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Cresce voos de patrulha marítima da Força Aérea de Israel

Cresce voos de patrulha marítima da Força Aérea de Israel

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Cresce voos de patrulha marítima da Força Aérea de IsraelVeículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) Heron 1 Shoval, da Força Aérea de Israel (IAF conforme sigla em inglês), terão os radares de vigilância melhorados por força do crescimento no emprego em missões de patrulha marítima e coleta de dados de inteligência.
O comandante do primeiro esquadrão de Heron 1 da IAF, um coronel cuja identidade não foi revelada por razões de segurança, informou que a Marinha de Israel está atuando em cabines de operações conjuntas na sede da unidade localizada na Base Aérea de Palmachim, ao sul de Tel Aviv. O oficial afirmou que isto é reflexo do crescente papel que o esquadrão está desempenhando nas operações marítimas.
Conforme o comandante da unidade, o objetivo é transferir muitas missões cumpridas até então por aeronaves tripuladas, entre elas os jatos Seascan, para plataformas não tripuladas. “Isso representa redução de riscos pessoais e de custos. Manter drones é menos oneroso”, avaliou o coronel.
O primeiro esquadrão da IAF equipado com VANTs Heron 1, aeronaves fornecidas pela Israel Aerospace Industries (IAI), iniciou oficialmente as operações em 2007. Eles realizam patrulhas marítimas diariamente e estão prestes a alcançar a cifra de milhares de horas de missão por ano, revelou o comandante do esquadrão.
Há planos para que a IAF encomende exemplares adicionais nos próximos meses e haverá dezenas deles disponíveis no próximo ano, afirmou o coronel. “Nós estamos recebendo mais drones e os radares dos exemplares em operação serão modernizados. Teremos também a integração de novas câmeras”,  revelou o comandante que declinou em fornecer mais detalhes desses upgrades.
Por último, o oficial disse que plataformas não tripuladas representam a chave para a capacidade israelense de lidar com uma situação marítima em rápida mutação. “Os russos estão agora no Mediterrâneo, desafiando nossa presença. Como continuaremos a vigiar nossas fronteiras e ativos sem nos aproximarmos dos seus navios ou sermos abatidos arrastando o país para uma aventura diplomática?”, questionou.

Ivan PlavetzFonte: Jane’s Defence Weekly

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