Yehuda Ashalag


YEHUDA ASHALAG - “QUEBRAR O MURO DE FERRO”


Demorou até a virada do século 20 para o mais profundo místico da nossa geração, o Cabalista Rav Yehuda Ashlag, abrir para o público pela primeira vez na história, as antigas travas do Zohar. Rav Ashlag quebrou 4.000 anos de tradição de manter selada esta informação vital numa antiga, empoeirada caixa forte. Mas a grande maioria do mundo prestou pouca atenção ao gesto histórico de Rav Ashlag e sua profunda influência. 

Os escritos de Ashlag em tópicos relativos a mais recente remoção do caos que havia devastado a humanidade desde tempos imemoriais provocou a explosão tecnológica do século 20. Tópicos como a relatividade, viagem espacial, medicina e uma série de outros assuntos afetando o bem estar da humanidade estiveram primeiramente ocultos dentro do Zohar cerca de 2.000 anos atrás. 

A genialidade do Cabalista Ashlag residiu em sua habilidade de extrapolar esses segredos do Zohar e injetá-los dentro do inconsciente coletivo do povo, incluindo sua contraparte, os que trabalhavam no mundo da física. 

Em 1922, o Místico Ashlag estabeleceu as bases do primeiro Centro de Cabalá na cidade sagrada de Jerusalém. Rav Ashlag limitou o aprendizado da Cabalá para aqueles que estavam envolvidos com os estudos Judaicos, ortodoxos e acima dos 40 anos.

Os escritos de Ashlag em tópicos relativos a mais recente remoção do caos que havia devastado a humanidade desde tempos imemoriais provocou a explosão tecnológica do século 20.

Muitos dos rabinos dessa geração aplaudiram e abençoaram essa histórica ação de Ashlag. Outros se opuseram, acendendo as chamas da controvérsia que cerca a disseminação dessa sabedoria até os nossos dias.

Em uma ocasião, Rav Ashlag é atacado fora de sua sinagoga. Ele é abandonado sobre o seu próprio sangue nas escadarias do seu templo somente por simpatizar com a oculta Cabalá. Rav Ashlag é abençoado com imensos poderes de meditação e visão espiritual. Nos anos 20 ele escreveu uma carta alertando a respeito sobre o grande vazio espiritual e escuridão envolvendo o leste e a Europa central. 

A carta é enviada às lideranças dos rabinos europeus implorando junto a ele que abraçassem e fizessem circular a luz espiritual do Zohar através do continente. A falha neste objetivo, adverte Rav Ashlag, irá conduzir à destruição e declínio espirituais no Judaísmo "de uma maneira que a humanidade nunca viu antes." 

Suas palavras de advertência foram ignoradas. A simples menção da palavra Cabalá continua a provocar arrepios e ódio gelado nos corações de muitos líderes religiosos. Rav Ashlag escreveu: “A redenção depende do estudo da Cabalá. Se o povo negligenciar o estudo do misticismo, pobreza, guerras, desolação, assassinatos e destruição irão se abater sobre o mundo”. 

O grande legado deixado por Rav Ashlag, é a primeira tradução para o hebraico jamais feita do Zohar de seu original em aramaico. Este canal místico monumental inclui um profundo e lúcido comentário sobre o sentido interior do Zohar. Tornando-se um homem com a sua estatura espiritual, o Cabalista Ashlag deixa o nosso mundo no término do Iom Kippur em 1955.

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