31 de out. de 2014

Jerusalém em dia de raiva

Jerusalém em dia de raiva



Jerusalém - Após uma semana de intenso enfrentamento entre a polícia e manifestantes árabes, cerca de 3.000 policiais israelenses foram enviados hoje para controlar os distúrbios na cidade de Jerusalém.
Palestinian men under 50, who were prevented from reaching the Temple Mount for Friday prayers, shout slogans in the East Jerusalem neighborhood of Wadi Joz October 31, 2014. (Yonatan Sindel/Flash90)
Jovens palestinos fizeram manifestações violentas nas entradas para o Monte do Templo que foi fechado para homens menores de 50 anos, após a tentativa de assassinato de um rabino ativista de direita por um árabe-israelense. O criminoso foi surpreendido em sua casa e morto ao tentar reagir.
Young Palestinian men, who were prevented by Israeli police from praying at the Temple Mount as a measure intended to head off escalating violence, pray at the police cordon in the East Jerusalem neighborhood of Wadi al-Joz, October 31, 2014. (Yonatan Sindel/Flash90)
A policia israelense esteve em alerta máximo nesta sexta-feira após o chamamento da Jihad Islâmica e do Hamas para que os palestinos incrementem a resistência contra Israel, não só em Jerusalém mas também na Cisjordânia.Desde às 5,45h da manha de hoje os helicópteros sobrevoavam a Cidade Velha de Jerusalém, bem como os bairros com alta concentração de  árabes-israelenses.
Palestinians prevented from reaching the Temple Mount on Friday pray at the police cordon in the East Jerusalem neighborhood of Wadi Joz, October 31, 2014. (Yonatan Sindel/Flash90)
Até o envio deste boletim, a policia informou que a situação estava sob total contrôle.
Projeto AvodáRio

Projeto AvodáRio

As empresas cadastradas no "Projeto AvodáRio" estão oferecendo as seguintes vagas: gerenciamento financeiro/administrativo, coordenador de eventos, assistente financeiro, auxiliar de produção, analista de qualidade, gerente de flat. O "AvodáRio", que tem o apoio do ALEF News, é um projeto que visa recolocar candidatos no mercado de trabalho e auxilia empresas com currículos dentro do perfil solicitado. Informações: (21) 2266-2415 e (21) 8018-2288, e-mail e site.

30 de out. de 2014

Brasil tem dois finalistas no Chidon HaTanach

Brasil tem dois finalistas no Chidon HaTanach

Brasil tem dois finalistas no Chidon HaTanach [Concurso sobre a Bíblia Judaica] para adultos. 

Edição de 2013 do concurso para jovens. Foto: Divulgação. Dois membros da comunidade judaica de São Paulo foram selecionados para a etapa final do Chidon HaTanach [Concurso sobre a Bíblia Judaica] para Adultos, que será realizada em Jerusalém durante as comemorações de Chanucá. 

s finalistas participarão de seminário e terão encontros com o primeiro-ministro e o ministro da Educação. O concurso para adultos é uma iniciativa inédita – já existe um concurso para alunos do Ensino Médio. A organização é do Ministério de Educação de Israel, Agência Judaica e Organização Sionista Mundial.
Comunidade judaica participa em São Paulo de simpósio inter-religioso sobre meio ambiente

Comunidade judaica participa em São Paulo de simpósio inter-religioso sobre meio ambiente

Comunidade judaica participa em São Paulo de simpósio inter-religioso sobre meio ambienteUm simpósio inter-religioso discutiu de 26 a 28 de outubro em São Paulo a contribuição das religiões para a superação dos desafios socioambientais. “Foi a primeira vez que os judeus, os cristãos e os muçulmanos se juntaram para um evento desta importância no Brasil”, afirmou o rabino Michel Schlesinger da CIP, representante da Conib para o diálogo inter-religioso.
Na abertura, realizada dia 26 no Teatro Eva Herz, os organizadores do simpósio, xeque Jihad Hammadeh, dom Francisco Biasin, o cônego José Bizon e o rabino Schlesinger falaram sobre o compromisso socioambiental. Também participaram religiosos de Umbanda e Candomblé, Krishna–Hinduísmo e Zen Budismo.
No dia seguinte, o encontro aconteceu na Faculdade de Teologia da PUC e contou com a participação de centenas de alunos e professores. O pluralismo religioso no Brasil foi analisado sob o ponto de vista sociológico, por Damaris Moura Kuo; e teológico, por Faustino Teixeira. 
O último dia de encontro, também na PUC, concentrou-se no tema Justiça Socioambiental, com palestra de Ivo Poletto. Foram também formados grupos de estudos junto aos representantes das religiões para discutir as conquistas e desafios do diálogo inter-religioso.
O simpósio terminou com a assinatura de um documento no qual as religiões se comprometem a trabalhar juntas pelo avanço das questões socioambientais abordadas no encontro e se responsabilizam pelo fortalecimento do diálogo inter-religioso.
“Devido ao sucesso deste simpósio, penso que a iniciativa veio para ficar. Nos reuniremos muito em breve para começar a elaboração do próximo encontro”, avaliou Schlesinger.
Fonte: Conib

Israel considera deplorável reconhecimento da Palestina pela Suécia

Israel considera deplorável reconhecimento da Palestina pela Suécia

Israel classificou nesta quinta-feira de deplorável o reconhecimento do Estado da Palestina por parte da Suécia, afirmando que esta decisão apenas reforçará os extremistas. 

 "É uma decisão deplorável, que reforça os extremistas e a política de rejeição dos palestinos", afirmou em um comunicado o ministro das Relações Exteriores israelense, Avigdor Lieberman. 

 A iniciativa sueca causa "muitos danos e não têm utilidade alguma", insistiu.
Abbas chama fechamento da Esplanada das Mesquitas de declaração de guerra

Abbas chama fechamento da Esplanada das Mesquitas de declaração de guerra

Policiais cercam o local onde um militante de extrema-direita judeu foi baleado.
Uma caçada empreendida pela polícia israelense ao longo da madrugada desta quinta-feira (30) terminou com a morte do palestino Muataz Hijazi. Ele é acusado de ter sido o autor de um atentado ocorrido na noite anterior contra um militante de extrema-direita judeu. Depois do incidente, Israel anunciou o fechamento da Esplanada das Mesquitas, o que foi classificado pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, de “declaração de guerra”.

O palestino teria baleado o militante Yéhuda Glick, que está internado em estado grave. Por trás desse episódio violento está a disputa territorial em Jerusalém. O militante baleado na quarta-feira (29) faz parte de um grupo que exige que o governo autorize os judeus a rezar no Monte do Templo, lugar sagrado para judeus e para os muçulmanos, e onde também está localizada a Esplanada das Mesquitas.
Atualmente, os judeus não têm o direito de rezar neste local, e o militante baleado já teria sido expulso do Monte do Templo pela polícia diversas vezes. Mas nas últimas semanas, militantes israelenses insistem em entrar na área sem autorização. Após o atentado de ontem e a morte do palestino nesta manhã, Israel determinou o fechamento temporário do acesso à Esplanada das Mesquitas.
Escalada de tensão
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, reagiu com indignação. “O prosseguimento destas agressões e esta perigosa escalada israelense constituem uma declaração de guerra ao povo palestino, aos seus locais sagrados e à nação árabe e muçulmana”, disse o porta-voz de Abbas nessa quinta-feira.
Essa polêmica, somada aos anúncios de novos projetos de colonização por Israel, compõem um cenário de escalada de tensões em Jerusalém, onde atos de violência se multiplicam há semanas, principalmente no leste da capital. Na manhã desta quinta-feira, jovens palestinos jogavam pedras contra a polícia nos bairros Abou Tor e Silwan. Segundo a polícia, o acusado de ter realizado o atentado de ontem foi morto em meio a um tiroteio por ter reagido à prisão.
O estatuto da Esplanada das Mesquitas é fonte de tensão permanente. Os muçulmanos manifestam preocupação com uma possível autorização do governo israelense para que judeus possam rezar na área. O Monte do Templo já foi o pivô das disputas israelo-palestinas em outros episódios. A segunda intifada, no ano 2000, teve início justamente após uma visita do ex-premiê Ariel Sharon ao Monte do Templo.
Polícia mata palestino que atirou em judeu ultranacionalista

Polícia mata palestino que atirou em judeu ultranacionalista

Polícia mata palestino que atirou em judeu ultranacionalista
O agressor foi identificado como Moataz Hejazi, de 32 anos. 

Ele deu três tiros no rabino ultraconservador Yehuda Glick, que está internado em estado grave Policiais israelenses próximos ao local onde o atirador foi morto Policiais israelenses próximos ao local onde o atirador foi morto, em Jerusalém (Abir Sultan/EFE) 

A polícia de Israel matou nesta quinta-feira um homem que disparou contra policiais ao resistir à prisão em Jerusalém Oriental depois de ter tentado assassinar um rabino ativista ultranacionalista. 

"Unidades da polícia antiterrorista cercaram uma casa no bairro de Abu Tor e prenderam o atirador apontado como autor da tentativa de homicídio do Yehuda Glick, imediatamente ao chegaram eles foram alvo de tiros. Eles responderam aos disparos e o mataram", disse o porta-voz da polícia Micky Rosenfeld. 

Um site oficial do Hamas identificou o homem que foi morto como Moataz Hejazi, de 32 anos, que passou 11 anos em uma prisão israelense e foi solto em 2012. 

Glick ficou gravemente ferido devido aos três tiros levados em Jerusalém, na quarta-feira, enquanto deixava uma conferência promovendo a campanha judaica para permitir orações em um local da Cidade Velha que é um ponto de tensão já que judeus e muçulmanos o consideram sagrado, disseram autoridades israelenses. 

O local é conhecido pelos judeus como Monte do Templo e pelos muçulmanos como Nobre Santuário. 
Museu em Varsóvia guarda a história dos judeus poloneses

Museu em Varsóvia guarda a história dos judeus poloneses

Museu em Varsóvia guarda a história dos judeus polonesesEm Varsóvia, Museu da História dos Judeus Poloneses abre sua esperada exposição permanente. Repleto de simbologia, espaço representa a nova Polônia e a sua diversificada identidade.
O prédio do novo Museu da História dos Judeus Poloneses em Varsóvia foi inaugurado em 2013. Ele está em frente ao famoso memorial do Gueto de Varsóvia, diante do qual o ex-chanceler federal alemão Willy Brandt um dia se ajoelhou.

A arquitetura é única por fora, um paralelepípedo de concreto, cobre e vidro; por dentro, dinamismo e simbologia. Mas não é só a fachada e o interior que o diferenciam dos demais museus judaicos do mundo.
Nele, o foco não está somente na história de perseguição e dor dos judeus. A Polônia, diz Jerzy Halbersztadt, um dos envolvidos no projeto, não precisa de um museu do Holocausto.
Ele lembra que qualquer pessoa que quiser saber mais sobre os horrores da Segunda Guerra pode encontrar muitos lugares autênticos no país como os campos de extermínio nazistas de Auschwitz-Birkenau, Treblinka e Sobibor.
Já antes da inauguração da exposição permanente, a mídia de todo o mundo noticiava a singularidade do museu, localizado em Muranow antes o maior bairro judeu do mundo.
"Não se trata de um museu do Holocausto. Não somos mais vítimas. Trata-se de um museu da vida", diz Sigmund Rolat, um dos patrocinadores do projeto, citado pelo jornal americano New York Times.
O empresário judeu sintetiza assim a ideia de um museu judaico-polonês surgida no início da década de 1990, que foi posteriormente trabalhada conceitualmente por uma equipe internacional de especialistas.
"Queríamos uma visão sobre a presença milenar da vida judaica na Polônia e transmitir a convivência judaico-polonesa antes do Holocausto", explica Halbersztadt. "Ao mesmo tempo, queríamos mostrar que a vida judaica na Polônia de hoje vem se recuperando lentamente nos últimos anos e está mais presente na vida pública."
Tudo isso é ilustrado por meio de reconstruções multimídias, instalações interativas e produções em vídeo distribuídas por oito galerias numa área de 4.300 metros quadrados. A maior das galerias, chamada Extermínio, conta a história do Holocausto. Chega-se ali, no entanto, somente através da chamada Rua dos Judeus.
"Nossa preocupação não foi mostrar somente o imenso drama e os crimes inimagináveis cometidos contra a humanidade, mas também a grandeza da nossa cultura e sociedade, que não foram destruídas. O reducionismo ao papel de vítima roubou a identidade de todas as gerações de nossos antepassados, já que, tanto durante a guerra quanto antes dela, eles não foram somente vítimas", observa Jerzy Halbersztadt, que dirigiu durante muitos anos a programação polonesa do Museu do Holocausto em Washington.
Retomada da vida judaica
A narrativa milenar no museu em Varsóvia ilustra que nem a cultura polonesa existe sem a cultura dos judeus, nem a identidade nacional polonesa existe sem a identidade judaica.
Como instituição de educação e cultura, o museu pretende apontar para um caminho futuro. E como "plataforma de diálogo", também quer promover o redespertar da vida nas crescentes comunidades judaicas da Polônia.
Dez anos após a entrada na União Europeia, a Polônia reconhece a sua diversidade. Em muitos lugares do país onde antes viviam judeus, tenta-se reanimar os componentes judaicos perdidos da identidade local.
Até 1939, viviam na Polônia 3,5 milhões de judeus. De acordo com o censo de 2011, hoje, eles são apenas 2 mil. Algumas fontes falam de 8 a 12 mil. Antes da guerra, havia na Polônia 996 comunidades judaicas. Hoje, existem apenas nove, mas esse número está crescendo.
Antes da Segunda Guerra Mundial, os judeus perfaziam por volta da metade da população em cerca de 1.200 municípios poloneses. Após o Holocausto, a presença judaica na Polônia foi extinta. E, depois da perseguição comunista contra os judeus em 1968, ela também quase desapareceu dos livros de história e da consciência pública.
Agora, a exposição permanente evoca novamente esse mundo perdido. Ela foi aberta no Museu da História dos Judeus da Polônia na presença dos presidentes polonês, Bronislaw Komorowski, e israelense, Bronislaw Komorowski.
"Trata-se da sensibilização da opinião pública e da disseminação do conhecimento", diz Halbersztadt, que vê o museu como possível arma contra certos estereótipos e reações irracionais, principalmente quando se trata do moderno antissemitismo.
Projeto de 20 anos
Da ideia à abertura do museu e da muito aguardada exposição permanente, passaram-se quase 20 anos. Graças à determinação e ao poder de execução de determinadas pessoas e seus parceiros de outros museus judaicos, de cientistas de vários países, além de patrocinadores, foi possível superar obstáculos financeiros, políticos e burocráticos. A Alemanha participou com 6 milhões de euros, ou seja, cerca de 7% do custo total.
"As primeiras verbas vieram da Fundação para a Cooperação Teuto-Polonesa e do Reino Unido", diz Halbersztadt, ex-diretor do museu.
Só mais tarde vieram verbas públicas polonesas. Elas permitiram a construção do impressionante projeto do arquiteto finlandês Rainer Mahlamäki. A exposição, porém, foi totalmente financiada com fundos privados.
Para Barbara Kirshenblatt-Gimbet, diretora de programação da exposição permanente, o museu simboliza a "nova Polônia". E o que ela diz pode englobar também o recém-inaugurado Centro Solidariedade em Gdansk. Ambos os museus promovem uma inclusão dos eventos da Polônia no contexto europeu. Para o jornal alemão Die Welt, uma prova da crescente autoconfiança da democracia polonesa.
Empresa israelense está prestes a criar a primeira pílula de insulina

Empresa israelense está prestes a criar a primeira pílula de insulina

Até hoje, a única forma de tratar a diabete tipo 2 é pela injeção de insulina. No entanto, uma pequena empresa com sede em Tel Aviv, a Oramed, está desenvolvendo uma pílula que poderia tornar mais fácil para aqueles que sofrem desta doença. O conceito de insulina oral como forma de liberar os diabéticos das injeções diárias existe há décadas, mas fazê-lo ter eficiência é extremamente difícil, pois a insulina é destruída pelas enzimas no sistema digestivo. A insulina deve chegar ao fígado, que regula a secreção de insulina na corrente sanguínea.
Diferente das injeções, a forma ingerida passa diretamente pelo fígado a partir do trato digestivo. O CEO da empresa, Nadav Kidron (foto), diz que as pílulas de insulina oral também são mais benéficas do ponto de vista financeiro. De acordo com ele, US$ 500 bilhões são gastos anualmente em tratamentos contra diabetes. O próximo estudo de um ano, chamado de “Fase IIb”, nos EUA, estudará 150 pacientes de diabetes tipo 2 e, principalmente, testará a eficácia do medicamento. Depois, será necessário realizar um teste final de grande escala, a “Fase III”, antes que o medicamento seja licenciado para venda, portanto ainda levará alguns anos para a cápsula chegar ao mercado. Kidron acredita que a tecnologia de entrega oral exclusiva da sua empresa “serve como uma plataforma para outras vacinas e tratamentos médicos disponíveis atualmente em forma injetável”.
Obediência, a Maior Virtude de Avraham

Obediência, a Maior Virtude de Avraham


No final da Parashá Noach é relatado o nascimento de Avraham e seu casamento. Em Lech Lechá D’us ordena Avraham a abandonar sua terra aos 75 anos.

A fé de Avraham em D’us foi provada por meio de dez testes, entre eles alguns que ocorreram muito antes dessa idade. Uma cena conhecida é a de Avraham quebrando os ídolos de seu pai e colocando a “arma do crime” nas mãos do ídolo maior. Ao ser indagado por seu pai horrorizado sobre quem quebrou todos seus ídolos, ele aponta para o maior deles : “Foi ele!” E seu pai: “Impossível!” E Avraham, ainda pequeno, acrescenta: “Então por que rezam para ele?”

A Torá nos ensina que a grandeza de nosso patriarca, Avraham, não está no fato de ter sido sábio, inteligente, perspicaz ou corajoso mas sim de ter se tornado obediente às instruções de D’us.

A Torá documenta a ordem Divina: “Vai!” E ele foi sem pensar duas vezes mesmo sem saber por que e para onde. Depositou total confiança em D’us, Aquele que o orientaria em seu novo caminho.

Obediência, a Maior Virtude de AvrahamA iniciativa própria de realizar ações positivas é elogiável, no entanto é mais importante obedecer D’us e colocar em prática Suas instruções (mandamentos). E foi esse o maior mérito de Avraham, o pai do monoteísmo: conduzido por sua incessante busca na lógica da criação do mundo e dos homens, acreditou não ser obra do acaso, mas sim de uma força, uma energia superior e infinita.

O Rebe de Lubavitch friza que Lech Lecha nos ensina algo profundo: Lech (vá) Lechá (para dentro de você) e lá você encontrará forças para superar (sair): Meartsechá (da tua terra - suas tendências naturais), Mimoladtechá (do lugar onde nasceste – dos hábitos adquiridos no teu meio ambiente) Umibeit Avicha (da casa do teu pai – da educação que recebeu em seu lar).

D’us transmitiu a mensagem a Avraham e a revelou para nós de que a natureza, o ambiente (hábitos) e a educação, quando são negativos, devem ser superados para elevar-se e atingir o objetivo: El haarets asher arêca (chegar a Terra – que D’us lhe mostrará). Para obedecê-Lo e seguí-Lo é necessário o auto-sacrifício de poder superar muitos preconceitos e pressões (internas e externas).

E esse é o objetivo de todo judeu: a capacidade de ligar-se a D’us acima de tudo. É dessa forma que temos sobrevivido. Com essa conexão constante interligando dois mundos, Aproximamo-nos do final da rota que nos leva à terra que D’us nos legou e onde visualizaremos fisicamente o Terceiro Beit Hamicdash em Yerushalaim, e onde a profecia se concretizará em breve.

29 de out. de 2014

Projeto Alicerces

Projeto Alicerces


Site judaico dos EUA destaca viagem de 50 jovens judeus ao Nordeste, no Projeto Alicerces

O projeto "Alicerces", fundado pelo Rabino David Weitman, é destinado a universitários judeus de 17 a 27 anos e oferece, em anos alternados, o estudo in loco da história judaica em alguns dos principais países europeus e no Nordeste brasileiro.

A viagem deste ano, em julho, explorou a história dos judeus no Nordeste, desde que os portugueses chegaram à Bahia, em 1500. Em outubro, ela ganhou destaque no site noticioso do Chabad Lubavitch, nos EUA.

Um grupo de 50 estudantes universitários passou uma semana nos Estados da Bahia e Pernambuco. Em Recife, lembraram os 360 anos da dissolução da comunidade judaica local; em Salvador, os 370 anos da morte do jovem Isaac de Castro, deportado para os tribunais da Inquisição em Lisboa.

Os jovens também encontraram os governadores de Pernambuco, João Lyra Neto, e da Bahia, Jaques Wagner.

O projeto busca preparar os participantes para um papel de destaque em suas comunidades e inclui dez meses de estudo sobre as comunidades judaicas que serão visitadas.

"Em um mundo onde os valores éticos e morais estão cada vez mais banalizados, há uma necessidade ainda maior de os jovens terem consciência do passado, para construir um presente sólido e um futuro", disse o rabino Weitman

A realização é das Instituições Chabad Lubavitch, com apoio do Keren Nehor Menachem.
Jerusalém como destino turístico

Jerusalém como destino turístico

Jerusalém como destino turístico
Huffington Post destaca
Jerusalém como destino turístico

O portal Huffington Post listou Jerusalém em décimo-quarto lugar (à frente de Paris) na relação "As 50 melhores cidades que você precisa conhecer em sua vida”. A justificativa: "é uma verdadeira mistura de culturas, culinárias e crenças. 

Em nenhum lugar isso é mais evidente do que nas ruas da Cidade Velha, lar de algumas dos maiores personagens e acontecimentos da história". 

Veja mais detalhes:acesse.
JLI inicia novo curso: Como a felicidade pensa

JLI inicia novo curso: Como a felicidade pensa

Nesta semana, o JLI –Jewish Learning Brasil inicia mais um curso fascinante: Como a felicidade pensa’. Muito mais do que uma ferramenta para alcançar a felicidade e elevá-la a um grau máximo, o curso explora diferentes perspectivas sobre o que nos faz florescer, tanto espiritual quanto psicologicamente.
Através de técnicas pedagógicas de vanguarda, abraçando o modelo de inteligência múltipla e utilizando recursos multimídia, o JLI busca tocar o participante para que ele tenha uma experiência dinâmica de aprendizado sob a ótica judaica. Assim, serão abordados pontos tais, como maneiras de superar as preocupações diárias que nos deixam desconfortáveis e como reenquadrar desafios e deficiências para se tornarem oportunidades que inspiram alegria; mostrar poderosas ferramentas que nos auxiliam a lidar com momentos difíceis para nos reequilibrarmos emocionalmente, e como a paciência, a esperança e outros fatores podem impulsionar a nossa felicidade.
Cada uma das seis aulas (3 de novembro a 8 de dezembro, às 20h30, 2ª feiras)
trará o que há de mais atual no campo da Psicologia Positiva, e também revelarão a abordagem mística judaica para atingir mais felicidade.

A aula inaugural, que acontece nesta 2ª feira (3/11), às 20h30, é gratuita e aberta ao público, mediante inscrição que será confirmada por e-mail (sujeito a número de vagas!). Há outras turmas, informe-se pelo e-mail jli.brasil@gmail.com
Vale ressaltar que este curso é recomendado por:
* Ellen Langer, PhD
Professora de Psicologia na Universidade de Harvard
* Tal Ben-Shahar, PhD
Palestrante, Departamento de Psicologia da Universidade de Harvard
* Sonja Lyubomirsky, PhD
Professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, Riverside

Este curso é reconhecido para créditos pelo:
The American Psychological Association (APA)
The American Council for Continuing Medical Education (ACCME)
The California Board of Behavioral Sciences (CBBS)
The National Board for Certified Counselours (NBSS)

Investimento: R$ 229* / Traga um amigo: R$ 214* por pessoa
Aluno veterano: desconto de mais R$ 20
*Preços incluem livros e apostilas

Sobre o JLI / Brasil – Jewish Learning Institute
É um instituto judaico de aprendizagem mundial, no qual os participantes de nossos cursos podem crescer de novas e diferentes maneiras, dentro de uma abordagem holística, que considera o impacto dos valores judaicos no crescimento pessoal e interpessoal
Nossas técnicas pedagógicas são de vanguarda, abraçando o modelo de inteligência múltipla e utilizamos recursos multimídia e uma variedade de abordagens para engajar, educar e inspirar todos os tipos de mentes em uma experiência dinâmica de aprendizado judaico. Os tópicos incluem a ética judaica, misticismo e filosofia, história e cultura.
O Instituto possui 350 filiais e possui mais de 12 mil alunos ao redor do mundo, estudando, simultaneamente, os mesmos temas.

O JLI segue um caminho poderoso de descoberta e de profundidade, tocando a alma de seus alunos.
Está presente no Brasil, há 10 anos, e seus cursos são ministrados em inglês e português para turmas mistas (homens e mulheres).
O ensino do JLI é autêntico e real.
Mais informações sobre o curso, pelo e-mail:jli.brasil@gmail.com

Israel inova com construção de cemitérios verticais

Israel inova com construção de cemitérios verticais

Israel inova com construção de cemitérios verticais


À primeira vista, essa selva de concreto de múltiplos pavimentos à beira de uma grande rodovia no centro de Israel não parece incomum, em uma cidade de edifícios altos e insossos. Mas as torres que estão sendo erguidas podem ser consideradas inovadoras se você levar em conta seus futuros inquilinos: elas servirão de lar aos mortos, e não aos vivos.

Com os preços dos imóveis em disparada, Israel está na vanguarda de um movimento mundial de construção de cemitérios verticais, em países densamente povoados. Do Brasil ao Japão, cemitérios elevados, às vezes de altura considerável, servirão de repouso final a milhares de pessoas. E agora se tornaram a opção padrão para as pessoas mortas recentemente, na Terra Santa.

Depois de alguma hesitação inicial e de decisões rabínicas que consideraram a prática como kosher, as sociedades funerárias ultraortodoxas de Israel adotaram o conceito como a prática judaica mais efetiva, em uma era na qual a maioria dos cemitérios em grandes centros populacionais está superlotada.

"A fonte disso tudo é que simplesmente não há espaço", disse Tuvia Sagiv, arquiteto especializado em projetos para complexos de sepultamento denso. "É irracional que vivamos uns sobre os outros em edifícios altos de apartamentos mas queiramos morrer em casas de campo. Se já aceitamos viver uns sobre os outros, então também podemos morrer uns sobre os outros".

O cemitério Yarkon, nas cercanias de Tel Aviv, é seu mais conhecido projeto. Como cemitério primário para a região da Grande Tel Aviv, seu espaço tradicional de sepultamento está praticamente esgotado, com 110 mil sepulturas em um terreno de 60 hectares. Mas graças a um conjunto de 30 estruturas verticais planejadas, Sagiv diz que o cemitério poderá oferecer mais 250 mil túmulos sem ampliar o terreno que ocupa, o que proverá mais 25 anos de capacidade de sepultamento para a região.

"Demora um pouco para que as pessoas se acostumem à ideia", disse Sagiv, do topo do primeiro edifício de 22 metros de altura concluído no cemitério. "Mas é a ideia que faz mais sentido".

Por enquanto, o interior dos edifícios cinzentos ainda está com cara de canteiro de obras. Eles oferecem rampas circulares e uma fachada em terraço, com vegetação. Cada um dos pisos tem aberturas laterais para que o ar fresco possa circular.

A superlotação dos cemitérios representa um desafio em todo o planeta, especialmente nas cidades superpovoadas e para as religiões que proíbem ou desencorajam a cremação. A realidade dos recursos finitos em termos de disponibilidade de terrenos, para atender à demanda interminável de novos sepultamentos, resultou em soluções criativas.

O mais alto cemitério do planeta é o Memorial Necrópole Ecumênica, de 32 pavimentos, em Santos, Brasil. Em Tóquio, há o Kouanji, um templo budista de seis andares no qual os visitantes podem usar um cartão magnético para trazer os restos mortais de seus entes queridos até eles, dos sepulcros em que estão depositados, por um sistema de esteiras rolantes.

Cemitérios verticais existem em diferentes versões e formas em lugares como Nova Orleans e diversos países da Europa, na Montanha dos Mortos do Egito, na China e no Cemitério de Pok Fu Lam Road, em Hong Kong, que tem forma de anfiteatro.

Mas o futuro provavelmente se parecerá mais com o ambicioso plano do projetista norueguês Martin McSherry para um arejado arranha-céu que servirá de cemitério, em forma de colmeia e dotado de cavernas triangulares.

Outros planos para cemitérios verticais foram apresentados em Paris e Mumbai. Na Cidade do México, outro grande projeto foi proposto: a Torre dos Mortos, que combinará uma necrópole vertical e um complexo subterrâneo de 250 metros de profundidade. Na China, os moradores de Pequim recebem subsídios caso decidam adquirir sepulturas em cemitérios verticais.

Mas só em Israel o fenômeno parece ser parte de um plano mestre que conta com o apoio do governo. Excetuadas as pessoas que já adquiriram seus futuros túmulos, não existem mais espaços de sepultamento em lugares abertos para os mais de 35 mil israelenses que morrem a cada ano.

A primeira opção de economia de espaço é colocar túmulos uns sobre os outros –separados por uma camada de concreto– e atribuir uma lápide compartilhada ao conjunto. Isso é comum para casais e até mesmo famílias inteiras, e cada nova sepultura escavada em Israel tem espaço para pelo menos dois caixões um por sobre o outro. A segunda opção é sepultar os mortos acima do solo, em nichos construídos nas paredes de edifícios –mais ou menos como em um necrotério, mas com lápides frontais em cada espaço. A terceira e mais revolucionária opção é o sepultamente em um edifício no qual cada pavimento se assemelha a um cemitério tradicional, mas sem o céu azul.

Para que essa grande mudança pudesse surgir em Israel, porém, foi necessário obter a aprovação dos rabinos. As autoridades rabínicas israelenses supervisionam todos os sepultamentos de israelenses judeus.

O ritual de sepultamento israelense se baseia no livro do Gênese, no qual Deus expulsa Adão e Eva do Jardim do Éden - "Pois sois pó, e ao pó retornareis". A lei judaica estipula que todos os corpos sejam sepultados separadamente, em uma camada de pó e terra.

Yaakoz Ruza, o rabino da sociedade funerária de Tel Aviv, organização semioficial que supervisiona os sepultamentos judaicos, disse que as novas formas de sepultamento foram aprovadas por líderes do judaísmo ultraortodoxo em Jerusalém.

As torres, por exemplo, têm dutos cheios de terra, dentro de suas colunas, de modo que cada camada de terra ainda esteja conectada ao solo. De muitas maneiras, disse Ruza, as novas formas de sepultamento representam um retorno às antigas origens das práticas funerárias da Terra Santa, que envolviam sepultamento em cavernas e catacumbas.

"Isso é uma caverna artificial", ele disse. "No passado, as pessoas escavavam uma caverna em uma montanha. Agora, construímos essas cavernas e fazemos delas uma montanha".

A sociedade funerária de Jerusalém tem até planos para escavar uma caverna subterrânea, a fim de encontrar mais espaço para os mortos.

Os proponentes afirmam que o novo sistema é mais sustentável, menos prejudicial ao meio ambiente e mais fácil de usar –oferecendo uma experiência mais confortável aos visitantes.

Mas surgiu resistência da parte do público, cauteloso quanto a mudanças. Em um caso famoso, a família de uma pessoa morta há pouco tempo ameaçou o dirigente de um cemitério, dizendo que se seu parente fosse sepultado em uma parede, fariam o mesmo com ele.

Shmuel Slavin, antigo diretor geral do Ministério das Finanças israelense que preparou um relatório sobre a crise de sepultamento no país, disse que não existe motivo para uma reforma tão emocionalmente traumática de uma prática antiga. Ele acredita que exista espaço de sobra em regiões periféricas israelenses como o vasto deserto do Negev, no sul, que permitiria a construção de novos cemitérios em Israel.

Slavin afirmou que os avanços tecnológicos podem vir a permitir mais sepultamentos em cemitérios existentes, e que será caro construir e manter as novas "cidades dos mortos".

Em resumo, disse ele, as pessoas simplesmente não querem ser sepultadas desse jeito. "As pessoas não querem ouvir a respeito", disse. "Há uma questão de tradição, quanto a isso. As pessoas querem ser sepultadas como seus pais foram".

As autoridades dizem que aqueles que insistem em sepultamento tradicional ainda terão essa opção; só terão de dirigir um pouco mais, e se dispor a pagar por isso. Os cemitérios, dizem as autoridades, não são projetados tendo em vista os mortos, mas os vivos que os visitam. A esperança é que, ao assistir a funerais nos novos cemitérios, as pessoas sejam expostas ao novo sistema, e aprendam a apreciar suas vantagens.

De qualquer forma, as autoridades funerárias dizem que número crescente de pessoas compreende que mudanças são inevitáveis.

"Somos todos favoráveis a sepultamentos em campo aberto, desde que isso não atrapalhe nossas vidas. Assim, se estiver faltando espaço para a construção de moradias novas em Jerusalém, prefiro o sepultamento em camadas", diz Chananya Shahor, diretor da sociedade funerária de Jerusalém. "Deus nos deu terras para viver, e não para morrer".
- See more at: http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=30624#sthash.Fj5vOdXU.dpuf
Israel envia à África três clínicas móveis de emergência para combate ao Ebola

Israel envia à África três clínicas móveis de emergência para combate ao Ebola

Israel envia à África três clínicas móveis de emergência para combateHá vários anos pesquisadores de Israel desenvolvem trabalho pioneiro na luta contra o vírus. 
Agora, o Mashav, Centro de Cooperação Internacional do Ministério das Relações Exteriores de Israel, decidiu aumentar a contribuição do país para prevenir o crescimento da epidemia. Especialistas estão treinando equipes locais de médicos sobre procedimentos e equipamentos. 

O foco também é a prevenção e a notificação das populações em locais de alto potencial de contágio. Uma equipe israelense já foi enviada para Camarões; e equipamentos foram para Serra Leoa.
TTH Bar-Ilan: projeto ensina a elaborar um cardápio equilibrado

TTH Bar-Ilan: projeto ensina a elaborar um cardápio equilibrado

TTH Bar-Ilan: projeto ensina a elaborar um cardápio equilibradoApós completar todo o ciclo do “Projeto Alimentação: Escolha Inteligente!”, os alunos do 4º ano (Ensino Fundamental I) receberam certificados de participação pelo excelente desempenho! Nas aulas de Ciências a turma estudou sobre as qualidades nutricionais dos principais grupos alimentares e construiu a “pirâmide alimentar”, partindo em seguida para a prática: foram à cozinha da escola descobrir como os alimentos são processados desde o seu estado “in natura” até se transformarem nas refeições que nutrem, diariamente, cerca de 600 pessoas, entre alunos, professores e funcionários do TTH Bar-Ilan. Ao longo do projeto, realizado em parceria entre a equipe pedagógica e a de nutrição, os alunos elaboraram cardápios e supervisionaram a produção do almoço dos dias 13 e 14 de outubro, servidos na “sucá”, e dos dias 20 e 21 de outubro, servidos no refeitório.


TTH Bar-Ilan: projeto ensina a elaborar um cardápio equilibrado

TTH Bar-Ilan: projeto ensina a elaborar um cardápio equilibrado

TTH Bar-Ilan: projeto ensina a elaborar um cardápio equilibrado

Mais sobre o TTH Bar-Ilanleia.
Liberdades ameaçadas

Liberdades ameaçadas

Jorge Mautner, compositor, e João Ricardo Moderno,
presidente da Academia Brasileira de Filosofia

Ninguém tem o direito de impor ao outro de forma autoritária a sua religião ou o seu ateísmo. Conversão não é sequestro. Lançamos nosso “Manifesto pela Liberdade Religiosa” na homenagem ao centenário de Mario Schenberg, no Midrash Centro Cultural, com o apoio de Caetano Veloso e Gilberto Gil, e a repercussão foi imediata e nacional. A questão se mantém atual neste segundo turno das eleições. As liberdades formam um complexo, e a agressão contra uma religião implica na insegurança de todas.
A liberdade religiosa está diretamente ligada às liberdades civil, artística, cultural, econômica, política, filosófica, científica e de imprensa. Inquietos com a aceleração do crescimento da intolerância com os terreiros de candomblé, covardemente atacados por fundamentalistas, e conscientes de que todas as religiões são vítimas daqueles que se acham portadores exclusivos da palavra divina, nosso manifesto foi geral.
O fundamentalismo não é uma expressão legítima da liberdade religiosa, mas a lamentável patologia indicativa da ruptura do contrato social religioso, a partir da qual seres iluminados pelas trevas do irracionalismo procuram eliminá-la. Se a sociedade brasileira permitir o anoitecer da razão, os radicais passarão a destruir física ou simbolicamente pessoas, grupos e massas. Crime não é religião, assim como religião não é crime. O extremista é o profeta do ódio.
Defendemos o mais irrestrito respeito às religiões e manifestações religiosas na busca da paz interior e exterior, o direito à intimidade espiritual da pessoa humana individual, a preservação da integridade física e moral das pessoas, templos e instituições sem distinção, o cumprimento do direito religioso consignado na Constituição e nas leis, e à afirmação da identidade pessoal, sem ofender ou agredir as demais identidades da diversidade religiosa. Ao contrário, ninguém tem o direito de impor autoritária e totalitariamente ao outro a sua religião, ou o seu ateísmo, nem tampouco perseguir ateus. Conversão não é sequestro da alma.
Declaramos que todas as religiões sérias buscam a santidade humana, a pureza do coração, a prática da bondade e da solidariedade, a defesa da vida e do sagrado, e que as manifestações de violência, homicídio, terrorismo e demais formas contrárias à dignidade da pessoa humana individual são práticas liberticidas e sacrocidas. O fanatismo religioso é uma expressão da mente criminosa que se organiza em milícias, e funciona como uma máfia, o crime organizado que instrumentaliza a religião como fachada.
A paz é a condição sine qua non da legitimidade religiosa, e necessária ao diálogo permanente, visando à arquitetura espiritual de uma sociedade humanista, justa e fundada no perdão mútuo. Os homens que se sentem mais divinos que Deus estão a serviço da barbárie. Deus é amor.
Publicado em O Globo
Até 2020, toda a água potável de Israel será  proveniente de dessanilização

Até 2020, toda a água potável de Israel será proveniente de dessanilização

Até 2020, toda a água potável de Israel será  proveniente de dessanilizPor volta de 2020 toda a água potável de Israel será proveniente de dessalinização. Esta foi uma das principais revelações do coordenador de relações internacionais do Serviço Meteorológico de Israel, Giora Gershtein, que proferiu palestra no auditório da Embrapa Solos/RJ. 

Segundo ele, "60% do território de Israel está em área de deserto, o que nos torna muito dependentes da irrigação. 

Apesar de sermos um país pequeno, possuímos oito zonas climáticas e topografia complexa", afirmou. Dos tempos bíblicos para os dias de hoje o consumo do recurso passou de seis litros por dia por habitante para 140. "Nossa água vem de três fontes: a chuva, o Mar da Galileia e três aquíferos. 

Todas passam por dificuldades, a precipitação vem diminuindo e os aquíferos sofrem com a contaminação por fertilizantes". Além da dessalinização, outras medidas também estão sendo tomadas como o reaproveitamento de 70% da água utilizada nas cidades. Sobre a agricultura no país, Gershtein informou que ela é altamente tecnificada, utilizando o mínimo de água. 

O Serviço Meteorológico de Israel oferece mais de 40 cursos internacionais por ano - incluindo agrometeorologia -, que desde os anos 60 atenderam mais de 1500 alunos em locais em desenvolvimento como Costa do Marfim, Quênia e Nigéria.
Fim dos pontos cirurgicos

Fim dos pontos cirurgicos

Empresa israelense desenvolve equipamento que elimina pontos cirúrgicos 

 As mulheres que dão à luz por cesariana podem ser as primeiras a se beneficiar de uma invenção israelense revolucionária para fechar incisões cirúrgicas, sem pontos ou grampos. A técnica também promete deixar os pacientes menos propensos à infecção e a cicatrizes. 

Este equipamento, desenvolvido pela empresa israelense Ionmed, cria um tipo de solda nas incisões cirúrgicas usando plasma frio. Os testes têm demonstrado que esta nova técnica oferece múltiplas vantagens, incluindo a solda e a melhoria da reparação de tecidos, o controle da hemorragia, a desinfecção e a destruição das células cancerosas. 

O procedimento leva alguns minutos, veda completamente a área, deixa cicatrizes mínimas sem pontos dolorosos, e não exige treinamento complexo. A empresa espera receber a aprovação na Europa até o final do ano. 

E, depois, a do Food and Drug Administration (EUA).
O lugar da mulher nas diversas culturas

O lugar da mulher nas diversas culturas

Como parte da programação da Mostra Palcos, a ensaísta e Doutora em Literatura Noemi Jaf
fe e a psicanalista, escritora e doutora em literatura Yudith Rosembaum são convidadas para discutir o papel da mulher no judaísmo tendo em vista a obra de Isaac Bashevis Singer e o espetáculo Yentl que trabalha com a ideia do gênero na nossa sociedade.

O debate tem mediação do consultor da Mostra Palcos Aimar Labaki e participação especial de Alessandra Maestrini, protagonista do espetáculo Yentl.

    

Serviço

Com/ Noemi Jaffe e Yudith Rosembaum
Participação/ Alessandra Maestrini
Mediação/ Aimar Labaki
Data/ 02/11
Horário/ 16h00
Idade/ 12 anos
Local/ Auditorio
Capacidade/ 80 pessoas
Duração/ 90 minutos

Sobre Noemi Jaffe

Noemi Jaffe é escritora. Publicou "O que os cegos estão sonhando?" (Ed. 34), "A verdadeira história do alfabeto" (Companhia das Letras) e "Quando nada está acontecendo" (Ed. Martins), entre outros. Doutora em Literatura Brasileira pela USP e crítica literária, dá aulas de Escrita Criativa na Casa do Saber.

Sobre Yudith Rosembaum

Yudith Rosenbaum é professora de literatura brasileira na Faculdade de Letras da USP e psicóloga formada pela PUC-SP. Trabalhou como orientadora educacional no Colégio Oswald e depois em clínica psicanalítica durante dez anos. Atualmente, pesquisa a interface da literatura com a psicanálise, dedicando-se a autores e obras do século XX.
É autora dos livros "Manuel Bandeira: Uma Poesia da Ausência" (Edusp/Imago, 1993), "Metamorfoses do Mal: Uma Leitura de Clarice Lispector" (Edusp/FAPESP, 1999), "Clarice Lispector" (Publifolha, 2002, série Folha Explica) e "O Livro do Psicólogo" (Companhia das Letrinhas, 2007).
Organizou em parceria com a profa. Cleusa Rios Passos, também da USP, duas coletâneas de ensaios de crítica literária e psicanálise: "Escritas do desejo" (Ateliê Editorial, 2011) e "Interpretações" (Ateliê Editorial, 2014).