As 18 fotos judaicas mais emblemáticas


Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras 
Recentemente o site Shalom Life buscou em arquivos de fotógrafos do mundo inteiro fotografias relevantes da vida judaica ao longo dos anos e reuniu as 18 fotos mais emblemáticas, famosas e atemporais que representam momentos de grande significado histórico, político, momentos decisivos do povo judeu ou simplesmente imagens para você se divertir e relembrar destes preciosos fatos da vida judaica.
Declaração de Independência 
Coisas Judaicas

David Ben-Gurion (O primeiro primeiro-ministro de Israel) pronuncia a Declaração de Independência do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948, sob um grande retrato de Theodor Herzl, fundador do moderno sionismo político, no antigo Museu de Arte de Tel Aviv no Boulevard Rothshild. O responsável pela caligrafia e desenho do pergaminho onde está escrita a Declaração de Independência de Israel foi Otte Wallish.
Coisas Judaicas
refugiada judia de um país árabe
Quem é esta criança?

Quem é essa criança? A foto foi tirada na "Palestina" pelo famoso fotógrafo judeu húngaro Robert Capa, em 1949. Ela é uma menina árabe? Na verdade, a menina é uma refugiada judia de um país árabe, que tinha acabado de chegar em Israel.

Libertação do Trem da Morte – Major Benjamin

Prisioneiros judeus no momento de sua libertação de um trem da morte perto do Rio Elba em 1945.

Cerimônia judaica na casa de um nazista


Militares judeus americanos conduzem uma cerimônia judaica na antiga casa do ministro de propaganda nazista Joseph Goebbels, a primeira nesta região da Alemanha em anos. Munchengladbach, Alemanha - 18 de março de 1945
Albert Einstein

Coisas Judaicas
Albert Einstein é, provavelmente, uma das figuras mais populares de todos os tempos. Ele é considerado um gênio, porque ele criou a Teoria da Relatividade, e assim, desafiou as leis de Newton, que foram a base de tudo que era conhecido na física até o início do século 20. Mas, como uma pessoa, ele era considerado um beatnik, e esta foto, tirada em 14 março de 1951 prova isso.

Mulher judia desafiando forças de segurança israelenses - Oded Balilty
Coisas Judaicas

Esta imagem ganhou o prêmio Pulitzer de Fotografia em 2007. O prêmio foi concedido a Oded Balilty da Associated Press por sua fotografia de uma mulher judia desafiando, sozinha, as forças de segurança israelenses na luta para remover colonos ilegais na Cisjordânia.

Jogador do Hall da fama serve seu país

O jogador de beisebol Hank Greenberg, membro do hall da fama do esporte, serviu ao exército dos EUA entre 1941 e 1945, onde alcançou a patente de capitão. Antes de se alistar, Greenberg chegou perto de bater o recorde de Babe Ruh, um dos melhores jogadores de beisebol de todos os tempos, numa temporada. O recorde só não foi quebrado pois o arremessador se recusou a lançar-lhe a bola, uma vez que não queria que um judeu tivesse este título.

O último judeu de Vinnitsa

Imagem do álbum pessoal de um soldado do Einsatzgruppen, marcado no verso como "o último judeu de Vinnitsa". A foto mostra um membro do Einsatzgruppe prestes a atirar em um homem judeu ajoelhado diante de uma vala cheia em Vinnitsa, na Ucrânia, em 1941. Todos os 28.000 judeus de Vinnitsa e seus arredores foram massacrados na época.

O reverendo e os dois rabinos

A fotografia do Reverendo Martin Luther King, junto com os  rabinos Eisendrath e Abraham Joshua Heschel, é emblemática na demostração da relação entre as comunidades judaicas e negra durante o Movimento dos Direitos Civis. Ela foi tirada em 1965, em Montgomery, Alabama, na conclusão da famosa marcha pelos direitos de voto de Selma a  Montgomery.

O mestre das escapadas 

Harry Houdini (nascido Erik Weisz) era um judeu húngaro que se tornou um dos maiores mágicos e ilusionistas do mundo e um dos mais lembrados da América, conhecido por seus números de escapadas sensacionais. Não havia algemas, grilhões, correntes, cordas, cabos de aço, camisas de força, jaulas ou sarcófagos que ele não conseguisse se livrar. Diferente de outros mágicos, Houdini praticava suas "escapadas" aos olhos da platéia.

Admirando o Muro das Lamentações 
Nesta combinação de duas fotos, os pára-quedistas do Exército israelense Zion Karasanti, à esquerda, Yitzhak Yifat, ao centro, e Haim Oshri, à direita, observam o Muro das Lamentações, o local mais sagrado judaísmo, na Cidade Velha de Jerusalém, depois que ele foi tomado durante a Guerra dos Seis Dias em 7 de junho de 1967. A foto ao lado,  40 anos mais tarde, em 16 de maio de 2007.

A primeira foto é uma imagem histórica - uma foto icônica que capturou Israel em seu momento mais triunfante. Três jovens combatentes olhando com espanto para o Muro das Lamentações, momentos após a tomada do local mais sagrado do judaísmo na Guerra dos Seis Dias.


Anne Frank
 
Anne Frank, retratada em maio de 1942, foi uma das vítimas judias mais comentadas do Holocausto. Frank mantinha um diário narrando sua vida de 12 junho de 1942 até 1 de agosto de 1944. Seu pai, Otto Frank, o único sobrevivente da família, encontrou os manuscritos de Anne quando retornou a Amsterdã depois da guerra. O diário foi publicado pela primeira vez em 1947, tornando-se base para várias peças teatrais, filmes e currículos escolares.

O símbolo sexual mais famoso da história


O vestido icônico que Marilyn Monroe usou no filme The Seven Year Itch , em 1955, detém atualmente o título de o vestido mais caro já vendido em um leilão. O vestido foi vendido pela impressionante quantia de US$ 4,6 milhões, e este valor não foi devido ao tecido, designer ou corte, mas ao fato de que ele ter sido usado por um dos maiores e mais famosos símbolos sexuais de todos os tempos. Monroe se converteu ao judaísmo quando se casou com Arthur Miller em 29 de junho de 1956, e permaneceu judia depois do divórcio.


O massacre de Munique

 
A imagem do sequestrador olhando da varanda do quarto da equipe israelense no Edifício 31 da Vila Olímpica de Munique, durante os Jogos Olímpicos de 1972. Esta é, provavelmente, a foto mais amplamente conhecida e icônica deste trágico evento.
Anwar el-Sadat (esquerda), presidente dos EUA, Jimmy Carter (ao centro), e primeiro-ministro israelense Menachem Begin


A paz que todos nós esperamos vai durar?
O presidente egípcio Anwar el-Sadat (esquerda), presidente dos EUA, Jimmy Carter (ao centro), e primeiro-ministro israelense Menachem Begin (direita) apertando as mãos na Casa Branca, após a assinatura do Acordo de Camp David - tratado de paz entre Israel e Egito, em 17 de setembro de 1978

Velhos inimigos apertam as mãos - Gary Hershorn

Esta foto de Gary Hershorn foi tirada nos jardins da Casa Branca e mostra os velhso inimigos Rabin e Arafat apertando as mãos na frente do sorridente presidente Clinton, após a assinatura do Acordo de Paz de Oslo, em 13 de setembro, 1993

Duas grandes mentes

Esta foto, tirada em 1952, mostra o primeiro-ministro de Israel, David Ben-Gurion (de terno), sentado junto a Albert Einstein. Em 1952, Ben-Gurion ofereceu o cargo de presidente de Israel a Einstein. A oferta foi apresentada pelo embaixador de Israel em Washington, Abba Eban, que explicou que a oferta "personifica o mais profundo respeito que o povo judeu tem por qualquer um de seus filhos". No entanto, Einstein recusou, e escreveu em sua resposta que ele estava "profundamente comovido", e "ao mesmo tempo triste e envergonhado" mas não podia aceitá-lo.

Gilat Shalit: Um filho de Israel volta pra casa
O soldado israelense Gilat Shalit saúda o primeiro ministro de Israel Benjamin Netanyahu após pousar na base aérea de Tel Nof em Israel após ser mantido em cativeiro pelo Hamas em Gaza, por cinco anos. A foto foi tirada em 18 de outubro de 2011.

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1 Comentários

danilo disse…
Legal, sou descendente de judeu, graças a Deus, rimou!