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    Omã perde Mundial de Vela após se recusar a garantir não-discriminação

    Omã perde Mundial de Vela após se recusar a garantir não-discriminação
    Foto - Mundial em Haifa
    A discriminação de raça e, principalmente, credo continua presente ao esporte. Nesta segunda-feira a Federação Internacional de Vela (ISAF) anunciou que o Mundial da Juventude não mais será realizado no Omã, na Península Arábica, porque o país, um sultanato islâmico, se rejeitou a assegurar por escrito que respeitaria regulamentos antidiscriminação.
    Em outubro do ano passado, Omã já havia proibido que o windsurfista israelense Ma'ayan Davidovich entrasse no país para a disputa do Mundial de RS:X. Ele conseguiu acessar o Omã com um passaporte austríaco, mas foi obrigado a competir sem representar Israel.
    Depois, em dezembro, o mesmo foi cobrado pelo governo da Malásia para autorizar que dois israelenses participassem do Mundial da Juventude da classe RS:X, exigindo que eles não utilizassem nenhum símbolo que permitisse identificar que eles eram israelenses. Depois, a Malásia negou o visto de entrada deles no país. Até agora os malaios não foram punidos pela ISAF, que passou a se preocupar em garantir que novos casos não se repetiriam.
    De acordo com Daniel Smith, porta-voz da ISAF, a entidade enviou ao Omã um pedido para que garantisse por escrito que respeitaria os regulamentos antidiscriminação. Recebeu, em troca, uma notificação avisando que o país não organizaria mais o Mundial, que está previsto para acontecer em dezembro.

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