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Judeus ultraortodoxos protestam contra serviço militar em Israel

Judeus ultraortodoxos protestam contra serviço militar em Israel

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Judeus ultraortodoxos protestam contra serviço militar em Israel
Protesto de judeus ultraortodoxos: o serviço militar é obrigatório em Israel
tanto para os homens, como para as mulheres (Baz Ratner/Reuters)



Durante os últimos dias foram registrados incidentes em Jerusalém entre os ultraortodoxos, que apoiam os jovens que não se apresentaram às convocações.

Jerusalém – Milhares de judeus ultraortodoxos se concentraram nesta terça-feira em Jerusalém para protestar contra a detenção de vários integrantes de sua comunidade que se recusaram a realizar o serviço militar obrigatório ou desertaram.

O porta-voz policial Micky Rosenfeld informou que várias unidades policiais adicionais foram enviadas para as imediações da Rua Bar-Ilan, no bairro de Geula, para evitar distúrbios e que várias ruas foram fechadas nos arredores do núcleo da manifestação.

Durante os últimos dias foram registrados incidentes e detenções em Jerusalém entre os “haredim” (ultraortodoxos), que apoiam os jovens de sua comunidade que não se apresentaram às convocações obrigatórias de alistamento ou que abandonaram as fileiras após iniciarem o serviço militar.

Judeus ultraortodoxos protestam contra serviço militar em IsraelA detenção de um destes insubordinados, próximo do conhecido rabino Shmuel Auerbaj, causou mal-estar especial, que recentemente derivou em distúrbios nas ruas e levou à detenção de uma centena de religiosos que tentavam interromper o desenvolvimento da maratona de Jerusalém.

O serviço militar é obrigatório em Israel tanto para os homens, que servem por cerca de três anos, como para as mulheres, que o fazem durante um período de dois, mas os judeus ultraortodoxos sempre tiveram direito a isenções.
No entanto, em 2014 aconteceu uma reforma da lei, que foi rejeitada por esta comunidade com grandes protestos e os partidos ultraortodoxos que integram a coalizão do governo do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, tentaram evitar sua aplicação em 2016.

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