31 de mar. de 2011

Primeiro-ministro de Israel será investigado por corrupção

Primeiro-ministro de Israel será investigado por corrupção


Netanyahu é acusado de não fornecer dados completos sobre financiamento de campanha


JERUSALÉM - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, será investigado pelas acusações de corrupção feitas nesta semana por uma emissora de televisão local, disse nesta quinta-feira, 31, o corregedor do Estado de Israel, Micha Lindestrauss.
Menahem Kahana/Reuters
Menahem Kahana/Reuters
Premiê israelense nega acusações e diz que se trata de 'uma campanha orquestrada' contra ele
O anúncio foi feito após a rede Canal 10 denunciar que Netanyahu não deu informações completas sobre as fontes de financiamento de sua campanha política e permitiu que homens de negócios pagassem viagens a ele e sua família.
Em relação à primeira das denúncias, o canal de televisão afirmou que Netanyahu recebeu em 2005 doações privadas que utilizou com fins políticos sem revelar sua origem ao interventor do Estado, tal como obriga a legislação israelense.
A segunda denúncia se centra na acusação de que o premiê aceitou que homens de negócios pagassem viagens de lazer que realizou junto com sua família, o que, segundo a legislação israelense, não é compatível com o desempenho de um cargo público.
Netanyahu, porém, negou as acusações, que atribuiu a uma "campanha orquestrada" contra ele. Em entrevista transmitida por outra rede de televisão, o Canal 2, ele qualificou as denúncias como "cruéis e hipócritas", e responsabilizou pelas acusações "alguns jornalistas que não gostam do fato de que ele seja primeiro-ministro".
Casa casher

Casa casher

Como dar início a uma casa casher

Se você está entrando num novo lar e deseja fazê-lo desde o início casher, ensinamos aqui como proceder. Um dos preceitos da cozinha casher é não misturar carne com leite. Deve haver utensílios separados para carne e leite.

Armários: Os utensílios de carne e leite devem ser guardados em armários ou ...
 compartimentos separados para não haver confusão.

Pratos e talheres: Deve-se ter pratos, talheres, etc., com cores ou formas diferentes para leite e carne.

Panelas: Panelas e outros utensílios de cozinha devem ser separados para leite e carne. Caso tenha cozido no utensílio errado, além do alimento não poder ser ingerido, as panelas também ficam impróprias para uso, devendo ser casherizadas. Um rabino competente deve ser consultado.

Pia: Deve-se ter pia com duas cubas separadas, uma para leite e outra para carne. O balcão da pia deve ser dividido entre leite e carne, com um anteparo um pouco alto. Se não for possível ter duas cubas, deve-se evitar colocar utensílios de leite e carne diretamente dentro da cuba. Deve-se ter uma bacia de leite e outra de carne para lavar estes utensílios dentro da pia. Não se pode jogar alimento quente, nem de leite nem de carne, dentro desta pia, bem como não se deve lavar a louça com água quente, pois esta cuba não é considerada casher.

Fogão: Se possível deve-se ter dois fogões, um para leite e outro para carne. Se não for possível, pode-se usar o mesmo fogão, contanto que tenha boca e grelha separadas. Mesmo assim, não se deve cozinhar ao mesmo tempo leite e carne, pois pode espirrar de uma panela para outra, causando problema ao alimento e ao utensílio. É aconselhável colocar um anteparo entre as panelas de leite e carne. Deve-se tomar cuidado maior ao fritar alimentos, pois a fritura espalha gordura muito mais alto e longe.

Forno: Deve-se ter dois fornos, sendo proibido assar carne num forno onde já foram assados alimentos de leite e vice-versa. Se não for possível, deve-se usar o forno apenas para um destes dois tipos de alimentos. Isto vale para qualquer forno, inclusive de microondas.

Geladeira: Pode-se colocar na mesma geladeira alimentos de leite e carne, em recipientes fechados para não esparramarem ou pingarem. Se possível, deve-se colocar os alimentos de leite um pouco afastados dos de carne. O mesmo se aplica ao freezer.

Máquina de lavar pratos: Deve-se ter uma para leite e outra para carne. É proibido lavar louça de carne em máquina de leite e vice-versa. Se só tiver uma em casa, deve fixar seu uso exclusivo para leite ou carne, devendo o outro tipo ser lavado à mão.

Eletrodomésticos: Deve-se ter liqüidificadores, batedeiras, processadores separados para leite e carne. O motor pode ser o mesmo, bastando comprar o copo e as pás separadas. Neste caso, deve-se limpar bem o motor após o uso, para não respingar de um tipo de alimento para o outro.

Toalhas: Deve-se ter toalhas de mesa separadas para leite e carne. O mesmo é válido para panos de prato, bucha, sabão em pedra (com supervisão casher), palha de aço, secadores de pratos, etc.

Fonte :www.chabad.org.br


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Revista Amazônia Judaica

Revista Amazônia Judaica


Chaverim, Shalom,

É com prazer que informamos que já está à disposição do público, a Edição de Pessach da Revista Amazônia Judaica.

Após o enorme sucesso e a boa receptividade da Edição Especial de 200 Anos da Imigração Judaica para a Amazônia, nosso entusiasmo cresceu e resolvemos lutar pela continuidade, melhorar ainda mais o padrão de qualidade gráfico e jornalístico, além de ampliar o universo temático e de atingimento da revista.


Assim esta edição tem como destaques, matérias e artigos super interessantes sobre: Pessach (História da Hagadá e a Festa da Mimona, tradição singular marroquina e do Norte da África); artigos sobre os judeus sefaraditas no Brasil e Espanha e os cristãos novos em Portugal, entre outros.

Visando manter este belo projeto, convidamos você a conhecê-lo e apoiá-lo, tornando-se um "Amigo do AJ", assinando a revista e recebendo descontos em nossos serviços .
 
Valor anual: R$180,00 – promoção especial: grátis um DVD do filme Eretz Amazônia ou de  Kehilat Kedoshim – os judeus do Marrocos.

Caso esteja interessado em receber a revista e  nos apoiar, contate-nos pelo e-mail portal200anos@gmail.com , ou  pelo nosso site: www.amazoniajudaica.org

Gratos.

David e Elias Salgado – Amazônia Judaica

Tcholent

Tcholent


Ingredientes
8 batatas grandes 
4 cebolas grandes 
2 cenouras cortadas em fatias grossas (opcional) 
2 batatas-doces cortadas em cubos (opcional) 
3 colheres (sopa) de óleo 
400 g de carne picada 
ossos de tutano 
sal a gosto 
6 copos de água ou até cobrir 
2 cebolas cruas raladas

Preparo
Descasque e corte as batatas em cubos grandes. Refogue as cebolas no óleo em fogo baixo. Coloque a metade no fundo da panela de tcholent. Adicione as batatas (cenouras e batata-doce), a carne e os ossos e continue refogando por mais 10 minutos. Cubra com a água e o sal, ferva e deixe cozinhar por 30 minutos. Cubra com o restante da cebola frita e a cebola crua. O tcholent está pronto para ser colocado sobre a chapa de Shabat, ou cozinhe por mais uma hora.
Moran Atias

Moran Atias


belas judias coisas judaicas
Moran Atias
MORAN ATIAS BIOGRAPHY 

Israeli-born Moran Atias started her TV appearances at the tender age of 15 by starring in the Israeli youth show ‘Out of Focus’. At the age of 17, she flew to Germany to start her international modeling career. After a short period of time, she relocated to Italy where she was truly discovered for her many talents which include cover and runway modeling, TV show hosting, film acting, radio etc. 

A few of her many achievements include recent testimonial nomination by the City of Milan as the official spokeswoman leading the campaigns against Graffiti and against the Cruelty to Animals for the 2005-2006 season. Moran has participated in international films in various languages (English, Italian, Hebrew and Spanish) and was recently nominated for Best Actress at the 'Festival Sguardo al Femminile' for her role in ‘GAS’ directed by Lucianno Mellchiona. .
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Moran Atias

Filmography: 
FILMOGRAPHY Plot:, Land of The Lost –Universal studios 2009 

Directed by Brad Silberling 

‘Kavod’(“respect”) Directed by Haim Buzaglo. 
To be released January 2009 
Kavod is the story of two Moroccan, organized-crime families suffering the tragedies of their respective lives. Moran plays the character Ronit. 

‘Crash’- 13 episodes on Starz.2008 
A television series spin-off of the Oscar-winning drama film about racial tensions in Los Angeles. 
Moran plays Inez the wife of a high-ranking member of the gypsy clan,Inez is sawy enough to turn any situation to her advantage.whether she is using her charms on unsuspecting men,playing games with law or scheming for money,Inez is a beautiful temptress who cannot be trusted. 

‘You don’t mess with the Zohen’ –Sony Pictures 
Directed by Dennis Dugan 2008 

'The Third Mother' To be released Italy (2007) Directed by Dairo Argento U.S./ Italy 2006. The final installment of the "Three Mothers" trilogy. A young American art student, Sarah, "unwittingly opens an ancient urn that unleashes the demonic power of the world's most powerful witch. As a scourge of suicides plague the city and witches from all over the world converge on Rome to pay homage, Sarah must use all her own psychic powers to stop the 'Mother of Tears' before her evil conquers the world. Moran plays Mater 

Lachrymarum (Mother of Tears) 

'Mercy'
To be released Israel (2007) 
Directed by: Yaniv Hamodai 
Buzz Productions, Israel 
Special Guest Appearance


'Days of Love' 
Israel (2006)
Directed by: Menahem Golan 
JAFFA Productions Film & TV LTD 
Actress; Genre: Musical; Character: Sigal 

'The Rose of the Desert' Italy (2006) 
Directed by: Mario Monicelli Presented at the 2006 Rome International Film Festival. The Rose of the Desert is the story of a sanitary battalion of the Italian Army sent to a Sorman oasis in Lybia during the Africa campaign in 1940. 

'Gas'
Italy (2005) Constructed like a thriller, Gas takes the viewer into a world that is cruel yet at same time both touching and poetic. From unstable backgrounds, in which family no longer has any value but is just a duty, six young people, between twenty and thirty, bonded through their common feelings of disenchantment, are veritable time-bombs, and we see them gradually sink into a moral quagmire. Directed by Luciano Melchionna Actress - Movie nominated for: 58° International Locarno Film Festival, Ischia International Film Festival Italien de Villerupt - (Nominated for Best Film) Festival Sguardo al Femminile (Nominated for Best Actress) These events Moran attended as well. 

TELEVISION:
U.S. 
E! International - Host for the 78th Annual Academy Awards (2006 Oscars) - Red Carpet Coverage for Israel
Eurovision – Host of the Israeli Pre-International European Song Contest (National Prime Time Singing Contest 2005) First Channel, Israel 

Deal or No Deal - Host of the world- renowned TV game show (13 Episodes total) - Channel 10, Israel 

Cinderella- Biographical Documentary on Moran Atias success from her home town haifa,Israel to Italy, Prime Time , Channel 10, Israel 

‘Such a Life’ directed by Shai Kenot channel 2,Israel,2008. 

I Raccomandati ,Host. Prime time Rai Uno.2002-2004. 

Verity show in which contestants are Recommended by VIP personalities 

- Moran has co-hosted various national variety and talk shows, such as 

Natalino Balasso Show –Moran co-hosted with Italian funny-man (the Italian Jay Leno), Natalino Balasso, Matricole & Meteore -This program hosted many celebrities known on television, cinema & in the music industry. It ran in 1998-1999 & then returned in 2002-2003 with Moran hosting together with Enrico Papi, Prime Time italia1, Italiani – Moran co-hosted with hosts Paolo Bonolis & Luca Laurenti, Prime Time, Channel 5, Italy (2001); Caramba Che Fortuna – Hosted together with the legendary Raffaella Carra, Prime Time, Channel 1, Italy (2000) 

JOURNALISM 60 Magazine - Writing a monthly column for an established fashion magazine for the female audience. Responsibilities include news gathering, reporting, writing about day to day life as well as fashion trends, fashion shows, fashion collections and cover newsmakers in the field. 

Rosh 1 Magazine - Teen Magazine, New line of upcoming School Year Book, Binders and Notebooks. 

RADIO Shaker - Radio RTL 102.5 A wild and funny radio show created and presented by Moran Atias, (2005) The show's topics vary from off-beat and bizarre daily news from all around the globe. The show is broadcasted live every weekend all over Italy. 

FASHION 
Testimonials 

John Richmond worldwide BeachWear-Intimo Campaign 2005-2006 shot by Brayn Adams. 

John Richmond worldwide EyeWear Campaign co_starring with Sedorf (milan ac player) shot by Brayn Adams. 

John Richmond Worldwide Beachwear- Intimo Campaign 

Co-starring Marco Matterzi shoot by Brayn Adams 2006-07. 

Roberto cavalli Intimo. 

Verde Veronica Beachwear and Intimo 

Renuar fashion 2002-2005 5 seasons. 

Orange mobile Israel 2005. 

Oil Of Olay commercial USA directed bu Ken Nahum/ 

Maria Intscher fashion.Italy 

D&G indoorsment .2002-2005 

Chopard indorsment 2005-2009 in cannes film festival 

City of Milano Anti-Graffiti and Anti-Cruelty to Animals 

Covers Fhoto Italy; Max Italy 2002-2004; Corriere Della Sera Special Moda; Capital Italy; Class Italy; Onda TV; Happy Web; Laisha Israel; AT Magazine Israel; Pnai Plus Israel; GO Magazine; Blazer Israel; Olam HaIsha Israel; Yediot and Maariv Israeli Newspapers; Cosmopolitan. (mexsico-serbia-israel). Maxim first cover in Israel. 
Max shot by Fabrizio ferri 07 

Performer Skills
Dance: Ballet, Hip Hop, Salsa, Club/Freestyle, Modern 
Spoken Languages:English, Italian, French, Hebrew.
Accents: British, Middle Eastern,French. 
Athletic Skills:Martial Arts, Gymnastics, Aerobics, Cycling, Boxing, Rollerblading, Basketball, Track & Field • Performance Skills: Host 

Education 
Training Moran took part in private coaching and group seminars with Michael Margotta in Rome. Michael Margotta taught at Lee Strasberg NY for 12 years. From 2006-2007 Moran studied acting and directing at H.B. Studio in NY with Laura Esterman. She learned basic technique with Jim Boerlin and scene study and directing with Salem Ludwig. Lee Strasberg NY decided to sponsor Moran's studies and now she is currently studying at the institute with Robert Elerman. 

Now she works privetly with Suzan Batson and Catlin Adams and takes Catlin’s class in the Elefhant Theater 

Awards 
Nominated for best Actress, Festival Sguardo al Femminile, 2005, Film - Gas 

References 
Menahem Golan, Lee Strasberg, Robert Elerman, Jim Boerlin, Laura Esterman, Michael Margotta, Instructor / Worked with Employment Details

Work History : Film,Tv, Commercial, Radio and Stage. 
Job Categories: Editing, Producing, Writing, Acting 
Are you willing to work unpaid?: No 
Authorized to work in United States: Yes 
Primary Citizenship: Israel 
Valid Passport: Yes 
Prior Job Title(s): Actress, Host, Model 

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Moran Atias


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Moran Atias

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Jewish Failure?

Jewish Failure?


Beinhart's indictment of today's Israel is a cartoonish pastiche, lacking the context of recent history.


Peter Beinart’s The Failure of the American Jewish Establishment in last week’sNew York Review of Books is an important piece -- important in the same way as John Mearsheimer and Stephen Walt’s 2006 screed The Israeli Lobby: It will be widely quoted and pernicious in effect.
Beinart begins with the results of focus groups conducted by pollster Frank Luntz with Jewish college students in 2003. In their discussions of Jewish identity, the subject of Israel never arose spontaneously, and when forced upon them, the students were careful to distinguish between themselves and Israelis.” First and foremost, the students “reserve[d] the right to question the Israeli position.” Second, “they desperately want peace.” And third, “some empathize with the plight of the Palestinians.”
According to Beinart, those results constitute a damning indictment of the American Jewish establishment, which blindly supports Israel. Forced to choose between their Zionism and their liberalism, the students have -- justifiably in Beinart’s view -- checked their Zionism.
For Beinart, Israel’s history can be divided between a halcyon pre-1967 period, when an embattled Israel committed to social justice rightly commanded the love and support of Jews all around the world, and the present, in which an invincible Israel nevertheless remains rooted in a culture of victimhood and paranoia. Increasingly, in his account, Israel politics are determined by nationalistic Russian immigrants, primitive Sephardim, and Orthodox Jews of all types.
Prime Minister Netanyahu’s 1993 book A Place Among the Nations serves as Beinart’s prooftext for the characterization of modern Israel. Netanyahu is accused of equating Palestinian statehood with Nazism by referring to the 1949 armistice lines as “Auschwitz borders” and taken to task for denying the existence of a Palestinian national identity. Yet it was Abba Eban, a man firmly of the older Israeli Left, who coined the term “Auschwitz borders,” and Golda Meir, another veteran Labor Zionist, who first doubted Palestinian national identity.
News of Netanyahu’s acceptance of a two-state solution or of the significant territorial concessions made by successive Israeli governments since 1993, including one headed by Netanyahu, has apparently not reached Beinart.
The changes in Israeli attitudes since 1993 have not been driven primarily by demographics, but by events. Far from being opposed to peace, Israelis greeted the handshake on the White House lawn with almost messianic expectations of imminent peace. Only when the Oslo process blew up in their faces, time and again, did Israelis sour on it.
That Ehud Barak, who as prime minister offered Yasir Arafat virtually the entire West Bank at Camp David in 2000, serves harmoniously as Defense Minister in Netanyahu’s current government, surely says more about the present Israeli consensus, than the views of Effi Eitam, who has disappeared into political obscurity, which Beinart quotes at length.
Beinhart's indictment of today's Israel is a cartoonish pastiche, sure to turn off American Jewish students even more. His characterization draws only from the Left-fringe, Avrum Burg, Zev Sternhell (who once called on Palestinian terrorists to confine their killing of Jews to the other side of the Green Line), Yaron Ezrahi, and various European Community-financed “human rights” organizations.
The thousand killed in post-Oslo terrorist attacks, the 4,000+ rockets fired at southern Israel after the Gaza withdrawal, the over 30,000 missiles amassed by Hizbullah are nowhere mentioned.
Unwittingly, Beinart reveals the flaccidity of much contemporary liberalism, in particular its preference for airy, utopian abstractions – e.g., “skepticism about military force, a commitment to human rights” – and aversion to empirical inquiry and historical and social context.
Strikingly absent from Beinart’s off-putting portrait of contemporary Israel is any mention of recent history. Yet without that context no evaluation of the present Israeli consensus is possible. Palestinians are mentioned, if at all, only as helpless victims. The thousand Israelis killed in post-Oslo terrorist attacks, the more than 4,000 rockets fired at southern Israel after the Gaza withdrawal, the over 30,000 missiles amassed by Hizbullah are nowhere mentioned.
Beinart twice cites the belief that the Palestinians are “capable of peace” as a liberal article of faith. But the view that all people are more or less alike in their life goals is deeply flawed. For starters, it leaves no room for the influence of religion. But the Moslem belief that Jewish sovereignty over land once under Moslem rule constitutes sacrilege in need of redress prevents the acceptance of Israel’s existence, in any borders. Similarly, the theology of Iranian clerics that massive conflagration will precede the return of the Hidden Imam makes a nuclear Iran so terrifying.
Unaffiliated American Jews may assume, as a matter of faith, that the average Palestinian wants peace, but that does not make it so. A June 2009 poll by the Palestinian Center for Social Policy and Survey Research found that three-quarters of Palestinians do not believe reconciliation with Israel would be possible, even after the signing of a peace treaty and creation of a Palestinian state.
There has been no Palestinian education for peace. Since Oslo, both the Palestinian Authority and Hamas have fostered a cult of martyrdom. Palestinian leaders fear they would pay with their lives were they to compromise on any traditional Palestinian demands. As Arafat explained in rejecting Barak’s Camp David offer, “You will not walk behind my coffin.”
Perhaps Beinhart's South African background leads him to press Israel’s Jews into a false template of dehumanizing Palestinians. He praises the late Tommy Lapid’s sympathy for an elderly Palestinian woman shown on Israel TV rummaging in the rubble of her house in Rafah for her medicines, as if it were rare. Yet it has never been hard to start a conversation on the plight of Palestinians in an Israeli café Lapid’s sympathy was commonplace. But what must also be remembered is that the old woman’s house was not destroyed because she was a Palestinian, but because it harbored underground tunnels through which are smuggled deadly missiles aimed at Jews.
Lifting a page from Norman Finkelstein, Beinart writes, “In the world of AIPAC, the Holocaust analogies never stop, and their message is always the same: Jews are licensed by their victimhood to worry only about themselves.” That accusation is both false and ugly. Every major hospital in Israel is filled with Israeli Arabs, and in many cases Palestinians, receiving top medical care. No other army forced to fight among civilians is so tethered by a battery of field lawyers as the IDF. Every other army in the world would have simply leveled from afar the booby-trapped house in the Jenin refugee camp in which 13 Jewish soldiers were killed in 2002.
Today's Jewish college students do not respond to Israel, according to Beinart, in part because they have no experience of Israel or Jews under mortal threat. Yet Israel faces greater threats to its existence than any other country in the world. Soon to be nuclear Iran has expressed the desire to see Israel wiped off the map. Iran’s proxies, on Israel’s northern and southern borders, and its ally Syria possess tens of thousands of missiles capable of reaching every part of Israel. Just living under such threat imposes burdens no other people suffer.
No other country is subject to the same delegitimization, demonization, and double standards. Beinart does not even mention the three D’s.
No other country is subject to the same delegitimization, demonization, and double standards in a variety of international forums and from a host of human rights organizations. Beinart does not even mention the three D’s. Nor does he address the substantive critiques of the reports of the human rights organizations upon which he relies. It is enough, in his mind, that the HRO’s are “respected.” Yet Robert Bernstein, who founded and chaired Human Rights Watch for twenty years, accused the organization recently in the New York Times of aiding and abetting an agenda “to turn Israel into a pariah state.”
Let Beinart ask himself whether in today’s climate the first priority of American Jewry should be to add its voice to the choir of those condemning Israel.
About one thing, Beinart is certainly right: the Luntz focus groups reveal a crisis among college-age American Jews. But the problem is not their rejection of all forms of “group think;” it is their lazy adoption of the standard liberal group think with regard to Israel. The problem is not their sympathy for Palestinians in fetid refugee camps, but their unawareness that those camps came into existence only because of the Arab decision to seek Israel’s destruction in 1948. And they remain today because of the ongoing decision of the Arab and Palestinian leadership to maintain them as a permanent breeding ground for terrorists.
The problem is not Jewish student’s desire for peace, but their failure to learn why peace has proven so difficult. (Beinart, incidentally, offers not one word on this subject.) It is not their skepticism about the efficacy of military force, but their failure to understand why Israel cannot yet beat its swords into ploughshares.
The ultimate failure of the American Jewish establishment lies in not providing young American Jews with a sufficient connection to their Judaism for them to be bothered to inform themselves about the fate of six million fellow Jews in Israel.
Primeiro-ministro Israelense processa canal de TV e jornal por difamação

Primeiro-ministro Israelense processa canal de TV e jornal por difamação


JERUSALÉM - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, entrou com processo contra o jornal Maariv e contra o canal privado de televisão 10, que o acusaram de ter viagens privadas pagas por empresários.

Netanyahu se considera vítima de difamação e pede indenização de um milhão de shekels (280.000 dólares) a cada meio de comunicação.

O canal 10 exibiu recentemente uma reportagem de 50 minutos sobre o financiamento, por empresários americanos, britânicos e franceses, ou por associações, de viagens privadas de Netanyahu na companhia da esposa Sarah e, algumas vezes, dos filhos durante a última década.

Tanto o canal de televisão como o Maariv apresentaram contas de hotel e de restaurantes de luxo, passagens aéreas de primeira classe ou a bordo de jatos privados de Netanyahu e que teriam sido pagas por empresários.

O premier negou as acusações e disse ter respeitado a lei e os regulamento ético do Parlamento.

O partido de oposição Kadima pediu na semana passada a abertura de uma investigação contra Netanyahu. Um deputado da formação, Shlomo Mula, apresentou uma queixa à polícia contra o primeiro-ministro.
Belém do Pará recebe Torá escrita no rito sefaradita

Belém do Pará recebe Torá escrita no rito sefaradita


A Torá, livro sagrado do judaísmo, tem um texto único. A grafia de algumas palavras, no entanto, pode variar – sem que o sentido mude - e identifica o rito da comunidade que a imprimiu. O Centro Israelita do Pará recebeu em 28 de março uma Torá escrita no rito sefaradita.

A Conib e a World Union for Progressive Judaism da América Latina (União Mundial pelo Judaísmo Progressista), com o patrocínio do casal David e Nilme Igdaloff, fizeram a doação, que homenageia os 200 anos da imigração judaica à Amazônia, comemorados em 2010.

A Torá foi entregue pelo rabino Ruben Sternschein, da Congregação Israelita Paulista, a Iana Pinto, presidente do Centro Israelita do Pará, durante a convenção do Congresso Judaico Latino-Americano, em São Paulo. “O respeito ao nosso rito mostra a preocupação dos doadores em preservar a identidade de cada comunidade”, disse Iana.

O livro sagrado já chegou a Belém, onde foi recebido com cânticos e orações por membros da comunidade da Esnoga Eshel Abraham. Houve uma "chuva de bombons", como manda a tradição sefaradita marroquina.

Uma cerimônia especial de Shabat, com a presença de Claudio Lottenberg, presidente da Conib, e do rabino Sternschein, será realizada em Belém no final de maio.

30 de mar. de 2011

Ministro israelense propõe ilha artificial em Gaza

Ministro israelense propõe ilha artificial em Gaza


Projeto pode servir de solução de longo prazo para o envio de suprimentos ao enclave palestino



JERUSALÉM - Israel está considerando a construção de uma ilha artificial com portos marítimos e aéreos próximo à Faixa de Gaza como solução de longo prazo para o envio de suprimentos ao enclave palestino, controlado pelo Hamas, informou o ministro de Transportes.
Yisrael Katz disse nesta quarta-feira, 30 à emissora de rádio Army Radio querer uma força internacional para controlar a ilha por "ao menos 100 anos". A carga seria enviada a Gaza através de uma ponte de 4,5 quilômetros de comprimento, monitorada por um posto de controle para impedir o tráfico de armas.
"O Exército israelense continuaria o bloqueio naval, mas de forma mais localizada", afirmou.
Katz disse que havia apresentado o projeto ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que por sua vez pediu a elaboração de um plano. O projeto já "está sendo analisado há muitos meses" por especialistas, afirmou Katz.
Um porta-voz da Autoridade Palestina, sediada na Cisjordânia, descreveu a ideia como sendo "pura fantasia" e uma tentativa de Israel para "desviar a atenção dos verdadeiros problemas em Gaza decorrentes do cerco israelense".
O porta-voz do Hamas acusou a iniciativa de ser "um esforço israelense para... internacionalizar" o bloqueio.
Israel e seu vizinho Egito fortaleceram o bloqueio de Gaza depois que integrantes do Hamas, contrários à paz com o Estado judeu, tomaram o controle do território em 2007, antes mantido por forças leais ao presidente palestino Mahmoud Abbas, que tem o apoio do Ocidente. 
Natalie Portman fez 80% das cenas de dança em "Cisne Negro", diz diretor

Natalie Portman fez 80% das cenas de dança em "Cisne Negro", diz diretor


Darren Aronofsky, diretor do filme "Cisne Negro", defendeu Natalie Portman das acusações feitas pela dublê da atriz. Sarah Lane afirmou que Natalie havia feito apenas 5% das cenas de dança do filme. 

"Eu tenho as contas feitas pelo meu editor. Há 130 cenas de dança no filme. Em 111 delas, Natalie Portman não foi retocada. Nas outras 28 cenas quem aparece é a dublê Sarah Lane", afirmou Darren, por meio de um comunicado distribuído à imprensa. "Se você fizer as contas, 80% do tempo era a Natalie Portman. As cenas com a dublê são os planos abertos e raramente duram mais de um segundo."

As declarações do diretor foram publicadas pelo jornal "The Guardian".

Por conta de sua atuação em "Cisne Negro", Natalie ganhou o Oscar de melhor atriz na última edição da premiação.
Serviço secreto israelense sequestra engenheiro palestino na Ucrânia

Serviço secreto israelense sequestra engenheiro palestino na Ucrânia


Um engenheiro palestino, detido atualmente em Israel depois de um desaparecimento misterioso na Ucrânia, foi sequestrado por agentes ucranianos, que atuaram por conta do serviço secreto israelense (Mossad), informa o site da revista alemã Der Spiegel.

O caso pode estar vinculado ao do soldado israelense Gilad Shalit, prisioneiro do Hamas desde 2006.

Dirar Abu Seesi, 42 anos, desapareceu na madrugada de 18 para 19 de fevereiro em um trem que fazia a viagem entre Jarkiv (leste da Ucrânia) e Kiev, onde deveria se encontrar com o irmão, segundo a revista, que cita "fontes dos serviços secretos ocidentais".

Em um primeiro momento, dois funcionários do sistema ferroviário afirmaram que dois homens obrigaram Seesi a descer do trem. Mas depois ambos se retrataram, o que permite imaginar que sofreram pressões, segundo a Der Spiegel.

A Ucrânia negou envolvimento no incidente e o ministério das Relações Exteriores convocou o embaixador de Israel para pedir explicações.

Desde então, as autoridades israelenses confirmaram que Abu Seesi estava detido para "investigação" em Israel, mas sem divulgar qualquer informação sobre as circunstâncias e as razões do sequestro.

Segundo um informante anônimo da Der Spiegel, Abu Seesi, diretor técnico da única central elétrica da Faixa de Gaza e casado com uma ucraniana, dispõe de informações importantes.

O palestino pode ter informações sobre o soldado Shalit, prisioneiro do Hamas desde 2006.

O caso lembra o do israelense Mordechai Vanunu, sequestrado em 1986 pelo Mossad e acusado por Israel de ter divulgado segredos nucleares do país.

Exército israelense mata miliciano palestino no sul de Gaza

Exército israelense mata miliciano palestino no sul de Gaza


Garotos palestinos junto da motocicleta destruída após um ataque aéreo israelense em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, que matou um miliciano na 
madrugada desta quarta-feira.

O exército israelense matou na madrugada desta quarta-feira um miliciano palestino no sul da faixa de gaza, informaram fontes médicas no território palestino. o miliciano, que integra as brigadas Al quds, braço armado da jihad islâmica, foi abatido quando conduzia sua moto perto da cidade de Rafah, na fronteira com o Egito, informaram as fontes.

A vítima é Mohammed Abu Muammer, de 24 anos, que foi morto por um ataque de um avião não-tripulado no bairro de an nasser, no nordeste de Rafah. além de muammer, outro homem ficou gravemente ferido na cidade, informou a agência de notícias palestina Ma'an. bombardeios da força aérea israelense também destruíram um túnel utilizado para contrabando entre a faixa de gaza e o Egito, informaram fontes palestinas.

O exército israelense confirmou em comunicado que "a força aérea israelense atacou um esquadrão terrorista no sul da faixa de Gaza que tinha lançado foguetes contra as comunidades israelenses ontem".

A nota afirma que o exército "não permitirá que as comunidades do sul de Israel continuem vivendo sob a ameaça permanente e continuará respondendo com determinação a qualquer tentativa de utilizar o terror contra os cidadãos israelenses".

Palestinos disparam de Gaza contra Israel

Palestinos disparam de Gaza contra Israel


Um projetil disparado da Faixa de Gaza explodiu na noite desta terça-feira no sul de Israel, sem deixar vítimas ou danos materiais, informou um porta-voz da polícia israelense. Segundo o porta-voz, o projetil caiu em campo aberto.
O ataque ocorre após dois dias de calma no conflito entre grupos palestinos, entre eles o Hamas, e o Exército israelense.
Na semana passada, ativistas palestinos dispararam dezenas de foguetes contra Israel, que respondeu com ataques aéreos e disparos de tanques que mataram 10 pessoas, incluindo quatro civis, na Faixa de Gaza.
“Traduzindo Hannah”, livro de Ronaldo Wrobel

“Traduzindo Hannah”, livro de Ronaldo Wrobel


Livro de Ronaldo Wrobel, escritor e advogado
Rio de Janeiro, anos 1930. O mundo caminha para a II Guerra Mundial. No Brasil, uma revolta comunista acaba de fracassar e o Governo Vargas controla os passos de estrangeiros como os judeus concentrados na Praça Onze. Imigrante polonês, Max Kutner é um pacato sapateiro que se vê obrigado a trabalhar para a censura postal da polícia, traduzindo do ídish para o português as cartas de judeus como ele, com o intuito de buscar mensagens cifradas nas correspondências. É uma tarefa ingrata, envolta em dilemas que tiram a paz do sapateiro. Afinal, delatar a vida alheia nunca esteve em seus planos. Max tenta agir com frieza e distância, mas as coisas logo fogem ao seu controle.
 
Sua rotina começa a mudar quando ele se encanta com as cartas que uma boa alma, de nome Hannah, escreve para a irmã distante. Em sua correspondência, as duas falam de suas vidas pessoais e expressam sua pureza de espírito e amor fraterno incondicional. Max se apaixona pela adorável desconhecida e, obcecado por encontrá-la, desafia o mundo e acaba descobrindo mais do que pretendia. Inclusive a seu próprio respeito. E percebe que nem tudo na vida tem tradução.
 
Passado na antiga capital do Brasil, “Traduzindo Hannah“, novo romance de Ronaldo Wrobel, se desenvolve em um enredo literalmente vertiginoso, e retrata um momento essencial na história deste país “que era uma afável algazarra, um cortiço hospitaleiro contanto que as regras – ou a falta delas – fossem acatadas. E o judeu típico, impregnado de culpas e medos, tradicional intruso na casa alheia, ia se achegando em levas sorrateiras, como um bloco errante que se agrega à folia e, mais cedo ou mais tarde, ronca a cuíca da irmandade”. (in Jornal Alef)

Sinopse 
O sapateiro judeu Max Kutner é convocado para trabalhar na censura postal do regime Vargas, traduzindo cartas do iídiche para o português em busca de subversivos. Enquanto lida com o peso na consciência, Max se apaixona por uma desconhecida através de suas cartas e, determinado a encontrá-la, descobre mais do que pretendia – inclusive sobre si mesmo.

Lideranças Judaicas reunidas em SP

Lideranças Judaicas reunidas em SP

Temas como o antissemitismo, novo mapa do Oriente Médio,ensino do Holocausto foram alguns dos pontos discutidos no encontro.
Com a participação de mais de 60 líderes de diferentes países da América Latina, Estados Unidos, Europa e Israel, foi realizada em São Paulo, nos dias 27 e 28 de março, a Convenção Anual do Congresso Judaico Latino-Americano, presidido pelo brasileiro Jack Terpins. Vale ressaltar que o encontro contou com a presença de Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial,Sara Winkowski- vice-presidente do CJM; Dan Diker- secretário-geral eleito do CJM; Shai Hermesh, da rama de Israel do CJM; Maram Stern-sub-secretário geral do CJM; e que a metade dos participantes eram membros do Programa de Novas Gerações do Congresso Judaico Latino-Americano.
O objetivo da reunião foi o intercâmbio de experiências e ideias entre as lideranças, apresentar novos projetos, reforçar os laços entre si e o vínculo ao Estado de Israel. Foram debatidos temas como o novo mapa do Oriente Médio diante dos últimos acontecimentos, América Latina e Israel, o Ensino do Holocausto entre outros. Segundo Jack Terpins, presidente do CJL, a presença da cúpula do Congresso Judaico Mundial (CJM) em São Paulo mostra a importância da comunidade judaica brasileira, que é um modelo de convivência para outros países: “Graças a Deus, não temos problemas com relação ao antissemitismo”. Também, frisou a significativa participação dos jovens na Convenção: “O CJL tem entre suas prioridades a formação de novas lideranças, e para isso, nós os respeitamos e eles sabem que têm voz ativa no Congresso”.
Outro ponto que mereceu especial atenção dos congressistas foi a nova configuração do Oriente Médio, Lauder, presidente do CJM, declarou: “Sabemos que hoje temos um novo panorama nesse continente, e tenho esperança de que ele seja mais democrático”. O encontro teve ampla repercussão na mídia, figurando como o destaque no principal telejornal do País, o Jornal Nacional.
O QUE É O CJL?
O Congresso Judaico Latino-Americano é o organismo regional que nucleia as comunidades judaicas da América Latina e sustenta na região, os princípios que norteiam e defendem o Congresso Judaico Mundial.