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    Xenofobia cresce em toda Europa

    Xenofobia cresce em toda Europa

    Manifestantes do Pegida reuniram-se em Varsóvia - JANEK SKARZYNSKI/AFP
    Europa tem protestos contra imigrantes.

    Milhares de pessoas foram às ruas em diversos países; dezenas foram presas
       
    DRESDEN — Milhares de pessoas participaram ontem de manifestações anti-imigrantes em diversas cidades da Europa convocadas pelo movimento islamofóbico Pegida. Os principais protestos foram em Dresden, no Leste da Alemanha, onde se concentraram entre seis mil e oito mil pessoas, e em Praga, onde marcharam cinco mil pessoas.

    Também foram registradas manifestações em França, Eslováquia, Áustria, Holanda, Irlanda, Polônia e Reino Unido. Dezenas de pessoas foram presas durante os protestos contra a entrada de refugiados na Europa.


    Linha dura. Manifestantes do movimento alemão Pegida levam faixa onde se lê “Maomé não é bem-vindo”, na cidade de Apeldoorn: grupo se difunde pelo descontentamento dos europeus com partidos conservadores tradicionaisGrupo alemão de extrema-direita ganha adeptos no restante da Europa

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    As manifestações realizadas ontem, batizadas de “Fortaleza Europa”, foram convocadas no fim de janeiro pelo Pegida, como é conhecido o movimento de extrema-direita alemão Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente.

    Em Dresden, o berço do Pegida, os manifestantes agitaram bandeiras com dizeres contra a chanceler federal Angela Merkel, criticada por seus projetos de acolhimento de imigrantes. No ano passado, 1,1 milhão de refugiados pediram asilo no país, um recorde histórico.

    — Temos de ter êxito em guardar e controlar as fronteiras externas e internas de novo — pregou Siegfried Daebritz, do Pegida.

    Por outro lado, muitas cidades também receberam comícios contra o movimento. Em Dresden, 3.500 pessoas reivindicaram a tolerância aos imigrantes. Os cartazes tinham inscrições como “Não há lugar para nazistas” e “Não temos necessidade de xenofobia, nem de demagogia, nem de Pegida”.


    IGREJA PEDE LIMITES

    Numa entrevista publicada no jornal “Passauer Neue Presse”, o cardeal Reinhard Marx, presidente da Conferência Episcopal alemã, afirmou que o governo precisa “reduzir o número de refugiados”.

    — A Alemanha não pode acolher todos os necessitados do mundo — enfatizou, pedindo que, neste caso, não se leve em conta apenas “a caridade, mas também a razão”.

    Merkel anunciou no fim do mês novas restrições para reduzir o fluxo imigratório.


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