31 de ago. de 2013

Rosh Hashaná 5774

Rosh Hashaná 5774



Estrela Aramada-Katz Chocolates
Mais um ano está terminando. Baruch Hashem, chegamos ao término de mais um ciclo do Coisas Judaicas . "Shehecheianu Vekiimanu Vihiguianu Lazman Hazé" (Bendito seja D'us, que nos manteve vivos, nos sustentou e nos fez chegar até este momento). O ano de 5773 fica para trás e já nos preparamos para as realizações e o crescimento espiritual que almejamos para o ano de 5774.

"Contam que um homem, ao caminhar na praia, avistou uma pessoa que repetidamente se inclinava, apanhava algo na areia e atirava no mar. Ao se aproximar, notou que o rapaz pegava estrelas do mar que haviam sido levadas para a praia e as lançavam de volta à água. Aproximou-se e perguntou o que ele estava fazendo. O rapaz explicou:
- Estou devolvendo estas estrelas do mar ao oceano. Todas as estrelas do mar foram trazidas para a praia e, se eu não as lançar de volta ao mar, elas morrerão por falta de oxigênio.
Katz Chocolates
- Entendo - respondeu o homem - mas deve haver milhares de estrelas do mar nesta praia, você não será capaz de apanhar todas elas. Além disso, há centenas de praias acima e abaixo desta costa. Você não entende que não fará diferença alguma?
Katz Chocolates
O rapaz sorriu, curvou-se, apanhou outra estrela do mar e, ao arremessá-la de volta ao mar, disse:
- Para esta fez diferença"

Mudar o mundo não é uma tarefa fácil. Mas se cada um de nós fizer a sua parte, der a sua contribuição, ao menos acreditar que o mundo pode ser muito melhor, teremos dado mais um passo. A Torá não nos deixa desanimar, a Torá não nos deixa desistir.

Foi com esta motivação que, durante todo este ano, que nos dedicamos a escrever e postar no Blog Coisas Judaicas. O Pirkei Avót nos ensina: "Não estamos obrigados a terminar o trabalho, mas isso não nos isenta de participar dele". Sentimos  muita alegria de poder dar esta contribuição  diária nas nossas páginas, na esperança de que, para cada um de vocês, esta pequena contribuição de textos judaicos e matérias sobre Israel tenha feito a diferença.
Katz Chocolates

Agradecemos a todos os leitores, amigos e parceiros do Coisas Judaicas , por todos os incentivos, elogios, críticas  e sugestões. E acima de tudo, agradecemos  a D'us pela oportunidade de poder espalhar pelo mundo vários textos, matérias e ensinamentos da Torá, Tanach e Judaísmo. Espero que, para cada um de vocês, o Coisas Judaicas  possa ter feito a diferença. Que possam ter levado à reflexão, à mudanças de atitude, à uma nova forma de ver a vida e o mundo.

Que todos tenham um ano com muita saúde, com muita paz, com muitas alegrias e conquistas, com Parnassá Tová (bom sustento) e principalmente com muita leitura e mais Torá em suas vidas. E que finalmente seja o ano da vinda do Mashiach.
Katz Chocolates

Shaná Tová para todos.

Doce dica: O Katz Chocolates todos os anos prepara uma linha especial de presentes gastronômicos para celebrar a data. Vários símbolos judaicos dão forma aos doces para presentear amigos e ou entes queridos como mensagem de prosperidade e votos de um ano novo doce: menorah, chamsa, estrela de David e outros fazem parte das inspirações para criação da linha especial. Destaque para o pão de mel e o bolo de mel com chocolate. 
Obama decide atacar Síria, mas quer aval do Congresso

Obama decide atacar Síria, mas quer aval do Congresso


O presidente Barack Obama anuncia ao lado do vice, Joe Biden, nos jardins da Casa Branca, que agirá militarmente na Síria
O presidente Barack Obama anuncia ao lado do vice, Joe Biden, nos jardins da Casa Branca, que agirá militarmente na Síria

O  presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou neste sábado que decidiu realizar uma intervenção militar na Síria em retaliação ao ataque químico que ocorreu no subúrbio de Damasco no último dia 21. Entretanto, ele também decidiu que pedirá autorização do Congresso para fazê-lo.

No pronunciamento feito nos jardins da Casa Branca, ao lado do vice, Joe Biden, Obama falou que o episódio foi o "pior ataque químico do século 21" e destacou que a operação militar terá escopo e duração limitados, mirará apenas alvos do regime e não incluirá o envio de tropas.

"Eu estou pronto para agir diante desse ultraje. Hoje peço ao Congresso aval para que ajamos como uma nação única", disse.
Obama lembrou a situação de seu maior aliado, o premiê britânico, David Cameron, que sofreu uma humilhante derrota no Parlamento anteontem (29) ao ver derrotado seu pedido para se unir aos EUA na ação.
Ele disse que, apesar dos conselhos para que não o fizesse, decidiu levar o assunto ao Capitólio porque acha que os parlamentares "devem ser ouvidos".


O debate e a votação sobre o assunto deverão ocorrer assim que o Congresso voltar do atual recesso, que termina no próximo dia 9.
Mais cedo, Obama, o secretário de Estado americano, John Kerry, o secretário da Defesa, Chuck Hagel, e outros conselheiros da Casa Branca se reuniram e conversaram por telefone com senadores tanto do Partido Democrata, o do presidente, como do Republicano.
Um vetor importante para a decisão dos parlamentares americanos será a opinião pública. Ontem, pesquisa Reuters/Ipsos revelou que 53% dos americanos não querem que o país se envolva no conflito na Síria, uma brusca queda em relação à semana anterior, quando 60% se opunham.
Domingo, 1 setembro, 2013

Domingo, 1 setembro, 2013


26 Elul, 5773

Leis e Costumes:
Elul observances

Elul é tradicionalmente uma época de introspecção e inventário – um tempo para rever as próprias ações e o progresso espiritual no ano que passou, e de preparar-se para os “Dias de Reverência” de Rosh Hashaná e Yom Kipur.

Sendo o mês do Perdão e da Misericórdia Divina, este é um tempo oportuno para teshuvá (retornar a D’us), prece e caridade na busca pelo auto-refinamento e para se aproximar mais de D’us. O mestre chassídico Rabi Shneur Zalman de Liadi compara Elul a um tempo em que “o rei está no campo” e, em contraste com o tempo em que ele está no palácio real, “todos que assim quiserem podem conhecê-lo, e ele recebe a todos com um semblante amigável e mostra a todos uma face sorridente.”

Os costumes específicos de Elul incluem o toque diário do shofar (chifre de carneiro) como um chamado ao arrependimento. O Báal Shem Tov instituiu o costume de recitar três capítulos adicionais de Tehilim a cada dia, de 1º de Elul até Yom Kipur (em Yom Kipur os restantes 36 capítulos são recitados, completando assim o livro inteiro de Tehilim).
Shabat, 31 agosto, 2013

Shabat, 31 agosto, 2013


25 Elul, 5773

Leitura da Torá: Nitsavim-Vayêlech (Deuteronômio 29:9-31:30)

Nesta Data:
Criação (3761 AEC)
O primeiro dia da Criação, no qual D’us criou a existência, tempo, matéria, trevas e luz, foi 25 de Elul. (Rosh Hashaná, no qual assinalamos “o princípio de Tuas obras”, é na verdade o 6º dia da Criação, no qual o mundo atingiu o potencial para a realização de seu propósito, com a criação do primeiro homem e mulher, Adam e Eva. Rosh Hashaná, portanto, é o dia a partir do qual o Calendário Judaico começa a contar os anos da história; o primeiro dia da Criação, assim, ocorreu a 25 de Elul, que é considerado o 1º dia da Criação.
Palestinos temem que ataque à Síria acenda pavio na região

Palestinos temem que ataque à Síria acenda pavio na região

Os palestinos vivem na incerteza os últimos eventos na Síria e têm sentimentos variados sobre se Damasco ou seus aliados poderiam responder com um ataque dirigido a Israel.
Na Faixa de Gaza, governada pelo movimento islamita Hamas, a maioria da população rejeita uma intervenção dos Estados Unidos na Síria "apesar dos massacres cometidos pelo regime de Bashar al Assad contra o povo sírio e, também, contra os refugiados palestinos que lá vivem", afirmou à Agência Efe o analista palestino Hassan Abdo.
Na Cisjordânia, há a mesma sensação: embora alguns defendam a necessidade de derrubar Assad por quaisquer meios, a maioria opina que o Ocidente não deve intervir e teme que um eventual ataque acenda o pavio na região.
"O mundo deve apoiar o povo sírio a se livrar do ditador Assad, mas nos opomos a uma intervenção americana e aliada na Síria, porque rejeitamos qualquer intervenção estrangeira em assuntos árabes", declarou à Efe Fadi Abu Al Yidyan, professor palestino de 37 anos que cresceu na Síria e se mudou para Gaza em 1996.
Muitos na faixa estão convencidos de que um bombardeio ocidental à Síria faria com que milícias palestinas simpatizantes de Damasco, como a Jihad Islâmica ou a Frente Popular para a Libertação da Palestina (PLFP), respondam lançando foguetes contra Israel, o que levaria a bombardeios israelenses sobre Gaza.
Não se espera, no entanto, uma reação do Hamas, que apoiou a revolução contra o regime sírio e tirou de Damasco sua sede política no exílio há mais de um ano.
"Os países árabes devem trabalhar duro para acalmar a situação e ajudar o povo sírio a conseguir sua liberdade", afirmou à Efe Salah el Bardaweel, do alto escalão do Hamas em Gaza, que acusa os Estados Unidos de "manter silêncio durante dois anos de massacres e crimes contra a humanidade na Síria e de atuar só quando foram utilizadas armas químicas por medo de que também fossem usadas contra Israel".
O possível ataque, segundo ele, não está voltado a "ajudar a levar a democracia ou a liberdade à Síria", mas unicamente "a ajudar Israel".
"EUA e Ocidente não intervêm em assuntos árabes para ajudar as nações árabes a se livrar de seus ditadores, mas sempre para proteger seus interesses, ajudar os ditadores a sobreviver e apoiar e proteger Israel", sentenciou.
Ismail Al Basha, de 48 anos e empregado de um restaurante sírio em Gaza capital, se diz convencido de que "um ataque contra a Síria forçaria os milicianos pró-sirios em Gaza a lançar uma guerra contra Israel, e então Israel voltaria a fazer outra guerra contra a Faixa que aumentará o sofrimento, as mortes e a destruição de edifícios".
São muitos os que temem que a intervenção internacional contra Damasco ponha fim à trégua atingida entre Israel e Hamas em novembro do ano passado, após a operação militar israelense "Pilar Defensivo", que levou à morte de 170 palestinos e 6 israelenses.
"Se os ataques forem graves, as facções palestinas violarão o cessar-fogo. Se a intervenção for grande, afetará toda a região", assegura o analista Abdo.
A Jihad Islâmica anunciou em comunicado que rejeita "qualquer intervenção" na Síria e que "condenará qualquer agressão americana ou israelense" sobre esse país, mas não ameaçou com represálias concretas.
Samir Khaldun, professor de 45 anos da Universidade Al Quds, em Abu Dis (Cisjordânia), atribui a intenção de atacar à Síria a uma tentativa de "fragilitar sua capacidade militar, como mais um passo do Ocidente para suprimir a potência militar dos países árabes".
Nem todos pensam como ele: Mohammed Said, de 32 anos e residente de Al-Bireh (Ramala), acredita que "o regime sírio deve cair, seja com intervenção ocidental ou através da revolução interna", uma opinião compartilhada pelo bancário Marwan Issa, embora lamente que as potências ocidentais é que tenham que acabar com ele.
Outra questão que preocupa os palestinos é que a atual situação regional, com sérias crise na Síria e Egito, afastaram do foco a causa palestina e que o fim da ocupação israelense é uma questão cada vez menos importante para o Ocidente, que monitora traumas maiores no Oriente Médio.
Feliz 5774

Feliz 5774

Há 65 anos, o Estado de Israel vem lutando para defender seus habitantes e suas fronteiras, e ainda teve tempo e habilidade para criar uma sociedade exemplar, rica em valores éticos, morais e científicos.

Israel sobreviverá a todas as ameaças.

Neste panorama de passado de lágrimas, e futuro de incertezas, a única convicção é que Israel não pode depender de ajuda internacional para garantir sua própria segurança. 

Am Israel Chai – Que Viva o Povo de Israel !

Feliz 5774 para todos os povos amantes da PAZ. São os Votos do COISAS JUDAICAS
Asma Assad, a "Rosa do Deserto",

Asma Assad, a "Rosa do Deserto",

Nesta sexta-feira de manhã, Asma Assad, a "Rosa do Deserto", foi à guerra. Ajudou crianças do ônibus escolar a desembarcar, circulou na galeria da Mesquita Sayydah Duqayya e conversou com improváveis turistas na Praça do Mausoléu de Saladino, do século 12, construído em Damasco por veteranos das Cruzadas.
Duas estações de TV, uma da Europa outra dos EUA, acompanharam a ação de propaganda do governo sírio. Asma, de 38 anos, é uma mulher bonita e muito elegante. Há dois anos, a revista Vogue publicou uma reportagem sobre ela sob o título de "Uma rosa no deserto". O texto foi, pouco depois, retirado da edição eletrônica.
Casada com o presidente Bashar Assad desde 2000, mãe de três filhos, ela mantém campanhas ambientalistas e em favor da agricultura orgânica.
Em algum outro ponto da cidade de 1,2 milhão de habitantes - cerca de 500 mil já fugiram da capital - o general de brigada Maher Assad expediu uma ordem à tropa que comanda, os 30 mil homens da Guarda Republicana, da 4.ª e da 5.ª divisões blindadas de infantaria e da assustadora agência militar de segurança interna; a polícia política. Todos estão proibidos de conversar com jornalistas. E devem reportar a presença da imprensa estrangeira.
Asma e Maher, irmão ressentido de Bashar, são peças importantes na equação do governo e da compreensão das reações na crise, segundo os serviços de inteligência ocidentais citados esta semana na sessão do Comitê de Defesa do Congresso americano pelo deputado Mac Thornberry, republicano do Texas.
O relatório indica que Maher exerce enorme influência sobre o irmão presidente. E Asma é uma espécie de lastro emocional do marido pouco expansivo, cuja carreira de cirurgião oftalmologista foi frustrada pela necessidade de assumir, em 2000, a condição de sucessor do pai, o presidente Hafez Assad. Em 1994, morreu o irmão mais velho, Bassel, que vinha sendo preparado para o cargo.
Na guerra civil, Bashar teria a disposição de negociar uma saída pacífica. Maher, porém, defende a intensificação do combate aos rebeldes. Bashar quis enviar a família para o Abu Dabi. Asma insistiu em ficar com ele e as crianças, na Síria. 

30 de ago. de 2013

Hillel Latin America fez reunião em Angra

Hillel Latin America fez reunião em Angra

Na semana passada,180 estudantes se reuniram no Rio de Janeiro, em Angra dos Reis para o Latin America Hillel Engagement Institute, que também marcou o décimo aniversário do Hillel Rio.


O Seminário, o maior da América Latina, foi liderado por Marcia Kelner Polisuk, Diretora do Hillel America Latina. Estudantes representando os Hillels de Buenos Aires e  Cordoba (Argentina), Montevideo (Uruguay), Asuncion (Paraguay), Rio de Janeiro (Brasil), seus diretores, equipe e  diretores  dos  boards de toda região.

Nos seus 10 anos, o Hillel Rio já teve quatro presidentes, todos ainda envolvidos em posições de liderança. Quase 60% dos estudantes cariocas  no seminário participaram do Taglit, através do Hillel, incluindo suas programações pré e pós viagem. Mais de 80% dos fundos que mantém as operações do Hillel Rio são angariados na comunidade local, logo, este seminário foi a forma perfeita de homenagear e celebrar esta conquista.


O grupo ficou honrado em ter a participação de líderes-chave do Hillel Internacional, como: Eric Fingerhutt, o recém empossado CEO e Presidente do Hillel Internacional, Avraham Infeld, Presidente Emérito do Hillel Internacional, Graham Hoffman, Vice-presidente de Estratégia do Hillel Internacional e Esther Abramovitz, Diretora do Hillel Israel.


O seminário de 3 dias, adaptado do Engagement Institute norte-americano, incluiu ensinos judaicos, treinamento de liderança, ênfase de networking na comunidade judaica, peoplehood, tikkun olam, pluralismo e conexão com Israel..Outro ponto alto dos seminarios do Hillel são os 3 serviços religiosos diferentes no Shabat para que cada jovem possa celebrar dentro da linha que segue, como enfatizou  Marcia Polisuk.

‘Beeing united without  being uniform”, e assim todos se reuniram após os serviços para o Shabat Dinner juntos.


Eric Fingerhutt enfatizou aos estudantes o conceito de família GLOBAL Hillel. Foi realmente importante que Eric tenha começado sua carreira no Seminario do Hillel na America Latina, pois ele "oficialmente" assumiu o cargo um dia após a Conferencia. Eric impressionou a todos por seu carisma e visão de judaísmo e sionismo modernos.

A representante da agência judaica na America Latina, Revital Poleg, comentou: "O seminário foi uma oportunidade de testemunhar mais uma vez o poder e a energia de nossos jovens, os futuros lideres judeus e os agentes e causadores das mudanças do povo judeu".

Avraham Infeld, presidente do Hillel Internacional, escreveu há 10 anos, à época da fundação do Hillel Rio: "O entusiasmo e senso de pertencimento e responsabilidade ao povo judeu, demonstrado pelas lideranças judaicas jovens dos 4 Hillels da America Latina, são um claro testemunho da validade da agenda global do Hillel Internacional e a qualidade do programa do Hillel na América do Sul e do imenso retorno no investimento feito no povo judeu".

Facebook judaico

Facebook judaico

O nascimento do Facebook reinventou radicalmente a nossa forma de socializar e interagir uns com os outros. Na verdade, embora muitos críticos condenam o site de redes sociais, culpando-o pela perda de interação pessoal, a falta de privacidade e em desenvolver indivíduos socialmente ineptos, Facebook tem sido bem sucedido em unir comunidades e culturas, estabelecendo solidariedade entre os vários grupos, e até mesmo encontrando, depois de muito tempo, amigos perdidos.

A popularidade do Facebook, provocou o surgimento de muitos sites semelhantes de redes sociais que são feitos sob medida para atender às necessidades de vários tipos de populações e culturas.

Um desses site é Jewishnet.ru - uma plataforma social judaica da nova geração visando criar um espaço de informação integrado para usuários e organizações judaicas. Atualmente está na fase de versão alpha.

Com mais de 80 mil usuários, Jewishnet.ru visa a prevenção da assimilação judaica, bem como conectar judeus assimilando todos de língua russa.

A idéia do projeto nasceu na Ucrânia, em 2011, quando Roman Ouro, juntamente com Igor Kozlovskiy, co-fundador da Jewishnet.ru, sentia que os judeus de língua russa não tinham plataforma para se conectar e compartilhar notícias e interesses.
EM RUSSO


"A comunidade judaica enfrenta vários problemas em termos de identidade judaica devido aos estereótipos de Israel e do povo judeu, baixo nível de prestígio da educação judaica, casamentos e conversão a outras religiões, etc", diz Kozlovskiy.

"Com o site, estamos tentando ajudar a encontrar uma solução para esses problemas", acrescenta. "Jewishnet.ru é agora uma plataforma universal para os usuários judeus e comunidades judaicas. É uma ferramenta de comunicação com o público não filiado e líderes de opinião em todo o mundo judeu. Tentamos incentivar a educação através de um formato discreto. Nós também temos discussões abertas, uma plataforma, clubes e iniciativas de caridade."

Jewishnet.ru também tem segmentos dedicados a namoro e companheiros de viagem.

Atualmente, o site está entre os três judaicos de recursos interpostos de língua russa da ex-União Soviética. "Sua marca é bem conhecida pela sua qualidade e como um recurso judaico profissional e bem sucedido desempenhando um papel importante na vida das comunidades judaicas, apoiando e cobrindo objetivamente eventos de todo o mundo", diz Kozlovskiy.

"Temos apoiado a organização e cobertura da mídia em massa de mais de 30 conferências de sucesso em Israel, Ucrânia, Rússia, Bielo-Rússia e nos EUA", acrescenta. "Também realizamos mais de 10 comícios a favor do Estado de Israel em todo o mundo, reunindo mais de 500 pessoas - dois programas MASA. Mabat-Media 'e' Art Tel New Media 'foram lançados com sucesso."

Jewishnet.ru tem suporte de uma variedade de figuras proeminentes judias incluindo Natan Sharansky, Presidente da Agência Judaica, Zeev Elkin, vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, o rabino Yaakov Dov Bleich, rabino-chefe da Ucrânia, o rabino Shmuel Kaminetzky, Rabino-Chefe de Dnepropetrovsk do Chabbad; rabino Pinchas Goldschmidt, o rabino chefe de Moscou, na Rússia, e muitos outros.
EM INGLÊS

 
O site também criou uma impressionante coleção de jornalistas e figuras públicas de mais de 600 pessoas, que ajudam a desenvolver uma estratégia para a cobertura objetiva de todas as notícias judaicas, de realidade e de Israel para lutar contra todos os tipos de anti-semitismo.

Jewishnet.ru apresentou conteúdo exclusivo de alguns dos mais renomados  autores judeus, incluindo Kseniya Svetlova, Dr. Zoya Kopelman, Dina Rubina, Evgeniy Satanovskiy, Zeev Chanin e muitos outros. "Mais de 1.200 organizações e estruturas de judeus e não-judeus de todo o mundo são nossos parceiros no momento", diz Kozlovskiy.

A próxima etapa do website irá implementar funções como fundos on-line de caridade, financiamentos, troca de casas, viajar juntos, entre outros recursos. Também estarão envolvidos na organização de conferências profissionais, fóruns e seminários. Jewishnet pretende abordar o mercado global e se tornar uma plataforma multilíngue, visando Inglês em primeiro lugar e, em seguida, escolher outras línguas.
Ajuda aos diabéticos

Ajuda aos diabéticos


A cada 20 segundos, em algum lugar no mundo, alguém com diabetes morre como consequência da doença.
A jovem designer israelense Lilach Steiner desenvolveu um sapato, inspirado por cascos de cavalo, projetado para melhorar a circulação.

Você não pode ver a conexão entre um casco de cavalo e diabetes, mas Steiner sim. Como parte de seu projeto de final de ano para a Academia Bezalel de Artes e Design, concebeu um sapato que ajuda  automaticamente o fluxo de sangue interrompido nas pernas, um grande problema para os diabéticos.
Lilach Steiner
Inspirado por seu amor por cavalos, Steiner modelou seus "sapatos diabéticos" sobre o mecanismo de um casco de cavalo, que funciona como uma bomba para retornar o sangue para as pernas.
Pessoas com diabetes têm uma probabilidade muito maior de sofrer de uma série de problemas nos pés. Diabetes provoca constrição dos vasos sanguíneos dos pés e pernas. Muitas pessoas com diabetes também sofrem de doença arterial periférica, que reduz o fluxo de sangue para os pés.
Após consulta com especialistas na área, Steiner descobriu que esses problemas podem ser mitigados por um tratamento de massagem diário que se concentra em áreas do joelho até as solas dos pés. Ela foi introduzida a vários dispositivos que proporcionaram o tal tratamento.

Ela começou a "criar um sapato que estimula e melhora o fluxo sanguíneo nas solas dos pés, com o paciente sentado, em pé ou andando", disse ela. Ela acredita que o sapato pode "acabar com o planejamento e desculpas reservados para outros dispositivos."
Com o impacto com o solo, arestas dentro do sapato pressionam o pé, assim como uma massagem regular. Portanto, o fluxo fornece os benefícios de outros dispositivos de circulação de sangue de uma maneira automática e constante.
A criação de Steiner ainda está em fase conceitual e "vai demorar mais alguns passos" antes de ser lançada no mercado. Ela recebeu recentemente uma bolsa de estudos da Associação de Fabricantes de Israel, que ajudará a financiar a pesquisa necessária para produzir Flow.
Chegam a Israel os  últimos judeus etíopes

Chegam a Israel os últimos judeus etíopes

Israel recebeu na quarta-feira(28) o último grupo de judeus etíopes, encerrando décadas de esforços para levar ao país os remanescentes da antiga comunidade judaica da Etiópia.
The last of the eligible Falash Mura were airlifted to Israel Wednesday, ending the project that brought 7,500 Falash Mura to Israel over the past year (photo credit: Michal Shmulovich/ToI)
Tali Aronsky, porta-voz da semiestatal Agência Judaica, disse que o grupo de 450 pessoas desembarcou em Israel.
Two Falash Mura girls who became new Israelis Wednesday wave their flags after reaching the airport (photo credit: Michal Shmulovich/ToI)
Os imigrantes integram a comunidade Falash Mura, cujos ancestrais foram convertidos do judaísmo para o cristianismo, há cerca de um século, mas conseguiram manter alguns costumes antigos.

Nos últimos três anos, cerca de 7 mil integrantes da comunidade Falash Mura foram levados da Etiópia para Israel, prosseguiu a porta-voz.


Hundreds gathered to greet the Falash Mura at the airport (photo credit: Michal Shmulovich/ToI)


Alguns integrantes da comunidade, no entanto, permaneceram na Etiópia, o que ocasionou hoje um protesto de familiares em frente ao gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para que eles também sejam levados a Israel.

Moonmoone, left, and Sugaro wait at Ben Gurion Airport for relatives to arrive from Gondar, Ethiopia on Wednesday (photo credit: Michal Shmulovich/ToI)

Cerca de quatro milhões de americanos sofrem de psoríase, uma doença de pele crônica auto-imune que provoca manchas, crostas brancas. Não há cura para a doença, mas os pesquisadores israelenses acreditam que podem estar no caminho para a formulação de um candidato da droga inovadora que poderia finalmente fazer o trabalho.
Conforme descrito na revista Chemistry and Biology pela equipe da Ben-Gurion University of the Negev (BGU), seu estudo em colaboração com a Israel Teva Pharmaceutical Industries mostrou que inibir o sistema imunológico com a proteína Interleucina do sistema 17 (IL-17) pode ser a chave do controle da doença da pele.


"A psoríase é mediada por citocinas pró-inflamatórias", explica o pesquisador Prof. Amir Aharoni. "Uma das principais citocinas que desempenha um papel nesta e em outras doenças auto-imunes é a IL-17. Nosso objetivo era de ação para inibir a IL-17 e retardar a progressão de várias destas doenças."
Uma vez que eles dominaram a metodologia usando modelos animais, eles olharam para a melhor indicação sobre o que precisam para testá-la. 
Dois anos e meio de trabalho provaram que o seu receptor de engenharia, IL-17RA, é altamente eficaz na eliminação de psoríase aguda humana quando introduzido em camundongos. Ainda não foram feitos testes em humanos.
O uso de celular causa câncer?

O uso de celular causa câncer?

Em algum momento da nossa vida já ouvimos alguém brincando dizendo que celulares são cancerígenos ou que podem causar câncer, mas um estudo recente descobriu que esta brincadeira pode não ser uma piada e sim algo sério.
O estudo foi realizado pela Universidade de Tel Aviv, com os resultados sendo publicados na revista científica Redox  Antioxidantes e Sinalização.

O estudo não apresenta uma relação direta entre o desenvolvimento do câncer e o uso de celulares. Em vez disso, cria-se a possibilidade de uma nova pesquisa, e estabelece uma ligação entre o uso a longo prazo e os efeitos que levam a alterações moleculares.

O estudo analisou as glândulas salivares de 20 usuários de celulares a longo prazo, com uma média de 12 anos de uso 30 horas por semana, em contraste com 20 surdos que usaram seus celulares apenas para mensagens de texto. Os investigadores acreditam que, devido à proximidade do telefone com as glândulas salivares, os efeitos do telefone poderiam ser vistos olhando a saliva do utilizador.
Em comparação aos não-usuários, a saliva das pessoas que utilizaram telefones celulares tiveram um maior nível de estresse oxidativo, um processo que é conhecido por ser um importante fator de risco cancerígeno.

Os pesquisadores descobriram que houve "um aumento significativo em todos os índices de estresse oxidativos salivares estudados em usuários de telefones móveis", levando à conclusão de que "o uso de telefones celulares pode causar estresse oxidativo e modificar a função salivar."

Dr. Yaniv Hamzany do TAU passou a dizer que o estudo sugere um "estresse oxidativo considerável sobre o tecido e as glândulas que estão próximas ao telefone celular quando em uso."

Telefones celulares são conhecidos por emitir radiação não ionizante, mas não alterando as células no corpo. Em 2011, a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer, parte da Organização Mundial de Saúde, anunciou celulares como "possivelmente cancerígenos", classificando-os como categoria 2B, uma classificação compartilhada pelo escape do motor, chumbo, produtos químicos industriais, e DDT. 
Clima em Israel em função da Síria

Clima em Israel em função da Síria

Sabe o que mais me chateia com relação à mídia internacional?
Yaheli Berlinski

É que eles me obrigam a escrever sobre coisas que não existem (pelo menos não existem ainda!!!).

Não existe clima de guerra nenhum em Israel.

Israel distribui máscara para a população de maneira regular e essa multidão correndo desesperada para pegar suas máscaras na verdade (em sua grande maioria) são pessoas que já deveriam ter suas máscaras em casa empoeirando como a minha está há dois anos.

Inclusive eu postei o vídeo da máscara quando eu recebi a minha, basta procurar lá no canal do youtube.

Ninguém disse que seja impossível que Israel entre em guerra com a Síria ou com qualquer país que seja, o que eu digo e repito é, a chance de que algo de verdade venha a acontecer neste país e com a população civil é perto de zero.

Para quem ainda não entendeu, a história de Israel com a Síria é a seguinte:

A Síria vive um clima de caos fazendo uso inclusive de armas químicas contra a população civil e os EUA vão, possivelmente, intervir militarmente lá. O que ocorre é que a Síria ameaça retaliar Israel caso isto de fato aconteça e, como é óbvio Israel irá responder. Em resumo essa é a história.
O grande clima em Israel hoje é de preparação para o Rosh Hashanah, ano novo judaico, que será na semana que vem.

Só para que não reste dúvida, hoje é sexta-feira, início de Shabat, e eu filmei um vídeo aqui na minha rua para vocês verem o "clima de desespero" que está instalando no país. 

Assistam o vídeo, aproveitem e se inscrevam no canal que mais vídeos vem por aí:




http://vivendoemisrael.blogspot.com.br/
Voltar as fronteiras e 1967, jamais, diz  Gideon Sa'ar

Voltar as fronteiras e 1967, jamais, diz Gideon Sa'ar

O ministro do Interior de Israel, Gideon Sa'ar, disse nesta sexta-feira que seu país não aceitará retornar às fronteiras de 1967, anteriores à ocupação de Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental nas negociações de paz com os palestinos.
Sa'ar considera inaceitável retornar aos limites de 1967 em um eventual acordo de paz porque "essas linhas não são fronteiras defensáveis". As declarações foram feitas hoje em Jerusalém em cerimônia do Ano Novo judaico, que será celebrado na semana que vem, informou o jornal Ynet. Os palestinos exigem que as fronteiras vigentes antes da Guerra dos Seis Dias sejam a base dos limites do futuro Estado palestino.
O ministro Sa'ar afirmou também que os negociadores israelenses "insistirão em ficar com Jerusalém unida como capital de Israel", em rejeição à exigência palestina de estabelecer em Jerusalém Oriental a capital de seu estado.
Em relação à questão das colônias de judeus em território palestino, Sa'ar também rejeitou plenamente a exigência de evacuá-las e disse que não acredita "em desarraigar comunidades judaicas" e não pensa "que isso vá levar à paz".
Sa'ar ponderou que o governo não podia rejeitar participar das negociações de paz impulsionadas Washington por "responsabilidade internacional" e pela "necessidade de salvaguardar todos os interesses de Israel". Este diálogo, no entanto, não é uma continuidade do realizado sob o governo de Ehud Olmert já que, segundo o ministro, a parte israelense tem "novas posições".
Israelenses e palestinos retomaram conversas de paz após um acordo com a Casa Branca feito em um primeiro encontro das partes em Washington em 30 de julho, que pôs fim a uma estagnação do diálogo de quase três anos. Ao longo deste mês, as duas equipes negociadores se encontraram em várias ocasiões em Jerusalém e Jericó (Cisjordânia).
A menorá, a fé judaica e o Rosh Hashaná

A menorá, a fé judaica e o Rosh Hashaná

A menorá, a fé judaica e o Rosh Hashaná



Detalhe de painel do Arco do Triunfo de Tito, em Roma, mostrando despojos do Templo de Jerusalém.
Foto: Wikipédia/Cópia do painel no Museu Beth Hatefutsot, em Israel.
As Grandes Festas do mês de Tishrei simbolizam nossa forte ligação com a terra de Israel, nossa fé e nossa história. Estamos todos familiarizados com os símbolos destas festas, que fazem de nós o que somos: o povo judeu.

Estes símbolos foram transmitidos por gerações e estão associados com a terra (romã, palmeira) e com a fé (a menorá, a Arca Sagrada, o Templo).

A menorá, um candelabro de sete braços, era uma peça central no Segundo Templo de Jerusalém. Os romanos destruíram o Templo e a levaram, como espólio de guerra. Isso foi representado no Arco do Triunfo de Tito, erguido em comemoração a suas vitórias, entre elas, o cerco de Jerusalém no ano 70 DC. A imagem acima se tornou o símbolo da Diáspora judaica – a menorá esculpida no monumento em Roma é visível até os dias de hoje.

Após a destruição do Templo, a menorá se tornou um símbolo do judaísmo, com um significado tanto de fé como nacionalista, e passou a aparecer em uma variedade de objetos, tais como mosaicos e elementos arquitetônicos.

A menorá tem sete braços que a sustentam. O braço é o membro que conecta o mundo material com o mundo espiritual. Para transformar pensamentos e ideias, devemos agir, e os membros que mais atuam em nosso corpo são os braços e as mãos. Assim, o braço é a ligação entre o nosso “eu interior” e o “eu exterior”.

Os sete braços da Menorá representam os sete dias da semana; em cada dia, é acesa uma vela. A menorá simboliza levar uma vida iluminada durante todos os dias. São iluminados nossos atos e escolhas, pois a luz nos faz avaliar as coisas de forma objetiva e precisa. Um pouco de luz é suficiente para espantar a grande escuridão.

O período do ano que temos mais chance de reavaliar nossa vida é justamente o mês de Tishrei, o mês da balança (daí surgiu um dos signos do zodíaco). É o momento em que fazemos o balanço, em que temos a oportunidade de colocar o intelecto acima dos sentimentos, de alcançar o equilíbrio e, assim, montar os alicerces da vida com os valores corretos.

Em Tishrei, que é o mês de Rosh Hashaná, da mesma forma que pedimos perdão a D’us, perdoamos e pedimos perdão aos outros. Não estamos nesse mundo somente para iluminarmos nossas vidas: existe uma responsabilidade coletiva. Não devemos nos preocupar apenas em acender nossa chama interna, mas também com que o outro tenha a mente iluminada. Uma menorá acesa.

Em 14 de maio de 1948, quando as rádios anunciaram a fundação de Israel, os judeus de Roma vieram de todas as partes da cidade para o Arco de Tito. Riram, gritaram, choraram, fizeram muito barulho.

Texto baseado em explicação do rabino Daniel Weinmann, no site da Israel Antiquities Authority e na Wikipédia.
De Martin Luther King Jr.: “Carta para um amigo antissionista”

De Martin Luther King Jr.: “Carta para um amigo antissionista”

Martin Luther King
“... Meu amigo, você declara que não odeia os judeus, que é meramente ‘antissionista’. E eu digo: deixe a verdade ultrapassar os altos cumes de montanha, deixe-a ecoar através dos vales da vicejante terra divina. Quando alguém critica o sionismo, quer dizer judeus – esta é a própria verdade divina. O antissemitismo – o ódio contra pessoas judias – tem sido e permanece uma mácula no espírito da humanidade. Nesse sentido, tenha conhecimento disso: antissionismo é inerentemente antissemita, e será sempre assim.

Por que isso? Você sabe que o sionismo não é nada mais do que o sonho e ideal de o povo judeu retornar a viver em sua própria terra. As Escrituras nos contam que o povo judeu só gozou de um florescente Estado na Terra Santa, da qual foram expulsos pelo tirano romano – os mesmos Romanos que assassinaram Nosso Senhor. Arrancado de seu lar, com sua nação em frangalhos, o povo judeu foi forçado a perambular pelo globo, constantemente sofrendo o castigo de qualquer tirano que por ventura estendesse sua autoridade sobre si.

Meu amigo, o povo negro sabe o que é sofrer o tormento da tirania de governantes que não são de nossa escolha. Nossos irmãos na África têm esmolado, suplicado, requerido e pedido o reconhecimento e realização de nosso direito natural de viver em paz sob nossa própria soberania em nosso país. Para qualquer um que se agarrasse a este inalienável direito de toda a humanidade, seria tão fácil entender e apoiar o direito de o povo judeu viver em sua antiga Terra de Israel. Todo homem de boa vontade exulta no cumprimento da promessa de Deus de que seu povo deveria retornar e gozar da reconstrução de sua espoliada terra. Isto é o sionismo, sem nada mais, nem nada menos.

E o que é antissionismo? É a negação ao povo judeu de um direito fundamental que nós justamente clamamos para o povo africano e com o qual todas as nações do globo concordam. Meu amigo, trata-se de discriminação contra os judeus por eles serem judeus. Em suma, é antissemitismo. O antissemita regozija-se com toda a oportunidade de espalhar sua malícia. No Ocidente, os tempos têm tornado impopular proclamar abertamente o ódio aos judeus. Sendo este o caso, o antissemita busca constantemente novas formas e fóruns para seu veneno. Como ele deve deleitar-se em novo disfarce!...Ele não odeia judeus, ele é ‘antissionista’!...

Meu amigo, não acuso você de deliberado antissemitismo. Sei que você sente, como eu, um profundo amor pela verdade e justiça, e uma repulsa contra racismo, preconceito e discriminação. No entanto, sei que você, como tantos outros, tem sido mal conduzido a pensar que pode ser ‘antissionista’ e ainda permanecer fiel a estes sinceros princípios que dividimos. Deixe ecoar minhas palavras na profundeza de seu espírito: quando alguém critica o sionismo, quer dizer judeus – não se engane quanto a isso”.
Líderes religiosos marcham no Cemitério Nacional de Arlington,
no Estado de Virgínia, em protesto contra a Guerra do Vietnã, em
06 de fevereiro de 1968. A partir da esquerda: rabino Abraham Heschel,
Martin Luther King, pastor Ralph Abernathy, rabino Maurice Eisendrath
(com a Torá) e rabino Everett Gendle. Foto: Duke University.
Israel investe US$ 900 mil em campanha institucional no Brasil

Israel investe US$ 900 mil em campanha institucional no Brasil


Cleo Ickowicz, diretora de Marketing do Turismo de Israel,
e Suzan Klagesbrun, cônsul de Turismo de Israel
O Ministério de Turismo de Israel lançou sua primeira campanha institucional voltada para a divulgação do país no Brasil. A ação, que tem aporte de US$ 900 mil, será realizada entre setembro e outubro em mídias impressas, internet e rádio. 

A consulesa de Turismo do Ministério de Turismo de Israel, Suzan Klagesbrun, diz que o primeiro passo da campanha foi dado em dezembro do ano passado, com uma pesquisa de mercado sobre o conhecimento e interesse dos brasileiros em relação ao turismo do país. 

A partir daí, houve um trabalho para a formatação das peças publicitárias com foco no público brasileiro que visita Israel: turismo religioso. “Basicamente, são peças voltadas para os públicos católico e evangélico”, afirma a diretora da Golombek Comunicação, Renata Golombek. 

Israel recebe anualmente 3,5 milhões de visitantes internacionais, dos quais 60 mil são brasileiros. Com a campanha, o Ministério de Turismo do país espera que o número de visitantes cresça um mínimo de 7%. Entre os principais visitantes internacionais estão, em primeiro lugar, os Estados Unidos. 

Na sequência vem Rússia, Alemanha, França e Inglaterra. Jerusalém está no topo entre os destinos mais visitados, apesar de a porta de entrada do país ser Tel Aviv. Galileia e Nazaré ficam em terceiro lugar, seguidas do Mar Morto, Deserto de Negev e Eilat, no Mar Vermelho. 

Dois destinos se destacam, não pelo número absoluto de visitantes, mas pelo crescimento de procura: Safed, cidade no Norte, por ser considerada o berço da cabala, e Bahai, localizada em Haifa, onde existem belos jardins suspensos.

Israel fará primeira campanha institucional para divulgação do país no Brasil

Israel fará primeira campanha institucional para divulgação do país no Brasil

O Ministério de Turismo de Israel lançou nesta semana em São Paulo sua primeira campanha institucional voltada para a divulgação do país no Brasil. A ação será realizada entre setembro e outubro em mídias impressas, internet e rádio.

O primeiro passo da campanha foi a realização de pesquisa de mercado sobre o conhecimento e interesse dos brasileiros em relação ao turismo do país, disse a consulesa de Turismo do Ministério de Turismo de Israel, Suzan Klagesbrun.

“A formatação das peças publicitárias terá foco no interesse do público brasileiro que visita Israel: turismo religioso. Basicamente, são peças voltadas para os públicos católico e evangélico”, afirmou a diretora da Golombek Comunicação, Renata Golombek, responsável pela campanha..

Israel recebe anualmente 3,5 milhões de visitantes, dos quais 60 mil são brasileiros. Com a campanha, o Ministério de Turismo espera que o número de visitantes cresça ao menos 7%.

Jerusalém é o destino mais visitado pelos turistas; Tel Aviv está em segundo lugar. Galileia e Nazaré ficam em terceiro lugar, seguidas do Mar Morto, deserto de Negev e Eilat.


Peça publicitária da campanha. Divulgação.
Etíope vence "Big Brother" israelense

Etíope vence "Big Brother" israelense

Tahunia Rubel foi a vencedora da quinta temporada do “Big Brother” de Israel. Modelo de 25 anos, nascida na Etiópia e que atualmente mora em Beit Shemesh, ela levou o primeiro prêmio, no valor de um milhão de shekels. Ela é a segunda mulher a ganhar o programa: a primeira Shifra Cornfeld, que venceu a primeira temporada.
Missão levará exportadores gaúchos a Israel

Missão levará exportadores gaúchos a Israel


Grupo de empresários dos setores de alimentos, moda e higiene pessoal deve ir ao Oriente Médio em novembro

Adriana Lampert

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Presidente da Câmara Brasil-Israel, Jayme Blay avalia que Estado pode abrir mercado à indústria
Presidente da Câmara Brasil-Israel, Jayme Blay avalia que Estado pode abrir mercado à indústria
Recém instalada no Estado, a Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria (Cambici) está captando empresários gaúchos dos setores de alimentos, moda e higiene pessoal para participarem de uma missão da entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A meta é que, em novembro deste ano, 20 exportadores brasileiros desembarquem em Israel para participar de rodadas de negócios com importadores daquele país.

De acordo com a diretora executiva da Cambici, Adriana Finzi, o volume de exportação de produtos brasileiros para Israel ainda é baixo. Do Rio Grande do Sul, por exemplo, são enviados em maior abundância plásticos, materiais de borracha e petroquímica, além de sucos e alimentos -, mas o montante não chega a US$ 10 milhões/ano para cada item.

A dirigente esteve em Porto Alegre acompanhando o presidente da entidade, Jayme Blay, que esteve reunido com o secretário estadual de Desenvolvimento e Promoção do Investimento do Rio Grande do Sul, Mauro Knijnik, e com o presidente do Badesul, Marcelo Lopes, a fim de fomentar os negócios bilaterais entre o Estado e Israel.

“Queremos não somente embutir a tecnologia israelense e aumentar a capacidade de produção agrícola do Rio Grande do Sul, mas também divulgar nosso interesse em ampliar a exportação gaúcha de produtos finais”, frisa Adriana.

Blay lembrou que a renda per capita de Israel é superior à da Comunidade Europeia, ficando acima de US$ 30 mil. “Como não produz praticamente nada - por ser um país pequeno e com escassez de recursos materiais -, Israel importa quase todos os produtos, isso representa mais de US$ 100 bilhões por ano”, observa o dirigente. E o Brasil tem uma série de mercadorias que podem ser vendidas àquele país, desde as fabricadas pela indústria têxtil, passando por plásticos até produtos químicos.

“No caso do Rio Grande do Sul, os fabricantes de produtos mobiliários também podem se beneficiar”, pontua o presidente da Cambici. Blay afirma que a “cereja do bolo” desses negócios fica por conta da redução de tarifas entre o Mercosul e Israel.

O dirigente admite que ainda há um desequilíbrio na balança comercial, uma vez que, enquanto os produtos brasileiros já tiveram essas onerações reduzidas a quase zero, do lado “de lá” o abrandamento das tarifas de mercadorias ainda ocorre de forma mais lenta.

“No entanto, se o Brasil compra tecnologias de alto padrão para melhorar e agregar qualidade a seus produtos, estará fortalecendo a exportação dos mesmos não só para Israel, mas para outros mercados”, argumenta Blay, ao defender que há benefícios na relação. “É difícil fazer a conta das correntes de comércio que já ocorrem entre os dois países”, completa o dirigente, garantindo que não “é pouca coisa”.

Segundo ele, além de diversos itens que beneficiam o setor agrícola, Israel ainda exporta para o Brasil tecnologias sofisticadas, principalmente quando se fala em reúso da água, questões de segurança e equipamentos voltados à área de Medicina.

Ao visitar o Estado, os dirigentes da Cambici não só divulgaram a intenção de impulsionar a exportação para Israel, mas também de buscar ampliar a importação dessas tecnologias para diversos setores brasileiros e do Rio Grande do Sul.

Em abril, o governador Tarso Genro também esteve em Israel para viabilizar aos produtores gaúchos a aquisição de tecnologias que ajudem nas áreas de irrigação, sementes adaptáveis ao solo e controle de pragas na agricultura. A compra será feita com financiamento do Badesul e BRDE.

De acordo com o diretor regional da Cambici, Sebastian Watenberg, agora a entidade busca detectar outras demandas do Estado que possam ser beneficiadas com a tecnologia israelense.

Fonte: Jornal do Comércio
Israel se prepara para possível resposta do regime sírio em caso de ataque

Israel se prepara para possível resposta do regime sírio em caso de ataque

O Exército israelense instalou nesta madrugada uma bateria antimísseis do sistema "Domo de Ferro" para proteger Tel Aviv de um possível ataque em resposta a uma eventual ofensiva liderada pelos EUA contra a Síria, confirmou à Agência Efe nesta sexta-feira um porta-voz militar.
"Durante a noite de hoje, uma bateria da Domo de Ferro foi instalada na zona metropolitana de Tel Aviv", afirmou o porta-voz.
Outras três unidades deste sistema de defesa também já estão situadas no norte do país: em Haifa, na galileia e outra no vale de Amakim, ao sul de Haifa, assinalou o militar.
De acordo com a fonte, outra bateria está posicionada nas proximidades da cidade de Eliat, na ponta sul de Israel, para proteger o país contra ataques vindos da península egípcia do Sinai.
Além disso, também há unidades dos sistemas antimísseis de médio alcance Patriot e de longo alcance Arrow II "em distintas posições em todo país", declarou o porta-voz do Exército.
A Força Aérea, encarregada de operar a bateria Arrow II, capaz de interceptar mísseis como os Scud D sírios, assim como os Shabab 3 e Seijil iranianos, aumentou seu nível de alerta, informou hoje o jornal local "Ynet".
"Devido aos recentes acontecimentos na região", as forças armadas estão tomando "as medidas necessárias para proteger a população civil de Israel", usando "mecanismos de defesa tanto ativos como passivos", declarou a fonte.
No entanto, mesmo com todas essas medidas de precauções, a cúpula militar israelense considera "pouco provável" que a Síria decida atacar Israel em resposta a um possível ataque ocidental.
Judeus ultraortodoxos querem máscaras antigás para a barba

Judeus ultraortodoxos querem máscaras antigás para a barba

Direto de Tel Aviv
Desde que a mídia local começou a anunciar um ataque iminente dos Estados Unidos à Siria, em represália ao uso de armas químicas contra civis, cresceu em Israel o temor de que o presidente sírio, Bashar Al-Assad, responda lançando mísseis contra as cidades israelenses. Nas principais cidades do país a busca por máscaras antigás quadruplicou, e a tensão já gera desconfortos dentro do próprio país, a exemplo dos judeus ultraortodoxos, que reclamam não haver máscaras especiais para acomodar suas longas barbas. 
A preocupação da população israelense remonta a primeira Guerra do Golfo, em 1991, quando o Iraque de Sadam Hussein, lançou mísseis contra Tel Aviv após ser atacado pelas tropas americanas.
Naquela época também havia o receio de que o Iraque lançasse mísseis carregados com armas químicas contra Israel. Todos os residentes no país foram instruídos a buscar máscaras de gás em centros de distribuição do Comando da Retaguarda do Exército israelense. Depois de verem as cenas de horror na Síria, os israelenses temem que o mesmo possa acontecer aqui.


Soldado israelense caminha próximo a uma bateria antiaérea na cidade de Haifa Foto: AP
Soldado israelense caminha próximo a uma bateria antiaérea na cidade de Haifa
Foto: AP

Nos últimos dias, centros de distribuição de máscaras de gás das grandes cidades de Israel têm grandes filas. No entanto, as autoridades já admitiram que nos depósitos do Exército não há máscaras suficientes para toda a população. Segundo as últimas informações, restaram apenas cerca de 40 mil máscaras nos depósitos, mas 2 milhões de pessoas ainda não as receberam.
De acordo com o governo, "não há necessidade de entrar em pânico pois a probabilidade de que Assad ataque Israel é muito baixa". Mas essas palavras não convencem muitos israelenses cuja ansiedade aumenta a cada nova informação sobre um ataque americano iminente a Síria.
Providências
A mídia local não contribui para acalmar os ânimos. A manchete do maior jornal de Israel, Yediot Ahronot, anunciava com letras colossais nesta quinta feira: "A Qualquer Momento", avisando o público de que a partir desta noite, as forças americanas poderão atacar Damasco.



Jornal Yediot Ahronot traz na manchete: "A Qualquer Momento" Foto: Guila Flint / Especial para Terra
Jornal Yediot Ahronot traz na manchete: "A Qualquer Momento"
Foto: Guila Flint / Especial para Terra

Apesar dos pronunciamentos tentando acalmar a população, as autoridades tomam providências para qualquer eventualidade. A prefeitura de Tel Aviv instruiu artistas que ocupam os abrigos antiaéreos a limparem os locais e retirar objetos desnecessários, para caso a população precise correr para os bunkers que, em tempos tranquilos, são emprestados à classe artística.
O ministro do meio ambiente, Amir Peretz, instruiu as indústrias petroquímicas de Haifa a tomarem providências de emergência para proteger os depósitos de materiais químicos altamente inflamáveis. O gabinete de segurança do governo aprovou o recrutamento de milhares de soldados da reserva, principalmente da Força Aérea e das unidades de misseis antimísseis.
Sem máscaras para os barbudos
Em meio à tensão, ficam novamente evidentes o conflitos culturais entre religiosos e seculares.



Modelo de máscara distribuída entre os israelenses Foto: Comando da Retaguarda do Exercito de Israel / Divulgação
Modelo de máscara distribuída entre os israelenses
Foto: Comando da Retaguarda do Exercito de Israel / Divulgação

Homens ultraortodoxos que foram buscar suas máscaras de gás nos centros de distribuição ficaram indignados ao descobrir que não há mais máscaras especiais para os barbudos. Até dois anos atrás o governo fornecia máscaras especiais para homens ultraortodoxos, que têm barbas grandes. As máscaras tinham um sistema de ventilador interno (movido a pilhas) e um grande espaço de plástico para os longos fios dos religiosos.
No entanto, como essas máscaras são muito mais caras do que as máscaras comuns para adultos, o governo decidiu parar de fornecê-las. Na ausência das máscaras especiais, os homens ultraortodoxos serão obrigados a cortar as barbas para se proteger na eventualidade de ataques quimicos, e vários dizem que terão que pedir permissões especiais de rabinos para fazê-lo. 
Vários ultraortodoxos disseram à imprensa local que consideram a decisão do governo de suspender as máscaras especiais um ato de "perseguição ao público religioso".
Pensamento positivo
Mais um sinal da tensão no país é a saudação dos apresentadores de TV ao final do noticiário da noite, substituindo o "boa noite" usual para "desejamos uma noite tranquila para todos".

O ministro da Segurança Interna, Itzhak Aharonovitz, pediu ao público que "não mude os preparativos para a festa de Rosh Hashana (Ano Novo judaico), prevista para a próxima quarta feira (4 de setembro), porém muitos israelenses se perguntam se poderão jantar calmamente com suas familias ou serão obrigados a ficar confinados nos abrigos antiaéreos. 


Sara Perez, 63 anos, procura não pensar em um possível ataque a Israel Foto: Guila Flint / Especial para Terra
Sara Perez, 63 anos, procura não pensar em um possível ataque a Israel
Foto: Guila Flint / Especial para Terra

Mas vários outros israelenses preferem não pensar no perigo de uma guerra. É o caso de Sara Perez, 63 anos, proprietária de uma banca de jornais na rua Allenby, uma das mais movimentadas em Tel Aviv. "Não penso nisso e nem quero ouvir falar sobre isso", disse Perez ao Terra.
"Não tenho máscara de gás e não pretendo ir enfrentar as filas para recebê-la", acrescentou. "Se houver um ataque químico, pretendo colocar um pano molhado junto ao rosto para me proteger".
"Quando meus familiares tocam nesse assunto da guerra peço-lhes para mudar de assunto e falar sobre coisas positivas", disse.