Mulheres alemãs compram armas para se defenderem

Mulheres alemãs compram armas para se defenderem

Depois de assédios, alemãs compram armas para se defenderem

A polícia informou que foram feitos 300 pedidos de autorização para a compra de pistolas de pressão desde 1º de janeiro

A brasileira Thais Gatto, de 24 anos, mora em Gütersloh, na Alemanha e ganhou do namorado um presente que não é mais incomum: um spray de pimenta. "Duas amigas foram seguidas por dois homens que pareciam árabes. Depois disso, comecei a ter medo", diz ela ao jornal Folha de S. Paulo.  
Em alguns dias, a jovem vai passar a morar em Colônia, cidade que, no Ano Novo, foi palco de uma série de incidentes: uma multidão de cerca de mil homens alcoolizados, com "aparência árabe ou do norte da África", foi para a praça da catedral e vários deles assaltaram e agrediram sexualmente centenas de mulheres. Já são 650 queixas, 45% delas por agressão sexual.  
Donos de lojas de Colônia relataram que os estoques de spray de pimenta acabaram em algumas horas. Além disso, a polícia informou que foram feitos 300 pedidos de autorização para a compra de pistolas de pressão desde 1º de janeiro. Durante todo o ano de 2015, foram 408 pedidos.  
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