito natural, individual e coletivo. Deverão receber uma compensação a seu regresso”.
    – O Hamas rejeita os acordos de Oslo que “violam os direitos inalienáveis dos palestinos”.
    – “A OLP deve ser preservada, desenvolvida e reconstruída sobre fundamentos democráticos para garantir a participação de todos os integrantes e das forças do povo palestino”.
    – “O papel da Autoridade palestina deverá ser o de servir aos palestinos e salvaguardar sua segurança, seus direitos e seu projeto nacional”.
    – “As forças exteriores não deverão ser autorizadas a intervir” nas tomadas de decisão palestinas”.

    Nenhum comentário

    Deixe sua opinião

    Post Top Ad

    Post Bottom Ad

    Loading...
    Web Statistics