30 de nov. de 2012

Keren Hayesod / Fundo Comunitário, são o Tzedaká Dom de Israel – Evento Leão de Judá 2012

Keren Hayesod / Fundo Comunitário, são o Tzedaká Dom de Israel – Evento Leão de Judá 2012


Mais de 120 pessoas estiveram presentes no sábado, 24 de novembro, ao encontro promovido pelo grupo Leão de Judá, do Fundo Comunitário do Rio de Janeiro, realizado na residência da Presidente do grupo, Cláudia Cytrynbaum Chor. 
O evento foi aberto com uma bonita cerimônia de Avdalá, abençoando a todos os presentes, conduzida e explicada pelo Rabino Eliahu Haber do Beit Lubavitch.
O convidado especial da noite, jornalista Caio Blinder, do programa "Manhattan Connection" (Globo News), veio de Nova Iorque especialmente prestigiar o evento. Ele traçou um panorama geral do recente conflito entre Israel e o Hamas e das relações "tridimensionais" entre os países muçulmanos. Estavam presentes: o Cônsul Honorário de Israel no Brasil, Osias Wurman, o ex-Ministro do Superior Tribunal de Justiça Waldemar Zveiter, líderes de instituições federadas e políticos.
Cláudia Chor está no seu segundo ano de gestão e orgulhosa dos resultados alcançados. “Estou muito honrada com a função de Presidente do grupo, que já conta com 60 integrantes e faz a diferença na Campanha do Fundo Comunitário do Rio de Janeiro. Solidários e unidos alcançaremos o objetivo de dar dignidade a quem necessita. Estes valores são os únicos bens duráveis, imutáveis e sem preço. Sempre digo para os meus amigos: Fazer o bem faz bem!”

Receberam o broche de ouro, símbolo do grupo Leão de Judá, seis das nove novas integrantes. Uma das “leoas” que usou o broche pela primeira vez, muito emocionada, contou que seu marido sempre foi ativista do Fundo Comunitário. “Agora ele me presenteou com a adesão ao grupo, foi muito especial, simboliza o nosso olhar para o próximo.”
Alberto Moszkowicz, Presidente do Fundo Comunitário no Rio de Janeiro, fez um breve discurso lembrando que os foguetes vindos de Gaza, antes um problema restrito ao sul de Israel, passou a afetar todo o país e, consequentemente, a todos os judeus do mundo. “O grupo Leão de Judá do Rio, com suas 60 integrantes, é case de sucesso em todo o Keren Hayesod. O trabalho delas e do Fundo Comunitário como um todo, salva e preserva milhares de vidas e, através do exemplo, elas fortalecem os vínculos entre a comunidade e os jovens”.

A shlichá Maya Talmon Chvaicer apresentou um filme sobre o drama que a população de Israel enfrenta em seu cotidiano pelos foguetes lançados recentemente pelo Hamas seguido por um impressionante depoimento gravado por um carioca - Alberto Edelman - que há 8 meses fez aliá com sua família. Ela agradeceu ao empenho do grupo: “Assim como vocês sustentam com a sua força e o seu amor a união de suas próprias famílias, também estendem a sua força, através da solidariedade, às famílias que mesmo sem conhecer, são capazes de amar. Essa é a verdadeira força da mulher judia”.

Fechando o evento, foi feito um apelo aos presentes para que participem da Campanha de Urgência para reconstrução de10 abrigos antibombas dos quais 5 já foram compromissados.
Para fazer parte do grupo Leão de Judá, participar da Campanha de Urgência ou contribuir para o Fundo Comunitário, entre em contato através do telefone (21) 2257-2556 ou pelo email fc@fcrj.org.br
Atriz judia Mayim Bialik e o marido se divorciam após nove anos

Atriz judia Mayim Bialik e o marido se divorciam após nove anos


Ela é estrela das séries como "Blossom" e de "The Big Bang Theory”
Mayim Bialik anunciou que ela e seu marido estão se divorciando. A atriz de 36 anos, que pratica um judaísmo ortodoxo  moderno disse em um comunicado que ela e seu marido Michael Stone decidiram se divorciar devido a "diferenças irreconciliáveis". O casal tem dois filhos.
Bialik recentemente lançou um livro sobre “amizade e parentalidade disse que a filosofia que encoraja a formação de laços estreitos com constante contato físico não desempenhou nenhum papel na separação do casal.
A estrela indicada ao Emmy por  "The Big BangTheory", disse: "os relacionamentos são complicados e não importa o estilo de paternidade que você escolhe."
Ela acrescentou que o divórcio foi "terrivelmente triste, doloroso e incompreensível, principalmente para as crianças e que os filhos  permanecem como sua prioridade”.
Bialik ganhou fama como a estrela na década de 1990 com o sitcom "Blossom". Ela tem doutorado em neurociência da Universidade da Califórnia, especializada em transtorno obsessivo-compulsivo em adolescentes.

Ela conheceu Michael Stone, um estudante de pós-graduação de cálculo. Em seu papel mais recente em "The Big BangTheory", Bialik interpreta Amy Farrah Fowler, uma neurocientista que namora uma das principais  estrelas do show: o socialmente inepto físico Sheldon Cooper.
Israel aprova construção de 3 mil casas em assentamentos após vitória palestina

Israel aprova construção de 3 mil casas em assentamentos após vitória palestina

Área de expansão - Coisas Judaicas

Israel - O governo de Israel aprovou nesta sexta-feira a construção de 3 mil novas casas em assentamentos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental após o reconhecimento dado na quinta-feira pela Assembleia Geral da ONU à Palestina como Estado observador, informa a imprensa israelense.

Segundo o Canal 10 da televisão israelense, que cita um funcionário do Executivo, além das 3 mil casas, o governo deu sinal verde a um plano para construir milhares de novas residências na área que liga Jerusalém Oriental ao grande assentamento de Ma'ale Adumim, no nordeste da cidade e já dentro do território da Cisjordânia. "Israel está considerando outras diversas ações em resposta à ação unilateral dos palestinos na ONU", disse o funcionário do governo citado pelo canal.

O site do jornal "Yedioth Ahronoth" informou, por sua vez, que a decisão de construir as casas foi adotada pelo grupo dos nove ministros mais importantes do governo, que se reuniu na quinta-feira para analisar a resposta israelense à iniciativa palestina nas Nações Unidas.

Na semana passada, os Estados Unidos pediram a Israel a não autorizar a construção na área denominada E1, entre o assentamento de Ma'ale Adumim e Jerusalém, como uma das possíveis respostas à ação palestina na ONU. A construção na área E1 criaria uma continuidade entre esse assentamento e Jerusalém que vários governos israelenses tentaram, mas ainda não tinham conseguido até agora devido à oposição dos EUA e outros agentes internacionais como a União Europeia.

Tanto Bruxelas como Washington tinham apelado a Israel a não oferecer uma resposta dura à iniciativa palestina na ONU que pudesse dificultar um hipotético retorno às negociações de paz.

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta quinta à noite, com um placar de 138 votos a favor, 9 contra e 41 abstenções, o reconhecimento da Palestina como Estado observador não membro da organização, nas fronteiras de 1967 e com Jerusalém Oriental como capital.

As informações são da EFE
Rachel Weisz não é uma atriz normal

Rachel Weisz não é uma atriz normal

Rachel Weisz - Coisas Judaicas


Não é todo dia que encontramos uma atriz de Hollywood formada em literatura pela universidade de Cambridge, na Inglaterra, que sabe sobre filosofia grega e ainda por cima rejeita as badalações da profissão. Pouco se sabe sobre sua vida pessoal. Quando a imprensa quis fuxicar sobre as razões pelas quais ela deixara o cineasta Darren Aronofsky para se casar, em 2011, com Daniel “James Bond” Craig, Rachel mergulhou no trabalho. Filmou em quatro países, incluindo as Filipinas, onde encerrou as cenas de O Legado Bourne, seu mais novo sucesso de bilheteria.
Rachel Weisz - Coisas Judaicas

Quando não está num set, Rachel costuma ficar em casa, um modesto apartamento localizado em cima de um estúdio de tatuagem no bairro de East Village, em Manhattan. Ela passa boa parte de seu tempo livre cuidando de Henry, o filho de 6 anos com Aronofsky. “A maternidade me fez muito mais feliz e corajosa”, diz. “Me tornei também mais produtiva. Você não tem tempo para ser preguiçoso e passa a pensar com mais clareza sobre as coisas que deseja alcançar na vida”, diz.

O que a atriz inglesa alcançou não é pouco. Rachel ficou famosa por interpretar com maestria papéis mais densos e complexos – não por acaso Fernando Meirelles a escolheu para viver a ativista política Tessa Quayle em O Jardineiro Infiel, de 2005, que lhe rendeu o Oscar e o Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante. Não que ela não aceite interpretar papéis mais comerciais – foi em A Múmia, de 1999, que ela se lançou ao estrelato. Rachel os aceita justamente por saber que é o tipo de profissional que consegue acrescentar brilho ao mais frívolo dos personagens.


“Misturar as coisas é fundamental. É mais interessante se jogar em diferentes tipos de histórias do que ficar sempre fazendo o mesmo personagem, por mais rico e complexo que ele seja”, diz Rachel. Embora confesse que, no início, a maternidade, à qual hoje ela atribui sua coragem, fez com que ela baixasse um pouco a guarda. 

“Quando tive meu bebê, estava em um estado de espírito em que torcia para me escalarem apenas para comédias românticas. Mas isso durou pouco. Logo depois fiz alguns dramas que me colocaram em alerta novamente. Gosto de ser uma mulher forte”, diz.

Rachel Weisz - Coisas Judaicas


Rachel credita sua natureza inflamável, o espírito inquieto (e certamente o estofo intelectual) aos pais. Filha de um inventor húngaro que fugiu para a Inglaterra para escapar da perseguição nazista e de uma psicoterapeuta, a atriz foi desde cedo estimulada a atividades mais elevadas. 

Assistir televisão em casa era praticamente proibido, e as noites ficavam reservadas para conversas sobre política e filosofia. Um dos programas prediletos de Rachel e sua irmã Minnie (hoje fotógrafa e curadora de arte) era ouvir escondido as sessões de terapia da mãe com pacientes em diferentes estados de tensão e violência psicológica. “Comparo a experiência de viver numa família como a minha, pouco convencional, a assistir a uma ópera. Desde cedo me deparei com melodramas de todos os tipos. Infelizmente eu não posso cantar – não tenho uma voz de um milhão de dólares. Se tivesse, com certeza daria uma ótima cantora de ópera. Drama é comigo mesmo”, diz.

No início da carreira, conta Rachel, ela teve dificuldades para fazer a transição da jovem “atormentada”, acostumada ao dramalhão, para a atriz versátil e segura. “Eu era uma porcaria no início da carreira, justamente por ser muito ópera. Levou um tempo buscar o equilíbrio. Sempre estava num tom diferente, geralmente para baixo”, diz. Sua vontade, conta, era ser como Madame Curie (a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel, uma física) e descobrir algo importante, que mudasse o mundo. 

“Me sentia como um garoto desajustado, rebelde. Não deixava minha mãe escovar meu cabelo, estava sempre subindo em árvores e minhas notas na escola eram péssimas. Fui até convidada a me ‘retirar’ do colégio. 

Um dia, como num passe de mágica, encontrei o equilíbrio”, diz. E se transformou em Rachel Weisz. O que não é pouco.
Philip Roth anuncia a aposentadoria

Philip Roth anuncia a aposentadoria



O escritor americano Philip Roth é desses autores compulsivos, que vivem a literatura através das décadas, com alto índice de produtividade. 
Escreveu perto de quatro dezenas de livros, erigiu uma identidade e representou, com rara felicidade, uma voz judaica, a exemplo de seu conterrâneo Saul Bellow.
Por esse motivo, quando Roth anunciou sua aposentadoria, a comunidade literária internacional torceu o nariz, ao mesmo tempo desconfiando e lamentando. “Decidi parar com a ficção. Não quero mais ler nem escrever”, disse ele à revista francesa Les inRocks em entrevista recente.
Roth é conhecido internacionalmente por suas obras, amplamente traduzidas, e os prêmios literários que ganhou — inclusive o Pulitzer, em 1997, por Pastoral Americana. Boa parte de sua obra é publicada aqui pela Companhia das Letras, como, por exemplo, O Complexo de Portnoi, um dos seus livros mais festejados pela crítica.
Com 79 anos, mas em boas condições física, Roth afirmou que já não produz nada há três anos e, tudo indica, impressionou-se com essa “seca”, rara em sua trajetória de escritor. Mas da mesma forma decidida com que anunciou sua aposentadoria, seus leitores e críticos acreditam que ele em breve publicará uma nova leva de obras inéditas. Escritores escrevem ainda que não queiram.
Palestinos recusaram paz 65 anos atrás” diz diplomata israelense na ONU

Palestinos recusaram paz 65 anos atrás” diz diplomata israelense na ONU


Discurso antecedeu votação na ONU em Nova York que mudou status da Palestina


STAN HONDA / AFPMinistro das relações exteriores israelense, Avigdor Lieberman, durante votação na ONU
A Assembleia Geral das Nações Unidas iniciou nesta quinta-feira (29) um histórico debate que aprovou a admissão de um Estado palestino com status de observador na organização.
Durante seu discurso, o ministro das relações exteriores israelense, Avigdor Lieberman, afirmou que os palestinos já tiveram a oportunidade de paz, fazendo referência às propostas anteriores.
— Palestinos recusaram paz 65 anos atrás.
Após a exposição do presidente Mahmud Abbas, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu criticou a posição palestina e afirmou que o discurso feito pelo palestino foi “hostil e venenoso”. 
Países pediram que comunidade internacional continue nos esforços para alcançar paz entre palestinos e israelenses

Países pediram que comunidade internacional continue nos esforços para alcançar paz entre palestinos e israelenses

Egito e Jordânia exaltam importância do reconhecimento da Palestina pela ONU

Palestino em New Jersey comemora voto da ONU - Michael Karas/The Record of Bergen County/AP
Michael Karas/The Record of Bergen County/AP
Palestino em New Jersey comemora voto da ONU - Coisas Judaiicas

CAIRO - Após a ONU ter reconhecido a Palestina como Estado observador na noite de ontem, Egito e Jordânia ressaltaram nesta sexta-feira, 30, a importância da comunidade internacional dar continuidade aos esforços para alcançar a paz entre palestinos e israelenses. Em comunicado, o ministro das Relações Exteriores do Egito, Mohammed Amre, considerou que o amplo apoio alcançado pela resolução reflete a crescente consciência da comunidade internacional na importância de seguir com os esforços para resolver a questão palestina.
Segundo Amre, esse objetivo depende diretamente do fim da ocupação israelense e do reconhecimento dos "direitos legítimos do povo palestino", sobretudo, o de ter um Estado independente soberano com as fronteiras de 1967, tendo Jerusalém como capital. Ele ainda destacou que o Egito está disposto a continuar defendendo a causa e o povo palestinos.
Da Jordânia, o porta-voz do governo de Amã, Samih Mayta, qualificou a decisão da ONU como uma "conquista importante e estratégica no caminho do conflito árabe-israelense, a qual deveria ser empregada para mobilizar o mundo em apoio dos direitos legítimos do povo palestino, incluído um Estado independente". Para Mayta, "a resolução da ONU demonstra que a visão de dois Estados é a única solução para acabar com o conflito palestino-israelense e restabelecer a paz no Oriente Médio".
O porta-voz do governo de Amã adiantou que a Jordânia, em cooperação com outras partes, continuará se esforçando para levar israelenses e palestinos à mesa de negociações. No entanto, Mayta se queixou das práticas israelenses e suas ações "unilaterais", especialmente a construção de assentamentos, que "ameaçam a segurança e a estabilidade do Oriente Médio, além de bloquear o êxito dos esforços mundiais para a paz". As relações diplomáticas de Israel com o mundo árabe se limitam a Jordânia e Egito. O então presidente egípcio Anwar Sadat assinou, em 1979, o primeiro acordo de paz de um país árabe com o Estado judeu. Amã assinou um acordo em 1994.
Na noite de ontem, a Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou, por maioria absoluta, uma resolução que reconhece a Autoridade Palestina (AP) como um Estado observador não membro. Em uma votação direta no plenário da Assembleia-Geral, iniciada por volta das 20h (horário de Brasília), a resolução impulsionada pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, teve 138 votos a favor, 9 contra e 41 abstenções.
Herzog wins Labor primaries; Merav Michaeli 5th on party list

Herzog wins Labor primaries; Merav Michaeli 5th on party list

Merav Michaeli - Coisas Judaicas
Leftist journalist Michaeli big winner of Labor primary despite opposition from party leader Yachimovich; leaders of social protest movement also claim realistic spots ahead of Knesset elections. Likud: Radical leftist roster.


 Knesset Member Isaac Herzog won the Labor primaries and is placed second on the party's roster ahead of the elections for the 19th Knesset in January, while MK Amir Peretz will fill the third spot.
However, the big winner was television personality and Haaretz commentator Merav Michaeli, who claimed the fifth spot despite the fact that she did not have the support of party leader Shelly Yachimovich, whose top spot is guaranteed.
The leaders of last year's social protest also appear to be heading to the Knesset: Stav Shaffir made it into the top 10, three spots before fellow social protest leader Itzik Shmuli. 
According to the official results of the Labor primaries, which were announced Friday morning, Eitan Cabel is fourth on the party's roster. He is followed by Michaeli, veteran MK Binyamin Ben-Eliezer and party secretary Hilik Bar. Col. (res.) Omer Bar-Lev is in eighth place, social activist Shaffir is in ninth place, Avishai Braverman is in 10th place, Erel Margalit is in 11th place and former National Student Union chairman Shmuli claimed the 12th spot.
Primárias do Avodá 2012 - Coisas Judaicas
"This roster is no less than amazing. I couldn't have dreamed of a better lineup for the list, which constitutes a young, winning and promising leadership," Yachimovich said after the results were announced.
"The UN vote on observer state status for the Palestinians is a political failure, and this is what Prime Minister Benjamin Netanyahu and Foreign Minister Avigdor Lieberman bring with them. This is what happens when you don’t take control over the process. The poverty report is another of Netanyahu's failures," she added. 
Fifty-eight percent of the 60,000 eligible members of the Labor Party headed to 68 polls across the country on Thursday to choose their party's roster from among 83 contenders.

Polls show that the first 18 to 21 Labor members on the list have a realistic chance of being elected to the next Knesset.

According to the full results of the Labor primaries, the party's lineup for the 19th Knesset elections is as follows:

1. Shelly Yachimovich

2. Isaac Herzog

3. Amit Peretz

4. Eitan Cabel

5. Merav Michaeli

6. Binyamin Ben-Eliezer

7. Hilik Bar

8. Omer Bar-Lev

9. Stav Shaffir

10. Avishay Braverman

11. Erel Margalit

12. Itzik Shmuli

13. Miki Rosenthal

14. Michal Biran

15. Nachman Shai

16. Moshe Mizrahi

17. Danny Atar

18. Raleb Majadele

19. Nadia Hilo

20. Nino Abesadze

21. Yona Yahav

22. Daniel Ben Simon

23. Ofer Kornfeld

24. Hili Tropper

25. Yona Prital

"This is a strong list that will put up a fight against the Likud," Herzog told Ynet. "The list is central with diverse opinions."

Peace Now Secretary-General Yariv Oppenheimer (28th spot) and Noam Shalit (39th spot), the father of former Hamas captive Gilad Shalit, are not likely to win a Knesset seat.

Hundreds of Labor supporters and social activists who packed the party headquarters in Beit Berl to hear the results waved Israeli flags and chanted "We are replacing the government."



Likud issued a statement saying Labor's "radical leftist list is a reflection of its chairwoman Yachomovich, who voted for Hadash (Arab party). This is a radical leftist list that enthusiastically supported the disengagement, which led to Hamas' rise to power in Gaza and may bring Gaza to Jerusalem."



Moran Azulay is a Ynet and Yedioth Ahronoth correspondent  

  

29 de nov. de 2012

Fundo Nacional Judeu

Fundo Nacional Judeu


Uma organização judaica criada com o objetivo de arrecadar dinheiro para a aquisição de terras palestinas para a expansão do Estado de Israel, chamada Fundo Nacional Judeu (JNF- sigla em inglês), é alvo de uma campanha organizada por diversas entidades ao redor do mundo que lutam pelo reconhecimento da Palestina. A atuação desta entidade, conhecida como Keren Kayemet LeIsrael (KKL) no Brasil, foi um dos assuntos debatidos durante Forum Social Mundial Palestina Livre, que acontece em Porto Alegre nesta semana.

Conhecido pela campanha "plante uma árvore em Israel", o JNF é uma organização não governamental (ONG) com escritórios em diversos países, que arrecada fundos para projetos ambientais em Israel e na Palestina, segundo afirma a secretária da Campanha Escocesa pela Palestina Livre, Sofiah Macleod.

"Não é uma organização muito proeminente para as pessoas em geral, no Brasil ou Inglaterra, mas é importante porque estão em vários países pelo apoio que recebem do Estado de Israel. Mas é importante expor, principalmente se recebem isenções de impostos, porque isso afeta a todos nós, na Europa ou aqui no Brasil", afirma.

Para os ativistas, a entidade usa o mote ambiental para atuar em projetos que reforçam a ocupação israelense, além de funcionar como uma espécie de governo paralelo, com cargos no órgão responsável pela administração da terra israelense. "Eu sou da Inglaterra, então o parque britânico (financiado com dinheiro arrecadado naquele país) tem um playground, tem área de piquenique, mas está em um local onde estavam vilas palestinas destruídas", criticou.

Segundo Sofiah, a organização é uma entidade privada que possui 13 % das terras no Estado de Israel, e refloresta áreas que antes eram ocupadas por famílias palestinas. De acordo com Ayesha Saleem, delegada da Campanha Escocesa pela Palestina Livre, a entidade "plantou 240 milhões de árvores em lugares que antes eram ocupadas por 500 famílias palestinas" na década de 40.

"Foi fundada em 1901, na Suíça, com o objetivo de colonizar a Palestina. Diferente de outros movimentos nacionalistas, a maioria dos colonizadores sionistas estavam na Europa. Para estabelecer um Estado judeu precisavam ter terras e criaram a JNF para isso. É uma das organizações chave na colonização", diz.

A Campanha "Pare o Fundo Nacional Judeu" tem o objetivo de alertar países sobre a verdadeira finalidade da entidade, que goza de incentivos fiscais como ONG e arrecada dinheiro pelo mundo sob escusas ambientais.

O Terra entrou em contato com o JNF no Brasil, conhecido como KKL, mas ninguém foi encontrado para falar sobre o tema. Foi informado apenas que a entidade arrecada fundos para plantar árvores em áreas de deserto. "Atualmente o maior desafio para KKL é aperfeiçoar o suprimento de água em Israel (...) Outro grande desafio é a segurança em Israel, no qual o KKL colabora com a construção de estradas mais seguras", diz o trecho de um texto disponível no site da entidade brasileira.
Líder do Hamas no exílio vista Gaza na próxima semana

Líder do Hamas no exílio vista Gaza na próxima semana


"Meshaal vai chegar à Faixa de Gaza acompanhado por diversos membros da direção do Hamas no exílio um dia antes do aniversário do Hamas, para participar nas celebrações", referiu o mesmo responsável, numa referência às festividades de 8 de dezembro que assinalam o 25.º aniversário do movimento islâmico.
A data do aniversário comemora-se em 14 de dezembro, mas este ano as celebrações vão iniciar-se mais cedo.
A visita de Meshaal também foi confirmada à AFP por duas outras fontes, que optaram pelo anonimato.
Caso se concretize, será a primeira vez que Meshaal se desloca à Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas desde 2006. Natural da Cisjordânia, Meshaal foi forçado ao exílio após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel ocupou os territórios palestinos, incluindo Jerusalém Oriental.
A visita vai ocorrer apenas duas semanas após o Hamas e Israel terem acordado um cessar-fogo mediado pelo Egito que terminou com mais de uma semana de confrontos que vitimaram mais de 170 palestinianos e seis israelenses.
ONG denuncia uso de crianças por rebeldes no conflito na Síria

ONG denuncia uso de crianças por rebeldes no conflito na Síria


 "Crianças de 14 anos integraram ao menos três brigadas da oposição para transportar armas, equipamentos e fazer vigilância", indicou a organização com sede em Nova Iorque.

Beirute - Os rebeldes sírios se utulizam de crianças na luta militar contra o regime, denunciou nesta quinta-feira (29/11) um comunicado da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch (HRW) difundido em Beirute. "Crianças de 14 anos integraram ao menos três brigadas da oposição para transportar armas, equipamentos e fazer vigilância", indicou a organização com sede em Nova Iorque.

"Adolescentes de 16 anos transportaram e participaram dos combates contra forças governamentais", afirmou o comunicado da HRW. A organização convocou os dirigentes da oposição para que "se comprometam publicamente a terminar com essas práticas e proibir que voltem a acontecer" com menores de 18 anos, "mesmo se a pessoa é voluntária".

HRW indicou que interrogou a cinco jovens de 14 a 16 anos que disseram ter participado em ações armadas em Homs (centro), Deraa (sul) e Jerbet al Joz, província de Idleb, perto da fronteira turca. O Centro de Documentação de Violações dos Direitos Humanos na Síria, um grupo de oposição que calcula o número de vítimas mortas no conflito, registrou a morte de pelo menos 17 crianças que lutavam pelos rebeldes do Exército Sírio de Libertação (ELS).
Primeiro-ministro de Israel adverte que status da Palestina não mudará nada

Primeiro-ministro de Israel adverte que status da Palestina não mudará nada

Benjamin Netanyahu - Coisas Judaicas

Jerusalém - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quinta-feira (29/11) que a aprovação na ONU do status de "Estado observador não membro" da Palestina "não mudará nada no terreno" e advertiu que os palestinos não conseguirão nada desta forma.

"A decisão da ONU não mudará nada no terreno. Não vai fazer progredir a criação de um Estado palestino. Pelo contrário, vai afastar", disse Netanyahu em Jerusalém. O chefe de Governo israelense fez a declaração poucas horas antes da Assembleia Geral conceder à Palestina, até agora "entidade" observadora, o status de "Estado observador não membro".

"Estendemos nossa mão para a paz, mas não existirá um verdadeiro Estado palestino sem um reconhecimento do Estado de Israel como Estado do povo judeu", disse Netanyahu. Também não existirá "sem uma proclamação do fim do conflito, sem acordos de segurança reais que permitam proteger Israel e seus habitantes", completou.
"Não há nada disso na resolução apresentada à Assembleia Geral da ONU". "A única forma de conquistar a paz é por meio de negociações diretas sem condições prévias e não com uma declaração unilateral da ONU que não leva em consideração os imperativos de segurança de Israel", insistiu Netanyahu.


"A paz será alcançada apenas com acordos aceitos em Jerusalém e Ramallah, e não por uma decisão da ONU", destacou o premier. "Pouco importa a quantidade dos que votarão contra nosso país, nenhum poder no mundo pode me obrigar a fazer concessões sobre a segurança de Israel", concluiu Netanyahu.
A votação da ONU que criou o Estado de Israel

A votação da ONU que criou o Estado de Israel


Osvaldo Aranha foi reconhecido pelo povo judeu como um dos articuladores para criação do Estado de Israel. Em sua homenagem há uma rua em Tel Aviv, que leva o seu nome.

Muitas pessoas não sabem que na história de Israel, um brasileiro tem um papel de destaque. Trata-se do diplomata Oswaldo Aranha (1894 – 1960). Ele foi uma peça importantíssima na criação do atual Estado de Israel.

Em 29 de novembro de 1947, Oswaldo Aranha abriu a sessão e após alguns discursos começou a votação. Os países foram chamados por ordem alfabética e os votos iam se alternando entre sim e não. No final Aranha declarou: 33 votos a favor, 13 contra, 10 abstenções e 1 ausência.

Votaram a favor: África do Sul, Austrália, Bélgica, Bolívia, Brasil, Bielorússia, Canadá, Checoslováquia, Costa Rica, Dinamarca, Equador, Estados Unidos, Filipinas, França, Guatemala, Haiti, Holanda, Islândia, Libéria, Luxemburgo, Nicarágua, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paraguai, Peru, Polônia, República Dominicana, Suécia, Ucrânia, União Soviética, Uruguai e Venezuela.

Votaram contra: Afeganistão, Arábia Saudita, Cuba, Egito, Grécia, Iêmen, Índia, Irã, Iraque, Líbano, Paquistão, Síria e Turquia.

Abstenções: Argentina, Chile, China, Colômbia, El Salvador, Etiópia, Honduras, Iugoslávia, México e Reino Unido.

Ausência: Tailândia.

Em todo lugar do mundo, judeus se abraçavam comemorando esse fato histórico. Após quase 2000 anos depois de ser expulsos pelos romanos, enfim poderiam voltar para sua terra.

Osvaldo Aranha foi reconhecido pelo povo judeu como um dos articuladores para criação do Estado de Israel. Em sua homenagem há uma rua em Tel Aviv, que leva o seu nome.

28 de nov. de 2012

Porque os judeus não acreditam em Jesus?

Porque os judeus não acreditam em Jesus?

Fé Judaica - Coisas Judaicas



Por 2000 anos os judeus rejeitam o Cristianismo. Por que? 

É importante entender porque os Judeus não acreditam em Jesus. O propósito não é desacreditar outras religiões, mas entender e esclarecer a posição judaica. Quanto mais dados disponíveis as pessoas possuírem, as pessoas mais bem informadas poderão fazer suas escolhas espirituais mais conscientemente. 

Seguem alguns exemplos que justificam isto: 

Jesus não cumpriu as profecias relativas ao Messias 

O que espera-se que o Messias cumpra em sua chegada? A Bíblia diz que ele: 

- Construirá o Terceiro Templo (Ezequiel 37:26-28) 
- Reunirá todos os Judeus de volta na Terra de Israel (Isaías 43:5-6) 
- Trará uma era de paz mundial, fim do ódio, da opressão, do sofrimento e do mal-estar. Como está escrito: "Nação não levantará espada contra nação e o homem não aprenderá mais a fazer guerra." (Isaías 2:4) 
- Espalhará conhecimento universal a respeito do D'us de Israel, unindo toda a raça humana numa só. Como está dito: "D'us será o Rei sobre todo o mundo e neste dia, D'us será único e Seu nome será único." (Zacarias 14:9) 

O fato histórico é que Jesus não cumpriu nenhuma destas profecias messiânicas. 

O Cristianismo contradiz a teologia judaica 

- D'us como trindade 

A idéia cristã da Trindade Divina divide D'us entre três entes distintos: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Mateus 28:19) 
Constrastando isto com o Shmá, a das bases da crença judaica: "Ouve Israel, o Senhor é nosso D'us, o Senhor é Um" (Deuteronômio 6:4). Os Judeus declaram a unidade de D'us diariamente, escrevem-na em suas portas (mezuzot), e a representam em seus corações e cabeças (tefilin). Esta constatação da unidade divina é a primeira frase que uma criança judia deve aprender, e a última prece ditas antes de morrer. 

Segundo a lei judaica, o serviço religioso para um D'us dividido em três partes é considerado idolatria - um dos mandamentos pelo qual o Judeu deve preferir a morte a ter que transgredir. Isto explica porque durante a Inquisição e outros momentos da história os Judeus preferiram a morte à conversão. 

- Homem como D'us 

Os cristãos acreditam que D'us desceu à Terra na forma humana, como diz Jesus: "Eu e o Pai somos um." (João 10:30). 

Coisas Judaicas
Maimônides dedica a maior parte de seu "Guia dos Perplexos" à idéia fundamental de que D'us é incorpóreo, ou seja, não assume nenhuma forma física. D'us é eterno, além do conceito de tempo. É infinito, além do conceito de espaço. Ele não pode nascer ou morrer. Dizer que D'us assume uma forma humana diminui sua divindade e sua unidade. Como diz a Torá: "D'us não é um mortal." (Números 23:19). 

O Judaísmo diz que o Messias nascerá de pais humanos, com atributos físicos normais, como qualquer outro ser humano. Ele não será um semi-deus, e não possuirá características sobre-naturais. De fato, a cada geração há um indivíduo com características que podem levá-lo ao papel de Messias. Maimônides - Leis dos Reis 11:3). 

- Intermediário para a Oração 

Uma das bases da crença cristã é que as orações são dirigidas a D'us através de um intermediário, ou seja, a confissão de pecados ao sacerdote. O próprio Jesus é um intermediário: "Nenhum homem chegará ao Pai a não ser eu." 

No Judaísmo, a reza é um assunto pessoal, entre cada indivíduo e D'us. Como diz a Bíblia: "D'us está próximo de todos que chamam por Ele." (Salmos 145:18). Além do mais, os Dez Mandamentos dizem: "Vocês não devem ter nenhum outro deus perante a Mim", isto é, é proibido que haja um intermediário entre D'us e o homem. (Maimônides - Leis da Idolatria cap. 1). 

- Envolvimento com o Mundo Físico 

O Cristianismo vê o mundo físico como pecado que deve ser evitado. Maria, a mulher mais sagrada do Cristianismo é vista como virgem. Padres e freiras são celibatários. E monastérios são em locais afastados e isolados. 

Em contraste, o Judaísmo acredita que D'us criou o mundo não para nos frustrar, mas para nosso prazer. A espiritualidade judaica vem da capacidade de viver no mundo mundano de uma maneira que eleva a alma. Sexo, num contexto adequado, é um dos atos mais sagrados que podemos fazer. 

O Talmud diz que se uma pessoa tem a oportunidade de experimentar uma nova fruta e se recusa a fazê-lo, ele terá prestar contas no Mundo Vindouro.

As escolas rabínicas ensinam como viver adequadamente nas atividades comerciais. O judaísmo não prega o retiro da vida cotidiana, mas sim sua elevação. 

Jesus não possuia as qualificações pessoais esperadas no Messias 

- Messias como profeta 

Jesus não era um profeta. Profecias só podem acontecer na Terra de Israel, quando a terra é habitada por uma maioria judaica. Durante o período de Ezra (300 a.e.c), a maioria dos Judeus se recusou a voltar da Babilônia para Israel, portanto as profecias terminaram com a morte dos últimos profetas: Hagai, Zacarias e Malaquias. 

Jesus apareceu em cena cerca de 300 anos depois que as profecias haviam terminado. 

- Descendência de David 

O Messias deve ser descendente, por parte de pai, do Rei David (Genêsis 49:10 e Isaías 11:1). De acordo com o Cristianismo, Jesus nasceu de uma mãe virgem e portanto não tinha pai, não podendo descender do Rei David. 

- Observância da Torá 

O Messias levará o Povo Judeu para o cumprimento total das leis da Torá. A Torá declara que todas as mitzvot são eternas, e qualquer um que venha para mudá-la é imediatamente identificado como falso profeta. (Deuteronômio 13:14). 

Ao longo do Novo Testamento, Jesus contradiz a Torá e diz que seus mandamentos não são mais aplicáveis. (João 1:45 e 9:16, Atos 3:22 e 7:37). 

Os versos bíblicos "referentes" a Jesus são erros de tradução 

Os versos bíblicos podem apenas ser compreendidos quando estudados do texto original em hebraico - e as traduções cristãs apresentam diversas discrepâncias em relação ao original. 

Seguem alguns exemplos: 

- Nascimento de uma virgem 

A idéia cristão no nascimento através de uma mãe virgem vem de um verso de Isaías descrevendo uma 'alma' como sendo a responsável pelo nascimento do Messias. A palavra 'alma' sempre significou uma moça jovem, mas os teólogos cristãos, centenas de séculos depois, traduziram a palavra como virgem. Isto associa o nascimento de Jesus com a idéia pagã do século I de que mortais poderiam ser impregnados por deuses. 

- Crucificação 

O verso em Salmos 22:17 diz: "Como um leão, eles estão em minhas mãos e pés." A palavra hebraica "keari" (como um leão) é gramaticalmente similar à palavra "perfurado". Isto fez com que os interpretadores cristãos lessem neste verso uma referência à crucificação: "Eles perfuraram minhas mãos e pés." 

- Servo do Sofrimento 

Os cristãos alegam que Isaías cap 53 refere-se a Jesus. Na realidade, Isaías 53 dá continuidade ao tema do capítulo 52, descrevendo o exílio e a redenção do Povo Judeu. As profecias estão escritas no singular pois os Judeus ('Israel') 
são considerados como uma unidade. A Torá é repleta de exemplos em que a Nação Judaica é referida com pronomes no singular. 

Ironicamente, as profecias de Isaías sobre a perseguição se referem em parte às Cruzadas do século XI, quando os Judeus foram perseguidos e torturados pelos Cruzados, que agiam em nome de Jesus. 

De onde vem estes erros de tradução e interpretação? São Gregório, bispo de Nanianzus no século IV, escreveu: "Um pouco de jargão é tudo que é necessário para impor ao povo. Quanto menos eles compreendem, mais admiram." 

A crença judaica é baseada na revelação nacional 

Das 15.000 religiões que surgiram na história da humanidade, apenas o Judaísmo se baseia na revelação nacional, isto é, D'us fala com toda a Nação Judaica. Se D'us quer criar uma religião, faz sentido que ele se dirija a todo o povo, e não apenas a uma pessoa. 

O Judaísmo, é a única entre as principais religiões que não credita a alegação de milagres como base para o estabelecimento da religião. De fato, a Bíblia diz que D'us as vezes concede o poder dos milagres para charlatãos para testar a lealdade do Povo Judeu à Torá. (Deuteronômio 13:4). 

Maimônides alega (Fundamentos da Torá, cap. 8): "Os Judeus não acreditaram em Moshé devido aos milagres que ele realizou. Sempre que a crença do homem é baseada em milagres, ele tem constantes dúvidas, pois é possível que os milagres tenham sido feitos por magia ou feitiçaria. Todos os milagres realizados por Moshé foram por necessidade, e não para provar sua profecia. O que é então a base da crença judaica? A revelação no Monte Sinai, que todo o povo viu com seus próprios olhos e ouviu com seus próprios ouvidos, independentemente do testemunho de terceiros, como está escrito: Face a face, D'us falou com você. A Torá também afirma: "D'us não fez esta aliança com nossos antepassados, mas com cada um de nós, que está vivo hoje.(Deuteronômio 5:3) 

Judaísmo não é milagres. É a experiência pessoal de cada homem, mulher e criança. 

Judeus e Não-Judeus 

O Judaísmo não exige que todos se convertam à religião judaica. A Torá de Moshé é uma verdade para toda a humanidade, sendo Judeus ou não. O Rei Solomão pediu para D'us que atendesse às orações de não-Judeus que iam ao Templo Sagrado (Reis I 8:41-43). O profeta Isaías refere-se ao Templo como uma "Casa para todas as nações". O serviço do Templo durante Sucot caracterizava-se por 70 oferendas correspondendo às 70 nações do mundo. (Na realidade, o Talmud diz que se os romanos tivessem percebido quanto benefício estavam obtendo do Templo, nunca teriam o destruído). 

Os Judeus nunca buscaram ativamente conversos ao Judaísmo porque a Torá prescreve um caminho íntegro para os não-Judeus seguirem, conhecido como os "Sete Mandamentos de Noé". Maimônides explica que qualquer ser humano que fielmente observa estas leis morais básicas, ganha um próprio lugar em céu. 

Trazendo o Messias 

De fato, o mundo está em necessidade desesperada da redenção Messiânica. Guerra e poluição ameaçam nosso planeta; ego e confusão corroem vida familiar. Além disso, estamos atentos aos problemas da sociedade, e isso faz com que nós sempre almejemos a redenção. Como diz o Talmud, um das primeiras perguntas que um Judeu deve responder no Dia do Julgamento é: "Você ansiou pela chegada do Messias?" 

Como podemos acelerar a vinda do Messias? O melhor modo é amar toda a humanidade generosamente, manter as mitzvot da Torá, e encorajar outros para as mantenham também. 

Apesar da escuridão, o mundo parece direcionado para a redenção. Um sinal aparente é que os Judeus voltaram à Terra de Israel e fizeram-na florescer uma vez mais. Além disso, há um grande número de jovens Judeus retornando cada vez mais à tradição da Torá. 

O Messias pode vir em qualquer momento e tudo depende de nossas ações. D'us está pronto quando nós estivermos. Como dizia o Rei David: "A Redenção virá hoje - se você atender à Sua voz.

Fonte: Aish HaTorah
ONU vota nesta quinta-feira mudança de status da Palestina

ONU vota nesta quinta-feira mudança de status da Palestina


Pleito palestino é passar de 'entidade' para 'Estado observador' nas Nações Unidas


NAÇÕES UNIDAS - A Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) votará nesta quinta-feira a candidatura palestina ao status de "Estado observador" na entidade. A expectativa é de que o pleito palestino seja aprovado com folga, mas a promoção deve ter caráter simbólico.
Para Hanan Ashrawi, porta-voz da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Ramallah, a candidatura a um novo status perante a ONU é um esforço de última hora para recuperar os esforços de paz no Oriente Médio.
Ashrawi conclamou os Estados Unidos a retirarem sua objeção à mudança de status, o que não deve se concretizar. Segundo ela, a oposição norte-americana ao pleito palestino é "patética" e contrária aos próprios interesses dos EUA no Oriente Médio. Ela rechaçou ainda a acusação israelense de que os palestinos estariam tentando contornar um eventual processo de paz.
Já nos EUA, onde acompanhará a votação na sede da ONU em Nova York, o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, reuniu-se com o subsecretário de Estado norte-americano, William Burns, e o com o enviado especial dos EUA ao Oriente Médio, David Hill, para discutir o assunto.
Atualmente, a Palestina é considerada uma "entidade" observadora na ONU, com direito a voz, mas não a voto. Para obter a promoção de "entidade" a "Estado" observador, os palestinos precisam da maioria dos votos dos 193 membros da Assembleia-Geral da ONU, na qual nenhum país tem direito a veto.
Como 131 países já reconheceram o Estado palestino e 107 votaram a favor da inclusão da Palestina como membro pleno da Unesco, em dezembro do ano passado, a expectativa dos palestinos é de que o novo status seja aprovado com cerca de dois terços dos 193 votos possíveis.
A mudança de status deve ter caráter meramente simbólico, mas tem potencial de alavancar os palestinos em futuras negociações de fronteira com Israel e de abrir caminho para possíveis acusações de crimes de guerra contra o Estado judeu.
Entre os países que se opõem à iniciativa estão os EUA, Israel, Alemanha e Canadá. Em contrapartida, entre 140 e 150 países devem votar a favor do pedido de Abbas, entre eles Brasil, França, Rússia, China, Índia e África do Sul.
Países europeus
Hoje, Espanha, Noruega, Dinamarca e Suíça anunciaram que também votarão a favor do reconhecimento da Palestina como Estado observador.
O porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, afirmou que o país não seguirá o mesmo caminho de outras nações europeias e votará contra o pedido palestino. "Nós queremos votar o mais próximo possível dos nossos parceiros europeus. No entanto, também é certo que a Alemanha não aceitará essa resolução", disse Seibert.
O ministro de Relações Exteriores espanhol, José Manuel Garcia Margallo, declarou ao Parlamento nacional que a Espanha apoiará o pedido palestino na ONU porque sente que é a melhor maneira para avançar em direção a paz.
Em nota, o Conselho Federal da Suíça afirmou que a decisão de votar a favor da causa palestina é coerente com a política do país de buscar "uma paz negociada e durável entre Israel e o Estado independente e viável da Palestina, dentro de fronteiras seguras e reconhecidas internacionalmente."
A Noruega é outro país a reforçar o apoio à Palestina. O ministro de Relações Exteriores norueguês disse à emissora pública NRK que a decisão está fundamentada na necessidade de dar "um novo impulso" às negociações entre Israel e palestinos e para reforçar a posição do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que acompanhará a assembleia da ONU.
Na terça-feira, a França se tornou a primeira grande potência europeia a se manifestar a favor do reconhecimento da Palestina na ONU.
Israel fere 5 palestinos e prende 9 em Gaza

Israel fere 5 palestinos e prende 9 em Gaza


Cinco palestinos ficaram feridos depois de soldados israelenses terem aberto fogo contra eles ao longo da fronteira com a Faixa de Gaza nesta quarta-feira, informaram médicos que trataram dos feridos. Ao mesmo tempo, nove pescadores palestinos foram presos no litoral de Gaza.
 De acordo com os médicos, quatro dos cinco feridos foram baleados em uma área ao leste do campo de refugiados de El-Bureij, na região central de Gaza. O quinto palestino ferido foi alvejado perto do entroncamento de Erez, no norte do território.
 O exército israelense informou ter respondido a diversas tentativas de violação da barreira mantida na fronteira de Gaza, mas nada divulgou sobre possíveis vítimas.
 Com relação à prisão dos nove pescadores, Islam Shahwan, porta-voz do Ministério de Interior de Gaza, qualificou o episódio como "uma nova violação do cessar-fogo" estabelecido na semana passada para encerrar uma ofensiva militar de oito dias de duração que terminou com quase 180 pessoas mortas, sendo 173 palestinos e seis israelenses.
 "O inimigo sionista prendeu nove cidadãos e afundou diversos barcos na costa norte da Faixa de Gaza", disse Shahwan, filiado ao grupo islâmico Hamas.
 Um porta-voz do exército israelense informou que um barco de pesca foi interceptado depois de desviar-se de sua rota normal e sair da área onde deveria navegar. As informações são da Dow Jones.
Israel está resignado sobre reconhecimento da Palestina

Israel está resignado sobre reconhecimento da Palestina


O governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está resignado quanto ao esperado reconhecimento da Palestina como Estado não membro das Nações Unidas, informa nesta quarta-feira o jornal Yedioth Ahronoth.

O pedido, que conta com a oposição de Israel e dos Estados Unidos, será estudada amanhã pela Assembleia Geral da ONU e, embora no passado Israel tenha ameaçado aplicar represálias, a resposta será moderada, segundo o diário.

O grupo que deve decidir a reação ao que Israel considera uma flagrante violação dos acordos de paz de Oslo (1993-2000), que estabeleciam a criação de um Estado palestino no marco de um já fracassado acordo com Israel, é integrado pelos nove ministros principais do governo de Netanyahu, que não conseguem entrar em acordo sobre a dureza da resposta.

O apoio que o pedido palestino recebeu nos últimos dias de países como França, Espanha, Áustria, Portugal e Japão convenceram o primeiro-ministro israelense a não aplicar sanções desproporcionais, indica o Yedioth Ahronoth.

Os palestinos contam com um significativo apoio para seu pedido, que lhes permitirá no futuro integrar-se a diferentes agências e organismos internacionais, entre eles o Tribunal Penal Internacional.

Considerando essa batalha como perdida, segundo o diário, Israel tentará diminuir a importância da nova condição internacional dos palestinos. "Não ficaremos passivos nem de braços cruzados, mas também não é necessário fazer declarações. Responderemos de forma proporcional no momento correto", disse uma alta fonte do governo ao jornal.

Nesse sentido, nos últimos dias os porta-vozes israelenses evitaram fazer comentários sobre a votação ou sobre suas possíveis consequências. "Não devemos exagerar o significado da votação na ONU. É certo que em Ramala haverá fogos de artifício, mas os assentamentos ficarão onde estão e o Exército seguirá atuando onde já atua", acrescentou a fonte.