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    Mishpatim

    The Covenant Confirmed (late 19th or early 20th Century
    illustration by John Steeple Davis)

    O conteúdo desta Parashá

    • A mitsvá de ser bondoso com um convertido
    • Como Moshê ensinou a Torá ao povo judeu?
    • Algumas leis aplicáveis à juízes, testemunhas e réus
    • O escravo hebreu vendido pelo tribunal
    • O tribunal não pode matar alguém que é inocente
    • O servo cujo amo lhe faz um furo na orelha
    • A proibição de misturar carne com leite
    • Punição por assassinato
    • D'us prediz a Moshê que um anjo irá conduzi-los
    • Compensação por ferir uma pessoa
    • Moshê ascende ao Céu para receber as Tábuas da Lei
    • Restituição de propriedade roubada

     

    Muitas das leis nesta parashá são tecnicamente complexas e estão além do alcance deste trabalho. Foi feita uma tentativa de dar um breve perfil da maioria das mitsvot, para permitir ao leitor apreciar a sabedoria Divina: "As leis de D'us são verdadeiras e justas em sua totalidade". (Tehilim 19:10)

    As mitsvot abaixo relacionadas são mencionadas nesta parashá e também em outros lugares da Torá. Portanto, serão explicadas quando surgirem nas futuras Parshiyot.

    • Não oprimir um convertido

    • Emprestar dinheiro aos necessitados

    • Ajudar a descarregar a carga de um animal de outrem

    • Guardar as leis do ano sabático

    • Celebrar Pêssach, Shavuot e Sucot

    • Levar primícias ao Templo Sagrado

    • Não selar pactos com quaisquer das sete nações de Canaã

    Mishpatim - As diretrizes Divinas que regulamentam a conduta entre um judeu e seu semelhante.

    A Torá nos ensina que devemos observar duas classes de mitsvot:
    Mitsvot a respeito de D'us e as mitsvot em relação a outro judeu. Esta parashá nos ensina leis que tratam do dano causado a pessoas ou a propriedades. Essas leis recebem o nome de mishpatim. Mishpatim regulamentam a conduta entre o homem e seu semelhante, e a vida em comunidade.

    D'us entregou aos judeus os Dez Mandamentos no Monte Sinai na manhã de seis de Sivan. No final daquele dia, D'us ensinou a Moshê os mishpatim e Moshê logo os ensinou ao povo judeu. Alguns dos mishpatim já tinham sido transmitidos aos Filhos de Israel enquanto acampavam em Mará, ainda antes da Outorga da Torá, e os mishpatim adicionais foram agora comunicados enquanto o povo ainda estava reunido aos pés do Monte Sinai.

    Da mesma forma que a rainha nunca deixaria o palácio para dar um passeio, a não ser que tivesse previamente mandado um exército de guarda-costas fortemente armados à frente e outra tropa armada na retaguarda para assegurar-se de que nenhum intruso conseguiria aproximar-se, similarmente, os Dez Mandamentos foram precedidos e seguidos pelos mishpatim, já que estes são básicos para a sobrevivência da civilização humana. Nossos Sábios afirmam na Ética dos Pais: "Sobre três pilares o mundo se sustenta - verdade, justiça e paz."
    D'us ordenou a Moshê: "Ensine os mishpatim ao povo de Israel, de maneira similar a de quem arruma a mesa. Disponha-os de maneira clara e elucidativa!"
    Moshê esforçou-se ao máximo para apresentar as leis num sistema claro. Como recompensa, a Torá liga seu nome aos mishpatim, registrando (Shemot 21:1): "E estes são os mishpatim que você disporá diante deles."

    D'us mandou Moshê avisar o povo de que qualquer disputa entre eles, ou qualquer reivindicação que um judeu possa ter contra outro deve ser estabelecido pela lei da Torá, num tribunal judaico, e não perante um tribunal gentio.
    Um judeu é proibido de ir a um tribunal de justiça não-judeu para uma decisão judicial (a não ser que receba permissão de um tribunal rabínico), pois isto diminui a autoridade da Torá e causa uma profanação do Nome Divino.

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