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    Nova resolução da UNESCO sobre Jerusalém radicaliza e retira trecho que Brasil havia elogiado

    Resultado de imagem para embaixador de Israel na UNESCOUma nova resolução da UNESCO sobre Jerusalém foi aprovada nesta quarta (26), com um texto ainda mais parcial em favor dos muçulmanos, e exclui trecho de resolução anterior, que havia sido elogiado pelo Brasil. Dos 21 membros do Comitê de Patrimônio Mundial da agência que participaram da votação, nove são países muçulmanos. O Brasil NÃO faz parte deste Comitê. Foram 10 votos a favor, oito abstenções (entre as quais, as de Coreia do Sul, Portugal e Peru), dois contra (Filipinas e Tanzânia) e uma ausência.
    No novo texto, foi retirada a referência que havia no texto anterior, de 13 de outubro, à Cidade Velha de Jerusalém como local de importância para as três religiões monoteístas.
    Esse trecho foi então elogiado pelo Brasil da seguinte forma: “Ao reconhecer os vínculos históricos de cristãos, judeus e muçulmanos com a Cidade Velha de Jerusalém, com Belém e com Hebron, dá um primeiro passo rumo a uma abordagem isenta e construtiva sobre o tema. O Brasil considera importante ver tais vínculos expressos no artigo terceiro da decisão e julga que as preocupações do governo brasileiro expressas em junho passado começam a ser atendidas”.
    A delegação do Brasil na UNESCO rebateu as críticas ao voto favorável à resolução dizendo que havia “confusão sobre os vínculos de judeus e cristãos com Jerusalém”. A partir desta quarta (26), não há mais. E agora, José?
    Além disso, no novo texto o Monte do Templo é referido, apenas em árabe, como “lugar sagrado de culto muçulmano”.
    Na foto, o embaixador de Israel na UNESCO joga o texto da resolução na “lata de lixo da História”.

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