30 de abr. de 2016

 Cinema vai  juntar duas belas judias

Cinema vai juntar duas belas judias

 Cinema vai  juntar duas belas judias

Zoë Kravitz negocia para atuar ao lado de Scarlett Johansson em comédia que termina em morte.

Zoë Kravitz está perto de assinar contrato para coestrelar Rock That Body. Protagonizada por Scarlett Johansson, a comédia irá acompanhar cinco amigas que alugam uma casa de praia em Miami para uma festa de solteiras e acidentalmente provocam a morte de um stripper.

Escrito por Lucia Aniello e Paul W. Downs, o roteiro apareceu na Black List (que reúne os melhores scripts esnobados por Hollywood) do ano passado e foi adquirido pela Sony por uma alta quantia. Aniello vai dirigir e Downs atuar no filme, que ainda não tem previsão de lançamento ou de início das filmagens.
 Cinema vai  juntar duas belas judias

Os próximos trabalhos da filha de Lenny são A Série Divergente: Ascendente e a série Big Little Lies.
Sinagoga converte-se em mesquita

Sinagoga converte-se em mesquita

Sinagoga converte-se em mesquitaMarselha: Sinagoga converte-se em mesquita.

Aos poucos a comunidade de judeus naquela zona foi diminuindo e o templo perdeu fiéis, em contrapartida aumentaram os muçulmanos a precisar de um local de culto.
Começou por ser uma sinagoga, mas agora, que os judeus daquele bairro já quase todos se mudaram para outros locais, vai ser uma mesquita, ou seja, um local de oração para os muçulmanos que, neste momento, vivem em maior número na área.

Situado junto à estação de Saint Charles, em Marselha, o edifício da antiga sinagoga Or Thora foi adquirido por cerca de 400.000 euros pela Associação al-Badr, uma organização muçulmana, para ser transformado em mesquita.

Avi Ammar, o líder da comunidade judia de Marselha encara o facto como positivo: "Todos temos o mesmo Deus. O mais importante é que tudo aconteça em harmonia", disse.

Há em Marselha cerca de 70.000 judeus, uma das maiores comunidades na Europa, e 200.000 muçulmanos e tanto a população de uns, como de outros tem vindo a crescer, o que faz aumentar o número de sinagogas e de mesquitas e faz também com que a sua implantação acompanhe os movimentos demográficos, como acontece neste caso.
O  secretismo nuclear de Israel

O secretismo nuclear de Israel

Um relatório que revela mais de 1.500 problemas no reator nuclear de pesquisas mais importante de Israel voltou a colocar em evidência a falta de transparência das autoridades sobre o arsenal nuclear do país.
O jornal israelense Haaretz revelou, na terça-feira, um estudo que alerta sobre os defeitos do reator nuclear de Dimona, que fica no Centro de Pesquisas Nucleares de Neguev, no sul do país.
Tais problemas, em uma instalação nuclear que foi construída há décadas, não são graves, e o risco de um acidente nuclear é mínimo, garante o relatório.
A revelação, no entanto, renovou o debate sobre se Israel deve construir um novo centro de investigações e reconhecer por fim que possui armas nucleares.
Israel é a única potência com armamento nuclear no Oriente Médio, apesar de nunca ter reconhecido isso ante a comunidade internacional.
Segundo cálculos do Instituto americano para a Ciência e Segurança Nacional, Israel possui 115 ogivas nucleares, ao mesmo tempo em que se opõe a que o Irã construa armas similares.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, é um crítico feroz do acordo nuclear entre o Irã e as potências mundiais, que foi implementado em janeiro, e que levou à suspensão das sanções internacionais contra Teerã.
Oficialmente, Dimona é uma usina de pesquisa e fornecimento energético.
Mas um ex-funcionário do local, Mordechai Vanunu, garantiu à um diário britânico nos anos 1980 que em Dimona também se produzia armas nucleares.
Vanunu foi condenado a 18 anos de prisão por essas revelações.
O coração do reator de Dimona foi fornecido pela França no final da década de 1950, e entrou em funcionamento anos depois.
Reatores como esse, com núcleo de alumínio, costumam durar aproximadamente 40 anos, tempo que pode ser prolongado com reformas.
Uzi Even, professor de Química da Universidade de Tel Aviv, esteve envolvido na criação do reator e está preocupado com a segurança do local. Ele vem fazendo campanha há uma década para que o desmontem.
"É um dos reatores mais velhos que ainda está operando no mundo" disse.
Michal Rozin, deputada do partido esquerdista Meretz, também defende uma ampla revisão da política nuclear do país.
"O reator nuclear não está baixo o controle de nenhum órgão, salvo a Comissão de Energia Atômica de Israel", explicou Rozin em uma carta enviada ao comitê parlamentário de Relações Exteriores e de Defesa.
"Não precisamos esperar um desastre para mudar", acrescentou na carta, que foi consultada pela AFP.
Em uma declaração, a Comissão de Energia Atômica de Israel garantiu que o país conta com "os mais altos estândares internacionais" de segurança, e que muitos reatores podem durar mais de 40 anos.
Eliminar um reator nuclear e construir outro novo é complicado, mas não impossível, afirmou à AFP Arthur Motta, catedrático de Engenharia Nuclear da universidade da Pensilvânia.
"Tecnicamente não é difícil", disse. "A energia nuclear é tão densa que o volume de um reator que fornece energia a uma cidade inteira é do tamanha de um edifício".
"É, na verdade, um assunto político".
Há numerosas razões políticas pelas quais o lugar permanece aberto - particularmente, os milhares de postos de trabalho em risco, disse Even.
Construir um novo reator implica, além disso, admitir que o país tem armas nucleares.
"Não acredito que tenhamos a capacidade de construir sozinhos um novo reator", disse Even. "E ninguém vai nos vender um se não assinarmos antes o Acordo de Não Proliferação Nuclear", o que implica submeter-se a inspeções regulares da Agência Internacional de Energia Atômica.

28 de abr. de 2016

Turismo em Israel atrai milionários

Turismo em Israel atrai milionários

Turismo em Israel atrai milionáriosDe acordo com a revista “Forbes”, Israel vem sendo um dos destinos mais procurados pelas pessoas com alto poder aquisitivo. Em 2015, o país recebeu cerca de 4 mil viajantes que fazem parte deste grupo. O país é considerado o quarto destino preferido pelos milionários, independentemente de sua fé. Um das cidades mais visitadas é Tel Aviv, atraente pela sua sociedade pluralista e por concentrar elevado número de empresas de alta tecnologia.
Israelenses percorrem locais históricos e reservas naturais

Israelenses percorrem locais históricos e reservas naturais

Israelenses percorrem locais históricos e reservas naturaisIsraelenses percorrem locais históricos e reservas naturais de Israel no feriado da Páscoa judaica


Milhares de israelenses aproveitaram o belo clima do feriado de Pessach (Páscoa judaica) e enfrentaram o tráfego intenso para caminhar por marcos antigos, parques e reservas naturais de Israel no último domingo, 24/4. "Já nas primeiras horas da manhã, milhares de viajantes visitaram as reservas naturais e parques nacionais, especialmente rios e praias", observou Ra'ya Sorki, chefe do Setor Público e Comunitário da Autoridade de Parques e Natureza de Israel.

No mar da Galileia, ao menos nove praias ficaram lotadas. A multidão de viajantes israelenses, conforme já estava previsto, causou engarrafamentos em todo o país. A Autoridade de Parques e Natureza registrou aproximadamente 180 mil pessoas, entusiastas da natureza, entrando nos parques já nas primeiras horas do dia. No entanto, os sítios naturais e parques recreativos de Israel não foram os únicos locais que os israelenses escolheram para visitar. Milhares de israelenses decidiram visitar alguns dos marcos históricos de Israel na Judeia e Samaria, que tem sido frequentemente alvo de ataques terroristas nos últimos meses.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu enviou uma carta antes do feriado incentivando especificamente as visitas à região. "Estamos muito felizes que o próprio primeiro-ministro enviou uma carta incentivando a nação de Israel a visitar os locais bíblicos no coração bíblico de Israel por toda Judeia e Samaria", disse Miri Maoz-Ovadia, porta-voz do Conselho Regional Binyamin, para o Serviço de Imprensa Tazpit (TPS).

A região de Binyamin está localizada ao norte de Jerusalém e sul do resto da Samaria. Incluído entre seus locais históricos estão o Tabernáculo bíblico em Siló e o caminho dos patriarcas históricos (entre Jerusalém e Hebron). "Acho que estamos gratos e felizes em ver tal reconhecimento oficial da importância da história, especialmente em um feriado que fala sobre recordar a história e transmiti-la para a próxima geração", disse Maoz-Ovadia.
Israelenses percorrem locais históricos e reservas naturais
Particularmente no feriado da Páscoa, muitos turistas israelenses desejam visitar lugares que ressoam com a história do povo judeu na região. "As celebrações e atividades em Samaria, na região de Binyamin, Gush Etzion, região de Hebron, e no Vale do Jordão enfatizam os aspectos bíblicos e arqueológicos dos locais, porque na Páscoa é isso que as pessoas estão procurando", explicou Maoz-Ovadia à TPS. "Eles estão buscando conectar-se à história de Israel, bem como à natureza. Se você quiser ter um passeio significativo em família, este é o lugar para fazê-lo.

Um passeio assim também ocorreu na segunda, 25/4, em Gush Etzion, região da Judéia, localizada ao sul de Jerusalém, onde dezenas de israelenses caminharam da junção Gush Etzion até a comunidade vizinha de Karmei Tzur. A caminhada rememorou Eliav Gelman, 30 anos, um oficial da reserva da IDF (Forças de Defesa de Israel) de Karmei Tzur que foi morto em um incidente por fogo amigo durante um ataque palestino de esfaqueamento na junção Gush Etzion em fevereiro deste ano.

Fonte: TPS / Texto: Jonathan Benedek / Tradução: Alessandra Franco / Ehud Amiton

26 de abr. de 2016

Judeus de países muçulmanos resgatados por Israel

Judeus de países muçulmanos resgatados por Israel

Judeus de países muçulmanos resgatados por IsraelAs operações que resgataram milhares de judeus de países muçulmanos.

Meninas judias trazidas do Iémen para Israel são cumprimentadas por um familiar em Beersheba
  |  REUTERS/BAZ RATNER

Em segredo, na sua maioria, desde os anos 1940 e com a ajuda dos EUA, o seu principal aliado, Israel fez várias operações para pôr a salvo judeus em países muçulmanos. O Iémen foi o último caso.

"Talvez um dia façamos um filme. Estou a falar de uma operação secreta num ambiente hostil. Não é fácil transportar pessoas facilmente reconhecíveis como judeus", disse Yigal Palmor. Foi assim que o porta-voz da Agência Judaica (AJ) justificou, no passado dia 21 de março, o secretismo que envolveu a chegada a Israel de 19 judeus iemenitas.

Salman Dahari, o rabino da comunidade, estava entre os recém-chegados. Transportava os rolos da Torah que, disse, "passaram de pai para filho" na sua família e terão entre 500 e 600 anos de existência. Com a partida deste grupo, a comunidade judaica no Iémen, com cerca de dois mil anos, fica reduzida a umas meras 50 pessoas que quiseram ficar naquele país muçulmano, que vive em guerra há um ano.

Tapete Mágico

A chegada destes 19 judeus fecha um ciclo: foi do Iémen que partiu a primeira grande emigração judaica para Israel, de junho de 1949 a setembro de 1950, na "Operação Tapete Mágico" ou "Operação nas Asas das Águias".
Apresentada por Israel como absoluto sucesso e pela crítica como "fracasso que penalizou centenas de judeus iemenitas", a operação resgatou 49 mil judeus, dos 55 mil que viviam no Iémen e oito mil na colónia britânica de Aden. O seu transporte, de Aden até Israel, implicou 380 voos de aviões norte-americanos e britânicos.

Esther Meir-Giltzenstein, no livro O Êxodo dos Judeus Iemenitas, revela que eles "chegavam doentes e esfomeados ao campo de trânsito [sem condições] na cidade portuária de Aden, após caminharem centenas de quilómetros". Um total de 850 perderam a vida. E as mortes, em especial de crianças, continuaram em Israel por "incompetência no planeamento, apatia e abandono". "Por questões sanitárias", conta, as crianças eram retiradas aos pais; muitas morreram ou foram dadas como mortas e adotadas por casais sem filhos o que levou, depois, ao "caso das crianças iemenitas".

Ali Babá

Entre 1950 e 1952, Israel apostou na "redenção" dos judeus do Iraque, comunidade que se crê descendente de deportados da Judeia por Nabucodonosor em 586 a.C. Na década de 1940, contava com 135 mil pessoas, muitas delas foram perseguidas pelos muçulmanos após o Plano de Partilha das Nações Unidas em 1947 (divisão da Palestina em dois estados, judaico e árabe) e a criação de Israel.
É nesta conjuntura que Israel, criado com a intenção de ser um lar judaico, realiza a "Operação Ezra e Nehemiah" ou "Operação Ali Baba". Fá-lo em segredo, via Irão, porque o Iraque proibia a emigração judaica. Em 1950, Bagdad dá um ano aos judeus para saírem desde que renunciem à cidadania. Israel não perde tempo: os voos fazem-se via Chipre até 1951, depois são diretos. E quando a operação acaba em 1952, o Iraque tem só seis mil judeus.

Virgens sírias

A "ascensão" (à Terra Prometida), uma das traduções para aliyah, também ocorreu a partir da Síria. Em novembro de 1971, um comando da Mossad (serviços secretos externos israelitas) chegou à capital síria, Damasco. Tinha como missão resgatar jovens judias que não conseguiram fugir para Israel e, numa comunidade envelhecida, era difícil arranjar marido.
Algumas fugiram pelo Líbano; outras foram apanhadas, torturadas e mortas pela polícia de Hafez al-Assad (pai do atual presidente sírio Bashar al-Assad).
A notícia desta violência levou a primeira-ministra israelita da altura Golda Meir a decidir que o resgate das jovens seria feito por israelitas. Uma tarefa que agentes secretos consideraram menor, segundo o livro Mossad de Michael Bar-Zohar e Nissim Mishal, porque a Mossad "não é uma agência matrimonial"... Com a ajuda da Esquadrilha 13 da Marinha israelita, a "Operação Cobertor" acaba em abril de 1973 e fez sair da Síria 120 jovens judias.

Rainha do Sabá

"Se os israelitas tivessem ficado calados mais um mês, teria sido possível salvar todos os judeus da Etiópia", desabafou um responsável em Washington. Este desabafo, ou o ter ficado impressionado com a Operação Moisés, levou o então vice-presidente norte-americano George H.W. Bush (que depois seria presidente dos Estados Unidos entre 1989 e 1993) a agir.

Semanas após a gafe de Shimon Peres (primeiro-ministro de Israel entre 1977 e 1996), os Estados Unidos lançaram a Operação Rainha do Sabá: sete Hércules da Força Aérea aterraram no Sudão e agentes secretos da CIA que iam a bordo ajudaram ao resgate das cinco centenas de judeus etíopes que transportaram para a base militar israelita no deserto do Negev.

Operação Salomão

Este foi o resgate mais dramático de milhares de judeus da Etiópia, em plena guerra civil. Em maio de 1991, o governo etíope de Mengistu Haile Mariam estava à beira do colapso e fez um acordo de última hora com Israel por intermédio dos Estados Unidos: Israel pagaria 33 milhões de dólares pela saída dos judeus e os norte-americanos garantiam asilo político a responsáveis do governo de Adis Abeba. Um acordo de tréguas limitadas foi feito com os rebeldes que cercavam a capital.
Em 34 horas, 14 400 judeus "voaram" para Israel em aviões da companhia nacional israelita El Al e da Força Aérea do país. Bateu-se o recorde: um boeing 747 da El Al descolou de Adis Abeba com 1087 judeus a bordo; ao chegar a Israel levava 1088. Um bebé nasceu durante o voo.


Israel tem futebol com pancadaria

Israel tem futebol com pancadaria

Israel tem futebol com pancadaria
© Reprodução Israel Briga Maccabi Tel Aviv Bnei Sakhnin Campeonato Israelense
O empate por 0 a 0 entre o Bnei Sakhnin, único time árabe do Campeonato Israelense, e o tradicional Maccabi Tel Aviv terminou em pancadaria, xingamentos, prisões e acusações de de xenofobia de ambos os lados na última segunda-feira.
Depois de uma partida tensa (e decisiva para o Tel Aviv, que disputa o título), disputada com grande efetivo policial na cidade de Sakhnin, o técnico do Bnei, Yossi Abuksis, gritou contra membros da equipe adversária. O goleiro Predrag Rajkovic, do Maccabi, não gostou e empurrou o técnico rival, dando início a uma confusão entre todos os atletas.
Nas arquibancadas, o clima também esquentou, terminando com quatro prisões: dois torcedores do Maccabi, um do Bnei e um funcionário do estádio de Sakhnin.
De acordo com a mídia israelense, os protestos de Abuksis foram pela derrota por 3 a 2 para o próprio Maccabi Tel Aviv, na última quinta-feira, pela Copa de Israel, na qual os jogadores do Sakhnin reclamaram muito do primeiro gol adversário, marcado após suposto desrespeito ao fair play - o treinador do Bnei foi expulso pela arbitragem após confrontar o juiz.
Segundo o jornal Haaretz, no jogo de segunda, Abuksis foi reclamar com os adversários porque estaria sendo xingado incessantemente pela torcida rival. "Eles disseram coisas horríveis durante toda a partida, então resolvi protestar", afirmou.
Mas o capitão do Maccabi, Eran Zahavi, garantiu que os abusos aconteceram do lado árabe da arquibancada, com os torcedores do Bnei soltando cânticos xenófobos.
"Não sei se aqui é Israel ou Ramallah", disparou Zahavi, citando a cidade palestina. "Só sei que não me sinto nada seguro aqui", completou.
Com quatro jogos até o fim da temporada, o Tel Aviv é o vice-líder do Israelense, três pontos atrás do Hapoel Beersheba. Os dois clubes farão uma verdadeira "final" na próxima segunda-feira, quando se enfrentam na casa do Maccabi.
Minorias não judias no Estado de Israel

Minorias não judias no Estado de Israel

Minorias não judias no Estado de Israel

Deputado Issawi Frej está no Brasil e fala sobre o momento atual de Israel.

O Deputado Issawi Frej, mostra um panorama de Israel. Nele ele conta que Netanyahu precisa aceitar a solução de dois estados, sob pena de prejudicar o país e fazer ficar cada vez mais isolado no mundo. 

Conta também que a população religiosa aumenta cada vez mais, não acha que isso seja ruim, mas fica ruim quando se começa a misturar política com religião, o que no fim gera um viés político do país através da religião. Issawi Frej fala  que o governo Netanyahu tem deixado os radicais como Tag Mehir e os Kachanistas assumirem e terem muita força no governo. 

Conta também que Israel precisa decidir se quer ser um estado ao lado do estado palestino, se quer ser um estado binacional, ou se quer ser um estado uninacional que oprima os palestinos e os segregue. Fala que a disputa é por terras e política entre Israel e Palestina, mas que Bibi e seu pessoal quer transformar em guerra religiosa.

Para tanto conta em enfraquecer a Fatah para que o Hamas domine a Cisjordânia e por fim se unifique com Gaza, o que daria o álibi perfeito para a não criação do Estado Palestino. 

Refuta e é contra o BDS, pois boicote a produtos de Israel é errado, mas fala que o Netanyahu é quem mais tem a ganhar com isso, além do Hamas e grupos radicais. Esta  preocupado com o crescimento de certo fascismo em Israel, que quer resolver as coisas na bala, e pregar o ódio aos árabes. Ele mesmo foi alvo disso, só por ser árabe.


24 de abr. de 2016

 Proibida a  bênção sacerdotal de mulheres no Muro

Proibida a bênção sacerdotal de mulheres no Muro

 Muro das LamentaçõesO procurador-geral de Israel impediu a celebração neste domingo da primeira bênção sacerdotal realizada por mulheres no Muro das Lamentações de Jerusalém por ocasião da Páscoa Judaica (Pessach), por considerar que era contra os costumes locais.
As "Mulheres do Muro", um grupo que milita pela igualdade de gênero para os fiéis judeus que visitam o muro, o local mais sagrado do judaísmo em que se pode rezar, conseguiram recentemente um espaço de oração misto ao pé do muro, onde homens e mulheres estão separados por uma barreira.
O Muro das Lamentações é um vestígio do templo destruído pelos romanos no ano 70.
Quase 50 mulheres se reuniram sob uma forte vigilância policial diante do local sagrado neste domingo para rezar. Mas elas não foram autorizadas a realizar a bênção. 

Ultraortodoxos vestidos de preto as observavam e alguns chegaram a proferir insultos.
O procurador-geral Avichai Mandelblit proibiu na quinta-feira a bênção sacerdotal de mulheres, inédita no Estado hebreu, considerando que era "contrária aos costumes locais".
As mulheres afirmaram que foram obrigadas a assinar um documento para a polícia no qual se comprometiam a não celebrar a cerimônia. Além disso, foram levadas a uma zona delimitada a 50 metros do muro.
Anat Hoffman, integrante do grupo, disse que as medidas mostram "a que ponto o sistema é grotesco e absurdo".
O rabino Shmuel Rabinovitz, responsável pelo muro, denunciou uma "provocação" e afirmou que nunca havia sido celebrada nenhuma bênção por mulheres "em nenhuma comunidade judaica do mundo".
Milhares de homens devem se reunir na segunda-feira para esta bênção, chamada "cohen" - descendentes de uma casta de sacerdotes da época de Moisés -, uma das celebrações da Páscoa judaica que recorda a fuga dos judeus do Egito.
As cinco opções de política em relação a Israel, Judéia e Samaria

As cinco opções de política em relação a Israel, Judéia e Samaria



As cinco opções de política em relação a Israel Judéia e Samaria
Que decisões quando Mahmoud Abbas Israel iria se aposentar como líder da Autoridade Palestina? Estratégica, eu coloquei dentro de seu alcance uma excelente análise do Prof. Hillel Frisch publicada por hatzadhasheni.com 

As cinco opções de política em relação a Israel Judéia e Samaria - pelo Prof. Hillel Frisch

RESUMO - Quando Mahmoud Abbas, além de sua posição como líder da Autoridade Palestina, Israel terá que tomar decisões estratégicas. Este artigo analisa cinco possíveis abordagens políticas, nenhum dos quais é o ideal. Essas opções incluem "resolução atento do conflito" solução "atrito criativo , " "caos construtiva", a "retirada unilateral" e "anexação unilateral". A opção conservadora é provavelmente o mais viável; retirada unilateral é o menos possível. Em todos os casos, no entanto, Israel terá de manter uma presença militar na Judéia e Samaria.

Tentando projetar uma política de Israel consistente para uma tarde Autoridade Palestina (AP) Abbas é como tentar para construir uma casa sobre areia movediça. A situação é constantemente sacudido por tremores de terra e rios subterrâneos. Estes incluem a atual onda de violência terrorista contra israelenses, embora em declínio; uma brecha crescente dentro Fatah entre Abbas e seus detratores, que está intimamente ligada à luta por sua sucessão; ea possibilidade de que a ligação entre estes dois eventos poderiam degenerar em uma guerra civil (outro lugar na guerra por procuração travada entre Irã e Arábia Saudita e seus aliados).

Israel não pode dar ao luxo de ser um observador passivo de eventos que se vão desenrolando dentro da AP. A aldeia palestina de Budros tem uma posição estratégica, apenas a 11 quilómetros da pista principal único aeroporto internacional em Israel. A periferia da cidade palestina de Tulkarem está localizado várias centenas de metros da estrada Rabin, o israelita artéria norte-sul.

Quando Abbas a deixar a cena, os decisores israelenses tem que considerar cinco abordagens políticas radicalmente diferentes para o AP.

Primeiro, Israel pode participar na resolução do conflito de uma maneira que mantém a possibilidade de criação de um Estado palestino. Em segundo lugar, Israel pode promover o atrito com os palestinos aproveitando as oportunidades para aumentar a assentamentos e outras formas de construção do Estado de Israel. Em terceiro lugar, Israel pode desistir de tomar medidas para estabilizar a AP se o caos emerge sobre a questão da sucessão. O quarto e quinto opções propostas pelos lados do espectro político de oposição, promover ações unilaterais. Acampamento sionista busca retirada unilateral, enquanto Ha-Bayit Yehudi apela a anexação seletiva de assentamentos.
A sexta opção, se envolver em negociações imediatas com os palestinos em direção ao rápido estabelecimento de um Estado palestino, é considerada possível e desejável por apenas dois atores marginais políticas - partidos políticos Meretz ea lista Árabe Unificado - e, portanto, será não ser considerado neste artigo.

A opção "Gestão de Conflitos"

A opção conflito gestionadora sustenta que a paz não é possível em um futuro previsível, mas irá beneficiar Israel a abster-se de acções, tais como a construção de assentamentos que comprometem as chances de uma eventual dois - solução do estado. A vantagem desta opção é que se adapta aos costumes e expectativas da comunidade internacional, incluindo principal aliado de Israel, os Estados Unidos e países amigos na Europa, como Alemanha, Inglaterra e Itália.

Estes lados considerar a construção de dois estados como a única solução na mesa, apesar de reconhecer que não pode ser alcançado no futuro imediato. Eles vêem o governo de Israel além da Linha Verde como a entidade de ocupação e preocupação que a incapacidade de resolver o problema com base em dois estados vai levar a um estado binacional disfuncional marcada por considerável violência interna.

Para manter a viabilidade de um dois - solução de um estado para o futuro, que será necessário para reduzir os assentamentos além do bloco de Gush Etzion e nem todos os assentamentos adjacentes à Linha Verde, brevemente, a fim de manter o status quo. As desvantagens desta abordagem são claras: os palestinos não possuem qualquer incentivo para vir à mesa de negociações e os colonos e os cidadãos israelenses na Linha Verde são transformados em vítimas de passividade política. No entanto, os defensores desta opção argumentam que esses problemas são menores em relação aos do isolamento internacional que Israel iria sofrer se ele abandona o princípio de dois - solução do estado. O preço de tal compromisso desvio à solução incluem a alienação da maioria da diáspora judaica, especialmente nos Estados Unidos.

A abordagem de gestão de conflitos acredita em manter o controle militar total sobre a Judéia e Samaria e, ao mesmo tempo que promove os laços econômicos com os palestinos através da Linha Verde. Estes laços servem ambos os fins. Até certo ponto, eles pacificar a população árabe da Judéia e Samaria; e garantir o acesso à osegundo maior mercado para Israel. Aumentar o número de trabalhadores palestinos em Israel também aumenta a meios para comprar produtos israelenses. Esta estratégia tem funcionado até agora, tanto em termos de redução do terrorismo e aumentou o poder de compra dos palestinos.
O governo deve manter esta política, é provável que enfrentar pouca oposição, a nível nacional ou entre os aliados internacionais de Israel.

A opção "Friction"

Críticos da opção de gestão de conflitos de argumentar que Israel perdeu a iniciativa no seu conflito com os palestinos. Eles argumentam que Israel não deve absorver os custos de iniciativas palestinas para mudar o status quo, como ataques terroristas ou a construção ilegal intensiva na Área C (que está sob o controle israelense exclusivo). Pelo contrário, Israel deve coincidir com as iniciativas palestinas com iniciativas ainda mais ousadas, como ele fez isso com sucesso durante o mandato e os primeiros anos do estado. Israel deve promover a construção do Estado de Israel na Judeia e Samaria, pelo menos até que os palestinos ou roguem pedir paz.

Na recente onda de ataques palestinos por exemplo, o incitamento do PA e Hamas à violência em áreas de Hebron e Jerusalém deve ser combatida através de ações ofensivas israelenses, incluindo assentamentos. Os assentamentos, por isso, argumenta-se, promover a segurança.

Pelo menos, Israel deve parar a demolição de edifícios palestinos ou larga escala concebidos para mudar as realidades estratégicas no chão. Esta construção é mais evidente na área do E-1, que se estende desde a Colina francesa através Issawiyeh, Al-Zaim ea seção oriental de A-Tur ao longo da estrada entre Jerusalém e Jericó. Nesta área, os palestinos estão fazendo um esforço para criar uma expansão urbana contínua palestina de Jerusalém sul para o norte, apesar do esforço barreira de segurança.

As desvantagens desta opção são claros. Haverá uma oposição interna a partir da esquerda, mas o governo conseguiu superar isso . O maior perigo é considerável hostilidade que iria ser gerados em relação a Israel entre os Estados Unidos ea Comunidade Europeia se Israel constrói assentamentos em sua reação ao terrorismo e participar no desmantelamento maciço de construções ilegais, alguns dos quais foram promovidas pela UE.

A escolha de "Chaos construtiva"

Vários candidatos no AP já começaram a competir para ver quem iria herdar a liderança após a partida ou o desaparecimento de Muhammad Abbas, que já tem 83 anos. Esta competição tem suscitado um debate sobre se Israel deve apoiar um candidato adequado para o bem da estabilidade ou sentar-se no banco, apesar do conflito poderia degenerar em caos. Os defensores do último ponto de vista acreditam que o caos e a possível dissolução da PA ea subsequente atenção dos jogadores internacionais na pacificação da região, poderia aliviar a pressão sobre Israel para entrar processos de paz irrealista.

Um lado palestino enfraquecido pela instabilidade prolongada também poderia ser suscetível a um acordo de paz mais favorável aos interesses e preocupações de Israel. É provável no entanto, que os palestinos permanecem fragmentados, onde o AP irá tornar-se duas ou mais autoridades na Judéia e Samaria.
Em ambos os casos, isso é menos provável que a comunidade internacional pode pensar que pode resolver o problema palestino a despesa de Israel. Se a fragmentação AP, aliados de Israel podem ser mais inclinados a pensar sobre o problema palestino como é que os israelenses como um problema de gestão de conflitos, em vez de um problema que é solúvel através a criação de um estado cuja construção está em contraste com a realidade no terreno.

Dito isto, os inconvenientes do caos construtivo são opção igualmente crua. Chaos poderia significar o fim, pelo menos inicialmente, de cooperação de segurança, que reduziu o terrorismo dirigido contra os israelenses em geral e em particular para os colonos. Chaos também poderia aumentar a unidade de base, a fim de deslegitimar o Estado judeu por aqueles que culpam Israel pelo estado miserável de coisas na Judeia e Samaria.

Os custos econômicos são também o caos considerável. A AP é o segundo maior parceiro comercial de Israel e, possivelmente, o maior mercado para produtos e serviços israelenses que não são de alta - tecnologia, um segmento de mercado que emprega grande parte da quota da força de trabalho em Israel. Chaos geralmente traz sob seu rastro uma recessão econômica, o que é provável a afetar a demanda por produtos israelenses.

A opção caos é susceptível de ser oposição pela esquerda política e os poderosos lobbies, como a Associação de Fabricantes e a Histadrut (Federação Trabalhista Israel). No entanto, se o governo decidir esta opção, a oposição interna é improvável que seja forte o suficiente para impedir que isso .

A "retirada unilateral da Judéia e Samaria" opção

Isaac Herzog, líder da União Sionista (Machane Tzioni), promove formalmente retirada unilateral israelense de 85% da Judéia e Samaria, incluindo 28 aldeias palestinas dentro dos limites municipais de Jerusalém, como um meio de separação dos palestinos. Seu plano pede para manter o controle militar total e exclusiva sobre os blocos de assentamentos de Gush Etzion e Ariel eo vale do Jordão e uma presença militar ativo em outras partes do AP.

A garantia retirada unilateral supostamente o caráter de Israel como um Estado judeu retirou-se para o ambiente da barreira de segurança, que se conforma fronteiras permanentes perto futuros conforme previsto pelos Estados Unidos, principal aliado de Israel. Transferir a responsabilidade pela maior parte do território da Judeia e Samaria, e quase todos os seus habitantes palestinos ao PA, Israel e (supostamente novamente) não ser visto como um ocupante; Sua imagem será reforçada; e a influência do movimento BDS se sentiria menos intensidade.

Novamente, isso é relativamente fácil de identificar lacunas neste plano. O desmantelamento de dezenas de milhares de colonos israelenses seria uma tarefa difícil e caro. Além disso, a ação é provavelmente a piorar significativamente a situação de segurança, como muitas forças e grupos terroristas no AP interpretou o movimento como um ato de fraqueza e ser encorajados a intensificar ataques a fim de alcançar uma retirada completa.

A retirada unilateral oferece poucos incentivos para líderes da AP para entrar em um processo de paz e, provavelmente, endurecer posições palestinas sobre questões espinhosas de soberania sobre Jerusalém e do modo - chamado de "direito de retorno" dos refugiados. Em toda a probabilidade, esta opção levaria à queda do governo. Qualquer governo de unidade criado na sua esteira, provavelmente desiste de escolha.

A opção "Unilateral anexação Área C"

A partida Bait Yehudi (Jewish Home) chama de o governo para anexar áreas designadas nos acordos de paz de Oslo como a Área C. Esta área está sob controle administrativo e político israelense exclusiva e é mais escassamente povoada por árabes . Esta área consiste nas colinas do sul de Hebron, a maioria das partes orientais da Judeia e Samaria e a área entre Maale Adumim e Jericó ao rio Jordão.
A anexação envolve atividades relativas a assentamentos nas áreas anexas. Os inconvenientes são óbvios. oposição internacional seria altamente barulhento, talvez para o ponto de imposição de sanções contra Israel. A oposição interna também é forte, embora provavelmente não a ponto de impedir a ação se o atual governo fosse para escolher -lo . Haveria ser pequenos efeitos econômicos internos de tal ação, mas os fluxos de comércio e investimento internacionais Israel poderá ser significativamente afetada.

Nenhuma dessas opções é o ideal, que é provavelmente porque o debate é tão vívida turno e indeciso. Todos os cinco confirmou a necessidade de manter uma presença militar na Judeia e Samaria, mas para fins diferentes.

A opção "caseiro" é provavelmente a opção de retirada mais viável e unilateral menos viável. A retirada unilateral em qualquer caso, é provavelmente impossível de ser internamente. A opção caos não é inteiramente em as mãos de Israel, sob condição de desenvolvimentos internos no PA. Ambos atrito opções de anexação e encontrou uma oposição internacional dura, o que poderia levar a oposição interna por uma pessoas dispostas a levar muito tempo - os custos econômicos a longo prazo de tais políticas.

Hillel Frisch é um professor de estudos políticos e do Oriente Médio na Universidade Bar-Ilan, e pesquisador associado do Centro Begin-Sadat de Estudos Estratégicos.

fonte:

As cinco opções políticas em relação a Judéia e Israel ...


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Quem é negro no Brasil?

Quem é negro no Brasil?

Quem é negro no Brasil?Quem é negro no Brasil?

A partir da Conferência de Durban, da ONU a palavra “afrodescendente” veio para substituir o termo “negro”. No Brasil aplica-se a autodeclaração, onde a pessoa “decide” se é branca, parda, negra, amarela ou indígena. 

Com esse poder dado à população, é notável o surgimento de afro convenientes para usufruir de programas sociais que têm como objeto integrar os pretos e pardos à sociedade.

Em nosso país, que é miscigenado e onde a maioria esmagadora tem sangue indígena, africano e europeu, o que determina se uma pessoa é negra?

Nos Estados Unidos e em vários outros países, o que determina se um indivíduo é negro, é sua genética. Qualquer afrodescendente, não importando a textura do cabelo, a largura do nariz, o tamanho dos lábios, nem mesmo a cor da pele, é considerado negro. Basta ser neto de uma negra para ser incluído nesse grupo, mesmo se a pessoa for branca e tiver olhos claros.

Por sua vez, no Brasil o que determina quem é negro ou não, é único e exclusivamente o fenótipo. Quando mais “negra” for sua aparência, mais racismo você sofrerá. Os insultos, aliás, são sempre ligados ao fenótipo. Quem nunca ouviu, por exemplo, piadas sobre “cabelo bombril”, entre outras, deve morar em Marte.

Se identificar negro ainda é difícil para muitas pessoas. Desde sempre, a cor preta é tida como ruim e a branca, a boa. Com isso, muitos se renegam e relutam negando que sejam negros, e sim morenos escuros. Ronaldinho Gaúcho e Neymar, jogadores de futebol com uma influência gigantesca, já se pronunciaram dizendo que não se consideram negros.

Recentemente, Caio, namorado da Jout Jout, falou sobre esse assunto em um vídeo postado no canal da namorada. Nele, Caio fala que nunca se considerou negro, e sim moreno, mas que não sabe de qual cor realmente é.

A incansável luta para se autoafirmar não negro, já que este carrega uma conotação ruim, criou termos como “mulata”, numa tentativa de embranquecimento. A palavra de origem espanhola vem de “mula” ou “mulo”: aquilo que é híbrido, originário do cruzamento entre espécies. Mulas são animais nascidos do cruzamento dos jumentos com éguas ou dos cavalos com jumentas. Em outra acepção, são resultado da cópula do animal considerado nobre (equus caballus) com o animal tido de segunda classe (equus africanus asinus). Sendo assim, trata-se de uma palavra pejorativa que indica mestiçagem, impureza. Mistura imprópria que não deveria existir.

Racistas evitam ao máximo chamar alguém de negro porque, para eles, isso é xingamento. Não aceite ser chamado de mulato, moreno, pardo ou pele queimada de sol. Você é negro. Basta um pingo de café no leite para que ele deixe de ser branco. Negros são todos aqueles que são menosprezados por causa da não-branquitude.


HERNANDES MATIAS JUNIOR
Israel liberta jovem  palestina

Israel liberta jovem palestina

Israel liberta jovem  palestina

Dima al-Wawi, com os pais, na cidade de Tulkarem, na Cisjordânia, 
momentos depois de ser libertada JAAFAR ASHTIYEH/AFP
Israel liberta palestina de 12 anos que estava presa há dois meses.

Dima al-Wabi tinha sido condenada a quatro meses e meio de prisão. A lei israelita autoriza o julgamento de menores a partir dos 12 anos, um fato único no mundo, segundo a UNICEF.

Uma jovem  de 12 anos, a mais jovem palestina detida por Israel, foi libertada este domingo, depois de ter sido condenada por tentar esfaquear um israelense.

Depois de dois meses e meio de prisão, Dima al-Wawi deixou a prisão em Israel e foi transportada para um check-point, para dali partir para a cidade de Tulkarem, no Norte da Cisjordânia, testemunhou um fotógrafo da AFP. Os seus pais aguardavam-na, ao lado de alguns responsáveis palestinos.

Dima al-Wawi foi presa no dia 9 de Fevereiro numa altura em que os ataques com facas por parte de jovens palestinos eram quase diários. Num vídeo com imagens da sua detenção vê-se Dima al-Wawi, com a farda da escola, a aproximar-se a pé de uma colônia israelense na Cisjordânia. É depois interpelada por um guarda, e é um colono, civil, quem alegadamente lhe tira a faca que trazia consigo e a imobiliza no chão, sendo depois detida por soldados israelitas.

A rapariga compareceu perante um tribunal militar (o único tipo de tribunal nos territórios ocupados), onde o procurador a acusou de “tentativa de homicídio premeditado e posse de faca” – os que os pais negaram. Depois de um acordo, foi condenada a quatro meses e meio de prisão efetiva e um mês e meio de pena suspensa – o máximo para uma criança com menos de 14 anos é seis meses. Foi também condenada a pagar uma indemnização de 8000 shekels (1900 euros).

O procurador aceitou o acordo “pela ausência de antecedentes da acusada”, e da sua “cooperação”, que segundo a organização israelita de direitos humanos B'Tselem foi obtida durante interrogatórios sem a presença dos seus pais ou advogado.

A lei israelita autoriza o julgamento de crianças a partir dos 12 anos, um fato único no mundo, segundo a UNICEF. Segundo o jornal Haaretz, o número de jovens palestinos detidos tem vindo a subir, depois da onda de violência que começou em Outubro. 

Os dados do Serviço Prisional israelita mostram que dos 170 jovens que estavam na prisão em Setembro, passou-se para 438 em Fevereiro – e se em Setembro não havia menores de 14 anos entre os detidos, em Fevereiro eram já cinco. Entre os jovens presos, sete estão sem acusação, incluindo um jovem que não tem ainda 16 anos.

Os números também mostram um maior envolvimento de raparigas na luta contra as forças israelitas: em Fevereiro havia 12 na prisão e seis à espera de julgamento. E apesar de a maioria dos menores não estarem ligados a nenhuma organização terrorista, 18 dizem pertencer à Organização para a Libertação da Palestina (OLP), um ao Hamas e outro à Jihad Islâmica, adianta o mesmo jornal. A maioria (106) vem de Hebron, 104 de Jerusalém Oriental e 86 de Ramallah.


Gevurah sheb Chessed

Gevurah sheb Chessed

Gevurah sheb Chessed Sefirá desta noite: Gevurah sheb'Chessed – "Restrição na Bondade".

Os ensinamentos da Cabalá explicam que há sete "Atributos Divinos" – Sefirot – que D'us assume para Se relacionar com nossa existência: Chessed, Guevurá, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malchut (Amor, Força, Beleza, Vitória, Esplendor, Fundação e Soberania). 

No ser humano, criado à imagem de D'us, as sete sefirot estão espelhadas nos sete "atributos emocionais" da alma humana: Bondade, Restrição, Harmonia, Ambição, Humildade, Conexão e Receptividade. Cada um dos sete atributos contém elementos de todos os sete – i.e., "Bondade na Bondade", "Restrição na Bondade", "Harmonia na Bondade", etc. – perfazendo um total de quarenta e nove traços. 

A Contagem de 49 Dias do Ômer é, portanto, um processo de 49 etapas de auto-refinamento, com cada dia devotado à "retificação" e aperfeiçoamento de uma das 49 sefirot.
 Bernie Sanders diz pobres não votam nos EUA

Bernie Sanders diz pobres não votam nos EUA

 Bernie Sanders diz pobres não votam nos EUAPré-candidato democrata Bernie Sanders fala em encontro no Bronx Community College, em Nova York, na sexta-feira (8) (Foto: Kena Betancur / AFP).

Bernie Sanders diz que perdeu em primárias porque 'pobres não votam'. Pré-candidato perdeu para Hillary em 16 dos 17 estados mais desiguais. Ele diz que falta de participação é 'triste realidade da sociedade americana'.

O candidato à Casa Branca, Bernie Sanders, disse em uma entrevista com trechos divulgados neste sábado que suas derrotas nas primárias para a democrata Hillary Clinton aconteceram porque "pessoas pobres não votam".

Sanders concentra grande parte de sua campanha na luta contra a desigualdade. Ele, no entanto, perdeu para Hillary em 16 dos 17 estados americanos com maior desigualdade de renda.

Questionado durante a entrevista concedida à rede de televisão NBC sobre a derrota nesses estados, respondeu: "Porque as pessoas pobres não votam (nas primárias)".

"Isso é um fato. Uma triste realidade da sociedade americana", lamentou, insistindo que o país "precisa transformar essa tendência".
Trechos da entrevista foram divulgados nesse sábado, um dia antes da previsão para ir ao ar.

Sanders ressaltou que conseguiu votos dos jovens, mas que teve mais dificuldade em fazer sua mensagem chegar às pessoas de baixa renda. Ele lembrou que "80% das pessoas pobres não votaram" nas eleições de 2014.

Os dados do censo dos EUA nessas eleições apontaram que 24,5% dos cidadãos americanos com ou acima de 18 anos que ganham menos de US$ 10.000 por ano compareceram às urnas, o que significa que 75,5% não votaram.

23 de abr. de 2016

Vladimir Putin felicita judeus russos

Vladimir Putin felicita judeus russos

Vladimir Putin felecita judeus russosO presidente russo felicitou os judeus da Rússia pela festa de Pessach, que neste ano começou com o pôr do sol de 22 de abril, e destacou o papel importante das organizações judaicas no fortalecimento da compreensão entre os povos de diferentes etnias e religiões no país.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, parabenizou os cidadãos russos de origem judaica, observando que as suas organizações contribuem para a paz e harmonia na sociedade, informa o serviço de imprensa do Kremlin.

"Pessach — é uma festa antiga e a mais venerada entre os adeptos do judaísmo. As suas fontes remontam a um evento muito importante na história bíblica: a libertação do povo judeu da escravidão multissecular", se diz na mensagem de felicitações.

Putin notou que os judeus russos respeitam as tradições e costumes seculares e as passam cuidadosamente de geração em geração. Na sua opinião, hoje a vida da comunidade judaica do país é bastante rica do ponto de vista religioso e cultural.

"São criados novos centros religiosos, centros de instrução, centros culturais, os contatos internacionais são ampliados. E, é claro, as organizações judaicas prestam muita atenção às questões de manutenção de paz e harmonia na nossa sociedade, de melhoramento do entendimento entre as pessoas de diferentes etnias e religiões".

Pessach, a Páscoa judaica, é a festa mais antiga do povo judeu. É dedicada ao evento mais significativo da história bíblica, considerado como início da história do povo judeu — o Êxodo do Egito e a libertação do povo de 400 anos de escravidão. Todo o sistema do judaísmo é baseado na memória do Êxodo e nos eventos seguintes, à obtenção da Terra Prometida e à construção do seu próprio Estado independente.


Scarlett Johansson pode interpretar Zelda Fitzgerald

Scarlett Johansson pode interpretar Zelda Fitzgerald

Scarlett Johansson pode interpretar Zelda FitzgeraldPrestes a voltar às telas dos cinemas na pele de Natasha Romanoff em Capitão América: Guerra Civil, e envolta em uma polêmica devido à sua escalação em Ghost in the Shell, Scarlett Johansson pode assumir um papel um tanto quanto menos controverso em seu próximo projeto. 

A atriz pode viver a romancista Zelda Fitzgerald na cinebiografia The Beautiful and The Damned.

Segundo informações do Tracking Board, Johasson estaria negociando para ser a coprotagonista do filme, com roteiro de Hannah Weg. O drama pretende contar a história da tumultuada relação entre Zelda e Scott Fitzgerald, recheado de ciúmes, drama e fadado ao fracasso.

Conhecida como "a primeira melindrosa americana" (título que ganhou do marido), Zelda foi fonte de inspiração para vários romances de Scott Fitzgerald, como Suave é a Noite (Tender is the Night) e o próprio The Beautiful and The Damned -- lançado aqui sob o título Os belos e Malditos.

Artista nata, Zelda levou sua vida pessoal para as páginas com o romance She Saved Me Waltz, um olhar semi-autobiográfico para o próprio casamento. Posteriormente, ela foi diagnosticada com esquizofrenia e admitida em um sanatório. 

The Beautiful and the Damned é um projeto da Millenium Films, que ultimamente lançou a série Os Mercenários, Invasão a Casa Branca e sua sequência, Invasão a Londres.