28 de dez. de 2006

27 de dez. de 2006

PROTESTO DE ISRAEL NO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU

PROTESTO DE ISRAEL NO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU

 

 

PROTESTO DE ISRAEL NO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU

Comunicado do Porta Voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel

26 de dezembro de 2006

 

 

 

    O Embaixador de Israel nas Nações Unidas foi instruído a apresentar um protesto urgente ao Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, condenando fortemente as violações palestinas do cessar-fogo de 25 de novembro.   O protesto tem o intuito de registrar que, desde a implementação do cessar fogo, 53 foguetes kassam foram disparados contra Israel, causando um choque generalizado à população e danos à propriedades.

 

    Israel condena fortemente o lançamento de foguetes kassam contra seu território, apesar do cessar-fogo e dos gestos de boa vontade recentes de Israel com a Autoridade Palestina, resultantes da reunião no sábado à noite, dia 23 de dezembro, entre o Primeiro Ministro Ehud Olmert, e o Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas.

 

    O protesto de Israel tem a finalidade de deixar registrado que o lançamento contínuo de foguetes é uma grave violação da soberania de Israel e de seus cidadãos e advertir que tal atitude representa uma séria ameaça à paz e segurança da região, podendo conduzir a uma nova conflagração entre ambos os lados.

 

    Israel pediu ao Conselho de Segurança que transmita seu forte protesto e advertência, ao Secretário Geral das Nações Unidas e ao lado palestino, o qual acusa de atos de provocação.

 

    O protesto formal registra que não há nenhum país do mundo que toleraria o lançamento contínuo de foguetes contra seu território, e menciona que Israel tem o direito de se defender, de acordo com a Carta No. 51 das Nações Unidas.   Israel tem demonstrado e tem evitado responder até o momento, mas advertiu o Conselho de Segurança, que tal moderação não poderá durar por muito tempo.

 

    Durante a última semana, 24 foguetes kassam foram disparados contra Israel, lançados da Faixa de Gaza.   Os foguetes que atingiram a cidade de Sderot, feriram um habitante, causaram choque traumático a outros, danificaram um banco e uma creche.

 

 

 

 
Departamento de Comunicação e Relações Públicas
Department of Communication and Public Affairs
Embaixada de Israel/Embassy of Israel
SES Av. das Nações Quadra 809 Lote 38
Cep/Zip code: 70424-900 Brasília-DF
Fone/Phone: (61) 2105-0529/ (61) 2105-0505
Fax: (61) 2105-0555
 
 

26 de dez. de 2006

Olmert traidor

Olmert traidor



 
IDF opposes Olmert plan to dismantle checkpoints
By Aluf Benn

Difficulties arose yesterday in implementing the measures that Prime Minister Ehud Olmert promised Palestinian Authority Chairman Mahmoud Abbas in their Saturday meeting, when the Israel Defense Forces came out against Olmert's promise to remove some checkpoints in the West Bank and Defense Minister Amir Peretz rejected a specific plan to remove 27 of the approximately 400 roadblocks.

But Deputy Defense Minister Ephraim Sneh, who developed the plan, convinced Peretz to allow him to present it to Olmert today. The IDF will be given two weeks to respond.

In addition, Peretz approved steps that will make it easier to bring Palestinian workers and merchants into Israel.

Olmert promised Abbas that he would "personally supervise" the removal of checkpoints, in order to give Palestinians greater freedom of movement. But GOC Central Command Yair Naveh warned Peretz yesterday that removing roadblocks could be a risky step.

"You are asking me to remove a roadblock, and that damages my ability to thwart a terror attack," said Naveh. "The roadblocks assist in thwarting and preventing the movement of wanted men in the West Bank."

Naveh suggested that instead of dismantling the checkpoints, Israel should decrease the scope of security checks at these checkpoints by examining only some vehicles rather than all of them.

Another suggestion was to open an additional crossing for goods in the northern Jordan Valley, to make it easier for trucks to get to Palestinian towns in the northern West Bank.

Peretz's bureau said that the plan to remove checkpoints has not been completely taken off the table, and it will be synthesized with other plans.

Meanwhile, Olmert is considering freeing Palestinian prisoners as a special gesture ahead of the Muslim festival of Id al-Adha, which will take place next week. Abbas requested such a gesture in his meeting with Olmert, to which the prime minister responded: "You're my guest, and I don't want to tell you no. I promise to look into it."

Channel 2 television reported that Olmert spoke about releasing 20 to 30 prisoners and asked Abbas if such a gesture would help him, or whether it would be better to wait until abducted Israeli soldier Gilad Shalit is returned, after which Israel would release a far greater number of Palestinian prisoners.

Olmert raised the issue at the cabinet meeting yesterday as a trial balloon, to find out how ministers would react to a prisoner release ahead of the holiday. Ministers Peretz, Shimon Peres and Shaul Mofaz supported the idea.

Mofaz said that Israel has made similar gestures in the past, and Peres said that the move would strengthen Abbas and be received favorably by the international community.

Foreign Minister Tzipi Livni said yesterday that the Olmert-Abbas meeting "is an important thing, but the main thing is not just a meeting or a lone gesture, but a process of which the gestures are a part."

Livni, who was speaking to Israeli ambassadors serving in Europe, called for further progress and said that moderate Arab and Muslim states should also be involved in the process.

Jack Khoury adds: Noam Shalit, the father of the kidnapped soldier Gilad Shalit, told Haaretz he knows the key to the release of his son is not in the hands of Palestinian Authority Chairman Mahmoud Abbas but rather in the hands of Hamas. "From the outset we knew that Abu Mazen [Abbas] is not holding Gilad and has no control over his fate. Israel's gesture to Abu Mazen cannot contribute to the efforts to release Gilad on a practical level, but it can cause a change in the atmosphere on the Palestinian street and push in the right direction," Shalit said.

Shalit said that despite the meeting between Prime Minister Ehud Olmert and Abbas on Saturday, he believes attempts to release Gilad six months after his abduction to the Gaza Strip have produced no results.

Shalit said he had not been briefed on Olmert's talks with Abbas regarding the release of his son, and that yesterday he called the Prime Minister's Bureau and asked for updates.

"I hope that from all these talks good things will come, and I still see the government as responsible for Gilad's return," Shalit said. "This is a soldier who was sent by the state to protect the southern border, and he did not go to Gaza of his own free will to make this or that deal," he added.

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25 de dez. de 2006

A Religião em guerra com o Estado

A Religião em guerra com o Estado



---------- Forwarded message ----------
From: Celinha <celinha@viacabo.com.br>
Date: 25/12/2006 08:23
Subject: texto
To: Jorge Magalhaes <magal53@gmail.com>

 

 

 

Artigo nº 181 Publicado na Tribuna Judaica

Por Marcos Wasserman

 

A Religião em guerra com o Estado

 

Há uma guerra permanente e não declarada entre o establishment religioso e a ortodoxia judaica de um lado e, do outro, o Estado de Israel institucionalizado e suas leis civis. Não chega a ser uma guerra no sentido próprio da palavra, mas é quase. Via de regra, manifestações violentas ocorrem por parte de quem nunca deveria atuar de tal forma, justamente os extremistas religiosos, e contra quase que a total passividade de uma população laica, que é a maioria em Israel. Pode-se desfilar um sem número de atos violentos cometidos por extremistas religiosos no decorrer de toda a história do Estado de Israel.

Não seria justo culpá-los pelo assassinato do Primeiro-ministro Itzchak Rabin, mas a incitação verbal contra ele foi de tal monta, que induziu ao atentado praticado por um jovem religioso. Certos acontecimentos, e até decisões governamentais, considerados heréticos, levam massas de religiosos às ruas, em demonstrações nada pacíficas, com ataques físicos às autoridades e até destruição de coisas públicas. Não há como esconder os atos de verdadeira selvageria, ocorridos quando da desocupação da Faixa de Gaza, no governo de Ariel Sharon, ou os tumultos e incêndios nas ruas de Jerusalém, contra a pacífica passeata dos gays e lésbicas, a qual acabou sendo cancelada para evitar piores conseqüências. Isto apenas para referir-se aos acontecimentos mais recentes.

Também se trava uma guerra surda nos bastidores do Legislativo e do Judiciário de Israel, com leis e decisões judiciais que buscam soluções para problemas de magnitude, que afetam a população de Israel, a maioria judaica laica em particular. Como o acústico problema, que, paradoxalmente, só existe em Israel, para definir "quem é judeu".Não é a primeira vez que me refiro à Lei do Retorno, que outorga privilégios na obtenção automática da nacionalidade israelense aos nascidos de mãe judia ou que tenham ascendentes judeus de até uma terceira geração, ou os conversos que venham viver em Israel. Definição a que se opõe a ortodoxia judaica. O Rabinato se recusa a reconhecer parte deles como judeus, e as conseqüências são dramáticas.

Recentemente, foi apresentado no Parlamento de Israel um projeto de lei revolucionário: reconhecer também os filhos nascidos de pais judeus como tais. O projeto vai mais longe. Propõe uma solução que não deixa de ser exótica – uma conversão laica! Em outras palavras, segundo o referido projeto de lei, uma pessoa poderá fazer parte do povo judeu, por meio de sua participação na comunidade judaica e sem a necessidade de qualquer conversão religiosa. O autor do projeto é o Deputado Yossi Beilin, presidente do

Partido Meretz, de esquerda.

"Judeu é aquele que se considera como tal." Esta expressão foi manifestada pelo iminente jurista, o falecido Juiz Haim Cohen, ainda nos tempos de Ben Gurion, quando aquele ocupava importantes funções no Estado de Israel, inclusive salientando-se por suas decisões liberais na Suprema Corte de Israel.

O Supremo Tribunal de Israel sempre se caracterizou como o baluarte do liberalismo. Uma de suas maiores expressões foi a figura de Aron Barak, que deixou a presidência daquela instituição ao término de seu mandato. Desde a sua existência, a Suprema Corte tomou decisões históricas que provocaram não

poucas controvérsias. Uma das últimas sentenças assinadas por Aron Barak lhe

valeu o epíteto de inimigo da religião. Sua decisão obriga o funcionário do Registro Civil a registrar um casal de homossexuais como casados, embora, amenizando a sua decisão, ele tenha dito que Israel não decide sobre casamentos de pessoas do mesmo sexo, nem toma qualquer posição quanto ao reconhecimento de tais casamentos. Tal decisão coloca Israel entre os primeiros países do mundo a outorgar um status definindo os direitos humanos de uma minoria.

Está ainda longe o dia, mas ele certamente chegará, quando o legislador israelense terá que dar um passo adiante para separar a Religião do Estado ou, como alguns preferem definir, de forma mais suave, separar a Religião da Política.

 

 

Marcos Wasserman é advogado em Tel Aviv, Brasil e Portugal, e é presidente

do Centro Cultural Israel-Brasil em Tel Aviv. E-mail: mlwadvog@netvision.net.il



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Magal
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21 de dez. de 2006

A influência do hebraico no português

A influência do hebraico no português

The Influence of Hebrew on Portuguese

by Alan D. Corré
Emeritus Professor of Hebrew Studies,
University of Wisconsin-Milwaukee


E na lingua, na qual quando imagina
Com pouca corrupção crê que é a latina.  (1)

Professor Cyrus Gordon was raised in the old Portuguese rite Jewish congregation of Philadelphia, and he credits his mentor there for establishing the principles which have guided his life. I am privileged to offer him this essay at the intersection of two cultures which have influenced him. May he be granted many more years of productive endeavor.

It is the thesis of this paper that certain unique features of the Portuguese language can be explained as Jewish influences In particular, the Jews' habit of translating the Bible literally into their vernacular influenced their speech, and these Hebraic turns of phrase and constructions penetrated the standard language.

The custom of translating the Holy Scriptures literally into other languages is an ancient Jewish habit which dates back to the first century CE, with the Bible translation into Greek of Aquila, and the Aramaic translations known as Targumim. The translators were not interested in producing a polished translation. It was meant rather to assist the student to understand the Hebrew text, and hence the language could become quite distorted. But this 'pony' served its goal of familiarizing the faithful with the text and meaning of Scripture. There was probably such a Jewish translation into Low Latin ( see Vulgar Latin), and hence these translations are in a sense as old as the Romance languages themselves.  (2)

Latter day Jewish scholars regarded such jargons with distaste. Isaac Nieto described Judeo-Spanish (or Ladino) in 1740 as 'un castellano-hebraico que no es ni hebraico ni castellano'(3) and made the effort in his translation of the prayer book to avoid this type of language. Books printed by Menasseh ben Israel in Amsterdam were similarly bowdlerized. In most instances this type of literary activity had no effect on the standard language. Isaac Nieto, Menasseh ben Israel and others wished their brethren to get away from their 'Ladino' and use the standard language. However, the process in Portuguese was somewhat different for reasons which will be discussed later.

The most striking example of a Hebrew calque in standard Portuguese is the expression ' quem me dera' 'who would give me' in the sense of the Castihan ojalá 'would that' lit. 'O Allah grant' ... (4) This is the only place in modern Portuguese where the simple pluperfect of any verb (as opposed to the compound form with ter or haver) is used in the spoken language. (5) This verb is a pluperfect in form only, actually being used as an imperfect subjunctive -- compare the use of diera/diese in Spanish. Such an expression is found in no other Romance language, and clearly does not have its basis in Latin. I would posit that this expression is a calque, a literal translation of the Hebrew  . In Deut. 28:67 the Arragel Bible -- which uses 'good' Spanish -- translates:

Por la mañana dirás ¡o si ya fuese la noche! e por la noche dirás ¡o si ya fuese la mañana!  (6)
By contrast, the Ferrara Bible of 1553, which is in the literal Jewish tradition, renders:
Por la mañana dirás quien diesse tarde y en la tarde dirás quien diesse mañana.  (7)
Compare also in the Spanish Haftara (Jer. 8:23):
Quien diesse mi cabeça aguas... quien me diesse en el desierto.
I have also heard the expression 'quien me diera' (not 'diese') in the mouth of an old Jewish lady from Tangier. This expression is not found in standard Spanish, but is alive and well in Portuguese -- a literal translation from Hebrew by means of the Jewish Bible translations into Romance.

Recognition of the influence of the Hebrew Bible can also help solve a problem which has troubled many students of the Portuguese language. José Maria Rodrigues called it

'uma das caracteristicas da lingua portuguesa ... interessante fenómeno morfológico' (8)
Togeby called it
'énigmatique..., une création sensationelle'(9)
M. Said Ali referred to it as
'uma forma extrememente curiosa, estranha as linguas irmãs' (10)
This is, of course, the 'infinito pessoal' ( the personal infinitive). (11)

Togeby continues:

'Si l'infinitif personnel est le résultat d'une confusion entre le futur du subjonctif et l'infmitif, pourquoi n'a-t-on pas eu une forme analogue en italien où les conditions étaient les mêmes?' (12)
He knew that such a phenomenon exists in Hungarian, as he remarks on its existence in that language. He did not know, however, that such a phenomenon is very common in Hebrew, consisting of the infinitive of the verb plus a suffix. It is my view that the influence of the Jews and of their literal Bible translations was sufficient to carry over this usage into the standard language -- but only in Portugal.  (13) Let us observe first that in Jewish Spanish until this day the word for nos is mos .This, added to the infinitive, gives us sermos, estamos which is exactly the Hebrew  (= ser) +  (= nos or mos) giving  (= sermos). Note that classical Hebrew does not require the prefixed  - in all cases. This now resembles a finite verb, and hence the other forms of the infinito pessoal were generated by analogy. In Ladino, in general, the form is found in the passive. Thus  is rendered in the Ferrara Bible 'fasta seres destruydo' (Deut. 28:61). Otherwise, they are replaced by forms more natural in Romance like 'su poder' 'your (his etc.) being able' -- which is a Hebraism also -- but the true personal infinitive survived only in Portuguese.

There are two other manifestations in Portuguese, which may not have come directly from Hebrew influence, but were retained on account of Jewish preferences.

The forms of the days of the week segunda-feira, terça-feira and so on, are exactly the same as their Hebrew equivalents as found in the first chapter of Genesis. Their use avoids the names of heathen gods found in lunes, martes and so on. The use of feira (=  ) may also be Jewish influence, since it is typically optimistic (and effective against the evil eye), compared with the use of the neutral and colorless word día.(14) Of course, this could be an influence from Arabic also, and doubtless early pillars of the Church looked askance at the hint of heathen deities in the names of the days of the week. But strong Jewish preferences in this regard may well have favored the retention of these forms. It is noteworth that Spanish speaking Jews, even today, frequently use al-had (first [day] in Arabic) to avoid the religious implication of the name of the first day of the week ('Lord's day').

Finally, we may mention another typically Portuguese usage. The answer to a question such as 'A moça escreve a carta?' 'Does the girl write the letter?' is not simply sim yes, as in most Romance languages. It is usual to repeat the verb escreve 'she writes , followed optionally by sim. This is typically Hebraic, as in:

And he said: "Do you know Laban the son of Nahor?" And they said: "We know" (Gen. 29:5).
This indeed has a basis in Latin, but may well have been preserved in Portuguese under the influence of the literal Bible translations.

I suspect that there is a socio-linguistic reason why these items exist in Portuguese and not in Spanish, even though the two languages are closely related. When the Jews were expelled from Spain, they were given a genuine option of staying and becoming Christians, or leaving. Of course, it was a great hardship to leave, but they could leave if they wished.  (15) In Portugal, on the other hand, when the Portuguese in 1497 were unwillingly forced to expel their Jewish population, they did everything possible to impede the exodus, and many were forced to stay who did not wish to stay.  (16) This had linguistic results. It was highly dangerous in Spain after the expulsion of 1492 to do anything that was recognizably Jewish. It was better not to cover one's face when the monstrance was raised in church, and it was better not to use typically Jewish expressions. In Portugal, on the other hand, since the Jews had been forced to stay, there was more tolerance of judaizing and behaving in ways associated with Judaism and Judaism.  (17) Several periods were granted to former Jews in which deviations from the Catholic faith were overlooked. In Portugal, Jews did not feel the necessity to avoid Jewish expressions. Hence they persisted and are still with us.
 

Notes:

1. The language [i e Portuguese] which with a little imagination, you can believe is Latin, but little corrupted . L de Camoes, Os Lusiadas, canto I stanza 33Click on the arrow to return!   =>

2. See Encyclopaedia Judaica. IV p. 856. For similar Arabic versions, see the entry Judeo-Arabic. See also my The Spanish Haftara for the Ninth of Ab, JQR 48 1 (1957) pp. 13-34. There the Hebrew

is translated 'sobre mi mi koraçon doloryozo'. =>

3. 'Castilian Hebrew which is neither Castilian nor Hebrew'. Introduction to his Oraciones de Ros Asana y Kipur (London R Reily 1740). Nieto was born in Livorno and lived in London, where for a time he served as the Haham of the Sefardi Jewish Community. =>

4. It is interesting to note that the Spanish expression is Islamic in origin, while I assert that the corresponding Portuguese expression is Jewish. =>

5. In point of fact it is archaic at two removes since the form in haver is now largely restricted to the literary language. =>

6. In the morning you shall say "Would it were night!". And in the evening you shall say "Would it were morning!" . =>

7. In the morning you shall say: "Who would give evening" and in the evening you shall say: "Who would give morning!" =>

8. 'one of the characteristics of the Portuguese language... an interesting morphological phenomenon'. J.M. Rodrigues, Sobre o uso do infinito inipessoal, Boletim de Filologia 1 (1932), p. 3. =>

9. 'enigmatic... a fantastic creation'. K. Togeby, L'énigmatique infinitif personnel en portugais , Studia Neophilologica 25 (1955), pp. 210. 216. =>

10. 'an extremely curious form, unknown to the sister languages'. M. Said Ali, Dificuldades da Lingua Portuguesa, Rio: F. Aloes, 1957, p. 55. =>

11. The personal infinitive, also called the inflected infinitive, is formally identical in regular verbs with the future subjunctive:

falar, falares, falar, falarmos, falardes, falarem.
The meaning is roughly 'for you to speak' , and so on. In irregular verbs it is distinct; thus, the future subjunctive of dizer is based on the stem disser, while the stem of the personal infinitive is the impersonal infinitive dizer. =>

12. 'If the personal infinitive is the result of a confusion between the future subjunctive and the infinitive, then why was there not an analogous form in Italian. where the conditions were the same?' =>

13. The inflected infinitive which appears in the Spanish Haftara quoted above ('ora de seren perdonados nuesos pekados' 'the time of our sins being pardoned', p. 19) is probably a contamination of Spanish by the vernacular Portuguese in use among the Amsterdam Sefardim. Although they used Spanish for trade purposes. their natural language was Portuguese. In the synagogue, announcements (including the.excommunication of Spinoza!) were made in Portuguese, even though the liturgical Haftara was read in Spanish. =>

14. See J. Corominas, Diccionário crîtico etimológico de la lengua castellana (Madrid: Editorial Gredos, 1980), p. 881. =>

15. The number expelled is uncertain, since no precise records were kept. Guesses vary from a few tens of thousands to as much as a quarter of a million. Of course, the world population was much smaller at this time. =>

16. See H.P. Salomon, The Portuguese Inquisition and its Victims in the Light of Recent Polemics, Journal of the American Portuguese Cultural Society 5.3-4 (Summer, 1971), p. 21. 'The king. .. wanted to keep the Jews in Portugal. He thought they would be useful to the national economy.' =>

17. On a number of occasions general pardons were granted to those who had judaized. The very form of indictment before the Inquisitional tribunal took these amnesties into account:

  • Sendo o réu cristão baptizado e como tal obrigado a ter e crer tudo o que tem, crê e ensina a Santa Madre Igreja de Roma, ele o fez pelo contrário e se passou a [o judaismo]. O réu. .. cometeu [as culpas] depois do ultimo perdão geral.
    The accused, being a baptized Christian, and as such obliged to hold and believe everything which the Holy Mother Church of Rome holds, believes and teaches, acted to the contrary and passed over to [Judaism]. The accused ... committed [the crimes] subsequent to the last general pardon.
See A.J. Saraiva, Inquisição e Cristãos-Novos, Porto, Editorial Inova, 1968, p. 90. =>
 
 

This article was first published in:
Boundaries of the Ancient Near Eastern World (A Tribute to Cyrus H. Gordon) ,
ed. by Meir Lubetski, Claire Gottlieb and Sharon Keller.
It is included in the Orbis Latinus with the permission of the author.
(see more about Alan D. Corré)


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© Zdravko Batzarov



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Magal
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18 de dez. de 2006

Comunidade internacional critica conferência sobre Holocausto!

Comunidade internacional critica conferência sobre Holocausto!


Comunidade internacional
critica conferência sobre Holocausto

Vaticano - "O Holocausto Judeu foi uma tragédia imensa ante a qual não podemos permanecer indiferentes".

EUA - "A conferência é uma afronta para o mundo civilizado".

Grã-Bretanha - "O evento é inacreditavelmente chocante. O Irã está deliberadamente causando o máximo de problemas para governos moderados na região, na Palestina, no Líbano e no Iraque".

Alemanha - "A Alemanha critica da maneira mais incisiva a conferência realizada no Irã. Condenamos todas as anteriores e futuras tentativas de alguém que dá espaço a aqueles que relativizam ou questionam o Holocausto. o governo alemão acredita que todos os relatos que questionam o direito de Israel existir ou o Holocausto são chocantes e inaceitáveis".

Centro Wiesenthal - "O evento é outra variante para fomentar o ódio aos judeus. Trata-se de um fórum contra o povo judeu vestido desta vez com uma auréola acadêmica para outorgar legitimidade ao anti-semitismo".



Nota oficial do Ministério das Relações Exteriores
do Brasil sobre a conferência iraniana sobre o Holocausto

O Governo brasileiro recebeu com preocupação a notícia da realização, em Teerã, de conferência destinada a avaliar a natureza e a dimensão do Holocausto. O Governo brasileiro co-patrocinou a resolução 60/77 da Assembléia Geral das Nações Unidas, adotada por consenso em dezembro de 2005, que reafirmou o reconhecimento histórico do Holocausto, ressaltou o compromisso da comunidade internacional de lutar contra todas as formas de intolerância e instituiu a data de 27 de janeiro, que evoca a libertação do campo de concentração de Auschwitz, como o "Dia Internacional de Memória das Vítimas do Holocausto". O Governo brasileiro reitera sua firme condenação a todo evento, iniciativa ou declaração que possa pôr em causa a existência histórica do Holocausto.



Comunicado oficial do Ministério das Relações Exteriores de Israel

O Governo de Israel condena fortemente a iniciativa infame do governo iraniano de realizar uma conferência internacional para a negação do Holocausto. O Holocausto tem sido ridicularizado no Irã por uma "Competição de caricaturas do Holocausto", e o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que sempre conclama à destruição de Israel, comparou Auschwitz a Israel, falsificando assim o passado e o presente. As declarações e atitudes do presidente iraniano são claramente contra os fatos e contradizem a história totalmente, da forma como são endossados com unanimidade pela comunidade internacional. Negando ou questionando o Holocausto, a forma mais extrema de genocídio até a presente data, o presidente está desafiando a essência da noção de direitos humanos, desenvolvida pela comunidade internacional após – e por causa – da Shoah (Holocausto). Suas declarações posteriores a respeito de seu desejo de destruir o Estado de Israel, um estado membro das Nações Unidas, devem ser vistas como ameaças de outro genocídio. Tais posições, que vão contra a Convenção de Prevenção e Punição do Crime de Genocídio das Nações Unidas, adotadas pela Assembléia Geral no dia 9 de dezembro de 1948, põem a civilização em perigo e demandam a rejeição universal. Como declarou a Ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni: "A memória do Holocausto é essencial para toda a comunidade internacional, e não apenas para Israel e o povo judaico. Negando o Holocausto, o presidente do Irã deseja criar legitimidade a sua intenção declarada de destruir Israel e espalhar sua doutrina extremista, que vai contra os valores do mundo livre. O mundo deve se unir em palavras e atitudes claras a fim de dar o verdadeiro significado às palavras nunca mais".



Carta da Confederação Sionista Latino-americana

As Organizações Sionistas da América Latina rechaçam e condenam o comunicado do presidente iraniano de instalar o processo que denomina "revisionismo histórico do Holocausto Judeu" com a execrável infâmia de afirmar "que durante 60 anos foi considerado crime falar contra o Holocausto no ocidente". Hoje, insiste numa forjada mentira de negar a ocorrência do Holocausto e qualifica de "mito" a morte de 6 milhões de judeus em mãos da Alemanha nazista, sem esquecermos que, em inúmeras oportunidades, expressou o desejo de apagar Israel do mapa. A Confederação Sionista Latino-americana e suas Federadas e suas respectivas comunidades condenam toda iniciativa e intento de questionar a existência do Holocausto. Expressamos nossa solidariedade para com todos os sobreviventes da Shoá, testemunhos vivos das atrocidades nazistas durante a II Guerra Mundial, que seguramente revivem impotentes sua história em cada questionamento dos neonazistas, camuflados de "historiadores revisionistas". Ahmedineyad, igual a eles, ao mesmo tempo em que questiona a existência do crime, afirma querer completá-lo. Eis a incoerência dos infames. Conclamamos a todas as comunidades, organismos governamentais, movimentos e organizações a se manifestarem contra tão perversa manipulação dos fatos históricos. A memória, a recordação e o respeito aos seis milhões de irmãos assassinados nos impõem lutar pelo direito à vida, à liberdade, à justiça e à democracia.


16 de dez. de 2006

Guia de Chanuka

Guia de Chanuka


Guia de Chanuka
De 15 a 22 de dezembro de 2006

A história da festa

A revolta dos judeus, liderada por um grupo conhecido como Macabeus, foi vitoriosa contra a Dinastia Selêucida de reis gregos, que impôs restrições às práticas religiosas e costumes judaicos. Após três longos anos de guerra, os Macabeus derrotaram seus inimigos e reconquistaram o Templo Sagrado de Jerusalém - antes profanado por imagens e práticas pagãs - restaurando assim, as tradições judaicas. Após a reconquista do local, o passo seguinte foi reacender com azeite puro o candelabro de 7 pontas (a menorá), o atual símbolo do Estado de Israel. Os macabeus tinham apenas uma pequena jarra de azeite para acender a menorá no Templo. 

No entanto, milagrosamente, a chama do candelabro permaneceu acesa durante oito dias, tempo suficiente para fabricar mais azeite. Desde então, para recordar esse e outros milagres em Israel, celebra-se o Chanuká. No primeira noite de celebração, deve ser acendida a primeira vela na Chanukiá, que possui 8 braços, com a família reunida. O ato de acender a vela se repete todas as noites até a oitava noite, quando se acende a oitava e última vela. Há também o costume de ingerir comidas fritas em óleo , como bolinhos de batata (levivot ou latkes) e sonhos (sufganiyot). Esses alimentos são preparados e degustados em agradecimento ao milagre do azeite. Outro hábito nesse período é jogar o Sevivon - tradicional jogo israelense.

Quem deve acender a Chanukiá?

Tantos homens quanto mulheres estão obrigados a acender a Menorá de Chanuká (chamada Chanukiá) ou de participar no seu acendimento pelo chefe da casa. As crianças devem ser encorajadas a acenderem suas próprias Chanukiot. Estudantes e pessoas solteiras que vivem em dormitórios ou em seus próprios apartamentos devem acender uma Chanukiá em seus próprios quartos.

Onde acender a Chanukiá?

Muitos têm o costume de colocar a Chanukiá próximo à porta de entrada, do lado oposto à Mezuzá de forma que as duas mitzvot (mandamentos) da Mezuzá e da Chanukiá envolvam a pessoa. Outros a colocam no peitoril de uma janela de frente a uma via pública (se colocada sobre um peitoril da janela, não deverá estar mais alta que 8.8 metros acima do nível da rua).

Montando sua Chanukiá

As Luzes de Chanuká devem consistir de lamparinas ou velas. A forma mais preferida de cumprir a mitzvá é com um pavio de algodão em azeite de oliva extra-virgem ou velas de cera-de-abelha; velas de parafina ou outros tipos de velas ou lamparinas também são aceitáveis, porém não lâmpadas a gás ou elétricas (se as circunstâncias não permitirem o uso de uma chama, um rabino deverá ser consultado). As lamparinas ou velas devem conter combustível suficiente, no momento do acendimento, para queimarem até 30 minutos após o anoitecer ("anoitecer" é o momento no qual está escuro o suficiente para que três estrelas de tamanho médio estejam visíveis – cerca de 20-30 minutos após o pôr-do-sol, dependendo do local). As lamparinas ou velas devem estar arrumadas em linha reta e devem ter alturas iguais. O "shamash" – a vela com a qual acendemos as outras luzes – deve ser colocada à parte do resto (mais alto, fora do alinhamento, etc.). Na primeira noite de Chanuká, uma luz é acesa no lado direito da Chanukiá; na noite seguinte, adicione uma segunda luz à esquerda da primeira e acenda a nova luz primeiramente procedendo da esquerda para a direita; e assim por diante em cada noite.

Curiosidade

Essa é para quem quer comemorar Chanuká em alto estilo. Honrando as tradições da festa, a "Last Match" vem com oito lamparinas em formato de palitos de fósforo para marcar as oito noites de Chanuká, e o shamash, a vela mais longa, para acender as outras oito. As "cabeças" do fósforo são feitas de porcelana e a base é de pinus. O tempo estimado de queima do óleo é de oito horas.

Quando acender sua Chanukiá?

As Luzes de Chanuká são acesas na noite que precede cada uma das noites de Chanuká. O costume de várias comunidades (assim como também é o costume de Chabad-Lubavitch) é o de acender a Chanukiá logo após o pôr-do-sol; outras comunidades as acendem ao anoitecer (cerca de 20-30 minutos após o pôr-do-sol). Em ambos os casos, a Chanukiá deve conter combustível suficiente no momento de seu acendimento para queimar até 30 minutos após o anoitecer. Se a Chanukiá não foi acesa no início da noite, ela pode ser acesa mais tarde desde que haja pessoas nas ruas (ou outras pessoas acordadas em casa).

Bênçãos para o acendimento das Luzes de Chanuká

Na primeira noite de Chanuká (Sexta-Feira, 15 de Dezembro de 2006), recite todas as três bênçãos. Nas noites seguintes, recite somente as bênçãos número 1 e 2.

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotáv, vetsivánu lehadlic ner Chanucá. 
Bendito és tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou acender a vela de Chanucá.
Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahém, bizman hazé.
Bendito és tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que fez milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.
Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiánu lizman hazé.
Bendito és tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.
Após o acendimento das luzes, recite o Hanerot Halálu:
Hanerót halálu ánu madlikin, al hateshuót veal hanissim, veal haniflaot, sheassíta laavotênu bayamim hahêm bizman hazé, al yedê cohanécha hakedoshim. Vechól shemonat yemê Chanuká, hanerót halálu côdesh hem, veên lánu reshut lehishtamêsh bahêm, êla lir'otan bilvád, kedê lehodót ul'halêl leshimchá hagadól, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.
Nós acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. 

Durante todos os oitos dias de Chanuká, estas luzes são sagradas e não nos é permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações. Nenhum trabalho deve ser feito nas proximidades das velas acesas. Algumas mulheres têm o costume de não fazer nenhuma trabalho de casa durante os 30 minutos em que as velas estão queimando para honrar as valentes mulheres judias que tiveram um papel significativo na história de Chanuká.

Caridade extra

Costumamos aumentar a quantidade diária de tzedaká. Às sextas-feiras, dobramos a quantia por conta do Shabat (no qual não podemos mexer em dinheiro). É uma tradição darmos a todas as crianças "Chanuká Gelt" (dinheiro de Chanucá). Este belo costume aumenta a felicidade e o espírito festivo das crianças. Além disso, ele dá aos adultos uma oportunidade de dar às crianças um reforço positivo para um comportamento exemplar, tal como atenção em seus estudos e atos de caridade. Chanukah gelt é dado a crianças após o acendimento da Chanukiá. As crianças devem ser encorajadas de dar tzedaká de uma porção de seu próprio dinheiro.

Comidas típicas de Chanuká

Por causa do grande significado do azeite na história do milagre de Chanuká, é tradição servir alimentos cozidos em óleo. Entre os pratos mais populares de Chanuká estão os latkes (bolinhos) de batata e os sufganiot (sonhos). Também costumamos comer alimento a base de queijo em Chanuká em comemoração à bravura de Yehudit.


Tradutor: Maurício Klajnberg
Colaboração: Embaixada de Israel no Brasil
Fonte:
Jornal Alef

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