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Possível governo de união nacional agita Israel

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Possível governo de união nacional agita Israel
Shelly Yachimovich e Herzog
O mundo político israelense estava agitado nesta quarta-feira com as múltiplas especulações sobre a possibilidade de o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, conseguir formar nos próximos dias um governo de união nacional com o Partido Trabalhista.

Os contatos entre Netanyahu e o líder da oposição, o trabalhista Isaac Herzog, se intensificaram nos últimos dias e as negociações entraram em uma fase definitiva, informa a imprensa.

Herzog poderia apresentar um possível acordo de coalizão para a votação do partido nos próximos dias.

A entrada de Herzog no governo será acompanhada de perto pela comunidade internacional para observar seu impacto no processo de paz com os os palestinos, atualmente sem nenhuma perspectiva.

O líder trabalhista poderia assumir o ministério das Relações Exteriores.

Herzog defende uma "solução de dois Estados", a criação de um Estado palestino independente que coexista em paz com Israel.

Mas a possibilidade de um governo de união nacional parece complicada. No Likud, o partido conservador de Netanyahu, a oposição é considerável.

Dentro do Partido Trabalhista, a resistência também é importante, assim como na União Sionista, a aliança do do Partido Trabalhista com o Hatnuah, da ex-chefe da diplomacia Tzipi Livni.

Netanyahu ouviu na terça-feira as exigências de Herzog para incluir no acordo de governo o compromisso de buscar uma "solução de dois Estados", assim como uma forma de interrupção da colonização, fora dos grandes blocos de colônias já existentes, afirma o jornal Haaretz.

Entre os trabalhistas, a principal rival de Herzog, a deputada e ex-líder do partido Shelly Yachimovich, chamou de "bodas de sangue" a possível aliança com o Likud.

Netanyahu, que dirige um dos governos mais conservadores da história de Israel, nunca escondeu o desejo de aumentar sua maioria, desde a vitória nas legislativas de março de 2015. Ele dispõe apenas de uma possível maioria no Parlamento e nos últimos meses se viu cercado pelos interesses particulares dos partidos e deputados aliados.

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