31 de jul. de 2015

 Benjamin Netanyahu condena ataque a família palestina

Benjamin Netanyahu condena ataque a família palestina

 Benjamin Netanyahu condena ataque a família palestina
Árabes israelenses seguram a bandeira palestina na cidade de Sakhnin, Israel

Israel tenta acalmar ânimos e evitar violência após ataque


Jerusalém - As autoridades israelenses fizeram todo o possível para tentar acalmar os ânimos e evitar que o ataque desta madrugada contra uma família palestina por colonos extremistas judeus na cidade cisjordaniana de Duma - no qual morreu um bebê - provoque uma nova onda de violência.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, apressou-se a condenar o ataque nos termos mais duros e horas mais tarde foi visitar uma das vítimas do ataque de Duma, uma criança de quatro anos, irmão do bebê falecido, quem tem queimaduras em 60% de seu corpo.

Além disso, Netanyahu ligou pessoalmente para o presidente palestino, Mahmoud Abbas, para expressar sua condenação pelo ocorrido e oferecer sua colaboração para lutar juntos contra o terrorismo.

Além disso, o governo de Israel se responsabilizou pelos três feridos no ataque de Duma: o pai do bebê, Said Dawabsha, de 32 anos; sua esposa, Rihan, de 27, e o pequeno Ahmad, de quatro, que foram transferidos por helicópteros militares a dois hospitais nas cidades israelenses de Tel Aviv e Bersheva, em um gesto pouco habitual nestes casos.

"Estamos fazendo tudo o que podemos para salvar suas vidas. Estamos comovidos, enfurecidos. Tolerância zero contra o terrorismo, venha de onde venha", disse Netanyahu em comunicado.

O presidente do Estado de Israel, Reuven Rivlin, também visitou o pequeno Ahmad no hospital, condenou com dureza o ataque, e prometeu deter os culpados.

A vice-ministra das Relações Exteriores israelense (que na prática exerce a responsabilidade do departamento, cujo titular é Netanyahu), Tzipi Hotovely, aproveitou a ocasião para lembrar Hadas Fogel, um bebê judeu morto em 2011 durante um ataque palestino no qual foram assassinados cinco membros de uma família colonizadora.

Hotovely ressaltou que nas tábuas da lei judaica figura de maneira expressa a proibição de matar, ao mesmo tempo em que deplorou o assassinato e o qualificou de "atrocidade".

A crueldade do ataque foi imediatamente relacionada pelos palestinos, ONGs israelenses e até mesmo pela União Europeia (UE) com a falta de castigo habitual aos crimes dos colonos judeus na Cisjordânia cometidos contra palestinos.

Em comunicado, a UE instou Israel a ter "tolerância zero" perante a violência realizada por colonos israelenses e exigiu "total responsabilidade, uma aplicação efetiva da lei" e que as autoridades israelenses tomem "medidas determinadas para proteger à população local", além de reiterar sua "forte oposição à política de assentamentos de Israel".

Já o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, atribuiu diretamente o fato à "impunidade" que Israel permite aos colonos e pediu a intervenção da comunidade internacional.

Tudo indica que o violento ataque aconteceu por causa do mal-estar gerado esta semana entre a comunidade colonizadora pela demolição, na quarta-feira passada, de dois prédios no assentamento de Beit El, por ordem do Tribunal Supremo israelense e que deu lugar a enfrentamentos entre ultranacionalistas e as forças de segurança israelenses.

A organização pacifista israelense Paz Agora chegou hoje a assegurar que por trás do assassinato do bebê está "a instigação por parte de figuras públicas da extrema direita" e a política de "premiar os colonos" por ações ilegais.

"Isto não surge do nada. Vem de anos de ódio e incitação desde o mais alto nível das figuras públicas de Israel", disse à Agência Efe Anat Ben Nun, porta-voz desta ONG, que convocou para amanhã, sábado, uma manifestação de protesto em Tel Aviv.

O ataque dos colonos foi respondido ao longo do dia por pequenos focos de violência palestina, que não provocaram danos sérios.

Foram registradas revoltas de jovens palestinos perto da passagem de controle militar de Qalandia, a principal entre Jerusalém e Ramala, assim como nas cidades palestinas de Qadum (perto de Nablus), Jaljul e Hebron (no sul da Cisjordânia), na Cidade Antiga de Jerusalém, e no bairro de Issawiya.

Em Bir Zeit, ao leste de Ramala, ficou ferido por fogo israelense um jovem palestino que lançou um coquetel molotov contra um posto militar e no norte da Faixa de Gaza morreu um jovem de 17 anos e outro ficou ferido por disparos das tropas quando se aproximaram da cerca divisória.

Além disso, no vale do Jordão um veículo, provavelmente palestino, atirou contra um carro israelense, supostamente de colonos, que saíram armados e responderam com mais disparos, segundo o site de notícias israelense "Ynet".

O incidente terminou sem feridos e as autoridades israelenses impuseram uma ordem de censura sobre ele, assim como sobre a investigação do ataque de Duma.

O controle da informação, as duras condenações e as promessas de castigo aos culpados são parte da estratégia para que não se alterem ainda mais os ânimos e não se repitam fatos como os ocorridos no ano passado.

O sequestro e assassinato de três jovens israelenses em junho de 2014 foi seguido em julho de 2014 pelo assassinato em represália do palestino Mohammed Abu Jdeir (queimado vivo por colonos extremistas), que provocou uma espiral de violência que deu lugar à guerra de Gaza, na qual morreram 2.251 palestinos (1.462 deles civis e 551 crianças) e 67 soldados e seis civis do lado israelense. 
Hezbollah  continua apostando no apoio do Irã

Hezbollah continua apostando no apoio do Irã

Hezbollah  continua apostando no apoio do Irã
Hassan Nasrallah - Coisas Judaicas
O grupo Hezbollah acredita que ainda pode contar com o apoio do Irã mesmo depois do acordo nuclear de Teerã com potências mundiais, disse o líder Sayyed Hezbollah  continua apostando no apoio do Irã.

Em suas primeiras declarações públicas desde que o acordo foi alcançado este mês em Viena, Nasrallah disse que tinha certeza de que Teerã iria confundir os críticos que dizem que o apoio ao Hezbollah terminaria.

"Nós lidamos com confiança e garantia total", disse Nasrallah, na cerimônia para homenagear filhos e filhas de combatentes mortos do Hezbollah.

As sanções dos EUA contra três líderes militares do Hezbollah que estão envolvidos em operações na Síria não teriam qualquer impacto sobre o grupo, disse Nasrallah.

As novas sanções, na sequência do acordo nuclear, e a designação continuada de Washington do Hezbollah como um grupo terrorista, mostraram que as políticas dos EUA não mudaram em direção ao Hezbollah, disse ele.

"Os Estados Unidos são o Grande Satã, antes e após o negócio", disse ele.

O Presidente dos EUA, Barack Obama, e o secretário de Estado John Kerry disseram que estão preocupados com o apoio do Irã a grupos regionais beligerantes, como o Hezbollah.

Nasrallah disse que seu grupo estava orgulhoso do apoio financeiro de Teerã, o que lhe permitiu resistir às políticas de Israel e dos EUA na região.

O apoio do Hezbollah tem sido crucial para o presidente da Síria, Bashar al-Assad, no conflito sírio de quatro anos de 
duração.
Rivlin recebe rabinos, de várias correntes

Rivlin recebe rabinos, de várias correntes



Rivlin recebe rabinos, de várias correntesRivlin e rabinos, juntos e misturados


Rabinos e líderes de vários movimentos judaicos - ortodoxos, conservadores, e reformistas - participaram de um evento organizado pelo presidente Reuven Rivlin em sua residência antes do jejum de Tishá Be Av.

Os participantes discutiram a destruição de Jerusalém e a unidade de Israel, e no espírito dos tempos expressaram o compromisso de uma conversa tolerante, justa e respeitosa - mesmo sobre questões controversas.
Entre aqueles que falaram na conferência, que foi organizada com o Instituto de Política Judaica, estavam o rabino Benny Lau da comunidade Ramban ortodoxa em Jerusalém; Rabino Chaya Rowen-Baker da congregação conservadora Ramot Sião, em Jerusalém; Rabino Meir Azari da sinagoga reformista Beit Daniel em Tel Aviv; Dr. Moti Zeira de HaMidrasha em Oranim; e outros.

"Como família, uma sociedade também precisa de solidariedade e fraternidade", disse o presidente Rivlin aos participantes. "Uma sociedade sem isto - como o Talmud nos ensina, é destinada à destruição. A noção de família é intrínseca a uma sociedade saudável. Em uma sociedade saudável existe unidade e ética, leniência sobre a lei ao lado da letra da lei."

O presidente passou a enfatizar: "Temos de lembrar e garantir a existência da unidade, do amor de Israel simples dentro de nós, dentro do povo judeu ... Não devemos esquecer, nem por um momento, que os debates ferozes são expressões genuínas e sinceras de uma preocupação de todos nós - ortodoxos, reformistas, conservadores, e secularistas - para os dias de hoje, e para o futuro do povo judeu".

Rivlin disse que "pode-se discordar das posições e opiniões dos membros reformistas ou de movimentos conservadores, mas não podia negar sua dedicação, ou a voz clara com a qual eles falam, em apoio ao Estado de Israel aqui e ao redor do mundo. Podia debater com a comunidade sionista religiosa, ou com o movimento Kibbutz, mas não podia negar a contribuição desses movimentos para a construção do Estado de Israel, para o seu bem-estar e segurança.
Rivlin enfatizou seu compromisso de garantir que a residência do presidente continue a agir como uma casa para todos os setores da sociedade israelense. "Isto certamente não é uma tarefa fácil. Especificamente por causa das graves divergências que incide entre nós sobre a questão de quem tem o direito de ser representado e onde. E, no entanto, esta é uma missão em que estou determinado a ter sucesso, fora da compreensão de que a busca da unidade sem desfocar opiniões, de criar solidariedade sem excluir identidades e de se esforçar para desenvolver uma linguagem comum, mesmo para os desacordos - é a tarefa deste escritório e é minha tarefa ".
Rivlin recebe rabinos, de várias correntes
As recentes declarações do ministro de serviços religiosos David Azoulay, sugerindo que os judeus reformistas não eram verdadeiramente judeus, lançaram uma sombra sobre o evento, assim como um incidente no mês passado em que o próprio Rivlin recusou a permitir que um rabino conservador oficializasse um bar mitzvah programado para ocorrer em sua residência.

"Uma das coisas que o povo judeu deve ter é uma memória coletiva e símbolos compartilhados", disse Moti Zeira. "A missão que todos nós compartilhamos pode mudar a israelidade e a hostilidade e a ignorância na sociedade ... Para lidar com a ignorância, devemos criar um diálogo compartilhado."

"Eu sou judeu conservador que nem sempre concordo com muitos judeus reformistas, mas posso celebrar o que eles fazem", disse o rabino Chaya Rowen-Baker. "Eu preciso deles para servir aqueles a quem eu não posso servir."

"Sabemos como morrer juntos, mas hoje eu pergunto: nós sabemos como viver juntos?" perguntou o rabino Benny Lau. "Nós temos uma grande responsabilidade, porque a cada geração é dada a oportunidade de construir uma casa. As gerações antes de nós não tiveram a oportunidade que faze-lo. Esta casa não é temporária."
O lado vegetariano de Israel

O lado vegetariano de Israel


O lado vegetariano de Israel Nana Shrier, proprietária do elegante restaurante georgiano Nanuchka, no centro de Tel Aviv, chocou o mundo da culinária de Israel quando ela retirou todos os produtos de origem animal do menu. 

Um ano depois, o negócio está prosperando, desafiando aqueles que previam sua morte.

Nanuchka é parte de uma tendência crescente que tem transformado o centro financeiro de Israel em um refúgio para quem não coloca carne na cozinha. Cerca de 400 estabelecimentos do setor alimentício tem o certificado de "vegan amigável", incluindo a Dominos Pizza, a primeira na cadeia global a vender pizzas veganas cobertas com queijo não lácteo.

"Há uma boa multidão para elas, e é um público muito leal", disse o vice-presidente de marketing Ido Fridman, notando que a Dominos de Israel vendeu mais de meio milhão de pizzas veganas no ano passado.

O lado vegetariano de Israel O veganismo ganhou popularidade, juntamente com o aumento da consciência da nutrição, em todo o mundo. Mas o rápido crescimento em Israel, que vai além de iniciativas como "Meatless Mondays", pode sinalizar mais destas lojas em outros lugares.

Como os vegetarianos, veganos não comem carne, mas eles também evitam produtos de origem animal, incluindo ovos, leite e mel.

Tel Aviv bateu Berlim, Nova York, Índia e Estados Unidos com sites de alimentos para viajantes veganos. O site elogiou o falafel vegan, encontrado em muitos cantos das ruas.

Mesmo o exército israelense começou a oferecer refeições veganas em suas bases e forneceram aos soldados vegan botas e boinas livre de lã.

O lado vegetariano de Israel Um estudo preparado para o Canal Dois da TV de Israel encontrou cinco por cento dos israelenses identificados como veganos e 8 por cento como vegetarianos, enquanto 13 por cento estão pensando em ser veganos ou vegetarianos. Em 2010, apenas 2,6 por cento eram vegetarianos ou veganos.

Shrier foi fortemente aconselhada a não converter seu restaurante para vegan.

"Meus trabalhadores, contadores, advogados, conselheiros financeiros, amigos, até mesmo o meu psicólogo disse que o restaurante de sucesso precisa ser deixado em paz", disse ela em uma entrevista ao ar livre sobre o Nanuchka."Mas eu entendi que tenho o privilégio de influenciar através do restaurante."


Shrier disse que o volume de negócios subiu, com pratos de delírio, incluindo uma massa georgiana recheada com cogumelos e espinafre e nozes.

O lado vegetariano de Israel Mas o bem-abastecido bar popular viu uma queda nos clientes, que Shrier atribui a uma "multidão hedonista que não consegue entender como eles podem cozinhar sem carne."

Omri Paz, chefe do grupo sem fins lucrativos Vegan Friendly, trabalha com cafés e restaurantes israelenses para oferecer pratos vegetarianos ao lado de sua tarifa habitual e estima que cerca de 700 pontos de venda tem o certificado vegan amigável.

Ele atribuiu o recente aumento do veganismo, em parte, a uma palestra que se encontra no YouTube do ativista americano dos direitos dos animais Gary Yourofsky que tem cerca de 1,5 milhões de visualizações em Israel.

"A palestra ajuda a Israel que é um país pequeno, onde as coisas rapidamente se tornam virais", disse ele.


A televisão israelense mostrou várias investigações sobre o abuso de animais na indústria de carne e produtos lácteos. Os ativistas israelenses dos direitos dos animais são muito vocais - apenas na semana passada eles se acorrentaram ao portão de uma fábrica de processamento de carne.

Uma dessas ativistas era Tal Gilboa, vencedora do popular reality show "Big Brother" do ano passado, cuja agenda vegan ajudou a converter milhares, de acordo com Paz.

Israel desenvolveu um radar especial anti-foguetes

Israel desenvolveu um radar especial anti-foguetes

Israel desenvolveu um radar especial anti-foguetes

As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão programando lançar um novo sistema de radar que visa proporcionar aos israelenses significativamente mais tempo para se esconder quando um morteiro é disparado, a partir da Faixa de Gaza.

Seguindo o conflito de 50 dias do verão passado com o grupo islâmico Hamas, o Comando Sul de Israel está em processo de refinar os sistemas de defesa do país.

De acordo com um oficial sênior do Comando Sul, uma das melhorias será vista pelos moradores de comunidades que fazem fronteira com Gaza, com o ganho de segundos cruciais para correr para se esconderem quando forem disparados morteiros sobre eles.



É esperado que o tempo de aviso vá dos 3-5 segundos para 15 segundos, segundo o informe, acrescentando que as empresas do IDF e de defesa encontraram uma solução técnica para aumentar o tempo de aviso.

"No momento, o sistema foi instalado em vários locais diferentes na fronteira de Gaza, mas ele ainda está em fase experimental e nós acreditamos que podemos resolver a questão nos próximos meses", disse um oficial do exército. "O sistema vem ganhando muitas melhorias e fizemos progressos significativos, não estamos na mesma situação em que estávamos antes de Operação Borda de Proteção."
Aparelho israelense que remove espinhas é lançado no Brasil

Aparelho israelense que remove espinhas é lançado no Brasil

Aparelho israelense que remove espinhas é lançado no BrasilCriado pela companhia israelense Radiancy, o “no! no! Skin” é um aparelho portátil para tratamento de espinhas em pessoas com acne inflamatória de leve a moderada. 

A tecnologia patenteada, originalmente concebida para o mercado profissional, proporciona ondas terapêuticas de luz e energia térmica, que são delicadamente pulsadas sobre a pele, matando as bactérias que criam as espinhas, reduzindo a vermelhidão e acalmando a dor.

Em um estudo clínico controlado, realizado pelo FDA, o “no!no! Skin” proporcionou uma melhora de 81% em um período de 24 horas. Ele pode ser usado no rosto, braços, costas e peito, não possui substâncias químicas, cremes ou medicações envolvidas. 

Segundo Eli Castiel, vice-presidente mundial da empresa, “além de indolor, o produto é prático e pode ser utilizado em qualquer ocasião ou hora do dia, uma vez que é pequeno, leve e sem fio”.
Terrorismo de radicais pode provocar nova onda de violência na Cisjordânia

Terrorismo de radicais pode provocar nova onda de violência na Cisjordânia

Terrorismo de radicais pode provocar nova onda de violência na Cisjordânia
Incêndio criminoso mata bebê palestino e gera temor de nova onda de violência na Cisjordânia.

Palestinos observam danos provocados por incêndio em residência, que causou a morte de um bebê
Um bebê palestino foi queimado vivo durante um incêndio criminoso supostamente realizado por colonos judeus em um vilarejo na Cisjordânia, informou a polícia israelense.

Ali Saad Dawabsha, de 1 ano e meio, foi morto na casa de sua família em Duma. O ataque ocorreu durante a noite. Os pais e o irmão dele, de quatro anos, também ficaram feridos durante o incidente.

Os responsáveis pelo ataque picharam a palavra "vingança" em hebraico em uma das duas casas que foram atacadas.

O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, chamou o ataque de "repreensível e terrível".

"Isso é um ato de terrorismo. O Estado de Israel condena o terrorismo independente dos perpetradores", afirmou o premiê israelense em sua conta no Twitter.

No entanto, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que controla a Cisjordânia, afirmou que o governo de Israel é "totalmente responsável pelo assassinato brutal" do menino.

"Essa é uma consequência direta de décadas de impunidade dada pelo governo israelense para colonos terroristas", afirmou a organização.

Ali Saad Dawabsha morreu na hora. A mãe, Reham, o pai, Saad, e o irmão, Ahmad, foram encaminhados para um hospital em Nablus.

Por meio de um comunicado, as Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram: "A investigação preliminar sugere que os suspeitos entraram no vilarejo nas primeiras horas da manhã, incendiaram as casas e picharam frases em hebraico nelas".

"As Forças de Defesa de Israel estão operando de forma a localizar os suspeitos desse ataque".

A polícia diz acreditar que o ataque tenha motivações nacionalistas.

O último ataque parece fazer parte da série de atos de vandalismo ou incêndio por extremistas judeus como forma de vingança por ações e ataques contra assentamentos judeus ou postos avançados não autorizados na Cisjordânia.

Cerca de 500 mil judeus moram em mais de 100 assentamentos construídos desde a ocupação da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental em 1967. Os assentamentos são considerados ilegais segundo as leis internacionais.

30 de jul. de 2015

Qual é o único país do mundo

Qual é o único país do mundo


Qual é o único país do mundoPERGUNTAS: QUAL É O ÚNICO PAÍS DO MUNDO... (Rafael Hurovich)

Caros Amigos,

Mesmo após a passagem das 3 Semanas e do 9 de Av, quando devemos nos alegrar e renovar as esperanças quanto à Redenção do nosso exílio, foi com grande tristeza no coração que coloquei no papel uma série de perguntas que passaram pela minha mente, para as quais já sei a resposta...

Pensei muito antes de publicar isto, mas está atravessado na minha garganta, por isso tenho que fazê-lo.

Peço desculpas pelo desabafo, e até penso um dia escrever uma outra série de perguntas mostrando as virtudes daquele mesmo país, que não são poucas... mas por enquanto aí vão as perguntas do momento:

1) – Qual é o único país do mundo cuja própria existência e legitimidade é constantemente negada e questionada pelas nações?

2) – Qual é o único país do mundo cuja capital não é reconhecida pelas nações?

3) – Qual é o único país do mundo onde a prefeitura de uma cidade autoriza a construção de algumas casas e as outras nações se levantam indignadas em protesto, enquanto centenas de milhares de pessoas são assassinadas em dezenas de lugares (alguns bem próximos) em guerras sangrentas há décadas, sem gerar qualquer interesse?
Qual é o único país do mundo
4) – Qual é o único país do mundo que permite a um cidadão ser eleito como parlamentar, e este pode pregar abertamente a aniquilação do seu próprio país e a invasão por forças estrangeiras, sem ser sumariamente julgado por traição e expatriado (ou executado)?

5) – Qual é o único país do mundo que acolhe de braços abertos mais de 400 organizações não governamentais financiadas pelo dinheiro sujo dos seus piores inimigos, que têm as mãos sujas de sangue e trabalham dia e noite para propagar mundialmente a desumanização do seu próprio povo e a ilegitimidade da posse da própria terra?

6) – Qual é o único país do mundo que concede liberdade religiosa aos fiéis de qualquer seita, religião ou grupo, exceto aos cidadãos que professam a sua fé majoritária e milenar?

7) – Qual é o único país do mundo que tem no coração da sua capital uma área (seu lugar mais sagrado) que está sob o domínio “legal” de um país estrangeiro e hostil, e nesse lugar sagrado seus próprios cidadãos não têm liberdade de ir e vir nem liberdade de expressão?

8) – Qual é o único país do mundo onde um jovem inocente declara em voz alta que “o Eterno é nosso D”s, o Eterno é Um”, e é sumariamente detido pela polícia cujo salário é pago por ele mesmo para protegê-lo?

9) – Qual é o único país do mundo onde um terrorista, que mata dezenas de inocentes num atentado covarde, fica preso numa penitenciária com mais conforto que sua própria casa, e onde ele pode fazer graduação e pós-graduação às custas dos cidadãos inocentes que não têm dinheiro para alimentar sua família?

10) – Qual é o único país do mundo país do mundo que é invadido por diversas nações inimigas que tentaram destruí-lo, derrota todos eles de modo humilhante e, pouco depois, dá para um desses invasores frustrados um território maior do que sua própria extensão, de graça, em troca de um papel sem valor, enquanto os cidadãos do país que recebeu o “presente” continuam expressando seu ódio, mais de 30 anos depois?

Qual é o único país do mundo11) – Qual é o único país do mundo que respeita plenamente os direitos das mulheres e todo tipo de minorias étnicas, religiosas e sexuais, mas é objeto de condenação unânime e exclusiva dos “liberais” do mundo inteiro, e é acusado de ser o maior violador dos direitos humanos?

12) – Qual é o único país do mundo acusado de “apartheid”, onde os cidadãos de todas as minorias têm direitos plenos civis e eleitorais, acesso à educação, saúde e benefícios sociais, ensino universitário e todos os outros direitos?

13) – Qual é o único país do mundo que, ao tentar conter a imigração ilegal de estrangeiros que se infiltram através das suas fronteiras (exatamente como fazem todas as outras nações), é mundialmente acusado de discriminação e racismo?

14) – Qual é o único país do mundo, cujo exército distribui milhões de panfletos ao inimigo, avisando para evacuar os alvos militares antes de serem atacados, e o inimigo manda suas próprias crianças, mulheres e velhos se postarem no telhado para defender os paióis subterrâneos de mísseis, ao custo das suas vidas?

15) – Qual é o único país do mundo que, mesmo seu exército avisando o inimigo antes de atacar seus depósitos de armamento, é acusado pela imprensa mundial de “desumano e cruel”?

16) – Qual é o único país do mundo que, para evitar a morte de civis inimigos, envia seus próprios filhos para a morte em missões impossíveis por terra, ao invés de aniquilar o inimigo jogando uma bomba?

17) – Qual é o único país do mundo que propõe a paz a um inimigo que declara abertamente, para quem quiser ouvir, verbalmente e por escrito, sua intenção de aniquilá-lo e tomar seu território “desde o rio até o mar”?

18) – Qual é o único país do mundo que arranca milhares de cidadãos de um território conquistado numa guerra de legítima defesa, dá essa terra de graça ao inimigo, e em troca recebe dezenas de milhares de foguetes, porém não bombardeia o inimigo até a rendição incondicional?

19) – Qual é o único país do mundo onde um terrorista mata dezenas de cidadãos inocentes num atentado, fica gravemente ferido, salvam sua vida, e logo após ficar curado, é solto e volta a cometer atentados terroristas?

20) – Qual é o único país do mundo a quem o Criador do Universo deu sua terra através de um decreto irrevogável, que consta no livro mais lido e reverenciado pela humanidade, e no entanto toda a humanidade nega o seu direito a essa mesma terra?

21) – Qual é o único país do mundo que envia milhares de carretas com cimento e outros materiais ao inimigo para ajudá-lo a construir casas, escolas e hospitais, e este usa o presente para construir túneis que servem para invadir o país e assassinar suas próprias crianças e cidadãos inocentes? (e continua mandando mais e mais cimento!!)

22) – Qual é o único país do mundo que, em guerra com o inimigo, constrói abrigos para proteger sua população e promove a evacuação da mesma ao ser atacado por mísseis, e as nações protestam “como é possível que morram tão poucos?”, enquanto o inimigo usa suas mulheres, crianças e velhos como escudo para que morra a maior quantidade possível, de modo que possam choramingar perante as nações sobre a “desproporcionalidade do conflito”?

23) – Qual é o único país do mundo cujo povo foi expulso, torturado e espezinhado durante milênios pelas nações, que diziam “fulanos, aqui não é seu lugar, vão embora pra terra de vocês!!” e agora que o povo retornou à sua terra histórica, as nações dizem “fulanos, essa terra não lhes pertence, vocês são ocupantes ilegais!!”?

24) – Qual é o único país do mundo cujo governo fornece milhões e milhões em generosos subsídios e patrocínios para todo tipo de projetos e causas culturais, esportivas, religiosas, políticas etc. (inclusive projetos que divulgam uma imagem negativa ou caluniosa do país e seu povo), enquanto uma parte dessa mesma população dedica sua vida inteira e suas energias, dia e noite, para estrangular e cortar os parcos subsídios a uma pequena fração dos seus próprios irmãos que dedicam suas vidas ao estudo das escrituras sagradas?
Radical judeu fundamentalista apunhala seis pessoas na parada gay

Radical judeu fundamentalista apunhala seis pessoas na parada gay

Radical judeu fundamentalista apunhala seis pessoas na parada gayYishai Shlissel Judeu fundamentalista apunhala seis pessoas em parada gay em Jerusalém

Seis pessoas foram esfaqueados na parada do Orgulho Gay em Jerusalém, nesta quinta-feira à noite, segundo a polícia. 

O atacante realizou um ataque similar ao desfile, há 10 anos. Uma das vítimas, uma mulher, estava em estado crítico, disse o Magen David Adom. Outros dois estão em estado grave. 

O suspeito do ataque, um homem ultra-ortodoxo que estava protestando contra o desfile, foi detido. A polícia confirmou que o criminoso Yishai Shlissel é o mesmo homem que esfaqueou três manifestantes na Parada do Orgulho Gay de Jerusalém, em 2005. Ele foi libertado da prisão há três semanas.

Radical judeu fundamentalista apunhala seis pessoas na parada gayAn injured woman after a stabbing at the annual Jerusalem Pride Parade on July 30, 2015. (Eric Cortellessa/Times of Israel)

O Canal 2 da TV citou fontes anônimas dizendo que era claro para alguns daqueles que estiveram em contato com Shlissel que ele "não tinha mudado" seus pontos de vista extremistas. Em 2005, ele tinha dito que ele estava em uma missão de Deus. 
Radical judeu fundamentalista apunhala seis pessoas na parada gay
Yishai Shlissel  no momento do ataque

O Canal 2 disse que Shlissel fazia comentários frequentes tornando claro que ele permanecia violentamente em oposição à comunidade gay e homossexual. Nir Barkat, prefeito de Jerusalém, condenou o esfaqueamento dizendo que era "uma tentativa de prejudicar o tecido da vida na cidade e impedir o direito fundamental da liberdade de expressão. 

Radical judeu fundamentalista apunhala seis pessoas na parada gayNós não vamos permitir uma única desculpa para a violência de qualquer tipo. Jerusalém é um lugar para todos e vamos continuar a lutar junto com a Polícia Israel contra todos os que tentam violentamente prejudicar ao outro ", disse ele. "Vamos continuar a apoiar todos os grupos e comunidades em Jerusalém e não seremos intimidados por aqueles que tentam formas perversas para evitar que isto aconteça."      

             
                                    

29 de jul. de 2015

Cidade medieval espanhola é metáfora urbanística da Cabala

Cidade medieval espanhola é metáfora urbanística da Cabala

Cidade medieval espanhola é metáfora urbanística da Cabala

O bairro judeu de Girona, cidade medieval na Espanha, é um dos mais bem conservados do mundo. Um labirinto de ruas estreitas e pátios mantêm a atmosfera medieval e ressalta a importância da cultura judaica no local. 

Por suas ruas andou o Rabi Moshe ben Nachman (Girona, 1194- Palestina,1270), também conhecido como Nachmânides ou por seu acrônimo hebraico Ramban, filósofo, médico, poeta, talmudista e grande conhecedor da Torá e da Cabala.

Com ele se iniciou a escola cabalística de Girona. Nachmânides foi o representante máximo da corrente espiritualista e mística judaica e considerava a revelação superior à filosofia.

As ruas labirínticas, as escadas íngremes, os corredores estreitos de Girona formam uma verdadeira metáfora urbanística da Cabala.

Girona faz parte do projeto “Red de Juderías - Caminos de Sefarad” - rota turística criada em 1995, com 24 cidades que recuperam a herança judaica na Espanha.

Um vídeo produzido pelo projeto mostra o Museu da História dos Judeus, que reconstrói a história e a vida dos judeus da Catalunha, e a Torre Gironella, onde os judeus se refugiaram de ataques em 1391. Assista.

Em 2014, durante encontro em São Paulo com o então presidente da Conib, Claudio Lottenberg, o então Príncipe de Astúrias destacou a importância cultural, educativa e turística da iniciativa. “Sefarad [Espanha, em hebraico] não é nostalgia, mas um lugar onde os judeus estão em sua própria casa". 
UNISAL oferece pós-graduação em Estudos Judaicos

UNISAL oferece pós-graduação em Estudos Judaicos

UNISAL oferece pós-graduação em Estudos Judaicos UNISAL oferece pós-graduação em Estudos Judaicos (lato sensu)

O Centro Universitário Salesiano de São Paulo oferece a partir do segundo semestre de 2015 um programa de pós-graduação em Estudos Judaicos. 

O objetivo é capacitar profissionais e estudiosos na abordagem dos textos centrais da tradição judaica, além do estudo da história, pensamento e cultura do povo judeu. A coordenação é do rabino doutor Alexandre Leone.

Com inicio em 23 de agosto, terá duração de dois anos e mensalidade de R$ 400,00. Para a abertura de turma, é necessário um número mínimo de 20 inscritos.  As inscrições encerram-se em 21 de agosto.

Informações via (11) 3649-0200.
 Berlim homenageia atletas judeus vítimas do nazismo

Berlim homenageia atletas judeus vítimas do nazismo

 Berlim homenageia atletas judeus vítimas do nazismo
Delegação de Israel nas Macabíadas de Berlim. Reprodução.
Em Berlim, exposição homenageia atletas judeus vítimas do nazismo

Os Jogos Macabeus Europeus, maior competição esportiva judaica no continente, estão sendo realizados pela primeira vez em Berlim. 2.300 atletas de 38 países competem em 24 disciplinas, de 27 de julho a 5 de agosto. A abertura ocorreu no Estádio Olímpico, construído por Hitler em 1936, como cenário da propaganda nazista. Lá, o ditador sanguinário viu o negro norte-americano Jesse Owens vencer os 100m rasos e deixou o local antes de cumprimentá-lo.

A capital alemã sedia, durante os jogos, a exposição "Entre o sucesso e perseguição – judeus campeões no esporte alemão até 1933, e posteriormente", que documenta a história de 17 atletas judeus alemães. Realizada pelo Centro de História do Esporte Alemão, pelas universidades de Potsdam e de Hannover, a mostra faz parte do programa cultural das Macabíadas e estará em cartaz até 16 de agosto, ao ar livre, na Washingtonplatz.

Com a ascensão de Hitler ao poder, em 1933, os atletas judeus foram expulsos de federações e clubes  e despojados de seus títulos e medalhas. Muitos foram deportados e morreram nos campos de extermínio nazistas, enquanto outros fugiram  e continuaram sua carreira no exterior.

Em 1896, nos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, em Atenas, os ginastas Alfred e Gustav Flatow foram os primeiros campeões olímpicos judeus da Alemanha. Como a maioria dos alemães judeus na época, eles faziam parte de um clube público de ginástica, que não levava em consideração a religião de seus membros.

À medida que os esportes começaram a ganhar espaço no inicio do século 20, as oportunidades para participação de judeus cresceram. Fazer parte de um clube de esportes, tornava possível a integração social, o que não ocorria em outras áreas da vida cotidiana. Como atletas, os judeus alemães sentiram os efeitos da igualdade mais do que em qualquer outro setor da sociedade alemã.

No futebol, os judeus pertenceram ao grupo mais importante dos pioneiros. Walther Bensemann organizou o primeiro internacional da seleção alemã, em 1893, cofundou a Associação Alemã de Futebol e, em 1920, a revista de futebol Kicker. Muitos judeus participaram na fundação de clubes; em 1911, os judeus Julius Hirsch e Gottfried Fuchs foram convocados para a seleção.

“É e sempre será para a Alemanha uma obrigação moral vasculhar os crimes dos nazistas, homenagear suas vítimas e manter a memória viva para as futuras gerações”, afirmou  Monika Grütters, ministra da Cultura.

Em Berlim, o presidente Congresso Judaico Mundial, Ronald Lauder, afirmou: "É um triunfo do bem sobre o mal".

Os Jogos Macabeus Europeus foram realizados pela primeira vez em Praga, em 1929. Após o Holocausto, retornaram em 1959, em Copenhague. A Macabíada Mundial é realizada a cada quatro anos em Israel. A versão europeia, bem como a pan-americana, é realizada entre os jogos internacionais. Modalidades que não estão nas Olimpíadas, como xadrez e boliche, estão nas Macabíadas. O grande campeão Garry Kasparov, nascido Garik Kimovich Weinstein, é judeu (mas não participa dos Jogos Macabeus).
 Berlim homenageia atletas judeus vítimas do nazismo
Panorama de exposição em Berlim. Foto: Demotix.

 Berlim homenageia atletas judeus vítimas do nazismo
Atletas retratados na exposição "Entre o sucesso e perseguição – judeus campeões no esporte alemão até 1933, e posteriormente", em Berlim. Reprodução.

 Berlim homenageia atletas judeus vítimas do nazismo
Atletas israelenses comemoram participação em Berlim. Reprodução.
 Berlim homenageia atletas judeus vítimas do nazismo
Competição de atletas judeus alemães no início do século 20. “O segundo atleta à direita é Hans Rothschild, que corria provas de 100 metros rasos e 4 X 100 defendendo as cores do clube Bar Kochba de Berlim. Hans tinha qualificação pré-olímpica, mas foi proibido de participar das provas qualificatórias da Olimpíada de 1936, por ser judeu. Este foi o sinal para ele sair da Alemanha. Hans chegou ao Brasil em 1935, e se naturalizou brasileiro. Aqui, ficou conhecido como João Rothschild, meu pai” (depoimento dado por Charles Rothschild, ao ver esta foto no Facebook da Conib).Foto: Bildarchiv Pisarek / akg-images

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 Child Killer Samir Kuntar Dead in Alleged Israeli Air Strike

Child Killer Samir Kuntar Dead in Alleged Israeli Air Strike

Coisas JudaicasHezbollah Child-Killer Samir Kuntar 'Killed in Syria Airstrike'

Israel allegedly targeted child-murdering terrorist Samir Kuntar in Syrian strike.

Samir Kuntar greeted by Hezbollah, Syrian officials upon his releaseCredit: Reuters
Reports are coming out that Israel targeted and killed the notorious child murderer Samir Kuntar today (Wednesday).

According to the British-based Syrian Observatory for Human Rights, the Israel Air Force struck a vehicle carrying five fighters loyal to dictator Bashar al-Assad. Three of the passengers were from the Syrian People's Committees, while Kuntar and the fifth person belonged to Lebanese terror group Hezbollah.

Kuntar was born in Lebanon to a Druze family. In 1978 he and three other terrorists from the now-defunct Palestine Liberation Front (PLF) snuck into Israel by boat and attempted to kidnap the Haran family from their home in Nahariya. The wife managed to hide in a crawlspace with the two-year-old daughter, but the husband and four-year-old were taken.

Kuntar and his associates took their hostages to the nearby beach, where Israeli soldiers and police officers encountered them. According to the official account, Kuntar shot the father in the back, then beat the daughter to death.

Back at the house, the wife accidentally smothered the younger daughter to death while trying to prevent her from crying out and giving away their hiding spot.

At the time of the attack, current Palestinian Authority President Mahmoud Abbas was in charge of the PLF.

Kuntar served 29 years in prison before being released in exchange for the bodies of Ehud Goldwasser and Eldad Regev in 2008.

After his release, Kuntar returned to a hero's welcome in Lebanon. The President, Prime Minister, and Speaker of the Parliament greeted him as he stepped off the plane. Several months later Syrian dictator Bashar al-Assad presented Kuntar with the Syrian Order of Merit.

Kuntar has given a number of interviews since his release, and frequently spoke of his desire to kill more Israeli civilians.
Jonathan Pollard espião israelense vai ser solto nos EUA

Jonathan Pollard espião israelense vai ser solto nos EUA


Coisas Judaicas
Washington, 29 - Uma comissão federal dos Estados Unidos concedeu a liberdade para Jonathan Pollard, espião israelense preso há 30 anos, informaram seus advogados. Pollard deve ser libertado em novembro.

De acordo com o anúncio, a decisão da comissão foi unânime e não tem relação nenhuma com as negociações dos EUA com o Irã.

O The Wall Street Journal divulgou na semana passada que oficiais norte-americanos estavam se preparando para libertar Pollard e esperavam que sua soltura pudesse abrandar as relações entre os EUA e Israel, bastante prejudicadas devido ao acordo nuclear com o Irã.

De acordo com os advogados de Pollard, o governo dos EUA não se opôs a sua soltura.

O caso era motivo de tensão entre Israel e os EUA há décadas, com muitos governos norte-americanos tendo considerado sua soltura, mas sempre terminavam por rejeitar os apelos de Israel.

Pollard, hoje com 60 anos, era um analista da Marinha dos EUA quando foi preso em 1985, acusado de passar malas contendo segredos do exército norte-americano para Israel. Ele declarou-se culpado em 1986 e foi sentenciado a prisão perpétua em 1987.

"Estamos ansiosos para ver nosso cliente livre em menos de quatro meses", disseram os advogados de Pollard, Eliot Lauer e Jacques Semmelman.

Os advogados afirmaram que, segundo os termos da sua liberdade condicional, Pollard deve permanecer nos Estados Unidos por cinco anos. Ele pediram ao presidente dos EUA, Barack Obama, para usar seu poder de clemência em favor de Pollard e liberá-lo antes de 21 de novembro, data marcada, e permitir que ele deixe o país para se realocar em Israel.

Os advogados ainda disseram que Pollard pretende viver em Nova York caso o governo não permita que ele se mude para Israel. Fonte: Dow Jones Newswires.
Israel terra das coisas incríveis

Israel terra das coisas incríveis

Samoan - Coisas Judaicas
Cirurgia em hospital veterinário de zoológico demorou duas horas.

Leão macho chama Samoan e tem oito anos.

Um leão africano de oito anos que vive no Zoológico Ramat Gan, em Tel Aviv, Israel, passou nesta quarta-feira (29) por uma cirurgia de duas horas para remover um tumor no estômago. 

A equipe do hospital veterinário do zoológico deve determinar, após estudo em laboratório, se o tumor do leão macho, chamado Samoan, é benigno ou maligno. Vejas imagens da operação.

Leão passa por cirurgia em zoo de Israel para tirar tumor; veja fotos:

Israel terra das coisas incríveis

Israel terra das coisas incríveis

Israel terra das coisas incríveis

Sob pressão Netanyahu cede a novas construções

Sob pressão Netanyahu cede a novas construções

Coisas JudaicasNetanyahu autoriza construção imediata de 300 casas na Cisjordânia.

Casas anunciadas pelo premiê israelense ficarão em Beit El.
Anúncio ocorreu no mesmo dia de demolições na cidade.

Após consultas junto ao gabinete do primeiro-ministro, a construção imediata de 300 casas em Beit El foi autorizada", indica um comunicado que também anuncia "o planejamento" de mais de 500 casas em Jerusalém Oriental, a parte palestina da cidade ocupada e anexada por Israel.

Imediatamente, os palestinos denunciaram as "atividades relacionadas com a colonização" como "crimes de guerra", que fazem parte de "um plano dos líderes israelenses para impor o 'Grande Israel' sobre a Palestina histórica e destruir a solução de dois Estados e a chance para a paz".

Hanan Ashrawi, um dos principais membros da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), também "condenou a escalada louca de colonização liderada pelo governo extremista" de Netanyahu.

Paralelamente a esta decisão, o exército israelense destruiu nesta quarta-feira duas casas em construção em Beit El, uma colônia da Cisjordânia perto de Ramallah, em cumprimento a uma decisão judicial.

Estas demolições provocaram confrontos entre colonos e as forças de segurança israelenses, constatou um fotógrafo da AFP.

A Suprema Corte de Israel ordenou no mês passado a destruição destes dois edifícios e rejeitou nesta manhã o recurso contra a destruição.
Abderrahmane Qassem, proprietário palestino das terras em que essas casas eram construídas, disse à AFP ter "ganhado hoje uma vitória sobre os colonos que roubaram a minha terra".

Resposta sionistaO gabinete de Netanyahu afirmou que a autorização dada nesta quarta-feira é para "uma construção prometida há três anos pelo governo de Israel após a destruição das casas da colina de Oulpena", um bairro de Beit El, onde colonos tinham construído sem autorização.

O ministro da Educação, Naftali Bennett, ele próprio um ex-líder dos colonos na Cisjordânia, viajou na terça-feira a Beit El. Ele elogiou o anúncio desta quarta, dizendo que "o papel do Judiciário é julgar, e o do governo de construir".
"Esta decisão é uma resposta sionista. É desta maneira que vamos construir o nosso país", acrescentou em um comunicado divulgado logo após o anúncio do chefe de governo.

Quanto ao projeto em Jerusalém Oriental, Netanyahu "autorizou o planejamento da construção de 115 habitações em Pisgat Zeev, 300 em Ramot, 70 em Gilo e 19 em Har Homa", todos bairros da parte ocupada e anexada por Israel desde 1967.
Cerca de 400.000 colonos israelenses vivem atualmente na Cisjordânia, e quase outros 200.000 vivem em diferentes bairros de Jerusalém Oriental. Dez anos apenas após a retirada unilateral de Israel da Faixa de Gaza, a maioria dos israelenses apoiariam uma retomada da colonização em Gaza.

A comunidade internacional considera ilegal a colonização, ou seja, a construção de casas em territórios ocupados ou anexados por Israel desde 1967.

Para ela, a colonização dos territórios palestinos por Israel é o principal obstáculo a um processo de paz paralisado há anos.

O primeiro-ministro israelense, reeleito nas eleições parlamentares de março, havia prometido durante sua campanha prosseguir com a colonização e enterrar a ideia de um Estado palestino coexistindo com Israel, antes de voltar atrás destas observações após as eleições.

Mas o novo governo de Netanyahu, que tomou posse em meados de maio, tem alegrado os nacionalistas, ultra-ortodoxos e simpatizantes da colonização.